terça-feira, 2 de julho de 2013

Demissões sucedem-se

"O governo está ferido de morte"

A frase de João Semedo, do Bloco de Esquerda, traduz, na realidade, a situação de quem ainda permanece à frente dos destinos de Portugal.
Depois da demissão de Vítor Gaspar sucedeu-se a vez de Paulo Portas bater com as ditas, dando razão ao que todos os comentaristas corporizavam no sentido de que há muito que as divergências entre Portas e Passos eram por demais evidentes.
A culminar (para já...) o cenário negro da situação política portuguesa, as declarações do primeiro-ministro que fez questão de afirmar que não se demite e, mais ainda, salientar que vai tentar convencer o CDS a garantir a estabilidade (?) governamental.
Estou convencido de que, neste momento, uma grande parte dos portugueses desejaria que Cavaco Silva, presidente da República, utilizasse, em relação a Passos Coelho, as célebres palavras de Humberto Delgado: "Obviamente demito-o".

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Nota: Atenção, que as demissões não ficam por aqui... Amanhã há mais!!!

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