quinta-feira, 19 de março de 2015

Nós por cá todos bem...



40 anos de democracia
à portuguesa!!!

Dando uma vista de olhos, muito superficial, por estas quatro décadas da chamada democracia no nosso país, não há dúvidas de que os portugueses podem limpar as mãos à parede, porque, nesse aspeto, Portugal é um exemplo por demais evidente.

Desde um primeiro-ministro, ainda no ativo, acusado de incumprimento em relação ao fisco, apesar de minuciosa perseguição e exigências ao povo contribuinte, a um ex-titular da mesma pasta que se encontra entre as grades a cumprir prisão preventiva por suspeitas de crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção, passando pela condenação de um ex-autarca por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais, não esquecendo um ex-deputado condenado a dez anos de prisão por burla no BPN, vai todo um mundo de situações num país que se dizia ser de brandos costumes.

Um diretor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) preso no âmbito do processo dos vistos dourados e polícias detidos, julgados e condenados por corrupção, roubos violentos e sequestro, e, no tempo mais recente, as demissões por iniciativa própria dos diretor-geral e subdiretor-geral da Autoridade Tributária na sequência duma lista de privilegiados, são outros dos muitos casos num oceano de acontecimentos distribuídos pela democracia à portuguesa.

Aí temos alguns exemplos da liberdade tão aguardada pelos portugueses, enquanto manifestações e greves são o pão nosso de cada dia, fruto do descontentamento quase geral nas mais diversas áreas.

E ainda a procissão vai no adro.

 

 

 

 

 

 

 

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