quinta-feira, 9 de abril de 2009

Para a história da Figueira da Foz CLXVI

Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás (Figueira da Foz)
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Na inauguração da Biblioteca, em 1 de Maio de 1910
Pedro Fernandes Tomás, patrono da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz
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A inauguração ocorreu num prédio na Praça Nova (Praça 8 de Maio) na sua confluência com a Rua dos Ferreiros.
Os poucos livros que a Câmara Municipal possuía em 1893, encontravam-se guardados numa pequena sala da Casa do Paço, transitando em 1898 para um gabinete do Museu, nos Paços do Concelho.
Em 12 de Junho de 1908, uma comissão constituída por Pedro Fernandes Tomás, Francisco Martins Cardoso, António Carlos Borges, Alberto Diniz da Fonseca, Eloy do Amaral e Manuel Cardoso Marta, envia à Comissão Administrativa do Município, um ofício oferecendo os seus serviços para organização de uma biblioteca pública.
Em sessão de 19 do mesmo mês foi a referida comissão reconhecida oficialmente sob a designação de "Comissão Instaladora da Biblioteca Pública Municipal da Figueira da Foz".
O zseu "Relatóiro" de 1 de Maio de 1910, dá conta ao povo da Figueira das diligências efectuadas para consecução do fim em vista.
Em reunião camarária de 10 de Agosto de 1927 e por proposta de Álvaro Malafaia, ao tempo vereador do pelouro de instrução, foi deliberado que a Biblioteca passasse a denominar-se "Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomaz".
Em 1 de Maio de 1910, à entrada da Rua dos Ferreiros, teve lugar a sessão solene inaugural daquele estabelecimento cultural.
Em Outubro de 1911 foi mudada da Praça 8 de Maio para o edifício dos Paços do Concelho, e em Novembro de 1915 foi instalada na Rua Dez de Agosto, onde permaneceu até 30 de Julho de 1927.
Em 23 de Fevereiro de 1928 reabriu no 1.º andar do Quartel dos Bombeiros Municipais.
Em fins de 1953 foi mudada para a Praça Velha (hoje General Freire de Andrade).
Seria em 30 de Agosto de 1974 instalada definitivamente, em edifício próprio, na Rua Calouste Gulbenkian.
Em Outubro do ano seguinte a novel biblioteca mudou para o edifício dos Paços do Concelho e em 1915 voltou a mudar de poiso desta vez para a rua 10 de Agosto onde permaneceu até 1927. No ano seguinte o espaço dos livros voltou a ser transladado, desta feita para o 1º andar do edifício dos Bombeiros Municipais frente à igreja matriz (1977-1980)
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Bibliografia: "Biblioteca Municipal - Perfil do Leitor", da autoria de Manuel Barroso dos Santos

Páscoa

ELE MORREU EM NOSSO LUGAR
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"Mas Deus prova o seu próprio amor para connosco, pelo facto de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8).

Páscoa

" O N A Z A R E N O "

Acabo de assistir, na RTP Memória, ao musical encenado por Carlos Avilez, "O Nazareno", gravado no Coliseu dos Recreios de Lisboa, em Julho de 1986, numa realização televisiva de Fernão Katzenstein, e que contou com a participação de Alexandra, Mara Abrantes, Teresa Tarouca, Teresa Siqueira, Nuno da Câmara Pereira, Jorge Fernando, entre outros.
Baseado na obra de Frei Hermano da Câmara (o protagonista do musical), de que existe um LP (que tenho o prazer de possuir), é um trabalho de grande poder espiritual, escolhido propositadamente para a quadra que atravessamos.
Na net podem ser ouvidas todas as canções que fazem parte da obra, que conta a vida de Jesus, a sua morte e ressurreição.
Sentii, confesso, um raro momento de transmissão de energia cristã, quer pela mensagem (principalmente pela mensagem), quer pelas interpretações em que Frei Hermano da Câmara assume um papel de particular força.
Bem haja a RTP pela oportunidade da transmissão do espectáculo!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Figueira da Foz

Para recordação, o cartaz de propaganda das Festas de S. João na Figueira da Foz, no ano de 1989. Vão, pois, em Junho, completar-se 20 anos sobre esta edição.

Efemérides

7 DE ABRIL DE 1926


Morre o Dr. Mariano Goulart (António Mariano da Cunha Goulart) num acidente de barco, na Vala da Ereira (Montemor-o-Velho) para lá da ponte de Lares.
Para além de outros predicados, foi um desportista de mérito, sobretudo em representação do Sporting Clube Figueirense, cuja biblioteca ostentava o seu nome.
Há datas divergentes quanto à sua morte (não está correcta a indicada no livro FIGUEIRENSES DE ONTEM E DE HOJE (7 de Junho de 1926), mas sim a acima indicada, como poderá verificar-se, na edição n.º 2403, de 9 de Abril de 1926, do jornal A VOZ DA JUSTIÇA, onde se relata o acidente.

O pensamento do dia

Ensinar não é uma função vital, porque não tem o fim em si mesma; a função vital é aprender.
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Aristóteles

terça-feira, 7 de abril de 2009

Efemérides

7 de Abril de 1987
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Começam a ser destruídos por explosões de cargas de dinamite, os pilares da ponte velha, sobre o braço norte do Rio Mondego, na Figueira da Foz, ponte cuja imagem ontem reproduzi neste blogue.

Para a história da Figueira da Foz CLXV

O folclore teve, na Figueira da Foz, no passado, uma espectacular representação no seu círculo cultural.
Eram o Rancho das Carvoeiras, das Flores de Portugal, do Vapor e das Rosas, entre outros, para não falar nas restantes localidades do concelho.
Em 1937, o Ranco das Rosas, sob a direcção de Mário Costa, foi reconstituído e, para assinalar o acontecimento, editou uma pequena brochura (capa reproduzida na imagem), impressa na Tipografia de "O Figueirense".
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E lê-se no preâmbulo: "O "Rancho das Rosas", gracioso intérprete do folclore regional, vai cantar!
Que as suas canções se espalhem como pombas mensageiras, levando a cada canto deste Portugal de encanto, a doce melodia que se desprende dos corações amorosamente impulsionados ao ritmo do mar - eterna mocidade".
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"(...) Rancho tão lindo,
Tão galante e multicor,
Com rapazes tão fagueiros
E raparigas formosas,
Não tem rival.
A todos se ouve dizer:
Não há Rancho em Portugal
Como este Rancho das Rosas.
Cantam sorrindo
E bailam ébrios de amor,
Em motivos reflorindo
Uma harmonia altaneira.
Ouvem-se ao longe
Seus descantes de magia
E murmura-se à porfia:
Passa o Rancho da Figueira" (...)
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(Estribilho da Marcha do Rancho das Rosas, com letra e música de Manuel Torres Marques e arranjo de C. Leandro)

Ex-libris

Ex-libris de minha prima Leonor Gomes d'Almeida, filha de meu tio-avô Joaquim Gomes d'Almeida, fundador dos jornais O Figueirense e Defesa da Beira.
Mais um desenho de António Piedade, datado de 1931.

O pensamento do dia

A experiência da nossa fraqueza e o reconhecimento de que agimos mal, é algo que humilha. Quando à fraqueza se une o orgulho, o engano pode chegar a extremos patológicos: não se conforma com uma modesta justificação, mas incomoda-se com a verdade, com os que lhe dizem a verdade, ou com os que a vivem.
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Juan Luis Lorda

ANTOLOGIA DE POETAS LUSÓFONOS

No auditório do Mosteiro da Batalha, um aspecto da apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos.

ANTOLOGIA DE POETAS LUSÓFONOS

A Filarmonia das Beiras, sob a regência do maestro Rui Pinheiro, a interpretar "As Sete Últimas Palavras de Cristo", na apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos, nas Capelas Imperfeitas do Mosteiro de Santa Maria da Vitória (Batalha)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A frase

"[Durão Barroso] é um homem inteligente, mas é um rosto do passado"
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Mário Soares, a propósito da recandidatura de Durão Barroso à presidência europeia.
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Digo eu: O que vale é que Mário Soares é um rosto do presente...

Figueira da Foz

A velha ponte sobre o braço norte do Mondego, na Figueira da Foz, desmantelada para dar lugar à Ponte Edgar Cardoso.

Ex-libris

Ex-libris da poetisa Emília Maria Bagão, a quem já fiz referência neste blogue e em "POESIA".
Desenho de António Piedade, de 1931.

O pensamento do dia

Não há Estado forte onde o Poder Executivo o não é, e o enfraquecimento deste é a característica geral dos regimes políticos dominados pelo liberalismo individualista ou socialista, pelo espírito partidário e pelos excessos e desordens do parlamentarismo.
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António de Oliveira Salazar, in "Discursos, 30 de Julho de 1930.

domingo, 5 de abril de 2009

ANTOLOGIA DOS POETAS LUSÓFONOS




Foi esta tarde apresentada, no Mosteiro da Batalha, a II Antologia dos Poetas Lusófonos, sessão antecedida por um concerto, nas Capelas Imperfeitas, pela Filarmonia das Beiras, sob a regência do maestro Rui Pinheiro, que interpretou "As Sete Últimas Palavras de Cristo", uma das joias do classicismo vienense.
No auditório do Mosteiro (contíguo aos claustros), foi, então, apresentada a obra, com uma plateia literalmente repleta, presidida por Carlos Henriques, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Batalha, e em que intervieram, entre outros, Júlio Horta, Director do Mosteiro e Adélio Amaro, da editora "Folheto".
O livro vai ser, ainda, apresentado em várias outras localidades, entre as quais Zurique, na Suíça.
A obra conta com a participação de 134 poetas de 11 paídes (Angola, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, França, Índia, Inglaterra, Moçambique, Portugal, Suíça e Timor).
O autor deste blogue, Aníbal José de Matos, tem a honra de ter, incluídos na Antologia, cinco poemas seus.
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Na primeira imagem, a capa do livro, na segunda a contracapa, com a relação de todos os poetas seleccionados, e, na última, o poema que abre a selecção dos trabalhos de Aníbal José de Matos, intitulado "Já não quero ser poeta".



Porque hoje é domingo

Quando dizes: "Tenho medo...", Deus te diz: "Não temas, que eu estou contigo..."

sábado, 4 de abril de 2009

A notícia do dia

O PCP vai anunciar nas jornadas parlamentares que decorrem segunda e terça-feira em Aveiro uma iniciativa legislativa que prevê a criminalização do enriquecimento ilícito, disse hoje o secretário-geral do partido, Jerónimo de Sousa.
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In RTP on line
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Por favor, deixem-me rir, ahahahahah

Figueira da Foz

Figueira da Foz: a esplanada, a avenida e a praia, no passado!!!

O pensamento do dia

O bem-estar e a saúde são ameaçados por espíritos contraditórios que se opõem e gostam de lutar dentro das almas.
Se a alma não tiver confiança suficiente, perde o combate e o corpo cai doente.
Nunca percas os teus aliados espirituais. Eles são um bastião sólido contra as doenças e os pensamentos tristes que contaminam a alma.
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"Sabedoria Ameríndia"

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Figueirenses


No meu blogue POESIA (ver meu perfil completo) homenageio hoje uma poetisa figueirense, que, sobretudo pelos seus sonetos, foi figura marcante na cultura local.
Na segunda imagem, a reprodução dum dos seus originais (de que possuo uma vasta colectânea).
Emília Maria (Emília Maria Bagão e Silva), nasceu na Costa de Lavos (Figueira da Foz), em 16 de Março de 1909, falecendo nesta cidade a 22 de Março de 1979, poucos dias depois de ter completado 70 anos.
Era irmão de João Bagão, guitarrista, compositor da conhecida Balada de Coimbra.
Colaborou em várias publicações, entre as quais a Gazeta de Coimbra (sob o pseudónimo de Mademoiselle X), A Voz da Justiça e O Figueirense.

Figueira da Foz

Passeio da Avenida Saraiva de Carvalho (Figueira da Foz), no passado.
Era o local preferido para dar umas caminhadas (uma espécie de calçadão...) e aí eram instaladas as bancadas para se assistir às grandes regatas nacionais e internacionais no Mondego.
Esta imagem, com mais de um século, mostra bem as diferenças que se verificam em relação àquele espaço nos dias de hoje.
As teias que o tempo tece...

O pensamento do dia

Se estás ajudando na expectativa de que te agradeçam, deixa de fazê-lo.
Evita, assim, decepções.
Se o que fazes é pelo simples gosto de ajudar, continua. Já estás sendo pago.
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Prof. Hermóneges

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Acácio Antunes

No meu blogue, "POESIA" (ver em meu perfil completo), um soneto do poeta figueirense Acácio Antunes.

Efemérides

2 de Abril de 1927


Acácio Antunes num desenho de António Piedade
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Morre em Lisboa o figueirense Acácio Antunes, poeta, escritor teatral e ensaiador, que contava 73 anos. Nascera a 26 de Agosto de 1853.
De seu nome completo Acácio Graciano Antunes Brás, foi jornalista (redactor de O Século), e, como autor teatral, escreveu a sua primeira peça em 1880 (A Embaixatriz), seguindo-se muitas outras de sucesso.
Escreveu dois livros de poemas (Aguarelas e Águas Fortes e Da Primavera ao Outono), e foi célebre o seu poema "O Estudante Alsaciano".
Como escreveu Cardoso Marta, "Acácio Antunes faleceu em Lisboa (...) pobre e esquecido, como é de esperar que suceda a quem trabalha pelo prazer de trabalhar e não de poisar para a galeria".

O pensamento do dia

Grande parte da vitalidade de uma amizade reside no respeito pelas diferenças, e não apenas em desfrutar das semelhanças.
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James Fredericks

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Figueirenses

JOSÉ LUÍS CAJÃO




"Foi nste teatro, no Peninsular, que eu ouvi cantar, pela primeira e únia vez, Rosita Serrano, que se acompanhava muitíssimo bem à viola. Alta, magra, um tronco sem forma, passeava-se às tardes pelo "Picadeiro", levando pela trela dois estupendos galgos russos. Guatemalteca? peruano? uruguaia? Não importa; mas tenho a impressão que chilena. E havia quem dissesse que fora amante de Hitler, o mesmo é dizer que dormira com o Diabo.
No final de uma canção, que descubro eu, provinciano e rústico? Um sujeitinho de monóculo e luva branca, de opulenta cabeleira beethoveniana, a aplaudir, mas de que modo? Batendo com a palma da mão direita nas costas da mão esquerda, muito selecto, muito "snob", audácia até então por mim nunca vista. "Aquele indivíduo é alguém - pensei para com a minha ingenuidade,- Tem ar de artista!" Ah, as exterioridades românticas, segundo Paulo de Kock!
Viríamos a conhecer-nos, como e quando? Já nem sei. Empregado do Banco Costa & Companhia, ofereceu-me uma novela intitulada "Quando o filho voltou"... (...)
(...) Sim, era uma vez um rapaz chamado J. Olivieira Santos (a quem os amigos tratavam meramente por Jota). Compunha versos, escrevia artigos em jornais, todo ele um nervo sensitivo mas sem o alimento cultural adequado. Até que, um dia, a novidade estoirou, grandiloquente, pelo burgo: Oliveira Santos dispunha-se a fazer um filme sobre a Figueira: "Dois Corações... Um Destino". Pelo título se poderá aquilatar do contexto.
Jamais o ingénuo fantasista entrara num estúdio. De cinema, portanto, não sabia nada. O operador era Manuel Santos, antigo comerciante com alguns meios de fortuna. (...)
(...) E os actores? Ora vejamos. Ela chamava-se Madalena Ótão (hoje Madalena Sotto), e ele, na vida real, marido dela, Manuel Brandão (...)
(...) Como, porém, faltasse o dinheiro para levar a empresa por diante, decidiram, decidiu J. Oliveira Santos, começar pelo fim, quer dizer, fazer um "trailer" (...)"
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Do livro "As Torrentes da Memória".
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José Luís Cajão, nasceu na Figueira da Foz em 20 de Maio de 1920, falecendo em Lisboa a 9 de Março de 2008, muito próximo, pois, de completar 88 anos.
Foi autor, entre outras obras, de Torre deVigia; Um Dia Fora do Mundo; As Escarpas do Medo; O Salto de Cavalo; A Estufa; O Outro Menino Jesus; Um Castelo na Escócia; Os Transes da Política ou de como o Padre Torres Fez Fortuna; Torrentes da Memória; Histórias e Inconfidências do Arco-da-Velha;A Magia do Rosacórdio; O Inventor de Fantasmas; Férias na Andaluzia; O Hipocondríaco; Panorâmica de São Tomé e Príncipe e Breve História do Disco.
Foi galardoado com o Prémio Ricardo Malheiros.
Iniciou a sua carreira de escritor com o livro "A Montanha e o Vale"




Efemérides

1 de Abril de 1940

É inaugurado o Café Nicola, no Bairro Novo, na Figueira da Foz. Durante largos anos foi estabelecimento emblemático nesta cidade, mas o poder económico falou mais alto, e "forasteiros" resolveram pôr-lhe fim.
Hoje perdeu todo o significado, tal como muitas outras coisas nesta localidade tão maltratada por uns quantos.






O pensamento do dia

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.
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Óscar Wilde

terça-feira, 31 de março de 2009

Figueira da Foz

Sabia que ?.....
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A Rua Cândido dos Reis, na Figueira da Foz, teve, inicialmente, a designação de Rua da Boa Recordação?
O nome actual nasceu em Outubro de 1910.
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À Rua da Liberdade, chamou-se Rua da Inauguração, numa alusão ao princípio da construção do Bairro Novo de Santa Catarina?
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A antiga Rua da Concórdia, é hoje designada por Rua Bernardo Lopes?
Bernardo Lopes foi comandante da marinha mercante, vereador municipal, director do Teatro Príncipe D. Carlos, director do Teatro-Circo Saraiva de Carvalho (hoje Casino da Figueira), provedor da Santa Casa da Misericórdia, entre outros cargos exercidos.
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A Rua Miguel Bombarda teve a designação de Rua do Melhoramento? O actual nome foi aplicado àquela artéria em 26 de Outubro de 1910.
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A antiga Azinhaga ou Rua da Pólvora, mais tarde Rua do Bonfim, é a actual Rua Francisco A. Diniz, nome dado atribuído em 1902 em homenagem ao principal impulsionador da Companhia Edificadora Figueirense?
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A actual Rua Dr. Calado teve, inicialmente, a designação de Rua da Boa União?
O nome actual foi atribuído em 1911, em homenagem a Cristiano Mendes Calado, delegado de Saúde na Figueira da Foz.

O pensamento do dia


Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor… lembre-se:
Se escolher o mundo, ficará sem o amor mas, se escolher o amor, com ele conquistará o mundo.
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Albert Einstein

segunda-feira, 30 de março de 2009

Viagens

No Museu dos Dinossauros, em Aathal (Suíça), está exposta uma fotografia (aqui reproduzida) de pegadas daqueles animais pré-históricos em Fátima.
Curiosamente não vi nenhuma fotografia das pegadas dos dinossauros na Serra da Boa Viagem (Figueira da Foz)...

O pensamento do dia

A preocupação é como a cadeira de baloiço: mantém-nos ocupados, porém não nos leva a lado nenhum.
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Hedy Silvado

domingo, 29 de março de 2009

A frase

Mais uma do Alberto João...
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"Com esta gente, com este bando que tomou conta do Governo de Portugal nem se pensou no interesse do Estado, não se pensou na unidade nacional, não se pensou na coesão nacional, pegou-se no Estado e fez-se dele um instrumento para afogar o povo madeirense".
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Digo eu: Lá que ele não tem papas na língua, é uma verdade... e como dizia o saudoso Max: "Deixem passar esta linda brincadeira, que a gente vamos bailar p'ra gentinha da Madeira..."

Figueira da Foz

Editado em 1991, pela Editorial PRESENÇA, José Pedro de Alboim Borges publicou, sob o tema "Cidades e Vilas de Portugal", um livro sobre a Figueira da Foz que contém alguns elementos interessantes para a história da cidade.
Não traz novidades, resume pormenores já conhecidos, mas não deixa de ser mais uma obra em que se exaltam as belezas e conteúdo histórico-cultural e turístico da Figueira, mais um elemento de consulta para quem se interessa pelas coisas da nossa terra.
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Como INTRODUÇÃO, regista-se: "Figueira da Foz é um gigantesco areal de toldos coloridos evocadores das tendas árabes dum deserto hollyodesco, "de barracas e altas umbrelas sob que se alarta meia turba de veraneantes, enquanto a outra meia barafusta nas ondas, que dão à praia o seu típico bulício estival".
Chegar de manhã ao paredão e iniciar o percurso quase iniciático da travessia daquele "deserto" de areias escaldantes, ao fundo do qual se vislumbra o que parecem ser as calmas águas do Oceano, rapidamente transformadas em alterosas vagas, mas ao quanto aliciantes para a "malta das carreirinhas", hoje comummente apelidados de surfers, era e é prática diária do banhista figueirense."
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O autor, José Pedro de Aboim Borges é licenciado em História e Mestre em História de Arte. É bolseiro desde 1988 da JNICT do Museu do Azulejo. Colaborador de temática diversa relacionada com a História de Arte com especial incidência na área da História da Fotografia.

Porque hoje é domingo

Há dois tipos de pessoas: as que têm medo de perder Deus e as que têm medo de O encontrar.
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Pascal

Efemérides

António dos Santos Rocha

Completam-se, hoje, 99 anos sobre a data da morte do arqueólogo figueirense António dos Santos Rocha.
Nascido em 30 de Abril de 1853, faleceu a 28 de Março de 1910.
Foi provedor da Santa Casa da Misericórdia da Figueira da Foz, presidente da Associação Comercial e Industrial, presidente e vereador da Câmara Municipal do mesmo concelho, promotor da Sociedade Arqueológica da Figueira, autor de "Materiais para a História do Concelho da Figueira da Foz nos Séculos XVII e XVII", "Memória sobre a Antiguidade", "Estações Pré-romanas da Idade do Ferro nas vizinhanças da Figueira" e "Materiais para o Estudo da Idade do Cobre em Portugal".
Fundador e Patrono do Museu Municipal da Figueira da Foz.
Fez escavações desde a Beira Litoral ao Algarve, e no Museu, que tem o seu nome, abundam peças arqueológicas que encontrou na zona da Figueira, grande parte das quais na área de Santa Eulália.

sábado, 28 de março de 2009

O pensamento do dia

O amigo que se transforma em inimigo é, regra geral, muito mais perigoso do que aquele outro que foi sempre inimigo.
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Mário Gonçalves Viana em “Psicologia da Amizade”

sexta-feira, 27 de março de 2009

ANTOLOGIA DOS POETAS LUSÓFONOS

Mais um elo para a Lusofonia
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Escrever é algo mais do que espalhar letras, entornar palavras ou construir frases. Escrever é transmitir ideias, é concretizar desejos, é realizar sonhos, é prolongar a firme voz de comunicar. Escrever é cunhar identidade pela diversidade cultural que une países, regiões, cidades e aldeias.
A Lusofonia não é apenas um conjunto de países onde se fala a Língua Portuguesa. A Lusofonia está espalhada por todos os países do Mundo. Em todos eles existe alguém que fala ou escreve esta tão amada Língua.
Neste Planeta, em que parte da sociedade o considera global, não existem fronteiras para a Lusofonia nem para a Poesia, como defendia António Gedeão: “Minha aldeia é todo o mundo”.
A II Antologia de Poetas Lusófonos surge com os objectivos nobres de promover a Língua Portuguesa, de promover a Lusofonia e de promover os Poetas que espalham as suas veias inspiradoras por todo o Mundo, tal como o fizeram os grandes vultos da Lusofonia, com especial destaque para o Padre António Vieira, que além da Língua conseguiu unir Continentes.
Este é um livro que tenta unir regiões de vários Continentes. Unir poetas que nesta aldeia global, conseguem unir esforços e vontades para levar a efeito este livro.
O Padre António Vieira deixou escrito que um “Livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive”. Este livro é apenas mais uma semente lançada ao vento e que, de certo, irá ajudar a promover a Lusofonia no meio de um acordo que já se discute desde o século XIX.
A II Antologia de Poetas Lusófonos apresenta, nestas quase 500 páginas, 134 poetas de 11 países: Angola, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, França, Índia, Inglaterra, Moçambique, Portugal, Suíça e Timor.
As poesias que tatuam as páginas deste livro não são todas de índole académica. Queremos, também, dar voz à poesia mais popular. Mas, uma coisa é certa: neste livro todas as poesias têm mensagem. Todas elas transmitem sentimentos. Todas elas cantam a mesma Língua. E mais, todas elas nasceram tão distantes umas das outras e conseguiram um elo de verdadeira união através da II Antologia de Poetas Lusófonos.
Este livro nasce de uma grande força de vontade, bem espelhada por todos aqueles que nela participam. E, essa força, nasce em cada um dos 134 poetas destes 11 países, que desejaram e conseguiram saltar este obstáculo, que é a fronteira invisível das nações. Alexandre Herculano defendia que “o erro vulgar consiste em confundir o desejar com o querer. O desejo mede obstáculos; a vontade vence-os”.
Esta é uma Antologia que atravessa Oceanos, une Continentes e espalha Mensagens pelo punho de cada um dos 134 Poetas.
A todos eles e a todos aqueles que permitem que a II Antologia de Poetas Lusófonos seja uma realidade, tenho que deixar em nome das equipas editorial e técnica, os mais cordiais e sinceros agradecimentos.
Um especial agradecimento para as Associações, Academias e Instituições que ajudaram a divulgar o regulamento da II Antologia e, um grande abraço a todos os Poetas.
Como escreveu o poeta açoriano, Armando Côrtes-Rodrigues, “O mar da minha vida não tem longes”.
Até à III Antologia de Poetas Lusófonos.
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Adélio Amaro
Coordenador Editorial

O pensamento do dia

Deve-se persistir em ter um momento espiritual para cada dia, estando você vendo ou não os resultados imediatos. Uma parte do crescimento pode ter lugar no profundo interior do seu ser, sem que disso esteja consciente. Leva tempo para se formarem as raízes, para suas ramas abrirem caminho através da crosta do solo e para se fazer a colheita.
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Jack Hartman, em “Profunda Paz Interior”

quinta-feira, 26 de março de 2009

A notícia do dia

Mais de 62 mil pessoas foram detidas no ano passado pelas forças de segurança, que apreenderam 4.600 armas, metade das quais de fogo, segundo o Relatório de Segurança Interna de 2008.
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Digo eu: Lá vamos, cantando e rindo...

Ex-libris

Ex-libris da Biblioteca Alves Mateus, de Santa Comba Dão, criada em 22 de Fevereiro de 1929.
Desenho do figueirense António Piedade, datado de 1931

Euro 2008

Berna, capital da Suíça, um dos países organizadores do Campeonato da Europa de Futebol de 2008 (EURO 2008), recebeu as selecções da Holanda, Itália, França e Roménia (Grupo C) na primeira fase da competição.
Curiosamente, encontrei, ainda agora, naquela cidade helvética, num restaurante onde almocei, uma toalha (que reproduzo), em que Berna dá as boas-vindas aos adeptos de futebol que ali foram assistir aos diversós jogos.

O pensamento do dia

Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.
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Fernando Pessoa (“Mar Português”)

PRESENTE

1 2 5 0
foi o número de visitas nos últimos quatro dias.
Vocês continuam a ser-bemvindos !!!
Obrigado pelos comentários que me têm enviado através de correio electrónico.
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AJM

quarta-feira, 25 de março de 2009

ANTOLOGIA DOS POETAS LUSÓFONOS

Depois do sucesso da I Antologia de Poetas Lusófonos, que contou com mensagens de parabéns dos Presidentes da República de Portugal e do Brasil, assim como do Primeiro-ministro de Portugal, a editora Folheto, em parceria com várias Associações e Academias, de diversos países, entendeu levar a efeito a II Antologia de Poetas Lusófonos.
A II Antologia, com cerca de 500 páginas, conta com a participação de 134 poetas (seleccionados dos cerca de 400 participantes) de 11 países: Portugal; Brasil; França; Suíça; Inglaterra; Angola; Timor; Canadá; EUA; Moçambique e Índia.
A cerimónia terá lugar no Mosteiro da Batalha, no dia 5 de Abril de 2009, com início às 15:30 horas, nas Capelas Imperfeitas, com a actuação da Orquestra Filarmonia das Beiras. Às 16:30 horas, no Auditório do Mosteiro, terá lugar a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos.
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O autor do blogue "Presente", Aníbal José de Matos, tem o prazer de estar inserido naquela obra, com cinco poemas seleccionados.

O pensamento do dia

A simplicidade é o que nos parece inimitável na Natureza, que é um conjunto de elementos, uma sequência de fenómenos sem lógica. Porém, quanto mais o homem se aproxima dessa profunda e ilógica naturalidade, mais o achamos estranho.
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In “Contos Impopulares”, de Agustina Bessa Luís

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" P R E S E N T E " atinge as 3 mil postagens

terça-feira, 24 de março de 2009

Carlos Sombrio

António Augusto Esteves (Carlos Sombrio)


Lápida na casa onde viveu, na Rua José da Silva Fonseca (antiga Rua da Lomba) na Figueira da Foz

Ex-libris de Carlos Sombrio (desenhado por Santos Figueira, de Pombal)

Ex-libris de Carlos Sombrio (desenhado por José Santa-Maria, então professor de desenho na Escola Industrial e Comercial da Figueira da Foz)
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Lápida na casa onde residiu Carlos Sombrio, na Rua José da Silva Fonseca (antiga Rua da Lomba, na Figueira da Foz)
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"Confiemos no nosso esforço e no nosso entusiasmo. Só vencem os fortes, e só perduram na vida as ideias que se assemelham a chamas puríssimas de redenção. A A. Naval lembrará eternamente uma pátria pequenina dentro duma pátria grande - Portugal. Na sua bandeira verde-branca palpita o mar, e sorri a espuma nevada das vagas. No seu hino, há frémitos de emoção. Entreguemos-lhe a nossa dedicação, tornando-a cada vez mais gloriosa, mais útil, mais benemérita.
Sejamos superiores às paixões clubísticas exageradas, aos egoismos pessoais, unamo-nos num forte abraço de solidariedade familiar e desportiva, ante esta grande e eterna verdade: os homens passam - as obras ficam!" - Carlos Sombrio em "A Associação Naval no passado, no presente e no futuro", conferência proferida em 1939.
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António Augusto Esteves, que usava o pseudónimo de Carlos Sombrio, foi uma das personalidades mais marcantes da vida cultural da Figueira da Foz. Nascido a 29 de Julho de 1894, aqui faleceu em 25 de Março de 1949.
Era proprietário dum estabelecimento de ourivesaria e relojoaria no edifício onde hoje se encontra um estabelecimento de pronto-a-vestir (Tó Valadas), na Praça 8 de Maio, na Figueira.
Conferencista, jornalista, escritor e poeta, Carlos Sombrio é autor de vasta obra literária, entre as quais "Sombras", "Aguarelas da Beira", "Cartas Perdidas", "Diálogos", "O Meu Romance", "Rumo ao Mar", etc.
Iniciou a sua vida literária no jornal figueirense "A Voz da Justiça", colaborando ainda em muitos outros jornais e revistas.
Era patrono da Biblioteca da Associação Naval 1.º de Maio (por iniciativa de meu Pai, Aníbal Correia de Matos), clube onde praticou desporto, sendo nomeado sócio honorário em 1920.





Ex-libris

Um dos dois ex-libris de José Salinas Calado, que foi médico, publicista e Conservador do Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz.
Também este foi desenhado pelo artista figueirense António Piedade, em 1922.
José Salinas Calado era natural da Golegã, onde nasceu em 1884, tendo falecido na Figueira da Foz em 14 de Agosto de 1938.
Conforme se lê em "Figueirenses de Ontem e de Hoje", de Fausto Caniceiro da Costa, "foi professor liceal, director do Dispensário Anti-rábico, do Laboratório de Análises de Leite e do Museu Arqueológico, tendo feito parte da Câmara por diversas vezes".

O pensamento do dia

O maior prazer de um homem inteligente é fazer de idiota diante de um
idiota que faz de inteligente.
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Autor desconhecido

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ex-libris

Ainda outro dos ex-libris da autoria do artista figueirense, António Piedade.
Este pertencia ao médico da Figueira da Foz, Alberto Bastos, e data de 1932.

O pensamento do dia

"Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come."
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Greenpeace

domingo, 22 de março de 2009

Poesia

Recordando ISAURA MATIAS DE ANDRADE (em blogue POESIA em VER MEU PERFIL COMPLETO)

Arte

João Ricardo e José Luís Ribeiro expõem no CAE (Figueira da Foz)

Lisboa Alfama (de João Ricardo)
Porto Douro (de João Ricardo)

Escultura africanas de José Luís Ribeiro
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Foi ontem (21 de Março de 2009) inaugurada na Sala Zé Penicheiro, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE) uma exposição conjunta de João Ricardo e José Luís Ribeiro.
João Ricardo, natural de Maputo (Moçambique) e José Luís Ribeiro (nascido em Angola), têm ali expostos trabalhos dignos de uma visita, parte deles versando temas africanos, a atestarem a sua origem.
Curiosamente, a primeira exposição de João Ricardo foi precisamente na cidade que o viu nascer (Maputo/ex-Lourenço Marques), e conquistou o 1.º Prémio do Concurso de Pintura ao Ar Livre da Câmara Municipal de Vouzela.
José Luís Ribeiro, que foi professor do ensino secundário, tem a preocupação latente de construir peças que mostram realidades africanas.
A exposição está patente até 5 de Abril.

Porque hoje é domingo

Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é pensar que tudo é um milagre.
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Albert Einstein

sábado, 21 de março de 2009

Dia Mundial da Poesia

O Dia Mundial da Poesia foi instituído na 30ª Conferência Geral da Unesco, em 2000.
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Nesta data, relembro o poeta Eugénio de Andrade.
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(Ver no blogue POESIA-Procurar em VER MEU PERFIL COMPLETO)

Viagens

Londres: O Parlamento, o Big Ben e o Tamisa (1995)

Londres: Os célebres Armazéns Harrods (ao fundo, à esquerda) - 1995 -


O pensamento do dia

Não deite fora o balde velho até que saiba se o novo segura água.
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Provérbio sueco

sexta-feira, 20 de março de 2009

Primavera

Saudemos a Primavera

Hoje, às 11h44, chegou a Primavera.
Aqui na Figueira da Foz o tempo é quase de verão.
Foi-se o Inverno.
Depois, como diria Ramada Curto na peça O Sapo e a Doninha,"Sabe-se lá para quem virá de novo a Primavera..."

A HORA DO PLANETA


A HORA DO PLANETA TERRA

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Todo o pequeno passo... é um começo!

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O MUNDO VAI APAGAR AS LUZES PELA HORA DO PLANETA 2009

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500 cidades, incluindo Lisboa, já aderiram e o número de países participantes duplicou relativamente a 2008.

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O mundo vai ficar às escuras pela iniciativa
da WWF - Hora do Planeta, e esta campanha que pretende alertar a
opinião pública para as questões relacionadas com as alterações
climáticas, já apresenta fortes sinais de ser a maior plataforma
voluntária de cidadãos alguma vez testemunhada a nível mundial.

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Cerca de 500 cidades em 74 países, onde se inclui Lisboa,
aderiram já a este apagão de uma hora marcado para o dia 28 de Março,
às 20H30.

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Em Portugal, estima-se que 500 000 pessoas (em média 100 000 lares)
possam aderir à Hora do Planeta, desligando as suas luzes.

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Divulguem... e participem.

Ex-libris


Em cima, foto do artista figueirense, António Piedade, autor dos desenhos que têm ilustrado este blogue em ex-libris de personalidades da Figueira da Foz e não só.
Em baixo, mais um ex-libris desenhado por aquele artista, este do jornalista das Caldas da Rainha, Branco Lisboa, datado de 1932.

Dia Mundial do Sono

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Sono.
Segundo notícias divulgadas, "a insónia afecta 30 por cento da população adulta".
Na minha opinião, face a esta situação, hoje devia ser feriado para que se pusesse o sono em dia e, já agora, aproveite e faça uma soneca...
Mais oum menos como o "leão"...

O pensamento do dia

Às vezes é melhor ficar quieto e deixares que pensem que és um idiota, do que abrires a boca e não deixares qualquer dúvida.
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J.A.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Figueira da Foz

Na antiga lota da sardinha, junto à Estação de Caminho de Ferro da Figueira da Foz (Portugal)