quinta-feira, 18 de junho de 2009

José Calvário e a Figueira da Foz

Morreu José Calvário



Com 58 anos, faleceu o maestro e compositor José Calvário, que ficou indelevelmente ligado à Figueira da Foz, pela organização, em 1988, do Prémio Nacional da Música, no Grande Casino Peninsular.
A foto pertence ao arquivo pessoal do seu particular amigo Pedro Rolo Duarte.



CULTURA

A Imperial Neptuna Académica – Tuna da Cidade da Figueira da Foz organiza o XII Festival Internacional de Tunas Académicas da Figueira da Foz (FITAFF), que irá decorrer a partir de amanhã até ao dia 21 de Junho.
TUNAS PARTICIPANTES NO XII FITAFF
· Tuna Académica da Universidade de Évora
· Magna Tuna Cartola da Universidade de Aveiro
· Castra Leuca – Tuna Masculina do Instituto Politécnico de Castelo
Branco
· Tuna Masculina da Universidade Fernando Pessoa - Porto
Apresentação: JOGRALHOS DA UNIVERSIDADE DO MINHO
Participação Especial: TUNA BRUNA – Tuna da Universidade
Internacional da Figueira da Foz


Figueira da Foz

FIGUEIRA DA FOZ (PORTUGAL) EM IMAGENS

Figueira da Foz sempre bonita vista de qualquer ângulo.
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(clicar na imagem para ampliar)

Inglês - língua dominante

LI no "PÚBLICO"
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"De 18 a 27 de Junho, debates, concertos, leituras, conferências, DJ sets e VJ sets, leituras encenadas, sessões de spoken-word e uma "poetry slam""
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Digo eu: Assim vai o português em Portugal. Não há acordo ortográfico que resista...

Fotografia

"Inseparáveis"
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Angola - 1973
Imagem participante em diversos concursos de fotografia, incluindo uma exposição organizada pela ex-secção fotográfica da Associação Naval 1.º de Maio (Figueira da Foz)

O pensamento do dia


quarta-feira, 17 de junho de 2009

DAVID DE SOUZA

Na terceira foto esqueci-me de citar as figuras de António Vítor Guerra e do jornalista Joaquim Coelho de Almeida, ao lado esquerdo de Álvaro Malafaia.

DAVID DE SOUZA


Três imagens evocativas do maestro figueirense, David de Souza, cuja exposição está patente no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz e que, esta manhã, tive o grato prazer de visitar.
Não vou dizer muito mais acerca da personalidade cultural de David de Souza, homem que ficou como um ícone do panorama musical e cultural figueirense.
Apenas dizer que é uma homenagem perfeitamente merecida à sua memória, e que honra quem teve a iniciativa de a promover.
Na primeira foto, a capa do programa referente à exposição e onde é possível conhecer a biografia do maestro; na segunda, uma imagem de David de Souza em Leipzig, constante da mostra patente no Museu; na terceira e última, uma foto que me surpreendeu: o lançamento da primeira pedra para a construção do monumento a David de Souza, em que são visíveis algumas figuras conhecidas do burgo: Álvaro Malafaia, então presidente da Câmara, a discursar, meu Pai, Aníbal Correia de Matos, ao lado da primeira bandeira a contar da direita e, entre a bandeira e Álvaro Malafaia, a humilde figura (com 11 anos) do autor deste blogue. Fica para o meu arquivo pessoal.


O pensamento do dia

"Estou convencido de que ser engraçado não é a primeira escolha para ninguém."
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Woody Allen

terça-feira, 16 de junho de 2009

TGV

O Senhor "Jamais" desceu à terra e tomou uma decisão acertada.
O ministro das obras públicas, Mário Lino, resolveu adiar para a próxima legislatura (e, naturalmente, próximo governo), a decisão de assinatura do contrato para adjudicação das obras do "famigerado" TGV (train à grande vitesse).

Respondendo, desta forma, às críticas da oposição que tem defendido que o actual governo socialista, face à derrota nas Europeias, se deveria limitar a simples gestão, esta decisão corresponde à realidade do país.
Mas atenção que o futuro é já ali...

A notícia do dia

Mais de 70 por cento dos portugueses não confiam nas políticas do governo para combater a corrupção, de acordo com o Barómetro Internacional de Transparência, da agência independente Transparency International.
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In RTP on line
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Digo eu: Pudera! Mas ainda há quem acredite? Pelo menos cerca de 30 por cento parece que ainda vai nessa...
Aliás, não é preciso ter uma licenciatura em esperteza para chegar a esta conclusão: basta olhar à nossa volta, contabilizar os casos menos (ou nada) transparentes com que deparamos dia após dia, para, facilmente, se constatar que estamos a viver num país de rédea solta, num salve-se quem puder, em que a dignidade passou a ser coisa de somenos importância.
E quem acreditar em promessas eleitoralistas, venham elas de que ângulo surgirem, é, sem sombra de dúvida, no mínimo, profundamente ingénuo.

O pensamento do dia

Existem séries ideais de acontecimentos que correm paralelamente com os reais. Raramente coincidem. Os homens e as circunstâncias, em geral, modificam o curso ideal dos acontecimentos, de modo que ele parece imperfeito; e também as suas consequências são igualmente imperfeitas.
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Novalis, citado por Edgar Allan Poe in "O Mistério de Marie Rogêt"

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A...s frase...s

"Os políticos são todos diferentes. Há alguns muito bons e há muitos francamente maus".
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Paulo Rangel, em entrevista a Maria Teresa Oliveira e Sofia Rainho, in TABU, revista de SOL.
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Digo eu: Eis declarações que fariam a delícia de ... Eça.

Para a história da Figueira da Foz CLXXXII


Em cima, mais um aspecto do campo de aviação Humberto da Cruz, na Figueira da Foz, vendo-se a madrinha do aeródromo, acompanhada de outras senhoras e de crianças, junto a um aparelho em dia de festa (18 de Setembro de 1932).
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Desaparecido o aeródromo, pode ver-se na segunda imagem, o projecto megalómano do então presidente da Câmara Municipal Aguiar de Carvalho, para um aeroporto de linhas internacionais que, naturalmente, não passou do papel.

O pensamento do dia


domingo, 14 de junho de 2009

Ernesto Tomé

Na foto, o figueirense Ernesto Tomé, então comandante da Companhia de Voluntários de S. Tomé, a receber das mãos do governador da ex-província, o “guião” oferecido pelas senhoras da antiga colónia portuguesa.
A foto reporta-se ao DIA DA RAÇA, celebrado em S. Tomé, a 10 de Junho de 1964.
Ernesto Ferreira Gomes Tomé, nasceu em Santana – Figueira da Foz, em 31 de Maio de 1894, falecendo na ilha de S. Tomé em 25 de Outubro de 1975.
Foi desportista de alto gabarito, em representação do Ginásio Clube Figueirense, presidente da direcção e da Assembleia Geral daquele emblema, director técnico do Clube Naval de Ponta Delgada, e director de várias publicações como “For Ever”, “Figueira Sport – I série”, “Fauno”, “O Palhinhas” e “A Voz da Figueira”, tendo publicado livros de Direito, Poesia, Prosa e Desporto, sendo galardoado com o prémio de poesia, com o poema “Figueira da Foz”, na Emissora Nacional, em 1941.
Foi presidente da Comissão Municipal de Turismo da Figueira da Foz e director do Grande Casino Peninsular.
Leccionou, na Escola Industrial e Comercial da Figueira da Foz, as disciplinas de Português, Francês, Aritmética, Geografia e Escrituração e Contabilidade.
Foi agraciado pelo governo com o grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Avis.
A sua memória está inscrita na toponímia figueirense.
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(clicar na imagem para ampliar)

Tripela


Da esquerda para a direita, na mesa do Colóquio, os três prelectores: Rui Lança, responsável nacional do desporto do Inatel, Manuel Sérgio, o filósofo do desporto, licenciado pela Universidade Clássica de Lisboa e Rui Matos, sub-director do Instituto Politécnico de Leiria, inventor desta modalidade desportiva, figueirense que já a apresentou, para além de várias localidades portuguesas, na Corunha (Espanha) e Istambul (Turquia).

Demonstração no Estádio Magalhães Pessoa, em Leiria.


Figueira da Foz

Contas de espuma
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O Mar é manso, é muito manso agora,
Olhando o sol, que vem beijar à praia
As finíssimas rendas de cambraia
Deixadas a secar, p’la areia fora.
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FIGUEIRA, é no teu mar que ainda mora
Minha saudade antiga – minha aia –
Brincando nessa onda que desmaia
Em ‘spuma, toda branca, como outrora!
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Formoso mar azul, de cada uma
Das ondas que tu tens, contas d’spuma
Eu fiz o meu rosário d’oração.
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Para, num belo sonho, enamorado,
Rezar toda a saudade do passado,
E ouvir como um búzio, o coração.
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Arnaldo Forte



PRESENTE

Eis-me de volta
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Depois duma “aventura” insólita e absurda numa clínica em Coimbra, aqui estou, de regresso ao mundo da blogosfera para continuar a receber os meus visitantes para quem, como costumo dizer e com toda a sinceridade, as portas estão escancaradas.
O meu muito obrigado pelas mensagens que me foram enviadas durante este período de ausência, quer através de mails, telefone ou outras formas de contacto.
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AJM

Porque hoje é domingo

Não precisamos de fazer outro tipo de sacrifício qualquer, a titulo de expiação por alguma falha nossa, porque o sangue de Jesus é valido até hoje e para todo o sempre.
Basta-nos louvar o Seu nome, aceitá-lO como Senhor e salvador das nossas vidas e saber que, como está escrito em Isaías: “Ainda que uma mãe abandone o seu filho, eu jamais te abandonarei”

domingo, 7 de junho de 2009

PRESENTE

Até breve.
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PRESENTE vai estar… AUSENTE cerca de oito dias.
O Autor vai ser submetido a uma intervenção cirúrgica numa clínica de Coimbra, mas, se Deus quiser, voltará às lides rapidamente.
Um abraço aos meus amigos visitantes e … adeus até ao meu regresso.
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A.J.M.

Porque hoje é domingo

Deus mora onde o deixam entrar.
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(Sabedoria oriental)

sábado, 6 de junho de 2009

Figueira da Foz

A Figueira é uma praia esplêndida, única, inapreciável. É vastíssima, tem a forma duma concha, revestida de branca e finíssima areia pela qual o mar se alastra com indolência, vindo beijar os pés da Figueira, como gigantesco sultão, de cabelos nevados, prostrado ante a mais vaporosa das odaliscas do seu harém.
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António Júlio Vale e Sousa (1940)

Para a história da Figueira da Foz CLXXXI

Campo de aviação Humberto da Cruz, na Figueira da Foz,
em 18 de Setembro de 1932
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Na imagem, aviões alinhados na pista para participação num festival aéreo.
Com as obras da Ponte Edgar Cardoso, desapareceu este pequeno mas funcional aeródromo.
Hoje, ano de 2009, a Figueira não tem um campo de aviação apesar de muitas promessas e até de projectos utópicos e megalómanos.
Outros tempos, outras gentes.

O pensamento do dia


sexta-feira, 5 de junho de 2009

Para a história da Figueira da Foz CLXXX

Esta fotografia refere-se aos primeiros tempos (1906/1907) da ponte que existiu sobre o braço norte do Rio Mondego, na Figueira da Foz, (mais tarde substituída pela Ponte Edgar Cardoso) pois retrata a passagem dum veículo pesado de passageiros (único existente na época nesta cidade).
Pelo ambiente festivo que se vive (e atendendo a que não teve inauguração oficial) é natural que o acontecimento esteja relacionado com o final das provas de resistência a que as obras de arte eram sujeitas.
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(Clicar na imagem para ampliar)

Tripela

Amanhã, em Leiria,
no Auditório do Estádio Magalhães Pessoa




O pensamento do dia


terça-feira, 2 de junho de 2009

Figueira da Foz


Visconde de Vila Verde

Reproduzo, com a devida vénia, do blogue DIVAGAÇÕES, um texto sobre uma figura típica da Figueira da Foz, que ficou conhecida por Visconde de Vila Verde, companheiro e "sócio" do Paulino, ambos a empregar o seu tempo, nos anos 60, como intermediários no aluguer de casas para a estação de veraneio, na Figueira, ambos com "escritório" no Bairro Novo.
As duas simpáticas figuras acabaram num lar, tendo já dado a alma ao Criador.
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"Hoje trago-vos uma vetusta figura que marcou a Figueira de há 40 anos atrás: o Visconde de Vila Verde. Era originário de Vila Verde, à altura uma terriola, a alguns quilómetros da Figueira, conhecida pela sua fábrica de vidro.
De origem humilde, passeava-se pela Figueira com um ar altivo. De estatura baixa e com uma magreza acentuada, vestia-se elegantemente, sendo o lenço ao pescoço a sua imagem de marca. Embora as calças e camisa fossem invariavelmente as mesmas, estavam sempre impecavelmente engomadas e os sapatos devidamente engraxados. Deslocava-se como que saltitando, mas sem nunca perder a pose de peralta e um sorriso ligeiramente trocista. Era uma figura simpática e inofensiva que alegrava as ruas do Bairro Novo, especialmente durante a estação balnear.
O visconde ganhava a vida fazendo pequenos serviços para os banhistas endinheirados. No verão, permanecia nas imediações do mercado e, a troco de uma gorjeta, ajudava as empregadas a transportar as compras das patroas para as respectivas residências. Diz-se que tinha alguma saída com as primeiras.
Se existe ou não alguma réstia de verdade na sua pretensa origem nobre nunca chegaremos a saber. Porém, julgo que terá sido talvez esta proximidade com a gente endinheirada durante a estação balnear que lhe deu volta ao miolo e o levou a imaginar-se descendente de um nobre local arruinado, exigindo ser tratado por visconde. Para fazer jus ao nome, passou a ter comportamentos a condizer com a sua nova condição. Um deles consistia em dar duas «passas» no SG gigante, para logo o arremessar violentamente contra o solo, apagando-o de imediato com a biqueira do sapato. Era um verdadeiro visconde, emproado e esbanjador.
Passado o verão, o visconde como que se transmutava, à semelhança da própria Figueira. Sem as gorjetas generosas das clientes endinheiradas, que entretanto tinham regressado às suas terras, sobrevivia como podia da caridade alheia. E era vê-lo, quando se julgava a salvo de qualquer olhar mais indiscreto, a apanhar sorrateiramente do chão as «beatas» dos cigarros. A pose, porém, nunca a perdia.
Para mim, o Visconde de Vila Verde foi sempre a encarnação de uma certa Figueira: alegre, cosmopolita e gastadora, nos meses de verão, e triste, depressiva e provinciana, nos restantes. "

Figueira da Foz

Mais do mesmo...

Esta tinha ficado no tinteiro...
É uma imagem captada à porta do quartel dos Bombeiros Voluntários... Os peões que caminhem pela estrada, se quiserem... pois estão entre dois fogos!!! é que o impedimento está dos dois lados da rua de Moçambique!!!

Figueira da Foz










Outras obras de St.ª Engrácia!!!
As imagens, captadas esta manhã, mostram um pouco (muito) do que vai pela cidade, passando pelo Bairro do Cruzeiro e acabando no Cabo Mondego!!!
Há meses que a maior parte delas foi abandonada, ficando os buracos e umas toscas vedações, tudo sem fim à vista...
Não quero acreditar mas já me passou pela cabeça que estas escavações sirvam para mostrar, em vésperas de eleições, que na Figueira da Foz se está a trabalhar, em grande, e por todo o lado.
Uma coisa é certa: os passeios impedem a circulação dos peões e a estrada é um perigo.
Até quando?
E já agora, aproveito para dizer que nalguns pontos da cidade, muito depois de terem começado as obras no Bairro do Cruzeiro, os buracos foram abertos e de imediato tapados. Porquê este tratamento desigual?







Figueira da Foz


FIGUEIRA! PRAIA!

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Sem rival neste “Jardim da Europa à beira-mar plantado”.
Deslumbramento de luz!
Parece que a terra acaba e o mar começa abrindo de par em par as portas do vasto horizonte para um mundo sem fim.
Criação maravilhosa do Supremo Artista – a Natureza.
Apetece viver e morrer aqui.

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Sarah Beirão *
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Sarah de Vasconcelos Carvalho Beirão, nasceu a 29 de Julho de 1880, na freguesia e concelho de Tábua, onde veio a falecer em 21 de Maio de 1974.
Sarah Beirão é uma das figuras de referência do concelho de Tábua. Escritora, jornalista e filantropa, Sarah Beirão foi grande defensora dos direitos da mulher e acima de tudo humanista, tendo sempre em mente os mais desfavorecidos, as crianças e os idosos. Da sua obra literária destacam-se Os fidalgos da torre; Amores no campo; Serões da beira; Alvorada; Sozinha, Surpresa bendita e Triunfo. Graças a ela foi criada uma fundação que deu origem à primeira “Casa do Artista” em Portugal.
Era uma assídua visitante da Figueira da Foz, cidade que ela considerava a sua segunda terra.

O pensamento do dia


segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Mundial da Criança

A uma criança
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Tu que és vida!
Que brincas e que ris,
E a tudo que é nada dizes nada!
Tu que saltas e que choras
E ainda ris!
Que lesto corres e saltitas,
Que colhes borboletas e as soltas
P'ra que vivam!
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Que pulas de flor para flor
Em busca das abelhas que são vida!
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Que és alheio à dor e à incerteza,
... Vive!
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Aníbal José de Matos, in ESPERANÇAS (1982)

Figueira da Foz


CAE

Kátia Guerreiro, esta noite
no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE)
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Acabo de assistir a um espectáculo em que o fado foi magia, e Kátia Guerreiro a sua fiel intérprete.
O público, apesar de não encher literalmente o grande auditório, esteve em elevado número e não se cansou de aplaudir a artista, uma voz que criou o seu próprio lugar e veio oferecer à canção nacional uma nova dimensão.
Foi a festa comemorativa do 7.º aniversário daquele espaço cultural que, sem sombra de dúvida, dignifica a Figueira da Foz.

O pensamento do dia

Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento,...: a frivolidade, numa palavra. Essa frivolidade, que - não o esqueças - torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), que se não reages a tempo - não amanhã; agora! - fará da tua vida um boneco morto e inútil.
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Josemaria Escrivá