segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pare, escute, olhe

Jorge Pelicano, um figueirense!!!

"Pare, Escute e Olhe” arrecadou os prémios do Ambiente, da Lusofonia e a da Juventude.
Jorge Pelicano foi o grande vencedor do Cine’Eco 2009.
O documentário “Pare, Escute e Olhe” de Jorge Pelicano foi o grande vencedor da 15ª edição do Cine’Eco – Festival de Cinema e Vídeo de Ambiente da Serra da Estrela, em Seia."
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Depois do sucesso de "Ainda há Pastores?", o figueirense Jorge Pelicano volta ao cinema, com um documentário que circula à volta da ~interrupção na circulação de comboios na Liha do Tua.
Depois do Festival, o filme vai estrear-se nas salas de cinema portuguesas no próximo mês de Janeiro de 2010.
Está de parabéns Jorge Pelicano, de quem, naturalmente, ainda se espera muito mais.
E o futuro é já ali.

O pensamento do dia

"Se tivesse de recomeçar a vida, recomeçava-a com os mesmos erros e paixões. Não me arrependo, nunca me arrependi. Perdia outras tantas horas diante do que é eterno, embebido ainda neste sonho puído. Não me habituo: não posso ver uma árvore sem espanto, e acabo desconhecendo a vida e titubeando como comecei a vida. Ignoro tudo, acho tudo esplêndido, até as coisas vulgares: extraio ternura duma pedra.
Não sei – nem me importo – se creio na imortalidade da alma, mas do fundo do meu ser agradeço a Deus ter-me deixado assistir um momento a este espectáculo desabalado da vida. Isso me basta. Isso me enche: levo-o para a cova, para remoer durante séculos e séculos, até ao juízo final."
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Raul Brandão em "Se tivesse de recomeçar a vida, Janeiro de 1918.
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Raul Germano Brandão, nasceu no Porto em 12 de Março de 1867, falecendo em Lisboa, a 5 de Dezembro de 1930. Foi militar, jornalista e escritor, tornando-se famoso pelo realismo das suas descrições e pelo lirismo da linguagem.

domingo, 15 de novembro de 2009

A...s frase...s

"É preciso que a justiça não seja uma face oculta"
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Mário Soares, antigo Presidente da República de Portugal.
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"Existe um mar de corrupção que mina Portugal".
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Francisco Louçã (Bloco de Esquerda).
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Digo eu: Será que não há poderes que mais alto se levantam?

Figueira da Foz

Piscina-Praia da Figueira da Foz: uma obra de Augusto Silva, uma imagem que ficou para a história.

Porque hoje é domingo

" O frutificar para Cristo depende
da nossa comunhão com Ele."

sábado, 14 de novembro de 2009

Pastor Andreas Ding

Pastor Andreas Ding volta à Figueira

O Pastor Andreas, que durante vários anos dirigiu a Igreja Evangélica Presbiteriana da Figueira da Foz, tem estado nos últimos tempos num mosteiro do seu país natal (Alemanha), e está de visita à Figueira, onde, esta manhã, pelas 11 horas, vai ser o pregador no culto que terá lugar no templo da Rua 10 de Agosto.

Figueira da Foz


Figueira da Foz

MENINA

Linda, gárrula, traquina

Fadada pela Natureza

Que muito se preza

De a ter criado

Tão sedutora

E encantadora

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Figueira da Foz

SENHORA

Tão fascinante

Jóia cintilante

Deste Paraíso

Que há na Lusitana Terra

De Praia, Rio, Mar, Serra

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Figueira da Foz

PRINCESA

Praia de sonho

Belo tesouro

De areias de ouro

Com sol prateado

Que a toda a hora

A beija

E deseja

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Figueira, menina,

Senhora, princesa

Figueira RAINHA

És nossa,

És minha!...

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Fausto Caniceiro da Costa

O pensamento do dia


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Viagens

Um dos imensos aspectos do interior do maior navio do mundo,
o "FREEDOM OF THE SEAS", em que tive o prazer de viajar.

O pensamento do dia

"Envelhecer é ver Deus de mais perto,
é ter todas as idades."
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Autor desconhecido

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Efemérides

12 de Novembro de 1939


No Teatro Parque-Cine, na Figueira da Foz, é exibido, pela primeira vez, o documentário "Primeira Disputa da Taça Salazar", realizado pelo fotógrafo figueirense, Manuel Santos (na foto), numa alusão a um valioso troféu instituído pela Câmara Municipal desta cidade, e que foi disputada, em competições de remo, por tripulações da Inglaterra, Holanda, Alemanha, França, Espanha, Bélgica, e por clubes nacionais, entre os quais os emblemas figueirenses, Naval e Ginásio.


O pensamento do dia

"Podemos converter alguém pelo que somos, nunca pelo que dizemos."
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H. Rohden

Huberto Rohden nasceu em São Ludgero a 31 de Dezembro de 1893 e morreu em São Paulo, a 7 de Outubro de 1981. Foi um filósofo, educador e teólogo catarinense, radicado em São Paulo.Precursor do espiritualismo universalista, escreveu mais de 100 obras (ao final da vida, condensadas em 65 livros), onde franqueou leitura ecuménica de temáticas espirituais e abordagem espiritualista de questões pertinentes à Pedagogia, Ciência e Filosofia, enfatizando o auto-conhecimento, auto-educação e a auto-realização.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A frase

"Penso que [Jesus] seria da esquerda, já que estava sempre ao lado dos pobres e dos excluídos".
-
Pastor João Severino Neto in "As Beiras"

O pensamento do dia

"Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada."
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Fernando Pessoa

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Efemérides

9 de Novembro de 1909

É tornado público que a Empresa de Carvões do Cabo Mondego adquire, em Lisboa, alguns carros-americanos que serão adaptados às linhas que aquela empresa explora entre a estação de caminho de ferro da Figueira da Foz e o Cabo Mondego.

POESIA



"CRISTO", de José Régio, no blogue POESIA

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http://anibaljosematos.blospot.com

Aniversário


A Idade de Ser Feliz

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"Existe somente uma idade para a gente ser feliz,

somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-las a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida, a nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo o desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa."

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Autor desconhecido

Aniversário



Este miúdo faz hoje anos.

O pensamento do dia

"Os primeiros quarenta anos de vida nos dão o texto:
os trinta seguintes, o comentário."
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Schopenhauer

domingo, 8 de novembro de 2009

Porque hoje é domingo

A Bíblia diz: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna".

sábado, 7 de novembro de 2009

Arte

3ª Feira, 10 de Novembro, 19h

No "O Tubo d’Ensaio" é inaugurada a exposição de pintura de Tesha e Mário Silva, unindo assim dois dos pintores mais consagrados da nossa cidade.
Natércia Leitão nasceu em Moçambique mas desde sempre assina a sua obra como Tesha. Iniciou-se na pintura ainda muito jovem e está representada em muitas colecções particulares e institucionais, em Portugal e no estrangeiro, tendo recebido diversos prémios ao longo da sua carreira.
“As suas pinturas em acrílico demonstram influências de África pelas cores e pela força do seu traço, misturando a realidade com o sonho e a imaginação. As mulheres que pinta não negam as suas raízes, onde não faltam cenas de vida, alegria, tristeza ou dor, nem sequer uma flor ou uma mulher grávida simbolizando a esperança e a alegria de renascer.”
Mário Silva nasceu em Bencanta, Coimbra mas vive e trabalha na Figueira da Foz. Premiado várias vezes pelo seu trabalho no domínio da pintura, os seus trabalhos fazem parte de várias colecções privadas e públicas de renome, nacional e internacional.
Autor de uma obra genial, é além de um grande artista um revolucionário nato, sempre insatisfeito e capaz de surpreender a cada época. Com 50 anos de carreira artística, é sem dúvida um dos nomes grandes da pintura contemporânea nacional. “Tira das tintas cores mas é da alma que extrai a beleza que lhe escorre do pincel. Brotam-lhe da imaginação as formas, mas é ao sentimento que vai buscar a força que lhe conduz a mão que percorre as telas. Constrói a vida e a obra, passo a passo, dia a dia, com a paciência de um monge e a sabedoria de um profeta.”
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A não perder.



O pensamento do dia



"Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento,...: a frivolidade, numa palavra. Essa frivolidade, que - não o esqueças - torna os teus planos de cada dia tão vazios ("tão cheios de vazio"), que se não reages a tempo - não amanhã; agora! - fará da tua vida um boneco morto e inútil."
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Josemaria Escrivá

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Portugal

Eduardo Prado Coelho, pouco tempo antes de falecer, teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, publicada no jornal "PÚBLICO" .
Um texto, que só agora chegou às minhas mãos, e que merece uma leitura atenta.


"Precisa-se de matéria prima
para construir um País



A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,
bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão
que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda
sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude
mais apreciada do que formar uma família
baseada em valores e respeito aos demais.

Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais
poderão ser vendidos como em outros países, isto é,
pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal
E SE TIRA UM SÓ JORNAL,
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares
dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil
para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo,
onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;

-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.

-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois,
reclamam do governo por não limpar os esgotos.

-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.

-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que
é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória
política, histórica nem económica.

-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis
que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média
e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.

-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços,
ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada
finge que dorme para não lhe dar o lugar.

-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro
e não para o peão.

-Um país onde fazemos muitas coisas erradas,
mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates,
melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem
corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português,
apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim,
o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas,
mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita,
essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui
até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana,
mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates,
é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,
ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte...

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje,
o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada...

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor,
mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a
erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco,
nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei
com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece
a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados,
ou como queiram, seguiremos igualmente condenados,
igualmente estancados... igualmente abusados !

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa
a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento
como Nação, então tudo muda...

Não esperemos acender uma vela a todos os santos,
a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses
nada poderá fazer.

Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,
francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável,
não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco,
de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI
QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?... MEDITE !"


O pensamento do dia



"A ignorância é audaz; a sabedoria, reservada."

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Tucídedes

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Para a história da Figueira da Foz CXCII

Amália Rodrigues
e Alfredo Marceneiro
cantaram António Amargo

António Amargo (figueirense), numa foto
cedida pelo Arquivo Fotográfico Municipal da Figueira da Foz,
autor do poema "Há Festa na Mouraria"


Alfredo Marceneiro, autor da música de "Há Festa da Mouraria",
canção que foi o primeiro a interpretar

Amália Rodrigues
(de cuja morte se assinalou, este ano, o 10.º aniversário),
celebrizou o poema de António Amargo
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António Amargo era o pseudónimo do poeta figueirense António Correia Pinto de Almeida, que nasceu na Figueira da Foz em 1895.
Foi redactor da "Imprensa da Manhã", da revista "Europa", de "O Palhinhas", "A Praia" e "Boletim da Comissão Municipal de Turismo", estas quatro publicações com redacção na Figueira.
Com o fadista Alfredo Duarte, mais conhecido por Alfredo Marceneiro (autor da música), escreveu o poema "Há Festa na Mouraria", que a seguir reproduzo:
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HÁ FESTA NA MOURARIA
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Repertório de Alfredo Marceneiro
Poema: António Amargo - Música: Alfredo Marceneiro
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Há festa na Mouraria,
É dia da procissão
Da Senhora da Saúde.
Até a Rosa Maria,
Da Rua do Capelão,
Parece que tem virtude.
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Colchas ricas nas janelas,
Pétalas soltas no chão,
Almas crentes, povo rude.
Anda a fé pelas vielas,
É dia da procissão
Da Senhora da Saúde.
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Após um curto rumor,
Profundo silêncio pesa,
Por sobre o Largo da Guia.
Passa a Virgem no andor,
Tudo se ajoelha e reza,
Até a Rosa Maria.
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Como que petrificada,
Em fervorosa oração,
É tal a sua atitude,
Que a rosa já desfolhada,
Da Rua do Capelão,
Parece que tem virtude.




A frase



"Vamos pôr cobro a todas as despesas que não sejam necessárias e até sumptuárias".
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João Ataíde, novo presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz,... numa indirecta!!!

Viagens

Nascer do Sol no Funchal

O pensamento do dia


quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Efemérides

4 de Novembro de 1905


Visita a Figueira da Foz, onde sua família se encontrava a passar férias, Manuel d'Arriaga (Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue), então reitor da Universidade de Coimbra e que viria a ser o primeiro Presidente da República Portuguesa.

POESIA


Bruno Tolentino, poeta brasileiro, em "POESIA"
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O pensamento do dia

"A democracia surgiu quando, devido ao facto de que todos são iguais em certo sentido, acreditou-se que todos fossem absolutamente iguais entre si."
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Aristóteles

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A frase



"Nunca alguma pessoa notável [em Portugal] foi para a cadeia".
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Medina Carreira, a propósito da corrupção
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Digo eu: Há muito tempo que não ouvia uma verdade tão ... verdadeira. Mas aproveito para perguntar: de quem é a culpa dos processos se arrastarem indefinidamente? Quem montou o nosso sistema de (in)justiça?

A frase

«O modelo de governação vai ser ditado ponto por ponto, situação por situação pela Assembleia da república que é hoje o centro do poder e o PS pode muito bem levar o seu programa eleitoral para lá porque sempre não dá maçada para fazer outro mas não é o programa que é hoje o modelo governativo»
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Alberto João Jardim

João Severino Neto

(Foto colhida em "Outra Margem" com a devida vénia)
Oportuna iniciativa do Centro Social da Cova e Gala, homenageando o Pastor João Severino Neto.
A inscrição para o jantar pode ser feita no Centro Social da Cova e Gala e na Cruz Vermelha Portuguesa (delegação da Figueira da Foz).
O preço por pessoa é de 20 euros.



POESIA


José Gomes Ferreira em "POESIA"

"O Figueirense"

Joaquim Gomes d'Almeida
Na imagem, pode ver-se, à esquerda, a casa, em Santa Comba Dão, que foi residência durante longos anos (e onde faleceu), de meu Tio-Avô, Joaquim Gomes d'Almeida, fundador dos jornais "O FIGUEIRENSE" e "DEFESA DA BEIRA".

O pensamento do dia


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Faleceu
Joaquim da Silva Viana

(Foto publicada no "Campeão das Províncias")
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Só hoje tive conhecimento do falecimento de Joaquim da Silva Viana, sócio n.º 1 do Ginásio Clube Figueirense, aproveitando a oportunidade para endereçar aos seus familiares sentidas condolências.
Conheci Joaquim Viana quando o fui substituir, em 1949, no lugar que ocupava no escritório do advogado Júlio Gonçalves e do solicitador Albino Gonçalves.
Ainda trabalhei com ele durante algum tempo, após o que transitou para a então recém-criada Secretaria Notarial da Figueira da Foz.
Foi uma personalidade ilustre como profissional, dirigente e desportista.Que a sua alma descanse em paz.

POESIA



António Gedeão em POESIA

http://anibaljosematos.blogspot.com

Para a história do desporto mundial

Cartaz dos 1.ºs Jogos Olímpicos da era moderna.
1896, em Atenas (Grécia)

O pensamento do dia

"A morte chegará inexoravelmente. Portanto, que oca vaidade a de centrar a existência nesta vida! Repara como sofrem tantas e tantos: uns, porque ela se acaba, custa-lhes deixá-la; outros, porque dura demais, aborrece-os...Nunca se pode entender a nossa passagem pela Terra como um fim. É preciso sair dessa lógica errada, e firmar-se na outra, na eterna. E para isso é necessária uma mudança total: esvaziar-nos de nós mesmos, dos motivos egocêntricos, que são caducos, para renascermos em Cristo, que é eterno."

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Josemaría Escrivá

domingo, 1 de novembro de 2009

CAIM


Acabo de ler (não gosto de falar do que não vi ou li) o livro “Caim” de josé saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998.
Aproveito para referir um pequeno episódio, que diz muito: Tinha eu deixado o livro sobre uma cadeira, na praia, quando um passeante me perguntou: “Quanto lhe custou o livro da polémica?”
Ora bem, ser livro de polémica corresponde exactamente ao que saramago (desculpem lá o facto de colocar o nome do autor em letras minúsculas, mas é como ele escreve – será que o autor chegou a conseguir a instrução primária?) pretendia ou pretende. E não venham cá com histórias de que não necessita de publicidade.
“Caim” fez-me lembrar uma das obras de José Vilhena, dado o humorismo que ressalta do herético fraseado contido no trabalho que saramago obrou.
Dizem-me (pessoas responsáveis) que o autor conhece bem a Bíblia. Não duvido de que tenha lido algumas passagens que, aliás, com um objectivo definido, transcreve no seu livro.
Gostaria de saber se saramago ficaria indiferente a que lhe chamassem f. da p. como ele o faz em relação a Deus, e transcrevo: “Além de tão f. da p. como o senhor, Abraão era um refinado mentiroso”.
Intencionalmente, no meio dum humor tipo Vilhena, repito, saramago ataca, ofende, sobretudo os crentes e uma cultura implantada, tudo no propósito, mais do que evidente, de dar nas vistas, de se mostrar do contra como sempre o foi ao longo da vida. E, o que é mais lamentável ainda, é que alguns (talvez muitos) o seguem, interiorizando a lógica de se estar contra tudo e contra todos, numa interpretação falseada da liberdade concedida pelo o 25 de Abril.
Sinceramente, li, ri-me ( a verdade é que cheguei a rir, o que não favorece o autor), revoltei-me, e achei perfeitamente ridícula a posição de saramago que, no plano das suas “Intermitências da Morte”, procurou divertir, divertir-se e continuar a encher os bolsos.
Resta a certeza, arreigada no espírito dos cristãos, de que um dia aquele que foi Nobel da literatura, tenha de responder por tudo quanto fez com o intento de se mostrar e reforçar a carteira, gozando com os portugueses no seu exílio paradisíaco.

Porque hoje é domingo

O melhor de todos os presentes é Jesus Cristo.
"Graças a Deus pelo seu dom inefável" - 2 Coríntios 9:15 -