quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Legislativas 2015


Emigrantes votam PSD/CDS
 
Terminada a contagem dos votos dos emigrantes, a coligação PSD/CDS conseguiu 3 deputados contra apenas 1 do Partido Socialista.
Com 107 deputados eleitos, a coligação de direita fica, apenas, a 9 escassos "pontos" da maioria absoluta no Parlamento.
Foi por uma unha negra... apesar da austeridade exigida aos portugueses nos últimos quatro anos.

Depois do naufrágio


Comandante do Porto
da Figueira da Foz
pede exoneração
 
 
Sem terem sido reveladas as razões para tal, e depois do naufrágio à entrada da barra, que vitimou cinco pescadores, o comandante do porto da Figueira da Foz, Paulo Inácio, apresentou o pedido de exoneração, que foi aceite-

Legislativas 2015


Opinião

"Resgatem-nos!!!

Mais uma anedota democrática: Passos Coelho exige fazer concessões, mas queixa-se de não saber quais. António Costa enuncia depois uma rajada de exigências. Se Mário Centeno soubesse fazer contas, entre cada conceito declamado por Costa, ouvir-se-ia aquele som típico das caixas de mercearia: plim! Cada plim vale milhões.

Estamos então nos braços de uma maioria de esquerda. Como Costa sublinhava na recente campanha, quanto tempo sobreviverá um acordo entre PS, BE e PCP? Se durar poucos meses, o PS arrisca cair abaixo dos 60 deputados por desilusão do eleitorado. Se durar vários anos, serão as contas públicas a rebentar. Portugal voltará à míngua."

Octávio Ribeiro, diretor do Correio da Manhã, em CM online

LER E REPRESENTAR NA FIGUEIRA



No próximo sábado, 17 de outubro, pelas 17 horas, irá decorrer,no Auditório Municipa da Figueira da Fozl, a apresentação do livro “Em cena: O Natal", da autoria de Tânia Guardado.
 
Em cena: O Natal" é uma obra que reúne doze peças de teatro, escritas em verso, com temas recorrentes de alguns projetos pedagógicos e que tem como público alvo crianças até aos 10 anos, pais, professores de 1º CEB, professores de expressões e Educadores de Infância.
 
A apresentação do livro  estará a cargo de Maria João Bagão e Olga Gaspar e contará com a participação de André Madaleno,  que realizará a representação de uma das doze peças de teatro, assim como da Ensamble de flauta transversal da Academia de Música de Coimbra, sob orientação da professora Diana Guardado.
 
Tânia Patrícia Marques Guardado nasceu em Coimbra, em 1979, e reside na Figueira da Foz.
É licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, pela Universidade de Coimbra, possuindo formação complementar na área da música. É professora de expressões no Agrupamento de Escolas Figueira Mar, assim como em alguns infantários

Cinema na Figueira da Foz


Em exibição no FOZ PLAZA





terça-feira, 13 de outubro de 2015

5ªs de Leitura na Figueira da Foz



No próximo dia  15 do mês decorrente, na Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, na Figueira da Foz, , pelas 21h30, decorre mais uma sessão das  5as de Leitura, com o jornalista e escritor  António Mega Ferreira, que já em  fevereiro de 2012 tinha estado presente numa sessão desta iniciativa de promoção do livro e da leitura, apoiada pela, Fundação Calouste Gulbenkian. 
Neste encontro com os figueirenses, Mega Ferreira irá falar sobre a sua vasta obra literária, mas sobretudo sobre o seu mais recente trabalho “Hotel Locarno”uma  coletânea de textos  e um dos géneros literários que mais destacam o convidado como escritor: o conto.
Segundo Mega Ferreira, os treze contos de "Hotel Locarno" têm datas de nascimento diversas e tudo começou quando há uma década abriu uma pasta no computador com esse nome, o do hotel em que gosta de ficar quando vai a Roma. "  
*
António Mega Ferreira niciou a sua carreira literária em 1984, tendo publicado obras de ficção, poesia e ensaio: "Graça Morais, Linhas da Terra" (ensaio), 1984; "O Heliventilador de Resende" (ficção), 1985; "Fernando Pessoa, o Comércio e a Publicidade" (ensaio e antologia), 1985; "As Caixas Chinesas" (ficção), 1988; "As Palavras Difíceis" (ficção), 1991; "Os Princípios do Fim" (poesia), 1992; "Os Nomes de Europa" (ensaio), 1994; "A Borboleta de Nabokov" (crónicas), 2000; "A Expressão dos Afetos" (ficção), 3ª edição, 2001. A novela "Amor"é o seu décimo título.
 

Literatura


Atribuído Prémio LEYA
a António Tavares
 
O Prémio LEYA, no valor pecuniário de 100 mil euros, instituído pela editora do mesmo nome, foi atribuído ao escritor António Tavares, angolano, de 55 anos, residente na Figueira da Foz onde é vice-presidente e vereador do pelouro da cultura da Câmara Municipal deste concelho.
A obra premiada (um romance), intitula-se O CORO DOS DEFUNTOS.
Em 2012, este galardão havua sido conquistado pelo figueirense Nuno Camarneiro, pelo seu romance DEBAIXO DE ALGUM CÉU.

A qualquer preço...


sábado, 10 de outubro de 2015

Voluntariado na Figueira da Foz



Decorreu, hoje,  nesta cidade da Figueira da Foz, e com elevado êxito, o VII Encontro Nacional de Voluntariado na Saúde.
Na imagem, assinala-se a presença de uma das instituições participantes, a Liga de Amigos da Unidade de Saúde Familiar de Buarcos (Figueira da Foz).

Política à portuguesa

"Barafunda suicidária", disse ele...
A coisa promete...
Sérgio Sousa Pinto demitiu-se do secretariado nacional do PS por não concordar com a estratégia de António Costa de tentar formar governo com o PCP e Bloco de Esquerda, avançou este sábado o jornal i.
Segundo o jornal diário, o deputado e ex-líder da JS defende que é a coligação [PSD CDS] que deve formar governo.
*
É por demais evidente que António Costa, inconformado com a derrota nas eleições, não desiste de ser Primeiro-Ministro, e Jerónimo de Sousa  (PCFP) tenta uma opoortunidade de se sentar numa das cadeiras do poder... num país em que, parodiando a secção das Seleções, RIR É O MELHOR REMÉDIO...
Ezpectativa para os próximos episódios.

 
 

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Voluntariado

 
Esta sábado,
no CAE da FIGUEIRA DA FOZ
 
 

No Centro de Artes e Espectáculos



Santo Amaro da Boiça
(Figueira da Foz)
 
 

O sal na Figueira da Foz



No próximo domingo, 11 de outubro, a foto-jornalista Gabriela Medina inaugura, no Núcleo Museológico do Sal , nos Armazéns de Lavos, Figueira da Foz,  pelas 15 horas, a exposição de fotografia "Rostos de Sal", que contará com a participação da socióloga e escritora Maria Toscano, a qual fará a "leitura"e interpretação das fotografias.
 
Gabriela Medina, venezuelana, vive atualmente em Paris mas estará presente a inauguração desta exposição “Rostos de Sal”, a qual pretende denunciar o abandono a que foram sujeitos os trabalhadores das salinas de Araya (situadas no Nordeste da Venezuela), "rejeitados por todos" e mobilizar a atenção dos visitantes para os seus direitos, negligenciados já desde o tempo da colonização espanhola, quando as " crianças das aldeias de Manicuare, Araya, El Ricón e Punta Araya passaram pelo chão de sal das salinas de Araya."
 
O olhar de Gabriela Medina, através da objetiva, e as palavras proferidas pela socióloga Maria Toscano, vão certamente engrandecer a tarde de novas experiências e sensações.
 

Presidenciais


MARCELO REBELO DE SOUSA
É CANDIDATO
 
 
 
 
"Serei candidato à presidência da República de Portugal" 
 
O professor catedrático Marcelo Rebelo de Sousa, agraciado com a comenda da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada e grã-cruz da Ordem do Infante D. Henrique, assume-se como candidato à presidência da República Portuguesa.
Recorde-se que, em recentes sondagens, Marcelo surge como o mais provável vencedor da corrida a Belém, com uma vantagem considerável.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Futebol


Recordando Joaquim de Carvalho


 
A Divisão de Cultura do Município da Figueira da Foz, durante os meses de outubro e novembro ,   irá homenagear o ilustre figueirense, Joaquim de Carvalho, distinto professor de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde lecionou a disciplina de Filosofia Moderna (e também Moral, Filosofia Antiga, História da Pedagogia).
 
Amanhã, 9 de outubro, pelas 18h30, será aberta ao público a Mostra Documental "Joaquim de Carvalho - um paradigma do pensamento filosófico, político e cultural", a qual ficará patente no Hall do Museu e Biblioteca Municipais, até final de novembro. 
 
Da mostra, composta por cerca de uma dúzia de vitrines,  irá constar  a reprodução da fotobiografia de Joaquim de Carvalho (disponível no site www.joaquimdecarvalho.org ) e documentos pertencentes ao espópio do Arquivo Histórico Municipal, nomeadamente: documentos com dados biográficos, correspondência pessoal com ilustres intelectuais do seu tempo, obras escritas e de colaboração, imprensa da Universidade de Coimbra, entre outros documentos relativos a homenagens, organização e participação em conferências.
 
À noite, pelas 21h00, no Pequeno Auditório do Centro de Artes e Espectáculos,  realizar-se-á a primeira de duas conferências dedicadas ao "Sábio", com o mote A Filosofia da Saudade e a Saudade da Filosofia .
 
Esta primeira conferência conta com a parceria do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra - CEIS20, é de entrada livre e vai contar com a participação de diversos estudiosos e interessados pela obra de Joaquim de Carvalho, que farão diversas apresentações:
 
«Joaquim de Carvalho e a e o campo literário português»
José Carlos Seabra Pereira
Professor Catedrático da Universidade de Coimbra
 
«Em torno da Filosofia Portuguesa - o diálogo Eduardo Lourenço / Joaquim de Carvalho»
João Tiago Pedroso de Lima
Professor Auxiliar com Agregação da Universidade de Évora
 
«Evocação de Joaquim de Carvalho: Mestre e Professor de Filosofia»
Eduardo Lourenço
Doctor Honoris Causa da Universidade de Coimbra
 
«Os discípulos de Joaquim de Carvalho»
Paulo Archer de Carvalho
PostPhD fellow (FCT)- Ceis20-UC
 
 
Dia 23 de outubro, pelas 21h00, o Auditório Municipal será palco da segunda conferência Joaquim de Carvalho, a qual abordará A História e a Literatura das Ideias e contará com a presença  da professora  Doutora Maria Manuela Tavares Ribeiro, do professor Doutor Fernando Catroga e do Doutor Paulo Archer de Carvalho, que irão apresentar, respetivamente, as seguintes apresentações :«Universalismo, pacifismo, criticismo: o legado kantiano», «Joaquim de Carvalho, Anteriano»  e «Joaquim de Carvalho, Historiador das Ideias, Historiador da Cultura»

 
 
 

 
 

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

O naufrágio na Figueira

Luto municipal


Por decisão do presidente da Câmara, o Município figueirense decretou  três dias de luto pela morte dos pescadores no naufrágio do arrastão "Olívia Ribau" ocorrido ontem à entrada da barra da Figueira da Foz.
 
 

Homenagem a um enorme figueirense


Esquerda à portuguesa


Uma sugestão à...esquerda

Ou melhor, uma pergunta, que, naturalmente vai ser considerada estúpida por uma grande parte dos que com ela tomarem contacto:
 
Se a esquerda portuguesa quer convencer-se de que, afinal, apesar da coligação PSD/CDS ter sido a força política que obteve o maior número de votos, conseguiu  a maioria e justifica-se que passe a governar o país, não teria sido mais fácil, já que os partidos dessa mesma esquerda se entendem tão bem, ter concorrido numa força única, ou seja numa coligação geral que merecesse a maioria de votos dos portugueses e, assim, sem mais problemas, justificasse o assento nas cadeiras do poder, já que se arvoram em vencedores quando não ganharam coisíssima nenhuma?
 
Porquê uma participação tão fragmentada que, agora, em genuflexão, dá palmadinhas nas costas do PS para fazer frente à direita?
 
E disse: desculpem lá a pergunta inocente e, quiçá, considerada estultícia da minha parte.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Tragédia


Naufrágio na barra
da Figueira da Foz
 
Quatro pessoas estão desaparecidas, após o naufrágio do arrastão "OLÍVIA RIBAU" à entrada do Porto da Figueira da Foz. Dois tripulantes foram regatados, apurou a TVI no local. Um corpo foi também, entretanto, recolhido do mar pelas autoridades. 

(Clicar na imagem para ampliar)

 
O alerta terá sido dado pouco antes das 19:30. A TVI também sabe que o primeiro meio de socorro, uma lancha da polícia marítima, só chegou ao local 45 minutos depois do naufrágio. Entretanto, já depois das 21:00, chegou ao local um meio aéreo.
Os populares e pescadores questionam a ausência do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e questionaram diretamente o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, que se encontra no local, inteirando-se do sucedido.
João Ataíde, contudo, afirmou não ter autoridade nas questões que envolvem o porto da Figueira da Foz.
De acordo com testemunhas oculares, pescadores que estavam naquele momento no molhe norte do porto, a embarcação estava a entrar na barra e enquanto esperava por uma ondulação favorável foi atingida por uma onda que a virou, naufragando-a, num momento em que ainda havia luz.
 
In TVI 24

Nova legislatura


Presidente encarrega
Passos Coelho
de formar governo
 
Sem surpresa, Cavaco Silva, presidente da República portuguesa, encarregou o líder da força política mais votada nas eleições legislativas de domingo, Pedro Passos Coelho (PSD)de diligenciar no sentido da formação de um governo estável para a próxima legislatura.
Entretanto, ainda antes da declaração de Cavaco Silva, Jerónimo Sousa (PCP), anunciou que, caso o novo governo fosse formado pela coligação PSD/CDS, apresentaria no parlamento uma moção de rejeição, disponibilizando-se para formar governo com o PS que, por seu turno, nas palavras de António Costa, na noite das eleições, já afirmara que nunca alinharia em posições negativas.

Portugal e a CE


Saudações à coligação PSD/CDS
 
A Comissão Europeia saudou a vitória da coligação nas eleições, frisando que os resultados da noite de ontem [anteontem] mostram que os portugueses confiam no caminho que vem sendo traçado nos últimos anos.
"A Comissão Europeia e o presidente Juncker congratulam o primeiro-ministro Passos Coelho pela vitória", disse hoje [ontem] Margaritis Schinas, porta-voz de Bruxelas, no habitual 'briefing' do meio dia.
"Os resultados confirmam a vontade da maioria dos portugueses em manter o rumo das reformas" que começou a ser desenhado com o programa de ajustamento, frisou.
Bruxelas vai esperar pela decisão de Cavaco Silva, após os resultados de minoria parlamentar, antes de se pronunciar em maior detalhe. Mas a Comissão Europeia deixou a mensagem de que "está pronta a trabalhar com o novo Governo".

In ECONÓMICO

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Legislativas em Portugal 2015


As eleições e os disparates
 
Num país de brinquedo praticamente nada surpreende, mas, desta feita, ultrapassou todos os limites do razoável a série de disparates proferidos por responsáveis políticos e sindicalistas após o conhecimento dos resultados das eleições legislativas.
Ou não acreditam no que dizem ou, então, a loucura é (quase)coletiva.

5 DE OUTUBRO


República Portuguesa
faz 105 anos
 
 
Hoje celebra-se uma data importante em Portugal.
A República completa 105 anos, tendo sido implantada em 5 de outubro de 1910.
O Presidente, Cavaco Silva, prosseguindo, neste sentido, uma política negativa, decidiu não participar nas comemorações da efeméride.
Inexplicável e lamentável.
 
"A Portuguesa", da autoria de José Neto, em exposição na Sala Zé Penicheiro, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE)
 

domingo, 4 de outubro de 2015

Legislativas em Portugal


Portugueses votaram na continuidade
 
 
Pedro Passos Coelho mantém-se como
PRIMEIRO-MINISTRO
 

sábado, 3 de outubro de 2015

Cruzeiros na Figueira da Foz


Corinthian voltou à Figueira
 
 

Navio acostado no cais comercial

 
Saindo a barra
 
 
O porto da Figueira da Foz volta a ser notícia pelos melhores motivos. O paquete CORINTHIAN, com uma centena de passageiros, voltou à Praia da Claridade, chegando a esta cidade cerca das 8 horas e zarpando às 19.
Como não é muito frequente a visita de navios deste porte, o acontecimento despertou a curiosidade de muitos figueirenses.

Silêncio porque...


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Legislativas


Sondagens...
 
As sondagens valem o que valem porque, no caso das eleições legislativas, no próximo domingo, os resultados reais é que ditarão o futuro próximo.
É evidente que aqueles que se deparam com números negativos nas ditas cujas, as desvalorizam. É natural.
Todavia, olhando para os números que, neste momento, colocam a coligação PSD/CDS no topo das preferências, questiona-se o facto de se terem passado quatro anos de permanente contestação ao governo, num coro afinado de lamentações sobre a tão apregoada austeridade, e a maioria dos portugueses continuar a votar exatamente naqueles contra quem se atiraram com unhas e dentes durante a legislatura.
Bom, uma coisa é certa: o triunfo vai jogar-se entre a coligação e o PS, já que os outros, como é habitual, passarão pura e simplesmente a aproveitar-se da liberdade de poderem protestar, pois o seu número de apoiantes praticamente não sofre alterações de monta.
Ficam com alguns lugares no hemiciclo e não têm a incómoda preocupação de governar.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Eleições no domingo


Desemprego

 
Obrigados a emigrar!!!
 
Desempregados, entre os quais muitos do mundo do futebol como Cristiano Ronaldo, Fábio Coentrão, Ricardo Carvalho Nani, José Mourinho, André Villas-Boas e Leonardo Jardim, alguns mesmo empregados mas com ordenados de miséria, viram-se compelidos a emigrar para fugirem à  crise, distribuindo-se por países como Espanha, Inglaterra, França, Alemanha, Holanda, Suíça e Luxemburgo entre outros.
É a vida...
 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Na Serra, à noite


Caminhadas
na Serra da Boa Viagem
 
O encanto da noite
 
Às quartas-feiras, a noite tem mais encanto na Serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz..
Esta quarta-feira, pelas 21 horas, tem lugar mais uma caminhada, sendo o ponto de encontro a Casa do Sapador Florestal, junto ao campo de futebol.
Para mais informações,  consultar https://www.facebook.com/AssociacaoTBV
 

Política...

 
"Os políticos em campanha soltam tantas pérolas que já não abrem a boca para falar; abrem a ostra"
 
José  Simão (Jornalista humorístico brasileiro)

Figueira da Foz (Portugal)

~
Na Foz do Rio Mondego

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Museu Municipal da Figueira da Foz


Sala de arqueologia reabre ao público
 
A exposição permanente de arqueologia  mostra agora novos materiais do sítio fenício de Santa Olaia, freguesia de Ferreira-a-Nova, concelho da Figueira da Foz. Os materiais dizem respeito à área metalúrgica da feitoria fenícia escavada em 1994, durante as obras da Autoestrada 14.
 
O núcleo romano da exposição passa a apresentar também o espólio de um barco naufragado no estuário do rio Mondego, junto a Maiorca.
Este espólio é propriedade do Museu do Campo, na Carapinheira, concelho de Montemor-o-Velho. A LACAM (Liga dos Amigos dos Campos do Mondego) que tutela o Museu do Campo,  e fez um depósito dos materiais arqueológicos no Museu da Figueira.
 
O Museu do Campo tem uma vocação eminentemente etnográfica, enquanto o Museu Santos Rocha representa a arqueologia da região. O depósito deste conjunto vem na sequência de uma já longa e profícua colaboração entre ambos os museus.
 
António dos Santos Rocha (1853-1910), advogado, Presidente da Câmara e arqueólogo fundador do Museu Municipal (1894) e da Sociedade Arqueológica (1898), dedicou a sua vida ao estudo da arqueologia da região da Figueira e de outras partes do país, como, por exemplo o Algarve ou a Beira Alta. A exposição permanente passou também a incluir algumas imagens históricas desses trabalhos pioneiros.
 

Voz que se apaga


Morreu a ROSARINHO
 
 
Morreu a fadista Rosarinho. Contava 61 anos e a doença levou-a quando ainda muito havia a esperar desta artista que animou tantos espetáculos pelo concelho da Figueira da Foz e não só.
O fado ficou mais pobre.
Sentidas condolências à família enlutada.

A piada do dia


Estes políticos...
 
"Perdoa-me, Mãe
 
Outra coisa que me deixou boquiaberto há tempos foi a mãe do ministro António Costa vir desabafar para os jornais que:
- Quem votou PS não votou nestas coisas.
Falando do que o governo do seu filho anda por aí a fazer. Pobre senhora, parecia mesmo desgostosa. Só lhe faltou dizer:
- Andei eu a criar o meu filho para isto."
 
Do livro FORTE E FEIO, da autoria de António Feio e Eduardo Madeira, editado pela Ulisseia, em 2007.

domingo, 27 de setembro de 2015

Eleições em Portugal



 

 Um país triste mas em festa

 

Estamos a dois passos de mais um episódio da democracia à portuguesa.

No próximo domingo, véspera da data que assinala a implantação da república (115 anos), o país vai a votos, ou melhor, uma pequena parte dos cidadãos deste Portugal à beira mar plantado, vai participar numa autêntica farsa, sem ter a mínima noção do percurso que o seu ato vai provocar.

Está mais do que demonstrado – e não venha o mais pintado dizer o contrário – que neste país não há alternativas; existem alternâncias que o passado já demonstrou não servirem minimamente o interesse da maioria dos portugueses, facilitando, sim, o caminho dos que continuam a governar-se ao nível dos que governam.

A campanha tem sido um fracasso, ou melhor (pior) tem demonstrado o ridículo, inclusivamente o  cultural, dos candidatos, em que o insulto, a mentira e o engodo têm sido a pedra de toque para os seus discursos inócuos.

Uns pretendem continuar a política que bem conhecemos, outros (que internamente cometeram verdadeiras traições com objetivos oportunistas), querem o poder a todo o custo e fornecem, a granel, comprimidos para sonhos cor-de-rosa; outros ainda, de apregoadas esquerdas, já, finalmente, se assumem como candidatos a quaisquer lugares nas cadeiras da governação, em coligação seja com quem for.

Temos ainda os que, à falta de melhor, não vão além da pretensão de um assento entre os dorminhocos parlamentares pura e simplesmente para, quando em pausa do ronco, protestarem contra tudo e contra todos e alinharem nas manifestações a propósito de tudo e de nada.

Tudo para que o vencimento no fim do mês tenha um mínimo de justificação.

Para concluir, dir-se-á que as inteligências, as capacidades, as iniciativas e o empreendedorismo estão afastados por léguas dos canais da decisão. Esses não são parvos.

Em suma: a partir de 5 de outubro fica tudo na mesma como a lesma.

E não há ninguém que não saiba que vai ser assim mesmo.

 

AJdeMatos

Nota: Esre artigo também pode ser lido no jornal eletrónico O BEIRÃO ONLINE, superiormente dirigido pelo colega e Amigo Joaquim Duarte Pereira (Zé Beirão) e mereceu o seguinte comentário doutro companheiro e Amigo, Amorim Lopes, um dos mais antigos redatores de A FOLHA DE TONDELA e que, pela oportunidade,  tomo a liberdade de reproduzir: 
"Bravo. Bato palmas e aplaudo, de viva voz.
Infelizmente a cegueira dos portugueses, ou de uma grande parte, é latente há 41 anos.
Além de toda a tristeza, acresce ainda o facto de os milhões que estas fantochadas custam a todos os contribuintes.

Deus nos valha e nos livre de todos os escroques que existem cada vez em maior número neste Portugal à beira mar "encravado".Amorim

O Palhinhas


O Palhinhas nasceu há 100 anos
 
 
Páginas interiores no desdobrável que acompanha a rxposição patente na Bibliotecva Municipal da Figueira da Foz alusiva aos 100 anos da fundação do jornal humorístico figueirense O PALHINHAS
***
Reproduz-se aqui um apontamento publicado em PRESENTE em 13 de novembro de 2007 e a que o desdobrável acima se refere:
***

O Palhinhas .
Conforme refere Cardoso Marta, “O Palhinhas” foi um “jornal de pouca dura, como todos os que se destinam apenas ao estreito período balnear, falecendo, a igual dos queixosos de peito, ao desprender das primeiras folhas outoniças.”
Os fundadores constam do cabeçalho do primeiro número (25 de Julho de 1915), que reza assim:
“O Palhinhas – De Domingo, de 25 de Julho de 1915 – Rol de “roupa suja” cá da Praia – Esta publicação bi-semanal é propriedade de José dos Santos Alves, tendo seu director Augusto Pinto e seu editor Luís Brandão de Mello. É composto e impresso na Casa Havanesa, Praça Nova, sendo também a sua administração na mesma casa. Pertencem ainda ao corpo da redacção: João de Oliveira e José Brandão. Época de 1915 (1.ª) N.º 1 – Figueira da Foz.”
No segundo número, entrou para redactor Raimundo Esteves Pereira Júnior, então tesoureiro da filial do Banco Ultramarino da Figueira da Foz. Indica como local de impressão a Tipografia Lusitana, que era, afinal, a da Casa Havanesa, como no primeiro número.
Do terceiro número em diante é já impresso na Imprensa Lusitana (de Augusto Veiga). O sétimo, distribuído gratuitamente, traz no cabeçalho um novo redactor, António Amargo, pseudónimo do jornalista António Correia Pinto de Almeida, na altura redactor da Gazeta. Indica ser composto na Casa Havanesa e impresso na Lusitana.
Foram colaboradores de O Palhinhas, além dos seus redactores, Ernesto Tomé (pseudónimo E. Tê), Manuel de Sousa (M. de S.), José Cardoso Santiago (Gantoias), Augusto Veiga, J.M. de Santiago Prezado, De Melo, A-la-mi-ré, Esculápio Júnior, Dr. Francisco Xavier Canavarro de Valadares (João da Ega), Simplício Benévolo e Manuel Cardoso Martha.
Dos redactores, José Brandão também usava os pseudónimos de Joe Brand e de D. Lopo de Briteiros; Augusto Pinto (o homem que baptizou a Figueira da Foz de Praia da Claridade, e que faleceu em Berna, na Suíça), de Sap e Raimundo Esteves, de J. d’O e João de Oliveira.
O último número desta série saiu num domingo, 17 de Outubro.
Segundo Cardoso Marta escreveu em 1921, O Palhinhas “foi porventura o mais interessante e bem redigido jornal de verão que tem surgido na Figueira.”
.
Como descrevem J Sousa e António Reis Caldeira em 1986, O Palhinhas, então dirigido por Ernesto e Adriano Santos [O Pinana], sucessivamente, reiniciou a publicação, com o mesmo carácter, em 3 de Agosto de 1930, como 2.ª época e que se prolongou por várias séries até que findou com um número especial de 24 de Maio de 1941.
Voltou a publicar-se com o n.º 1 em 4 de Julho de 1952 e o n.º 13 em 27 de Setembro do mesmo ano. Era director e editor Cardoso Marta e proprietário Adriano Santos
Voltaria a publicar-se noutras épocas, designadamente nas épocas balneares de 1954 a 1971.
De acordo com esta última fonte, O Palhinhas ainda se publicou posteriormente a 1971 mas, “não obstante as numerosas e repetidas diligências feitas, não conseguimos localizar qualquer número.”
.
Elementos coligidos por Aníbal José de Matos – Bibliografia: Jornalismo Figueirense, de M. Cardoso Marta, e Jornais e Revistas do Concelho da Figueira da Foz (1863 – 1985), de J Sousa e António Reis Caldeira