sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O pensamento do dia

Todo o trabalho importante - deves ter sentido em ti mesmo - exerce uma influência moral. O esforço para concentrar uma determinada matéria e dar--lhe uma forma harmoniosa, eu o comparo a uma pedra atirada na nossa vida interior: o primeiro círculo é estreito, mas multiplica-se, e outros círculos mais amplos se destacam.
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Nietzsche

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A notícia do dia

Simplesmente impressionante !!!
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25 mil pessoas morrem diariamente por falta de alimento !!!
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Será que já interiorizámos esta realidade? Será que esta informação nos passa à margem?
Será que, para além das palavras, não é possível corporizar as intenções de pôr termo a esta situação?
É que de boas intenções está o inferno farto.
Tantos tão ricos e tantos tão pobres!
Será que esta não é uma situação que nos envergonha a todos ou, pelo menos, a muitos de nós?

Arte

"O abraço"
(Acrílico s/ tela)
ZÉ PENICHEIRO

O pensamento do dia

Não sinto o menor desejo de brincar num mundo em que todos fazem batota.
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François Mauriac

Futebol


PORTUGAL, 0 - ALBÂNIA, 0

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Com o devido respeito por Carlos Queiroz, os detractores de Felipe Scolari devem estar caladinhos que nem uns ratos...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Para descontrair

O jovem empregado vai à sala do patrăo:- Senhor director, vim aqui para lhe pedir um aumento. E adianto já que há quatro empresas atrás de mim.
O patrăo, com medo de perder o talento promissor, dobra-lhe o salário.- As empresas só valorizam os funcionários quando eles recebem outraspropostas...- Mas mate-me uma curiosidade, meu rapaz. Pode dizer-me quais săo essas quatro empresas?
- Sim, senhor. A da luz, a da água, a do telefone e o meu banco!!!

Para a história da Figueira da Foz CXLIV

(Clicar para ampliar)
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Colégio Liceu Figueirense
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José Luís Mendes Pinheiro, bacharel formado pelas Faculdades de Filosofia e Matemática da Universidade de Coimbra, professor da Universidade e do Liceu Central de Coimbra, que, em 6 de Outubro de 1902, fundou na Figueira da Foz, o Colégio Liceu Figueirense, que teve uma longa história para contar.
Dados os serviços prestados à cidade, o seu nome figura na toponímia local.
Parte da história daquele estabelecimento de ensino figura na obra “O Seminário da Imaculada Conceição (1936-37 a 1986-87), da autoria do Cónego João Coutinho Veríssimo.
Mendes Pinheiro, experiente pela sua acção como professor do Liceu Central de Coimbra, estava ciente das deficiências do ensino em Portugal, e procurou, no estabelecimento de ensino que criou, formar homens na verdadeira acepção do termo.
Inicialmente, o Colégio funcionava na Rua da Fonte, mas, posteriormente, mais concretamente em Outubro de 1905, viria a instalar-se em edifício próprio, na zona do Pinhal das Águas, construção erigida sob a sua orientação e da qual constavam um ginásio, uma dependência para trabalhos manuais, escola de equitação, e, inclusivamente, ali circulava uma moeda própria para que os alunos aprendessem a administrar o seu dinheiro.
Como curiosidade, o facto de, atendendo aos factos decorrentes da implantação da República em 1910, Mendes Pinheiro ter “transferido” o colégio para a Bélgica, mais propriamente para a cidade de Huy. Com ele seguiu grande parte dos seus alunos. Ali esteve instalado durante três anos, após o que, e desta vez devido ao deflagrar da 1.ª Grande Guerra, em 1914, regressou a Portugal, voltando para as instalações do Pinhal.
Em 1929, iniciaram-se negociações que levaram o colégio a ser adquirido pela Diocese de Coimbra, tendo intervenção forte nessas conversações, o pároco da Figueira da Foz, Monsenhor José dos Santos Palrinhas.
O colégio passaria a designar-se Colégio Figueirense, reeditando o nome doutro estabelecimento de ensino que existira na Figueira da Foz, fundado em 1878 e que ainda existia aquando da fundação do Colégio dirigido por Mendes Pinheiro.
Com a frequência do Colégio a diminuir drasticamente, ali viria a ser instalado o Seminário Menor da Diocese de Coimbra, situação que não deu satisfação plena a Mendes Pinheiro, lamentando-se o mesmo de que a finalidade já não era a mesma para que tinha sido instituída a sua escola.
Até há muito pouco tempo funcionou no local um pólo da Universidade Católica.
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Bibliografia: “Pré-história do Seminário da Imaculada Conceição da Figueira da Foz – Seminário Menor da Diocese de Coimbra – Colégio Liceu Figueirense”, de A. Brito Cardoso;
“O Seminário da Imaculada Conceição (1936-37 a 1986-87);
“A Voz da Justiça”.
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Nota: Nas fotos, a notícia da inauguração do Colégio, publicada em “A Voz da Justiça” e um anúncio publicitando o mesmo, também inserido naquele jornal.



Arte

"PRIMAVERA"
(Acrílico s/ tela)
ZÉ PENICHEIRO

PRESENTE

1 025 000 !
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Obrigado pelas visitas a esta vossa casa!

O pensamento do dia

Ouro, prata, jóias...Terra, montões de esterco.- Gozos, prazeres sensuais, satisfação dos apetites...Como uma besta, como um mulo, como um porco, como um galo, como um touro. Honras, distinções, títulos...Balões de ar, inchaços de soberba, mentiras, nada.
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Josemaría Escrivá

terça-feira, 14 de outubro de 2008

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Arte

"Manhã azul"
Acrílico s/ tela
ZÉ PENICHEIRO

Saúde

Falo de mim:
Acabo de regressar dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) onde fui operado a um "problema" no nariz.
Não posso deixar de sentir-me sensibilizado pela forma como ali fui tratado, muito particularmente pela cirurgiã Dr.ª Manuela Cravo, inexcedível nos cuidados prestados, sem esquecer, antes pelo contrário, todos quantos me prestaram assistência.
A todos, o meu agradecimento muito sentido.

O pensamento do dia

O homem mergulha na multidão para afogar o grito do seu próprio silêncio.
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Rabindranath Tagore

domingo, 12 de outubro de 2008

Arte

"Amanhecer"
Acrílico sobre tela
ZÉ PENICHEIRO

Porque hoje é domingo

Os caminhos e pensamentos de Deus não são como os nossos pensamentos. Às vezes Ele não responde da maneira como queremos, e nunca saberemos a razão para isto até que cheguemos ao céu. Deus sabe melhor do que nós aquilo que de que precisamos, e quer que confiemos n’Ele, mesmo que não entendamos os seus propósitos.
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"Com Cristo"

sábado, 11 de outubro de 2008

Para a história da Figueira da Foz CXLIII

Teatro Parque-Cine - Uma saudade!

A escadaria que dava acesso à sala de espectáculos


A escadaria que dava acesso às gerais simples e numerada

Um aspecto das escadas nos bastidores
A escada de acesso ao teatro, do lado da Rua Cândido dos Reis. Do lado direito, as bilheteiras.
Um aspecto da demolição dum emblema da cidade
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O Teatro Parque-Cime foi um marco na história da Figueira da Foz. Uma casa de grandes dimensões, ali súbiram à cena peças de enrme sucesso, com actores credenciados e muitos amadores. Considero que foi um autêntico crime de lesa-património a demolição do Parque-Cine, a que as entidades oficiais assistiram impávidas e serenas.
No coração do Bairro Novo, o Parque-Cine foi centro obrigatório de visita de várias gerações figueirenses.Muitos terão histórias interessantes para contar referentes a espectáculos ali realizados. As sessões das terças-feiras, essas, então, constituiam um espectáculo dentro do próprio espectáculo.
Uma palavra saudosa para a memória de Carlos Cook.
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Nota: Fotos sacadas do blogue O PALHETAS, do meu Amigo António Flórido, com a devida vénia.





Imagens

Amizade !!!

Um bom Sábado para todos os verdadeiros amigos (Ainda os há?) Talvez a excepção confirme a regra.
É que existem os que dizem ter amigos por tudo quanto é canto, mas confundem amigos com conhecidos. Muitos não passam de subservientes, inclusivé convictos do valor que, constata-se a cada momento, infelizmente, não possuem.
A Amizade é uma palavra cara e, na prática, rara.


Arte

Tarde de Outono
Acrílico sobre tela
Zé Penicheiro