quarta-feira, 17 de junho de 2009

DAVID DE SOUZA

Na terceira foto esqueci-me de citar as figuras de António Vítor Guerra e do jornalista Joaquim Coelho de Almeida, ao lado esquerdo de Álvaro Malafaia.

DAVID DE SOUZA


Três imagens evocativas do maestro figueirense, David de Souza, cuja exposição está patente no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz e que, esta manhã, tive o grato prazer de visitar.
Não vou dizer muito mais acerca da personalidade cultural de David de Souza, homem que ficou como um ícone do panorama musical e cultural figueirense.
Apenas dizer que é uma homenagem perfeitamente merecida à sua memória, e que honra quem teve a iniciativa de a promover.
Na primeira foto, a capa do programa referente à exposição e onde é possível conhecer a biografia do maestro; na segunda, uma imagem de David de Souza em Leipzig, constante da mostra patente no Museu; na terceira e última, uma foto que me surpreendeu: o lançamento da primeira pedra para a construção do monumento a David de Souza, em que são visíveis algumas figuras conhecidas do burgo: Álvaro Malafaia, então presidente da Câmara, a discursar, meu Pai, Aníbal Correia de Matos, ao lado da primeira bandeira a contar da direita e, entre a bandeira e Álvaro Malafaia, a humilde figura (com 11 anos) do autor deste blogue. Fica para o meu arquivo pessoal.


O pensamento do dia

"Estou convencido de que ser engraçado não é a primeira escolha para ninguém."
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Woody Allen

terça-feira, 16 de junho de 2009

TGV

O Senhor "Jamais" desceu à terra e tomou uma decisão acertada.
O ministro das obras públicas, Mário Lino, resolveu adiar para a próxima legislatura (e, naturalmente, próximo governo), a decisão de assinatura do contrato para adjudicação das obras do "famigerado" TGV (train à grande vitesse).

Respondendo, desta forma, às críticas da oposição que tem defendido que o actual governo socialista, face à derrota nas Europeias, se deveria limitar a simples gestão, esta decisão corresponde à realidade do país.
Mas atenção que o futuro é já ali...

A notícia do dia

Mais de 70 por cento dos portugueses não confiam nas políticas do governo para combater a corrupção, de acordo com o Barómetro Internacional de Transparência, da agência independente Transparency International.
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In RTP on line
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Digo eu: Pudera! Mas ainda há quem acredite? Pelo menos cerca de 30 por cento parece que ainda vai nessa...
Aliás, não é preciso ter uma licenciatura em esperteza para chegar a esta conclusão: basta olhar à nossa volta, contabilizar os casos menos (ou nada) transparentes com que deparamos dia após dia, para, facilmente, se constatar que estamos a viver num país de rédea solta, num salve-se quem puder, em que a dignidade passou a ser coisa de somenos importância.
E quem acreditar em promessas eleitoralistas, venham elas de que ângulo surgirem, é, sem sombra de dúvida, no mínimo, profundamente ingénuo.

O pensamento do dia

Existem séries ideais de acontecimentos que correm paralelamente com os reais. Raramente coincidem. Os homens e as circunstâncias, em geral, modificam o curso ideal dos acontecimentos, de modo que ele parece imperfeito; e também as suas consequências são igualmente imperfeitas.
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Novalis, citado por Edgar Allan Poe in "O Mistério de Marie Rogêt"

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A...s frase...s

"Os políticos são todos diferentes. Há alguns muito bons e há muitos francamente maus".
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Paulo Rangel, em entrevista a Maria Teresa Oliveira e Sofia Rainho, in TABU, revista de SOL.
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Digo eu: Eis declarações que fariam a delícia de ... Eça.

Para a história da Figueira da Foz CLXXXII


Em cima, mais um aspecto do campo de aviação Humberto da Cruz, na Figueira da Foz, vendo-se a madrinha do aeródromo, acompanhada de outras senhoras e de crianças, junto a um aparelho em dia de festa (18 de Setembro de 1932).
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Desaparecido o aeródromo, pode ver-se na segunda imagem, o projecto megalómano do então presidente da Câmara Municipal Aguiar de Carvalho, para um aeroporto de linhas internacionais que, naturalmente, não passou do papel.

O pensamento do dia


domingo, 14 de junho de 2009

Ernesto Tomé

Na foto, o figueirense Ernesto Tomé, então comandante da Companhia de Voluntários de S. Tomé, a receber das mãos do governador da ex-província, o “guião” oferecido pelas senhoras da antiga colónia portuguesa.
A foto reporta-se ao DIA DA RAÇA, celebrado em S. Tomé, a 10 de Junho de 1964.
Ernesto Ferreira Gomes Tomé, nasceu em Santana – Figueira da Foz, em 31 de Maio de 1894, falecendo na ilha de S. Tomé em 25 de Outubro de 1975.
Foi desportista de alto gabarito, em representação do Ginásio Clube Figueirense, presidente da direcção e da Assembleia Geral daquele emblema, director técnico do Clube Naval de Ponta Delgada, e director de várias publicações como “For Ever”, “Figueira Sport – I série”, “Fauno”, “O Palhinhas” e “A Voz da Figueira”, tendo publicado livros de Direito, Poesia, Prosa e Desporto, sendo galardoado com o prémio de poesia, com o poema “Figueira da Foz”, na Emissora Nacional, em 1941.
Foi presidente da Comissão Municipal de Turismo da Figueira da Foz e director do Grande Casino Peninsular.
Leccionou, na Escola Industrial e Comercial da Figueira da Foz, as disciplinas de Português, Francês, Aritmética, Geografia e Escrituração e Contabilidade.
Foi agraciado pelo governo com o grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Avis.
A sua memória está inscrita na toponímia figueirense.
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(clicar na imagem para ampliar)

Tripela


Da esquerda para a direita, na mesa do Colóquio, os três prelectores: Rui Lança, responsável nacional do desporto do Inatel, Manuel Sérgio, o filósofo do desporto, licenciado pela Universidade Clássica de Lisboa e Rui Matos, sub-director do Instituto Politécnico de Leiria, inventor desta modalidade desportiva, figueirense que já a apresentou, para além de várias localidades portuguesas, na Corunha (Espanha) e Istambul (Turquia).

Demonstração no Estádio Magalhães Pessoa, em Leiria.


Figueira da Foz

Contas de espuma
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O Mar é manso, é muito manso agora,
Olhando o sol, que vem beijar à praia
As finíssimas rendas de cambraia
Deixadas a secar, p’la areia fora.
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FIGUEIRA, é no teu mar que ainda mora
Minha saudade antiga – minha aia –
Brincando nessa onda que desmaia
Em ‘spuma, toda branca, como outrora!
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Formoso mar azul, de cada uma
Das ondas que tu tens, contas d’spuma
Eu fiz o meu rosário d’oração.
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Para, num belo sonho, enamorado,
Rezar toda a saudade do passado,
E ouvir como um búzio, o coração.
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Arnaldo Forte



PRESENTE

Eis-me de volta
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Depois duma “aventura” insólita e absurda numa clínica em Coimbra, aqui estou, de regresso ao mundo da blogosfera para continuar a receber os meus visitantes para quem, como costumo dizer e com toda a sinceridade, as portas estão escancaradas.
O meu muito obrigado pelas mensagens que me foram enviadas durante este período de ausência, quer através de mails, telefone ou outras formas de contacto.
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AJM

Porque hoje é domingo

Não precisamos de fazer outro tipo de sacrifício qualquer, a titulo de expiação por alguma falha nossa, porque o sangue de Jesus é valido até hoje e para todo o sempre.
Basta-nos louvar o Seu nome, aceitá-lO como Senhor e salvador das nossas vidas e saber que, como está escrito em Isaías: “Ainda que uma mãe abandone o seu filho, eu jamais te abandonarei”

domingo, 7 de junho de 2009

PRESENTE

Até breve.
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PRESENTE vai estar… AUSENTE cerca de oito dias.
O Autor vai ser submetido a uma intervenção cirúrgica numa clínica de Coimbra, mas, se Deus quiser, voltará às lides rapidamente.
Um abraço aos meus amigos visitantes e … adeus até ao meu regresso.
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A.J.M.

Porque hoje é domingo

Deus mora onde o deixam entrar.
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(Sabedoria oriental)

sábado, 6 de junho de 2009

Figueira da Foz

A Figueira é uma praia esplêndida, única, inapreciável. É vastíssima, tem a forma duma concha, revestida de branca e finíssima areia pela qual o mar se alastra com indolência, vindo beijar os pés da Figueira, como gigantesco sultão, de cabelos nevados, prostrado ante a mais vaporosa das odaliscas do seu harém.
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António Júlio Vale e Sousa (1940)

Para a história da Figueira da Foz CLXXXI

Campo de aviação Humberto da Cruz, na Figueira da Foz,
em 18 de Setembro de 1932
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Na imagem, aviões alinhados na pista para participação num festival aéreo.
Com as obras da Ponte Edgar Cardoso, desapareceu este pequeno mas funcional aeródromo.
Hoje, ano de 2009, a Figueira não tem um campo de aviação apesar de muitas promessas e até de projectos utópicos e megalómanos.
Outros tempos, outras gentes.

O pensamento do dia