ANÓNIMOS NÃO, OBRIGADO
A propósito da minha nota de abertura (leia-se pensamento do dia) de hoje, em que focava o anonimato, citando o grande escritor português, figura incontornável que foi Camilo Castelo Branco, recebi alguns e-mail’s, em que era nítida a intenção de procurarem saber se me referia a alguém em particular.
Na verdade, a exemplo do que tenho feito deste o início da edição de PRESENTE, tenho privilegiado pensamentos de grandes ou pequenas figuras do mundo em que vivemos, sem que os mesmos sejam inspirados por questões pessoais. Longe disso.
Mas, a propósito, quero aqui expressar neste meu DIÁRIO, que sou, literalmente, contra escritos anónimos. Que me desculpem os de boas intenções (delas está o Inferno cheio), mas considero que quem escreve e não assina, é cobarde.
Não assume responsabilidades, esconde-se, quer fugir à recepção de críticas pessoais, e, inclusivamente, quer passar incólume perante apreciações que faça contra terceiros.
Quando era director do “Correio da Figueira”, recebia, de quando em vez, denúncias, que o autor subscrevia com um “anónimo por motivos óbvios”!!!
Conheci blogues, já agora falando dum movimento que eclodiu com um impacto valioso no meio da comunicação social, que começaram por ser anónimos, e onde se criticava gratuitamente, e hoje, arrependidos, os seus autores passaram a apor a sua assinatura.
Conheço outros (e os meus amigos também conhecem) que prosseguem no anonimato, irresponsabilizando-se por aquilo que escrevem, mesmo quando estão a passar a mão pelo pêlo de alguém.
Ainda ontem tive conhecimento de um, que, confesso, me surpreendeu.
Tenho a minha opinião, não tenho, forçosamente, que criticar quem prossegue no caminho que traçou, mas defendo o princípio de que todos devemos assumir as nossas responsabilidades, assinando o que escrevemos, sem receio de ferir seja quem for, se a razão estiver do nosso lado, ou se pensarmos que está.
Escondermo-nos é, repito, cobardia pura, dos mais baixos sentimentos dum ser humano.
Por alguma razão, no meu blog, não são aceites comentários anónimos. Poucos mas bons e sem máscara.
Um abraço para os meus ilustres visitantes.
Na verdade, a exemplo do que tenho feito deste o início da edição de PRESENTE, tenho privilegiado pensamentos de grandes ou pequenas figuras do mundo em que vivemos, sem que os mesmos sejam inspirados por questões pessoais. Longe disso.
Mas, a propósito, quero aqui expressar neste meu DIÁRIO, que sou, literalmente, contra escritos anónimos. Que me desculpem os de boas intenções (delas está o Inferno cheio), mas considero que quem escreve e não assina, é cobarde.
Não assume responsabilidades, esconde-se, quer fugir à recepção de críticas pessoais, e, inclusivamente, quer passar incólume perante apreciações que faça contra terceiros.
Quando era director do “Correio da Figueira”, recebia, de quando em vez, denúncias, que o autor subscrevia com um “anónimo por motivos óbvios”!!!
Conheci blogues, já agora falando dum movimento que eclodiu com um impacto valioso no meio da comunicação social, que começaram por ser anónimos, e onde se criticava gratuitamente, e hoje, arrependidos, os seus autores passaram a apor a sua assinatura.
Conheço outros (e os meus amigos também conhecem) que prosseguem no anonimato, irresponsabilizando-se por aquilo que escrevem, mesmo quando estão a passar a mão pelo pêlo de alguém.
Ainda ontem tive conhecimento de um, que, confesso, me surpreendeu.
Tenho a minha opinião, não tenho, forçosamente, que criticar quem prossegue no caminho que traçou, mas defendo o princípio de que todos devemos assumir as nossas responsabilidades, assinando o que escrevemos, sem receio de ferir seja quem for, se a razão estiver do nosso lado, ou se pensarmos que está.
Escondermo-nos é, repito, cobardia pura, dos mais baixos sentimentos dum ser humano.
Por alguma razão, no meu blog, não são aceites comentários anónimos. Poucos mas bons e sem máscara.
Um abraço para os meus ilustres visitantes.
ANÍBAL JOSÉ DE MATOS
3 comentários:
Apoiado!
Grato pela compreensão. Todos não seremos demais para condenar estes cobardolas!
AJM
Pensando melhor: para não batermos mais no ceguinho, chamemos-lhes ENCOLHIDOS em vez de COBARDOLAS.
É um eufemismo mas pronto...
AJM
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