quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Com a mão no peito

Bem prega Frei Tomás
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Vou contar-vos uma pequena história (verídica) para aquilatarem de pessoas que vão, com grande assiduidade à Igreja Católica, batendo com a mão no peito e, depois, têm procedimentos perfeitamente contrários ao que nos diversos templos é ministrado.
Um figueirense, portador de uma deficiência congénita, que vai à missa quase todos os dias, foi protagonista duma cena passada há alguns anos cá na terra, e em que eu fui a vítima.
Ia eu de motorizada e, ao passar mesmo em frente à esquadra da PSP, que ainda era na Rua dos Bombeiros Voluntários, fui colhido por um automóvel conduzido pelo dito cujo, que na altura ainda não possuía carta de condução, e cometeu o acto heróico de fugir!!!
O mesmo foi, contudo, de imediato identificado pelos agentes que se encontravam à porta da esquadra e me prestaram assistência (inclusivamente um deles acompanhou-me ao Hospital).
Só que, passados cerca de 10 minutos, o mesmo carro surgiu no local, já então conduzido por outro (um familiar do autor da façanha (já falecido)), com este a assumir a responsabilidade do acidente, como se tivesse sido ele que, na ocasião, conduzia a viatura…
É que o causador do acidente, fugindo às suas responsabilidades, foi a casa do familiar, e pediu-lhe para ele assumir a culpa do mesmo… ao que este acedeu!
E são indivíduos deste jaez que andam por aí a pregar moralidades.
Mas há mais.

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