Figueira da Foz cantada por poetas
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Nas férias
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Eu me lembro, eu me lembro, com saudade,
dos tempos idos, plenos de ventura,
diferentes dos de hoje, em que há tortura,
que me há-de conduzir à Eternidade.
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Eu me lembro, eu me lembro, com saudade,
dos tempos idos, plenos de ventura,
diferentes dos de hoje, em que há tortura,
que me há-de conduzir à Eternidade.
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Era quando, deixando esta cidade,
- esta princesa real da Estremadura –
nas férias, sempre cheias de doçura,
passeávamos em plena liberdade!
Era quando, deixando esta cidade,
- esta princesa real da Estremadura –
nas férias, sempre cheias de doçura,
passeávamos em plena liberdade!
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E, de comboio, por ter mais conforto
e segurança, íamos nele ao Porto
(de que tanto apreciavas os bons ares),
E, de comboio, por ter mais conforto
e segurança, íamos nele ao Porto
(de que tanto apreciavas os bons ares),
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E à FIGUEIRA e outras terras do país
- que a ensinar, bem serviste – e, mais feliz.
voltavas aos trabalhos escolares!
E à FIGUEIRA e outras terras do país
- que a ensinar, bem serviste – e, mais feliz.
voltavas aos trabalhos escolares!
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Poesia de Lucas de Figueiredo (Caldas da Rainha, 15 de Junho de 1970) quando o poeta contava 83 anos. Nasceu em 1886 nas Caldas da Rainha. Era um visitante assíduo da Figueira da Foz.
Poesia de Lucas de Figueiredo (Caldas da Rainha, 15 de Junho de 1970) quando o poeta contava 83 anos. Nasceu em 1886 nas Caldas da Rainha. Era um visitante assíduo da Figueira da Foz.
Dedicou este e outros poemas a sua mulher, IRENE, professora, a quem deu o nome duma colectânea de que possuo um exemplar dactilografado.
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