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Em 5 de Janeiro deste ano, publiquei, como comentário à notícia do dia, o texto que se segue:
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"A partir de hoje, a circulação ferroviária no Ramal da Pampilhosa, desde a Figueira da Foz, foi interrompida, por alegadas razões de segurança.
A nota publicada pela REFER, salienta ainda que: "Os trabalhos de reabilitação, definidos de acordo com as necessidades actuais e previstas do Ramal, serão iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam".
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Digo eu: Todos sabemos que o ramal da Pampilhosa, a partir da Figueira, é um cadáver anunciado, pois há muito que é conhecido o princípio da parte da CP de que aquele percurso deve ser cancelado.
Daí que, esta dos trabalhos de reabilitação serem iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam, leva, quanto a mim, água no bico e, perdoe-se-me a desconfiança, serão (?) adiados sine-die.
Reparem: Agora é que se chegou à conclusão de que havia insegurança? Então por que não foram feitos os concursos atempadamente, para que os trabalhos fossem iniciados logo a seguir à indispensável interrupção da circulação?
São perguntas que, sinceramente, não sei que resposta terão.
Vamos aguardar, mas o que foi dito no passado, faz desconfiar...
É que, recorde-se, levantaram-se movimentos, na altura, quando foi anunciada a extinção da linha...
A nota publicada pela REFER, salienta ainda que: "Os trabalhos de reabilitação, definidos de acordo com as necessidades actuais e previstas do Ramal, serão iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam".
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Digo eu: Todos sabemos que o ramal da Pampilhosa, a partir da Figueira, é um cadáver anunciado, pois há muito que é conhecido o princípio da parte da CP de que aquele percurso deve ser cancelado.
Daí que, esta dos trabalhos de reabilitação serem iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam, leva, quanto a mim, água no bico e, perdoe-se-me a desconfiança, serão (?) adiados sine-die.
Reparem: Agora é que se chegou à conclusão de que havia insegurança? Então por que não foram feitos os concursos atempadamente, para que os trabalhos fossem iniciados logo a seguir à indispensável interrupção da circulação?
São perguntas que, sinceramente, não sei que resposta terão.
Vamos aguardar, mas o que foi dito no passado, faz desconfiar...
É que, recorde-se, levantaram-se movimentos, na altura, quando foi anunciada a extinção da linha...
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A propósito, e corroborando este conteúdo, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, emitiu um comunicado de que destaco algumas passagens:
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"Esperamos que esta decisão de interromper a circulação não seja um “atestado de óbito” definitivo a este troço, amputado da Linha da Beira Alta, que foi uma das primeiras tentativas para o seu encerramento, que só a luta das populações e dos trabalhadores impediu"
"Não se pode aceitar que a CP e o Governo, se refugiem no serviço que hoje presta, que é mau e que leva à fuga de passageiros, para justificar o encerramento do serviço de passageiros neste ramal."
"Que as obras de recuperação e renovação da linha se precedam rapidamente e que o encerramento provisório não se torne em definitivo. Este ramal faz falta às populações da região e, por isso, devem ser melhoradas as suas condições."
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Passaram-se oito meses e aí estão as fotografias actuais duma "sepultura" a céu aberto...

1 comentário:
então a ligação do porto da Figueira à rede, como anunciou a SEC.Estado?
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