terça-feira, 12 de outubro de 2010

Para a história da Figueira da Foz CCXXXV




Joaquim Gomes d'Almeida, meu tio-avô, nasceu em Santa Comba Dão em 1881, ali falecendo em 18 de dezembro de 1956.
Veio residir e fixar-se na Figueira da Foz, onde fundou a Tipografia Peninsular, criando o jornal O FIGUEIRENSE, inicialmente dirigido por José Maria Cardoso e José da Silva Fonseca, cuja primeira publicação data de 19 de junho de 1919, e de que meu tio viria a ser, até ao seu falecimento, proprietário, diretor e administrador.
Mais tarde, o jornal viria a ser adquirido por meu pai, Aníbal Correia de Matos, que assumiria as funções de diretor e administrador, e de que também fui chefe de redação. Nesse período O FIGUEIRENSE foi galardoado com a medalha de ouro da cidade da Figueira da Foz.
Foi, também, fundador do jornal DEFESA DA BEIRA (de que cheguei a ser diretor), publicação impressa na Figueira da Foz, mas cuja redação funcionava em Santa Comba Dão.
Ambos os jornais ainda hoje se publicam.
Joaquim Gomes d'Almeida foi vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Inicialmente O FIGUEIRENSE era impresso na Tipografia Peninsular (propriedade de meu tio), e que se encontrava instalada onde mais tarde foi o conhecido Tomás do Café e onde agora funciona uma outra mercearia (na Praça General Freire de Andrade, antiga Praça Velha), com acesso também pela atual Rua de O FIGUEIRENSE, antiga Rua do Curro, também conhecida por Rua das Escadinhas.
Nas imagens acima, o meu tio-avõ Joaquim Gomes d'Almeida, a antiga Tipografia Peninsular (mais tarde passou, como Tipografia de O FIGUEIRENSE, para a Rua da República), e a atual mercearia na Praça General Freire de Andrade.



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