Ontem, à noite, fui ver, pela primeira vez, o filme do figueirense Luís Albuquerque (Lita), FUGIU PETER PAN.
A projeção teve lugar no pequeno auditório do Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE), e registou bastante público.
Devo dizer que, na minha opinião, o filme (mais consideraria um documentário) tem fartos motivos de interesse e não se ficou pela intenção.
A película tem, à partida, uma virtude: vale pela propaganda turístico-musical da Figueira, já que, em termos de enredo, é extremamente simples.
Luís Albuquerque mostrou uma faceta interessante da região: os seus artistas amadores, com as rodagens de interiores a decorrer, entre outros, no Casino Figueira, CAE, Palácio Sotto Mayor e Conservatório David de Sousa.
Os exteriores tiveram como cenário zonas de interesse turístico, mostrando a cidade em diversas vertentes.
Luís Pinto, apresentado como tenor, abrilhanta, no filme, bailes e atua em concertos, mas as bandas constituem o centro do documentário e divertem imenso.
Os intervenientes são esforçados, mas Miguel Babo, que interpreta um pastor “evangélico”(só não percebi de que tipo de igreja…) é o que se mostra mais integrado, dando um toque muito particular à película, sendo, sem dúvida, a figura que manifesta evidentes dotes de protagonista.
Luís Albuquerque está de parabéns, e aproveito para dizer que a receita de bilheteira reverteu a favor das camadas de formação do Sporting Clube Figueirense. Um gesto bonito.
Aníbal José de Matos
A projeção teve lugar no pequeno auditório do Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE), e registou bastante público.
Devo dizer que, na minha opinião, o filme (mais consideraria um documentário) tem fartos motivos de interesse e não se ficou pela intenção.
A película tem, à partida, uma virtude: vale pela propaganda turístico-musical da Figueira, já que, em termos de enredo, é extremamente simples.
Luís Albuquerque mostrou uma faceta interessante da região: os seus artistas amadores, com as rodagens de interiores a decorrer, entre outros, no Casino Figueira, CAE, Palácio Sotto Mayor e Conservatório David de Sousa.
Os exteriores tiveram como cenário zonas de interesse turístico, mostrando a cidade em diversas vertentes.
Luís Pinto, apresentado como tenor, abrilhanta, no filme, bailes e atua em concertos, mas as bandas constituem o centro do documentário e divertem imenso.
Os intervenientes são esforçados, mas Miguel Babo, que interpreta um pastor “evangélico”(só não percebi de que tipo de igreja…) é o que se mostra mais integrado, dando um toque muito particular à película, sendo, sem dúvida, a figura que manifesta evidentes dotes de protagonista.
Luís Albuquerque está de parabéns, e aproveito para dizer que a receita de bilheteira reverteu a favor das camadas de formação do Sporting Clube Figueirense. Um gesto bonito.
Aníbal José de Matos

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