Pedro Passos Coelho desvaloriza estas ausências, dizendo que há sempre figuras que querem protagonismo. Pode ter as suas razões mas uma coisa é certa: se não fosse o protagonismo dalguns dos agora ausentes, no 25 de abril de 1974, Passos Coelho também não tinha o protagonismo de que hoje desfruta; não seria, de certeza, o primeiro ministro de Portugal.
O Alberto João deve estar muito preocupado. Deve ser para o lado que dorme melhor. Como de costume, é claro...
Porque seria?!!!
Esta é que é a verdade e devia ser a grande preocupação dos governantes. Para além desta dura realidade o resto é cantiga...




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