Isabel Parreira e José Fanha
A escritora figueirense,
Isabel Parreira, realizou ontem no Auditório Municipal da Figueira da Foz, duas sessões de apresentação do seu livro infantil “ Dom Polvo do Fundo do
Mar”.
A obra, em edição bilingue (português e espanhol), ilustrada pelo jovem
João Luís Marques (10 anos) e "aguarelada" pelo artista Carlos Santos
Marques, "Dom Polvo do fundo do mar" é um livro dirigido aos mais
pequenos, para ser lido e partilhado em família pois está adaptado às
necessidades educativas de crianças entre os 3 e os 8 anos de idade.
Os alunos das Escolas do 1º
Ciclo do Ensino Básico de Abadias, de Santa Luzia e da Casa Nossa Senhora do
Rosário (Figueira da Foz), tiveram a oportunidade de conhecer a escritora e a sua obra.
Hoje foi a vez de José Fanha, escritor, poeta, divulgador de poesia,
declamador, visitar a Figueira da Foz para estar com a comunidade escolar.
De manhã, no Auditório Municipal, alunos da Escola do 1º Ciclo do Ensino
Básico de Quiaios, das Abadias, do 1º Jardim Escola João de Deus e do Jardim de
Infância de Cova da Serpe, todas do concelho da Figueira da Foz, foram conhecer o escritor e o seu livro infantil
“Orelhas Voadoras”.
Esta obra de 48 páginas, ilustradas por Fátima Afonso, fala da
história de Francisco, um menino que sonha saber o que se diz do outro lado das
portas. Para tal tenta tudo, até passar porburacos de fechadura, implicando muita
gente e dores. Por ter tanta curiosidade voam-lhe as orelhas trazendo para
dentro da sua cabeça todos os sons do mundo: discursos, negócios de reis e
presidentes, apitos, zumbidos, trovões, gargalhadas e alaridos de televisões...
Um ruído infernal que o leva à descoberta dos sons pequeninos que moram perto e
dentro de si.
Esta tarde José Fanha deslocou-se a algumas escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico do concelho onde se deu a
conhecer, bem como as suas “Orelhas Voadoras”, um animado texto acerca do
valor do silêncio e da aprendizagem da auscultação dos autênticos acordes da
natureza, de forma a se perceber a diferença entre o ruído que prejudica e a
sonoridade que nos fala de tudo o que nos rodeia.


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