Completam-se
hoje, 6 de outubro, 14 anos sobre a data da morte de Amália Rodrigues (6 de outubro de 1999),
considerada a maior intérprete de sempre da chamada canção nacional, o fado.
Amália
nasceu em 23 de julho de 1999.
Guardo
religiosamente a gravação de uma entrevista que a fadista me concedeu, em
exclusivo, aquando da festa de homenagem que o Casino da Figueira lhe prestou
em 28 de fevereiro de 1990, e que, nessa mesma noite, foi transmitida pela
estação emissora local do Rádio Clube Foz do Mondego..
Os restos
mortais de Amália repousam no panteão nacional. Todos nós, ou a sua esmagadora
maioria, tiveram pela embaixadora do fado (património imaterial da humanidade)
a maior admiração e respeito. Todos nós, ou muitos de nós, chorámos a perda
duma mulher que tinha uma voz admirável e levou o nome de Portugal a todos os
cantos do mundo.
Amália é a
primeira mulher a ter honras de permanecer no emblema das maiores figuras
portuguesas. Ao lado de Almeida Garret, Guerra Junqueiro, João de Deus, Teófilo
Braga, Sidónio Pais e marechal Carmona, entre outros cujos corpos foram
transladados do Mosteiro dos Jerónimos onde permaneceram os túmulos de D.
Manuel I, D. João III, Luís de Camões, Vaco da Gama, etc.


1 comentário:
O tempo passa a correr e é propício ao esquecimento.
Mas nem sempre. Há excepções...
A Amália é eterna! Só adormeceu.
Abraço.
Dilita.
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