Imagens da minha terra
sábado, 24 de julho de 2010
Figueirenses
A propósito de
Diocleciano das Neves
(Comentário recebido, por e-mail, que tomo a liberdade de reproduzir):
Diocleciano das Neves
(Comentário recebido, por e-mail, que tomo a liberdade de reproduzir):
Caro Aníbal:
Fiquei satisfeito ao ver cumprido o meu desejo de ver postado as referências ao Homem Que Não Ri, que afinal, até Caminha Rindo. Mais me agrada perceber, pela extensão do texto, que foi com entusiasmo que o fez.
Só não me alongo mais por perceber que é uma pessoa muito ocupada. Muitos na sua idade (nossa) estariam longas horas a saborear o conforto do sofá e a acariciar o dorso do Mosquito.
Não resisto à tentação de lhe dizer que sinto sempre muitas saudades quando vejo algumas fotografias da Figueira em especial da publicada na sexta-feira, do Pelourinho. Foi o local onde brincava em miúdo a poucos metros da minha casa.
Sempre Presente
José Azul
Fiquei satisfeito ao ver cumprido o meu desejo de ver postado as referências ao Homem Que Não Ri, que afinal, até Caminha Rindo. Mais me agrada perceber, pela extensão do texto, que foi com entusiasmo que o fez.
Só não me alongo mais por perceber que é uma pessoa muito ocupada. Muitos na sua idade (nossa) estariam longas horas a saborear o conforto do sofá e a acariciar o dorso do Mosquito.
Não resisto à tentação de lhe dizer que sinto sempre muitas saudades quando vejo algumas fotografias da Figueira em especial da publicada na sexta-feira, do Pelourinho. Foi o local onde brincava em miúdo a poucos metros da minha casa.
Sempre Presente
José Azul
O pensamento do dia
"Quando a relva do seu vizinho lhe parecer mais verde, lembre-se de que ele, provavelmente, pensa o mesmo da sua."
Alessandro Igor
Alessandro Igor
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Embarque em Sobressalto
"Foi um prazer ler Embarque em Sobressalto deAníbal José de Matos.
Os poemas transportam-nos
para um imaginário belo e sedutor.
Vou estar
presente no dia 30 de Julho para cumprimentar o
Poeta e dar-lhe os meus parabéns!
"A vida é o
momento por que passas."
Filipa Duarte"
.
Nota: Filipa Duarte é uma distinta poetisa de Tondela, cidade onde, no próximo dia 30 de julho, pelas 19 horas, na galeria de exposições do Mercado Velho, irá decorrer a apresentação do meu mais recente livro de poesia, EMBARQUE EM SOBRESSALTO.
A obra encontra-se à venda na FEIRA DO LIVRO DA FIGUEIRA DA FOZ, no stande de EDIÇÕES MUNICIPAIS.

O jornalista Aníbal José de Matos
lança livro de poesia em Tondela
Escrito por Zé Beirão
14-Jul-2010
Escrito por Zé Beirão
14-Jul-2010
"Aníbal José de Sousa e Matos, de seu verdadeiro nome, é um jornalista sem pseudónimos nem heterónimos, figurando como Aníbal José de Matos.
É bem conhecido na classe dos jornalistas de referência, concretamente no âmbito desportivo, ao nível da sua Cidade da Figueira da Foz, da região centro e do país, pelo menos, para aqueles que, como ele, estão na casa dos 70 anos ou mesmo dos 60 ou 50.
Nasceu na Figueira, como poderia ter nascido em Tondela, já que a sua mãe era oriunda desta Terra de Besteiros. Também poderia ter nascido em Santa Comba Dão, porque o seu pai era dali natural.
Mas, quis o acaso que visse a luz do dia na linda terra que se ufana de possuir uma das praias mais emblemáticas de Portugal, a praia da Figueira da Foz., ela que sempre foi muito frequentada pelos tondelenses e onde se apreciava o maravilhoso vinho branco dos vinhedos do Alto do Pendão.
O Aníbal é, pois, tondelense e santacombadense, pelo coração e figueirense pelo berço, contudo, não deixa de ser beirão, pois o distrito a que pertence, é terra da Beira Litoral.
O Aníbal José de Matos começou por ser funcionário dos serviços Municipalizados da Câmara Municipal da Figueira da Foz, de onde se aposentou, mas bem cedo se dedicou à vida literária, no âmbito do jornalismo e da rádio.
Em 1958, já escreveu uma monografia sobre a vida do emblemático clube da Figueira da Foz, a Naval 1.º de Maio, historiando os seus primeiros 65 anos de existência ao serviço do desporto.
A poesia teria vindo por acréscimo, pois no seu currículo aparece o seu primeiro livro em 1982 e um outro em 1992. Mas tem ainda duas Conferências, uma em 1981, sobre o papel da imprensa regional no desenvolvimento e história dum povo e outra em 1992, ainda sobre a Associação Naval 1.º de Maio, uma monografia/reportagem, premiada nos jogos florais do 1.º centenário da elevação da Figueira a Cidade (1990) e duas palestras, uma em 1992, sobre a força da cultura popular e outra sobre o Sporting Clube Figueirense, em 1996.
O poeta deu a sensação de que estava em “banho-maria”, que tinha hibernado durante a última década, pois não apareceram novos livros seus de poesia, mas o poeta estava lá, inteirinho, na sua essência, nas profundezas do seu ser pensante.
Eis senão, quando, de rompante, publica o seu 3.º livro de poesia, já neste ano da Graça de 2010, com o seu “Embarque em Sobressalto”. Ora lá está, o embarque para um novo porto do seu destino de poeta, mas o autor diz que é “em sobressalto”, acordando de um qualquer sonho belo no qual alguma fada-madrinha lhe segreda que o faça, que reme, mesmo contra a maré, num país esfrangalhado pela incompetência das gentes do Poder, um país transformado ele mesmo num barco com rombos no casco e prestes a naufragar e aqui, sinceramente, um embarque terá de ser mesmo em sobressalto.
Ele mesmo o diz quando fala o coração da mente do poeta:
Palavras sem ser à toa
E ditas sem ironia,
Lançadas com emoção
Num país em agonia.
…………………………
O Portugal que hoje temos
Não é bem o que sonhámos.
Na nação em que vivemos
Escasseia um mundo novo.
É bem certo que falhámos
Nós que fomos nobre povo.
O livro de poesia “Embarque em Sobressalto”, de Aníbal José de Matos, será lançado em Tondela, no espaço de exposições temporárias do Mercado velho, pelas 19 horas, dia 30 de Julho. "
O pensamento do dia
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Para a história da Figueira da Foz CCXXX
Figueirenses esquecidos !!!



Da obra de Maria da Conceição Vilhena, intitulada GUNGUNHANA NO SEU TEMPO, destaca-se a figura dum figueirense, Diocleciano Fernandes das Neves, “, homem justo, austero, íntegro, que manteve sempre boas relações com os negros e o muito que teve a sofrer foi da parte dos governadores portugueses.”.
Diocleciano nasceu na Figueira da Foz em 1829, falecendo em Serranine, Moçambique, a 24 de Fevereiro de 1883.
Conforme pode ler-se em FIGUEIRENSES DE ONTEM E DE HOJE, de Fausto Caniceiro da Costa, “rumou a África e em 5 de Outubro de 1855 desembarca em Lourenço Marque (hoje Maputo)”.
Ainda segundo Maria da Conceição Vilhena, “Na sua correspondência, não só se queixa das injustiças de que foi vítima, ao exigirem-lhe impostos sobre as terras que Muzila lhe havia concedido, como se revolta contra os roubos praticados pelos seus compatriotas. Não admira, pois, que também Muzila tenha tido decepções a respeito dos portugueses, como se depreende das palavras do missionário Frei Sadeleer, na sua carta de l-II-1881, publicada em Trois ans dans 1'Afrique Australe:
"Je crains bien que nous ne puissions continuer à résider dans lê pays d'Umzila. Ce chef ne veut pás que nous ayons dês rapports avec lês Portugais; or, Ia voie Ia plus courte pour nous approvisionner, c'est évidemment Ia cote de Sofala. Umzila deteste lês Portugais, parce que, dit-il, lês hommes de cette nation, (c'est-à-dire, lês métis qui trafiquent à 1'intérieur), lui enlèvent sés boeufs et quelquefois même sés esclaves."
Recorde-se que Muzila Muzila ou Mzila, foi rei do Império de Gaza, no território do actual Moçambique, entre 1861 e 1884 e era pai de Ngungunhane (Gungunhana)
Ainda, citando a obra, “Vários escritores da época afirmam que Muzila enviou dois regimentos para prestar honras fúnebres aquando da morte de Diocleciano. Todavia nada consta no Relatório do alferes Albino Augusto Pinto de Magalhães, especialmente enviado ao Bembe, em Fevereiro - Março de 1883,"a fim de sepultar o cadáver do finado Diocleciano das Neves e arrecadar o seu espólio".
Embora respeitado e estimado por todos os indígenas, Diocleciano morreu na maior solidão e foi enterrado já em estado de putrefacção, no dia 9 de Março, quando o seu falecimento se havia dado em 24 de Fevereiro. O relator refere que ao seu enterro "não houve um só indígena que deixasse de comparecer", não fazendo a menor alusão às impis do Muzila.
Na margem sul do rio Limpopo, a poucos quilómetros da foz, existe uma campa com uma enorme cruz (na imagem) que se avista a grande distância e se destaca no meio da planície ribeirinha. O local não fica longe do Zongoene Lodg e os barcos de recreio deste hotel, que levam os turistas em passeio pelo rio, passam frequentemente ao lado desta campa cuja história é para muitos desconhecida.
Mas a população da zona, sobretudo os mais velhos, ainda se recordam da sua história. Ali está enterrado o Mafambacheca, nome pelo qual era conhecido em todo o sul do Save o negociante
de marfi m português, Diocleciano Fernandes das Neves. Ele foi amigo pessoal de Muzila, e desempenhou um papel importante na luta entre este e o seu irmão Mawewe, pela sucessão ao trono do Reino de Gaza, após a morte de Sochangane em 1858.
Diocleciano, em 1859, abandonou a função pública para se dedicar ao negócio do marfi m, que passara a ser a principal actividade comercial no sul de Moçambique na segunda metade do século XIX, após o declínio do tráfico de escravos.
Diocleciano nasceu na Figueira da Foz em 1829, falecendo em Serranine, Moçambique, a 24 de Fevereiro de 1883.
Conforme pode ler-se em FIGUEIRENSES DE ONTEM E DE HOJE, de Fausto Caniceiro da Costa, “rumou a África e em 5 de Outubro de 1855 desembarca em Lourenço Marque (hoje Maputo)”.
Ainda segundo Maria da Conceição Vilhena, “Na sua correspondência, não só se queixa das injustiças de que foi vítima, ao exigirem-lhe impostos sobre as terras que Muzila lhe havia concedido, como se revolta contra os roubos praticados pelos seus compatriotas. Não admira, pois, que também Muzila tenha tido decepções a respeito dos portugueses, como se depreende das palavras do missionário Frei Sadeleer, na sua carta de l-II-1881, publicada em Trois ans dans 1'Afrique Australe:
"Je crains bien que nous ne puissions continuer à résider dans lê pays d'Umzila. Ce chef ne veut pás que nous ayons dês rapports avec lês Portugais; or, Ia voie Ia plus courte pour nous approvisionner, c'est évidemment Ia cote de Sofala. Umzila deteste lês Portugais, parce que, dit-il, lês hommes de cette nation, (c'est-à-dire, lês métis qui trafiquent à 1'intérieur), lui enlèvent sés boeufs et quelquefois même sés esclaves."
Recorde-se que Muzila Muzila ou Mzila, foi rei do Império de Gaza, no território do actual Moçambique, entre 1861 e 1884 e era pai de Ngungunhane (Gungunhana)
Ainda, citando a obra, “Vários escritores da época afirmam que Muzila enviou dois regimentos para prestar honras fúnebres aquando da morte de Diocleciano. Todavia nada consta no Relatório do alferes Albino Augusto Pinto de Magalhães, especialmente enviado ao Bembe, em Fevereiro - Março de 1883,"a fim de sepultar o cadáver do finado Diocleciano das Neves e arrecadar o seu espólio".
Embora respeitado e estimado por todos os indígenas, Diocleciano morreu na maior solidão e foi enterrado já em estado de putrefacção, no dia 9 de Março, quando o seu falecimento se havia dado em 24 de Fevereiro. O relator refere que ao seu enterro "não houve um só indígena que deixasse de comparecer", não fazendo a menor alusão às impis do Muzila.
Na margem sul do rio Limpopo, a poucos quilómetros da foz, existe uma campa com uma enorme cruz (na imagem) que se avista a grande distância e se destaca no meio da planície ribeirinha. O local não fica longe do Zongoene Lodg e os barcos de recreio deste hotel, que levam os turistas em passeio pelo rio, passam frequentemente ao lado desta campa cuja história é para muitos desconhecida.
Mas a população da zona, sobretudo os mais velhos, ainda se recordam da sua história. Ali está enterrado o Mafambacheca, nome pelo qual era conhecido em todo o sul do Save o negociante
de marfi m português, Diocleciano Fernandes das Neves. Ele foi amigo pessoal de Muzila, e desempenhou um papel importante na luta entre este e o seu irmão Mawewe, pela sucessão ao trono do Reino de Gaza, após a morte de Sochangane em 1858.
Diocleciano, em 1859, abandonou a função pública para se dedicar ao negócio do marfi m, que passara a ser a principal actividade comercial no sul de Moçambique na segunda metade do século XIX, após o declínio do tráfico de escravos.
Mafambacheca (ou Mafambahleca) significa, nas línguas Ronga e Changane, “aquele que caminha
rindo” e Diocleciano recebeu esta alcunha por ser um homem alegre, bem disposto e com um apurado sentido de humor. Ele falava Ronga, Changane e Zulu fluentemente e foi talvez o primeiro português a escrever em línguas Bantu, como se pode ver no livro que publicou em Lisboa em 1878, “Itinerário de Uma Viagem à Caça dos Elefantes”.
rindo” e Diocleciano recebeu esta alcunha por ser um homem alegre, bem disposto e com um apurado sentido de humor. Ele falava Ronga, Changane e Zulu fluentemente e foi talvez o primeiro português a escrever em línguas Bantu, como se pode ver no livro que publicou em Lisboa em 1878, “Itinerário de Uma Viagem à Caça dos Elefantes”.
Entre os falantes de língua Zulu ou Ngúni ele era conhecido como Maambatabil, que tem o mesmo significado que Mafambacheca.
Figueira da Foz (Portugal)
Embarque em Sobressalto
Tondela, a "cidade das rosas", no Vale de Besteiros (Beira Alta), onde, no próximo dia 30 será apresentado o meu livro de poesia EMBARQUE EM SOBRESSALTO.O evento terá lugar na galeria de exposições do mercado velho.
Na foto (clicar para ampliar), a Capela de Sant'Ana, um dos mais emblemáticos edifícios da cidade.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
A frase
"governo pede sacrifícios aos cidadãos mas aumenta as despesas do estado."
.
Em TVI24
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Mas será que esta situação ainda merece comentários? Será que somos todos estúpidos?
Quanto a mim limito-me a constatar o estado a que isto chegou!!!
A imagem do dia
O pensamento do dia
“(…) Há também os que adoram o povo e combatem por ele mas pouco mais o julgam do que um meio; a meta a atingir é o domínio do mesmo povo por que parecem sacrificar-se; bate-lhes no peito um coração de altos senhores; se vieram parar a este lado da batalha foi porque os acidentes os repeliram das trincheiras opostas ou aqui viram maneira mais segura de satisfazer o vão desejo de mandar.”Agostinho da Silva
terça-feira, 20 de julho de 2010
Figueira da Foz (Portugal)
segunda-feira, 19 de julho de 2010
A imagem do dia
domingo, 18 de julho de 2010
Embarque em Sobressalto
EMBARQUE EM SOBRESSALTO
em Santa Comba Dão

É indescritível a forma como fui recebido na cidade de Santa Comba Dão, terra natal de meu Pai, durante a apresentação do meu livro de poesia, EMBARQUE EM SOBRESSALTO.Nas fotos, algumas das lembranças que me foram oferecidas pelo município: galhardete da cidade, e os livros CHUVA DE PÁSSAROS MORTOS..., de Salvador Massano Cardoso e SALAZARISMO EM SANTA COMBA DÃO, de Maria Gracinda Viegas Ferreira Louro Faustino, obras editadas pelo município de Santa Comba em 2008 e 2010, respetivamente.
Mais uma vez, os meus agradecimentos e ... até breve.
Mais uma vez, os meus agradecimentos e ... até breve.
Porque hoje é domingo

"O Senhor é o meu pastor: nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do Seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque Tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam."
Salmo 23: 1-4
sábado, 17 de julho de 2010
Embarque em Sobressalto
EMBARQUE EM SOBRESSALTO
EM SANTA COMBA DÃO
Na primeira foto, um aspeto da mesa, constituída pelo autor, Aníbal José de Matos, por Paula Francisca, dos serviços culturais da câmara municipal (que apresentou o livro e o autor) e por Adélio Amaro, da FOLHETO, editora da obra (que falou da mesma e leu dois poemas contidos em EMBARQUE EM SOBRESSALTO.)
Na segunda, um pormenor da sessão de autógrafos.
O pensamento do dia
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Figueira da Foz (Portugal)
O pensamento do dia
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Embarque em Sobressalto
A apresentação será feita por Paulo Nogueira, licenciado em história e pós-graduado em ciências documentais, da Casa de Cultura de Santa Comba Dão.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
cultura
CASINO FIGUEIRA ABRE AS PORTAS À ... FIGUEIRA
Todas as semanas, até ao dia 30 de Agosto, o Casino da Figueira abre as portas à cultura figueirense através das suas representações associativas.Este foi o resultado do protocolo assinado entre Domingos Silva, administrador do Casino, e Azenha Gomes, presidente da Associação das Coletividades da Figueira da Foz.
Uma excelente notícia já que, assim, com regularidade, as coletividades figueirenses vão poder mostrar as suas realidades no espaço mais carismático da Figueira.
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(Foto, da autoria de José Santos, extraída do Diário de Coimbra)
Novo acordo ortográfico
De quando em vez é muito provável que ainda irão suceder algumas falhas, fruto do hábito de muitos anos...
Mas há que seguir a regra e entrar em ação com o novo acordo.
Vou tentar...
Figueira da Foz (Portugal)
Imagens da minha terra
(Figueira da Foz - Portugal - Terça-feira, 13 de Julho - 11 horas)
terça-feira, 13 de julho de 2010
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