segunda-feira, 7 de maio de 2012
Miguel Refresco no Tubo d'Artes
Exposição de Fotografia “Untitled
Ruptures”
de Miguel Refresco
“A série Untitled Ruptures propõe uma
reflexão sobre o quotidiano, inspirada no método dialético de Hegel. Um
conjunto de dez imagens, fragmentadas em dois grupos esteticamente distintos:
cinco fotografias aparentemente apaziguadoras e cinco aparentemente frenéticas.
Surgindo em contraponto umas com as outras, representam a lógica e proporção da tese e antítese propostas pelo método Hegeliano, a síntese surge como consequência e fica a cargo do "observador", que pela sua interpretação e sensibilidade às imagens, se torna parte integrante da experiência.”
Miguel Refresco nasceu em 1986, e licenciou-se em Audiovisuais - Especialização em Fotografia pelo Instituto Politécnico do Porto e lecciona as disciplinas de fotografia e comunicação. É colaborador regular de várias publicações (Vice España,Vice Portugal, Crua Mag) e Instituições (Oragá, CAIS, Ateneu Candela,IPP).
Surgindo em contraponto umas com as outras, representam a lógica e proporção da tese e antítese propostas pelo método Hegeliano, a síntese surge como consequência e fica a cargo do "observador", que pela sua interpretação e sensibilidade às imagens, se torna parte integrante da experiência.”
Miguel Refresco nasceu em 1986, e licenciou-se em Audiovisuais - Especialização em Fotografia pelo Instituto Politécnico do Porto e lecciona as disciplinas de fotografia e comunicação. É colaborador regular de várias publicações (Vice España,Vice Portugal, Crua Mag) e Instituições (Oragá, CAIS, Ateneu Candela,IPP).
Jornadas de teatroo amador
O sucesso continua
"O PAGADOR DE PROMESSAS", do dramaturgo brasileiro Dias Gomes, subiu à cena do Quiaios-Clube, com representação do Grupo Recreativo Vilaverdense.
As Jornadas de Teatro Amador da Figueira da Foz, promovidas pelo Lions Clube, prosseguem com casa cheia.
Foto sacada, com a devida vénia, a João Russo.
domingo, 6 de maio de 2012
Os 118 anos do Museu da Figueira da Foz
Um dia de festa no MUSEU
O Museu Municipal Dr. Santgos Rocha, da Figueira da Foz assinalou festivamente o seu 118.º aniversário com uma série de realizações adentro do programa MAIO É MUSEU que vai prolongar-se até ao fim deste mês.
O Museu esteve aberto ao público (que acorreu em grande número) e, para além de momentos musicais que deram outra vida àquele espaço, registaram-se diversas intervenções explicativas, uma das quais, como se vê na primeira imagem, a do vereador da cultura, António Tavares, aproveitando o Dia da Mãe, para falar, junto de imagens religiosas dos séculos XIV e XVII, do simbolismo da maternidade.
Na segunda foto, uma atuação da academia de dança Kompassitos e, na última, os bolos de aniversário daquele importante departamento de cultura que honra a Figueira da Foz.
Um dia diferente no Museu
Maio é Museu
Hoje vai ser um dia diferente no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz.
Integrado na programação de MAIO É MUSEU, o dia vai ali ser preenchido de forma a interessar os figueirenses e não apenas.
15 horas: ORQUESTRA LIGEIRA DO CRAS (Centro Recreativo Atlético Santamarense), em frente ao Museu.
15h30: UMA PEÇA DOIS COMENTÁRIOS - Santas Mães - Comentadores, o presidente da câmara municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, e o vereador do pelouro da cultura, António Tavares. Uma forma de assinalar o Dia da Mãe, na sala de escultura religiosa.
15h45: MOMENTO DANÇADO, pela ACADEMIA KOMPASSITOS, que na semana transata obteve enorme êxito na sua festa anual.
16 horas: PEÇAS COMENTADAS:
Máquina fotográfica estereoscópica e visor (Guida Ferreira e José Santos Silva, do Arquivo Fotográfico Municipal)
Fole de ferreiro e tubeiras para insuflação (Ana Ferreira e Ana Paula Cardoso) - Sala de Etnografia Africana
Judite com a cabeça de Halofernes (Manuela Silva e João Ricardo) - Sala de escultura religiosa
Obra selecionada de Cunha Rocha (António Cunha Rocha)
.
Na foto, um aspeto da entrada do Museu e Biblioteca Municipais da Figueira da Foz
Maestro nasceu há 132 anos
Museu da Figueira
recorda David de Sousa
A Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz, através do Museu Municipal Santos Rocha, onde se conserva uma parte do seu valioso espólio, recorda a figura de David de Sousa no 132º aniversário do seu nascimento.
Informa-se ainda que hoje, domingo, pelas 16h00, na Antena 2, o programa do Maestro António Ferreira será dedicado a este músico figueirense. O programa será repetido a 11 de maio, às 23h00.
Nas imagens, fotos de elementos do espólio de David de Sousa, expostos no Museu: o violoncelo e a fotografia do maestro, e as batutas utilizadas pelo autor da Rapsódia Eslava.
sábado, 5 de maio de 2012
SANTAS MÃES NO MUSEU
Este domingo no Museu Dr. Santos Rocha
O Museu Municipal da Figueira da Foz associa-se às comemorações do Dia da Mãe, um dos elementos do programa MAIO É MUSEU que está a decorrer naquele estabelecimento municipal de cultura, que assinala 118 anos de existência.
Assim, pelas 15h30, o presidente do município figueirense, João Ataíde e o vereador da cultura, António Tavares, terão uma conversa pública comentando a peça de escultura religiosa SANTAS MÃES.
Na edição de amanhã PRESENTE, apresentará o programa completo deste dia 6 de maio naquele departamento cultural.
David de Sousa no Museu
NO ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO
DE DAVID DE SOUSA
Excecionalmente dotado, aos 9 anos inicia-se no solfejo e no
canto na Escola da Sé Patriarcal em Lisboa, e aos 20 tem já ocurso de
violoncelo, com prémios, do Conservatório Real de Lisboa.
Entre 1908 e 1910, aparece como violoncelista de orquestra
em Inglaterra, na Áustria Imperial e na Rússia. Data desse tempo o seu primeiro
êxito como compositor: a célebre “Rapsódia Eslava”.
Em 1911, volta à Inglaterra para actuar em Londres, onde
torna mais tarde, como solista e maestro, pelo menos em 1914 e 1917. A partir
de 1913,porém, é no seu país natal que procura realizar-se.
Na música foi David de Sousa o maior vulto figueirense e um
dos maiores vultos nacionais: além de violoncelista e compositor de grande talento,
foi também um notável professor de música e maestro excepcional.
A Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz ,através
do Museu Municipal Santos Rocha, onde se conserva uma parte do seu valioso
espólio, recorda a figura de David de Sousa no 132º aniversário do seu nascimento.
Informa-se ainda que amanhã, dia 6 de maio, pelas 16h00, na Antena
2, o programa do Maestro António Ferreira será dedicado a este músico
figueirense. O programa será repetido a 11 de maio, às 23h00.
Dia de feira
FEIRA DE ANTIGUIDADES
Já começa a inserir-se no elenco das tradições. Hoje, sábado, decorre na Figueira da Foz, no Jardim Municipal, a Feira de Antiguidades que reune vendedores de diversos pontos do país que, assiduamente, se deslocam à Figueira para comercializarem produtos das mais variadas espécies.
Maio, um mês de cultura na Figueira da Foz
O Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz, prossegue com o programa estabelecido para este mês de maio, oferecendo mais cultura à comunidade.
Até ao dia 26 o público vai ter oportunidade de estabelecer um mais íntimo contacto com aquele estebelecimento que enobrece a Figueira.
Para hoje, sábado, está marcado para o período das 14 às 17 horas, no Núcleo Museológico do Sal, na Murraceira, um ATELIER DE EXPRESSÃO CORPORAL E DRAMÁTICA. (10 euros por participante)
sexta-feira, 4 de maio de 2012
DIA DA EUROPA na Biblioteca da Figueira da Foz
O Dia da Europa começou a ser assinalado na Biblioteca
Municipal, em colaboração com o INTEP da Figueira da Foz, no dia 02 de maio.
Esta foi mais uma atividade realizada no âmbito da parceria
cultural estabelecida entre o INTEP e o Município da Figueira da Foz, que
decorre pelo terceiro ano consecutivo envolvendo as duas entidades numa
dinâmica de partilha e colaboração. Alunas do Curso Técnico de Apoio à Infância
daquela escola vieram trazer à Biblioteca Municipal uma ação educativa para
alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico. A União Europeia, os seus países e a sua
história, foram temas explorados também através de um jogo em que todos
participaram.
Alunos do 3º ano de escolaridade da Escola do 1º CEB Rui
Martins, participaram na iniciativa acompanhados pela professora.
O pensamento do dia
"Muitas pessoas são bastante educadas para não falar com a boca cheia, porém não se preocupam em fazê-lo com a cabeça oca."
Orson Welles
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A frase
Maio é Museu na Figueira da Foz
Imprensa visita
Museu da Figueira da Foz
Aplaudimos, de pé, a iniciativa do centenário Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz, não só pela sua adesão ao programa MAIO É MUSEU, mas porque o departamento responsável por esta instituição figueirense deu a conhecer à comunicação social as suas reservas onde se guardam, devidamente catalogadas, milhares de peças que fariam inveja a qualquer departamento museológico do país e não só.
Lamentavelmente, uma percentagem descomunal dos figueirenses não conhece o Museu criado pelo arqueólogo Santos Rocha.
Daí o apelo, esta manhã feito pelo vereador do pelouro da cultura, António Tavares, no sentido de que seja efetuada uma divulgação mais lata daquele estabelecimento museológico, para que muitos mais possam visitar um acervo de grande valia histórica.
É que no Museu há história. História longa que o departamento de cultura municipal da Figueira da Foz quer contar aos figueirenses e visitantes de todo o país.
Foi uma visita às catacumbas do Museu, onde peças de raro valor aguardam a sua oportunidade de subirem à sala de visitas.
Vários foram os intervenientes na sessão matutina, explicando pormenorizadamente os valores guardados no Museu. A imprensa foi recebida e ouviu atentamnente as explicações de vários responsáveis, entre os quais o vereador do pelouro da cultura, António Tavares, Margarida Perrolas, chefe da divisão de cultura, Ana Ferreira, técnica superior do Museu (foi diretora dos Museus Nacionais de Castelo Branco e Aveiro), Ana Paula Cardoso e Armando Nascimento, outros dos técnicos superiores daquele estabelecimento cultural que honra a Figueira da Foz.
Foi apresentado detalhadamente o programa que vai decorrer até ao final deste mês, e que, no respeitante aos próximos dias, inclui no sábado um ateliê de expressão corporal e dramática, e no domingo, entre outros, uma série de eventos, a saber: "Vem colecionar os cromos do museu", Orquestra ligeira do Centro Recreativo Atlético Santamerense, Uma peça dois comentários (João Ataíde e António Tavares) e momento dançado pela Academia Kompassitos.
A seu tempo iremos divulgando a programação estabelecida.
Nas fotos, imagens da visita desta manhã.
Ronaldo repetente
Assim festejou Ronaldo o título espanhol
Cristiano Ronaldo mais uma vez se lembrou de Bordalo Pinheiro e imitou o gesto do Zé Povinho na comemoração do título espanhol conquistado pelo Real Madrid, orientado pelo português José Mourinho.
Nesta atitude, Ronaldo é repetente, pois já a tinha assinado na Bósnia. Uma forma bonita e elegante de manifestar o seu contentamento... à portuguesa!!!
Claro que, lamentavelmente, há-de haver muito "desportista" a aplaudir a ação do jogador...
Foto in FUTEBOL ÊXTASE.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Kompassitos brilham no Casino
KOMPASSITOS DE PARABÉNS
Dayamira Garcés mereceu bem
o ramo de flores que lhe foi oferecido
O salão de festas do Grande Casino Peninsular, na Figueira da Foz, esgotou a lotação e o público não regateou aplausos a um espetáculo de grande categoria proporcionado pela Academia de Dança OS KOMPASSITOS.
Inundações na Figueira da Foz
A imagem do dia
Será que choveu tanto que a Avenida de Espanha ficou no estado que a imagem mostra?...
(Imagem captada às 18 horas de hoje)
Os Kompassitos vão ao Casino
“Era uma vez na Biblioteca”, é o título do espetáculo que a
Academia de Dança “OS KOMPASSITOS”, sob a direcção de Dayamira Garcés, vai
apresentar hoje, quarta-feira, pelas 19h30, no Casino Figueira.
O pensamento do dia
terça-feira, 1 de maio de 2012
Sociedade de consumo
Celebrar o 1.º de Maio
com inovação...
(Clicar para ampliar)
Não foi necessária publicidade tradicional. A notícia correu célere no país e a Figueira da Foz não ficou de fora.
Três grandes superfícies comerciais da mesma empresa (S. Julião, Buarcos e Tavarede) foram literalmente invadidas durante todo o dia no intuito de aquisição de produtos por metade do preço. A confusão generalizou-se! Os espaços foram fechados muito antes da hora prevista, sendo afixados avisos informando que os estabelecimentos estavam encerrados por motivo de dificuldades de circulação dentro das lojas.
As pessoas que se vêem na imagem (junto à loja de Tavarede) estiveram longas horas da parte de fora sem possibilidades de acesso e foram para casa com as mãos a abanar...
Foi um autêntico pandemónio que necessitou de intervenção policial.
Uma forma diferente de celebrar o 1.º de Maio.
Manhã folclórica no 1.º de maio
Tem sido uma manhã folclórica, apesar da chuva não ter permitido maior brilho às manifestações populares.
O Rancho das Cantarinhas de Buarcos, o mais internacional dos agrupamentos folclóricos figueirenses, foi um dos que deram o exemplo. Antes da chuva amainar, o Rancho deu largas à sua alegria no átrio do Caras Direitas.
1.º de maio na Figueira da Foz
Viver Maio
O mês de Maio e, particularmente o seu
alvorecer, sempre despertaram sentimentos profundos, dividindo-se entre
manifestações lúdicas e revolucionárias.
No
caso de Portugal, por arrastamento de princípios defendidos internacionalmente
por trabalhadores insatisfeitos, estes, com maior ou menor calor, consoante a
liberdade concedida e por vezes com resultados pouco consentâneos com os seus
propósitos face às dificuldades impostas pelo regime então vigente, sempre
procuraram manter acesa a chama de Maio, aproveitando a oportunidade para
demonstrar o seu sentimento de revolta por condições de trabalho impostas.
Por
outro lado, relacionando a data com o caracter climatérico da época, em que as
flores trazem consigo um cenário diferente, colorido e alegre, também os
cantares do povo transportaram, ao longo dos tempos, uma sinfonia eivada de
tons característicos. É que Maio contém, em si, uma mística sui generis,
pejada de tradições, de cheiros e sabores a Primavera.
A
respeito desta época especial do calendário, dizia o escritor figueirense
Carlos Sombrio em 1935: “A sensibilidade humana entende de tal maneira o
encantamento que dimana de Maio, essa alegria misteriosa que perpassando
através dos segredos da Natureza e da sua fecundidade amorosamente renovada
nessa fase, que esse mês lhe traz uma inquietação estranha – como se sentisse o
renascimento de novos sonhos precursores de vibrações desconhecidas”.
É
certo que no que diz respeito à Figueira da Foz, a tradição já não é o que era,
porque os tempos mudaram e o modus vivendi da juventude transformou-se
radicalmente e só alguns empurrões oficiais, ao invés da espontaneidade de
outrora, vai fazendo recordar essas manifestações populares e culturais.
E
contam os mais antigos que nas manhãs do primeiro de Maio, a mocidade popular,
em ranchos multicores, elas com potes floridos, se deslocavam, entoando marchas
que enchiam os ares, até à fonte da Várzea – hoje desaparecida – “na sua
peregrinação amorosa”, enchendo o coração de votos para uma vida venturosa.
“Beber,
no alvor da madrugada do 1.º de Maio, água pura, gostosa e fresca, na fonte
milagreira da Várzea de Tavarede – é da tradição que fornece saúde, felicidade,
alegria e sorte – para o ano inteiro”, pode ler-se em Aspectos da Figueira
da Foz, da autoria de Maurício Pinto e Raimundo Esteves.
Na
outra área do reinado do primeiro de Maio, este é o Dia Internacional do
Trabalhador, feriado nacional, agora gozado em inteira liberdade, consagração
que derivou da revolução de 25 de Abril de 1974. Nesse ano o dealbar do mês de
Maio foi celebrado no nosso país como nunca o fora anteriormente e a Figueira
da Foz não fugiu à regra, impondo-se com manifestações imponentes dum povo que,
pela primeira vez, se sentiu inteiramente liberto de amarras.
Mas
como não há bela sem senão, e o mundo político lá vai tentando dar a volta a
sentimentos com o seu tom de ingenuidade, o Dia do Trabalhador, comemorado no
ano que se seguiu à Revolução, foi marcado por confrontos partidários e
incidentes bastante graves.
Manifestações
em liberdade e uma tradição que está longe de corresponder aos primórdios da
sua instituição, marcarão, certamente, mais uma data que pouco mais será do que
o arrancar mais uma folha do calendário.
Mas
a Primavera resplandece.
Aníbal José de Matos
Nota: Na foto, manifestações do 1.º de maio de 1974, vendo-se, em primeiro plano, uma figura incontornável da luta pela democracia: Cristina Torres.
Aníbal Correia de Matos
1 de maio de 2004
1 de maio de 2012
Completam-se hoje oito anos sobre o falecimento de meu Pai, Aníbal Correia de Matos.
Natural de Santa Comba Dão, onde nasceu a 6 de julho de 1915, veio para a Figueira da Foz com 11 anos de idade (20 de setembro de 1926), trabalhar para a tipografia Peninsular, propriedade de meu tio-avô, Joaquim Gomes d'Almeida, fundador do jornal O FIGUEIRENSE.
Tipógrafo e jornalista,viria a falecer, por ironia, exatamente no dia consagrado aos tipógrafos, o Dia do Trabalhador.
AJdeMatos
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