na Figueira da Foz
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Duarte Silva
O "recandidato" Duarte Silva também sabe e gosta de se divertir...
Esperamos pelo próximo Carnaval!!!
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(Desculpem a má qualidade da imagem mas a culpa é exclusivamente minha)
O pensamento do dia
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Dr. António Sotero

Esta nota vem inserida na NEWSLETTER dos vereadores do partido socialista, um assunto a que, oportunamente, me referi neste blogue e que mereceu uma série de e-mails e telefonemas de pessoas ligadas a este que foi um grande médico na Figueira da Foz.A situação actual é uma vergonha.
A referência dos vereadores do PS faz todo o sentido.
Figueira da Foz
quarta-feira, 22 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
Ramal da Figueira da Foz

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Em 5 de Janeiro deste ano, publiquei, como comentário à notícia do dia, o texto que se segue:
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"A partir de hoje, a circulação ferroviária no Ramal da Pampilhosa, desde a Figueira da Foz, foi interrompida, por alegadas razões de segurança.
A nota publicada pela REFER, salienta ainda que: "Os trabalhos de reabilitação, definidos de acordo com as necessidades actuais e previstas do Ramal, serão iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam".
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Digo eu: Todos sabemos que o ramal da Pampilhosa, a partir da Figueira, é um cadáver anunciado, pois há muito que é conhecido o princípio da parte da CP de que aquele percurso deve ser cancelado.
Daí que, esta dos trabalhos de reabilitação serem iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam, leva, quanto a mim, água no bico e, perdoe-se-me a desconfiança, serão (?) adiados sine-die.
Reparem: Agora é que se chegou à conclusão de que havia insegurança? Então por que não foram feitos os concursos atempadamente, para que os trabalhos fossem iniciados logo a seguir à indispensável interrupção da circulação?
São perguntas que, sinceramente, não sei que resposta terão.
Vamos aguardar, mas o que foi dito no passado, faz desconfiar...
É que, recorde-se, levantaram-se movimentos, na altura, quando foi anunciada a extinção da linha...
A nota publicada pela REFER, salienta ainda que: "Os trabalhos de reabilitação, definidos de acordo com as necessidades actuais e previstas do Ramal, serão iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam".
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Digo eu: Todos sabemos que o ramal da Pampilhosa, a partir da Figueira, é um cadáver anunciado, pois há muito que é conhecido o princípio da parte da CP de que aquele percurso deve ser cancelado.
Daí que, esta dos trabalhos de reabilitação serem iniciados tão cedo quanto a conclusão dos respectivos estudos e os procedimentos concursais o permitam, leva, quanto a mim, água no bico e, perdoe-se-me a desconfiança, serão (?) adiados sine-die.
Reparem: Agora é que se chegou à conclusão de que havia insegurança? Então por que não foram feitos os concursos atempadamente, para que os trabalhos fossem iniciados logo a seguir à indispensável interrupção da circulação?
São perguntas que, sinceramente, não sei que resposta terão.
Vamos aguardar, mas o que foi dito no passado, faz desconfiar...
É que, recorde-se, levantaram-se movimentos, na altura, quando foi anunciada a extinção da linha...
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A propósito, e corroborando este conteúdo, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sector Ferroviário, emitiu um comunicado de que destaco algumas passagens:
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"Esperamos que esta decisão de interromper a circulação não seja um “atestado de óbito” definitivo a este troço, amputado da Linha da Beira Alta, que foi uma das primeiras tentativas para o seu encerramento, que só a luta das populações e dos trabalhadores impediu"
"Não se pode aceitar que a CP e o Governo, se refugiem no serviço que hoje presta, que é mau e que leva à fuga de passageiros, para justificar o encerramento do serviço de passageiros neste ramal."
"Que as obras de recuperação e renovação da linha se precedam rapidamente e que o encerramento provisório não se torne em definitivo. Este ramal faz falta às populações da região e, por isso, devem ser melhoradas as suas condições."
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Passaram-se oito meses e aí estão as fotografias actuais duma "sepultura" a céu aberto...
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Magenta
Dólmen das Carniçosas
Imagens da minha terra
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O Dólmen das Carniçosas é o monumento megalítico, situado no cume da Serra da Brenha (Figueira da Foz), melhor conservado de umas necrópoles pertencente ao Período neolítico. No final do século XIX, ano de 1898, foi adquirido pela sociedade Arqueológica da Figueira e protegido com um muro. No ano de 2001 a câmara Municipal retirou o muro que protegia o dólmen que foi classificado como Monumento Nacional.
O pensamento do dia
domingo, 19 de julho de 2009
Efemérides
19 de Julho de 1780
Em reunião da Câmara Municipal da Figueira da Foz foi deliberado adquirir pano preto para as capas destinadas aos Alcaides da Vila (Alcaides da Vara), funcionários que "tinham por missão prender e penhorar, sob ordens emanadas do magistrado superior da região" e que não tinham posses nem recebiam proventos suficientes para se apresentarem com fatos decentes em todos os actos públicos a que eram obrigados a comparecer.Segundo Maurício Pinto, as capas foram feitas de molde a servirem para todos os alcaides, altos ou baixos, magros ou gordos, que viessem substituir mais tarde os daquela época.
No Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira, podem ser vistas algumas dessas capas.
Porque hoje é domingo
sábado, 18 de julho de 2009
Autárquicas 2009
E eu voto em ...


Opinião
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Nunca fui político na verdadeira acepção do termo, nem minimamente me vanglorio de ter, algum dia, pertencido a qualquer partido político.
Mesmo no tempo do regime chamado de ditadura, recusei-me (e não fui penalizado por isso) a ser associado da chamada União Nacional.
O meu nome constava da PIDE (o que criou algumas dificuldades familiares) mas apenas e tão-somente como desportista (atirador) e dirigente.
Mas, naturalmente que, como cidadão, tenho o direito de me pronunciar sobre a actualidade política local – refiro-me à Figueira da Foz – e, neste blogue muito pessoal, emitir a minha opinião sobre o que penso das próximas eleições autárquicas.
Neste momento, como já tive oportunidade de o referir, existem sete candidaturas à presidência da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Independentemente de aqui revelar o meu sentido de voto – espero que estas notas não o tornem implícito – considero que há três nomes que se perfilam como prováveis ocupantes do lugar, se bem que um, pelo que direi seguidamente, me apareça definitivamente afastado desse posto.
Daniel Santos, no seu movimento Figueira 100%, reúne fortes probabilidades de triunfar, porque arrasta consigo um número considerável de apoiantes pela pessoa que é e pelo que poderá representar de oposição ao actual presidente.
É uma pessoa séria, com profundos sentimentos humanos, irradia simpatia, e, tanto quanto sei, é figueirense.
Foi, digamos, delfim de Santana Lopes (atribui-se-lhe, e com verdade, a célebre frase de que Santana então presidente, era “omnipresente”, mas a resposta foi um acto de ingratidão que o levou a abandonar o cargo que desempenhava de vice-presidente.
Tem um programa, todo ele dedicado à Figueira e seu concelho, e reúne apoiantes de todos os partidos e estratos sociais.
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Duarte Silva (PSD) é o candidato da continuidade. Mas de quê? Dizem as más- línguas que ele, na realidade, não é quem dirige os destinos do concelho, mas, sim, eternamente porta-voz e porta-posição de quem se esconde por detrás da cortina com interesses (in)confessáveis, com prejuízo dele próprio.
Dir-se-á que “nem aquece nem arrefece”, mas também é figueirense e ama a sua terra. Talvez que más influências o desviem dos caminhos que a sua mente não concebe.
.
Resta-me falar de Silvina Queiroz. É figueirense, deputada municipal, mas traz consigo a desdita (?) de pertencer a um partido que ainda provoca medos e não concilia acções com devoções.
É uma pessoa extremamente séria, honesta nas suas convicções, princípios e intenções, mas perde exactamente pelas razões atrás apontadas.
Fosse ela candidata por outro partido ou qualquer movimento, e não tenho dúvidas de que a Figueira teria em Silvina Queirós uma excelente presidente do município.
Quanto aos outros, sem desprimor para as suas personalidades, estão, à partida, afastados da cadeira do poder. Marcam a sua posição mas poucos acreditarão neles por razões que não é oportuno invocar mas quase todos conhecem.
E o meu voto vai para…


Opinião.
Nunca fui político na verdadeira acepção do termo, nem minimamente me vanglorio de ter, algum dia, pertencido a qualquer partido político.
Mesmo no tempo do regime chamado de ditadura, recusei-me (e não fui penalizado por isso) a ser associado da chamada União Nacional.
O meu nome constava da PIDE (o que criou algumas dificuldades familiares) mas apenas e tão-somente como desportista (atirador) e dirigente.
Mas, naturalmente que, como cidadão, tenho o direito de me pronunciar sobre a actualidade política local – refiro-me à Figueira da Foz – e, neste blogue muito pessoal, emitir a minha opinião sobre o que penso das próximas eleições autárquicas.
Neste momento, como já tive oportunidade de o referir, existem sete candidaturas à presidência da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Independentemente de aqui revelar o meu sentido de voto – espero que estas notas não o tornem implícito – considero que há três nomes que se perfilam como prováveis ocupantes do lugar, se bem que um, pelo que direi seguidamente, me apareça definitivamente afastado desse posto.
Daniel Santos, no seu movimento Figueira 100%, reúne fortes probabilidades de triunfar, porque arrasta consigo um número considerável de apoiantes pela pessoa que é e pelo que poderá representar de oposição ao actual presidente.
É uma pessoa séria, com profundos sentimentos humanos, irradia simpatia, e, tanto quanto sei, é figueirense.
Foi, digamos, delfim de Santana Lopes (atribui-se-lhe, e com verdade, a célebre frase de que Santana então presidente, era “omnipresente”, mas a resposta foi um acto de ingratidão que o levou a abandonar o cargo que desempenhava de vice-presidente.
Tem um programa, todo ele dedicado à Figueira e seu concelho, e reúne apoiantes de todos os partidos e estratos sociais.
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Duarte Silva (PSD) é o candidato da continuidade. Mas de quê? Dizem as más- línguas que ele, na realidade, não é quem dirige os destinos do concelho, mas, sim, eternamente porta-voz e porta-posição de quem se esconde por detrás da cortina com interesses (in)confessáveis, com prejuízo dele próprio.
Dir-se-á que “nem aquece nem arrefece”, mas também é figueirense e ama a sua terra. Talvez que más influências o desviem dos caminhos que a sua mente não concebe.
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Resta-me falar de Silvina Queiroz. É figueirense, deputada municipal, mas traz consigo a desdita (?) de pertencer a um partido que ainda provoca medos e não concilia acções com devoções.
É uma pessoa extremamente séria, honesta nas suas convicções, princípios e intenções, mas perde exactamente pelas razões atrás apontadas.
Fosse ela candidata por outro partido ou qualquer movimento, e não tenho dúvidas de que a Figueira teria em Silvina Queirós uma excelente presidente do município.
Quanto aos outros, sem desprimor para as suas personalidades, estão, à partida, afastados da cadeira do poder. Marcam a sua posição mas poucos acreditarão neles por razões que não é oportuno invocar mas quase todos conhecem.
E o meu voto vai para…
até breve!!!
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