sexta-feira, 23 de maio de 2014
O pensamento do dia
“A diferença entre a moral e a política
está no facto de que, para a moral, o homem é um fim, enquanto que para a política
é um meio. A moral, portanto, nunca pode ser política, e a política que for
moral deixa de ser política."
Pío Baroja y
Nessi (1872 – 1956). Escritor espanhol.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
A Figueira e o mês do coração
Intensa atividade (caminhadas, danças, ioga, palestras, etc,) preenchem, na Figueira da Foz, o programa designado como MÊS DO CORAÇÃO. ora a decorrer, e que tem como objetivo a sensibilização para normas de vida saudáveis.
Teatro no CAE da Figueira da Foz
Jornadas de Teatro Amador
Encerramento por... profissionais
O Teatrão, companhia profissional de teatro de Coimbra, estará presente no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, no próximo dia 1 de junho, após a cerimónia de encerramento das 37.ªs Jornadas de Teatro Amador, levando à cena "As Extraordinárias Aventuras do Urso Polar e da Raposa do Deserto", com base nas fábulas A Raposa e os Ovos e O Mestre dos Ursos.
A peça é encenada por Ricardo Correia e interpretada pro Inês Mourão e Nuno Carvalho.
PARAMILOIDOSE
Figueira associa-se à campanha
Até ao próximo dia 30 de Junho, encontra-se a
decorrer a Campanha de Sensibilização Pública sobre a Paramiloidose – Pés para
Andar, uma iniciativa da Associação Portuguesa de Paramiloidose, com o apoio
dos Laboratórios Pfizer.
A Câmara Municipal da Figueira da Foz apoia e
associa-se a esta campanha, pois a paramiloidose “é rara, mas pode estar
mesmo ao pé de si”!
Portugal é o país com maior incidência da doença no
mundo, por isso
informe-se e divulgue.
Mais informações em www.paramiloidose.com
ou em https://www.facebook.com/PesParaAndar
O contacto pode ser feito pessoalmente:
Núcleo da Associação Portuguesa de Paramiloidose da
Figueira da Foz
Rua Vasco da Gama, n.º 124 (instalações da Unidade de
Saúde)
Figueira da Foz
Contactos – 914355348/966758950.
Atendimentos de doentes e suas famílias – quartas, das
15h00 às 17h00.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
Homenagem
Madalena Iglésias
na Figueira da Foz
No próximo sábado, 24
de Maio, no Casino da Figueira da Foz, pelas 21,30 horas, vai realizar-se um
espetáculo de homenagem a um dos grandes nomes da canção portuguesa da década
de 60, que percorreu Mundo, pisou por inúmeras vezes os palcos do Casino da Figueira, representou
Portugal na “Eurovisão”, em 1966, com a canção “Ele e Ela”, participou em
diversas edições do saudoso “Festival da Canção da Figueira da Foz” e é detentora
de uma vasta discografia.
Trata-se de uma grande
figura reconhecida internacionalmente: Madalena Iglésias.
Efemérides
Assaltado o Banco de Portugal,
na Figueira da Foz
Palma Inácio (falecido em 14 de julho
de 2009), adversário do regime salazarista, protagonizou (foi o chefe da
missão), em 1967, o maior assalto alguma vez praticado em Portugal.
Aconteceu na Figueira da Foz, a 17 de
maio de 1967, na dependência do Banco de Portugal, situado na Praça General
Freire de Andrade.
A Figueira andou pelas bocas do
mundo. Os assaltantes cortaram "todas" as vias telefónicas,
"esquecendo-se" das do caminho de ferro, por onde eu, na altura
correspondente do Comércio do Porto, enviei pouco depois a notícia que... a
censura cortou!!!
Palma Inácio viria, mais tarde, a dar
uma conferência no pavilhão do Liceu Figueirense (atual Escola Joaquim de
Carvalho), onde deu conta dos pormenores da façanha.
Foi, na ocasião, atribuída a Salazar,
segundo o Diário de Notícia, esta frase relativa ao acontecimento:
"Ainda em 1967 bandidos
comunistas assaltam a dependência do Banco de Portugal na Figueira da Foz e
fogem com o dinheiro, que não é pouco. Mas o que é que andam a fazer a PIDE e a
GNR e a PSP? Até essas forças já me falham?"
O revolucionário e militante de base
do Partido Socialista Hermínio da Palma Inácio, que já se havia celebrizado
pelo primeiro desvio político de um avião (1961) e pelo assalto ao Banco de
Portugal, faleceu vítima de cancro.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
Para a história da Figueira da Foz CCLXXIII
O pelourinho
O pelourinho da Figueira da Foz,
na sua anterior localização
O pelourinho da Figueira da Foz foi, erigido em 1782, situou-se até 1932 a norte da Praça do Comércio, hoje designada por Praça General Freire de Andrade, mas ainda por muitos conhecida como Praça Velha.
Na foto, aquele "emblema" figueirense, na sua anterior localização.
Quando, em 1932, com a Câmara Municipal sob a presidência de José da Silva Fonseca, o pelourinho foi transferido para o centro da referida Praça, na sua base foram encontradas moedas da época da sua construção, as quais se encontram expostas no Museu Municipal Santos Rocha.
Na base do pelourinho, declarado monumento nacional em 16 de junho de 1910, foram então, aquando da sua deslocação, depositadas moedas de ouro e prata que circulavam na altura.
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Misericórdia inaugura clínica
Esta sexta-feira decorre, na cidade da Figueira da Foz, a inauguração do Centro Clínico da Misericórdia - Obra da Figueira, que será explorado pelo médico Pedro Santos, empreendimento que se destina a toda a população.
A instituição que acolhe o centro clínico, resultou da fusão (1976)da Santa Casa da Misericórdia da Figueira da Foz, criada em 1839, com a Obra da Figueira, fundada em 1904.
Teatro figueirense
Pateo das Galinhas na final
Esta sexta-feira, o
Páteo das Galinhas - Grupo Experimental de Teatro da Figueira da Foz
apresenta "O Hotel", no pequeno auditório da Culturgest,
Lisboa, inserido no Projeto PANOS: Palcos Novos Palavras Novas.
Com texto de Gonçalo M. Tavares e encenação de Júlio Sousa Gomes, e
participação de 9 jovens dos 14 aos 18 anos da classe jovem de teatro do Pateo
das Galinhas, O Hotel retrata com precisão geométrica um mundo
opressivo com regras e costumes feitos de bocados do nosso mundo e da sua
História. Há meninos que fazem de cães, lutas entre cegos, loucura e
desemprego, tratamentos médicos que travam e aceleram. E no centro de tudo um
hotel que, como o próprio texto, tem várias salas, entradas e buracos.
Os PANOS juntam a nova
escrita para teatro ao teatro que é feito nas escolas ou por grupos juvenis.
Pela nona vez, mais de trinta grupos de todo o país encenaram uma das três
peças oferecidas (escritas de propósito para serem representadas por
adolescentes): dois originais portugueses e um texto traduzido do Connections,
programa do National Theatre de Londres em que os PANOS se inspiram.
O Páteo das Galinhas
foi um dos 6 grupos selecionados para a a presentação final que decorrerá nos
palcos da Culturgest nos dias 16, 17 e 18 de maio.
5.ªs de Leitura na Figueira
Esta noite, na Biblioteca
HOJE,
quinta-feira, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal, o autor, acompanhado por
Cecília Andrade, representante do Grupo Editorial Leya/D. Quixote, irá
apresentar ao público figueirense “Gente Feliz com Lágrimas”, que celebra 25 anos de publicação.
“Gente Feliz com Lágrimas” é um livro que apaixonou várias gerações de leitores
e que conquistou cinco importantes prémios literários – Grande Prémio de
Romance e Novela da APE, Prémio Fernando Namora, Prémio Eça de Queiroz, Prémio
Livro do Ano Antena Um e Prémio Internacional Cristóvão Colombo.
Romance
de uma família que se desfaz e refaz pelas paragens onde a levam os bons e maus
augúrios que motivam a sua dispersão, é uma saga que irresistivelmente arrasta
o leitor ao longo de cinco mundos, vividos e pensados através da obsessiva
busca da felicidade que move os seus protagonistas. “Gente Feliz com Lágrimas”
foi adaptado a televisão para a RTP, numa série de cinco episódios dirigida
por José Medeiros, e ao teatro por João Brites, para o grupo «O Bando».
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Contraponto no Museu da Figueira da Foz
A festa do MAIO É MUSEU prossegue. Entre outras iniciativas da Divisão
de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz, destacamos, no próximo
sábado, a partir das 21h30, a atuação do Coro de Câmara CONTRAPONTO.
Criado em 2012 por um grupo de 17 jovens, formados na Academia de Música de
Viana do Castelo, Contraponto
é um dos projetos mais surpreendentes e estimulantes da atualidade portuguesa,
na área da música vocal.
Normalmente sem apoio
instrumental, os Contraponto apresentam-se a capella, recriando temas de
variados estilos, da clássica ao jazz e à pop. Têm na sua formação cantores
contralto, sopranos, tenores, baixos e percussão de voz.
Contraponto oferece momentos em que a beleza e a
harmonia das vozes, unidas à atmosfera sui generis do(s) espaço(s) onde
atuarão, transportam o ouvinte a uma dimensão quase mágica de elevação,
relaxamento e espiritualidade.
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