sexta-feira, 22 de maio de 2009

Magalhães, Magalhães


"Todos os programas ligados ao Plano Tecnológico da Educação, do qual o Magalhães é o mais emblemático, estão em causa. Para a Comissão Europeia, o Governo português não agiu de modo transparente, porque as empresas foram tratadas de modo desigual."
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In "SOL" on line.
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Ora aí está a nova tecnologia por caminhos sinuosos. Mas isto causa admiração a alguém?

CARACOIS

Já tínhamos a Festa da Sardinha, a Festa do Bacalhau, a Festa dos Mariscos, a Festa do Sável e da Lampreia, a Feira das Antiguidades, a Feira do Livro, a Feira de S, João, etc. etc, e agora aí está uma novidade: "A FEIRA DO CARACOL", evento único em Portugal, como se lê no cartaz de divulgação e que ora reproduzo.
Recomendo que, como música de fundo, se ouça a voz de Amália em "São caracóis, são caracolitos..."
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Atenção, para que não haja confusões: Esta publicidade é gratuita e não espero que me convidem para comer caracois, porque não aprecio...

Figueira da Foz


O pensamento do dia


PRESENTE

Nas últimas 72 horas, PRESENTE registou 595 visitas.
Obrigado. Para um blogue despretensioso, as portas continuam escancaradas.
Agradeço os comentários e solicitações que têm sido feitas por e-mail, e aos quais tenho procurado corresponder.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Futebol e Política

Na recente tertúlia realizada no Casino da Figueira, com a presença de Hermínio Loureiro, Carlos Daniel, ojo rnalista e moderador, teve uma expressão que, por corresponder inteiramente à verdade, ora me ocorreu.
Diria mesmo que há muito tempo não ouvia uma verdade tão... verdadeira.
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Dizia então Carlos Daniel que, quando a um político não lhe agrada o que determinado órgão da comunicação referiu a seu respeito, este entra em contacto com o jornalista, e convida-o para um almoço tendo em vista aclarar a situação expressa.
Em contrapartida, no futebol, quando tal acontece em relação ao seu clube, os responsáveis ou outros, optam por insultar, ameaçar, por exemplo, com a proibição de entrada nos diversos recintos desportivos, etc. etc.
Não sendo um grande admirador dos políticos da nossa praça, penso que Carlos Daniel disse uma verdade insofismável.
Há, realmente, uma diferença.
Apenas uma questão de mentalidades.

Para a história da Figueira da Foz CLXXV


Reprodução da medalha (face e verso) dedicada à Figueira da Foz (Câmara Municipal, brasão e pelourinho), que me foi oferecida pelo seu autor, o meu Amigo David Pereira de Oliveira, de Santa Comba Dão. (1981)


Figueira da Foz






Apacible remanso de paz
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Parques y jardines de Figueira da Foz.
Extraños caprichos de vidiera aureolados
De penumbra, y al anochecer, fantástica
Danza de luces y sombras cuando el Aire agita
Las ramas frondosas de los árboles.
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Que gran encanto encontre en los Parques y Jardines de Figueira da Foz.
Aire puro, belleza y luz vivificadora para el cuerpo,
Descanso y alivio para el alma.
Onduladas alamedas.
Primorosos jardines.
Oasis delicioso en el que descansar del ajetreo abrumador
De la vida urbana… coreada por mil ruídos.
Deliciosos rincones que invitan al ensueño.
Riconcitos floridos que guardan los parques para sus “íntimos”
Para los que en él buscan esparcimiento y reposo.
He aqui el lugar elegido para mi reposo… tan solo unos dias.
Recuerdo que ele sol primaveral hundía sus rayos de oro
Entre el follage, dibujando círculos de luz aureolados
De penumbra.
Yo contemplaba distraído los caprichosos contornos
De las sombras y me deleitaba por el paseo que circunda
La playa, leyendo los poemas de Joan de Barros, mientras
Llegaban a mis oídos el bullicio de la grey infantil
Que jugaba alegre en los jardines.
Sus risas y gritos, como brisa apacible, agitaban
Las dormidas aguas del hondo lago de mi admiración y me prometi
Anotar aquella maravillosa estampa en el albun de los recuerdos.
Figueira da Foz, yo te prometo que volveré a visitarte
Com más detenimiento!.
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Conejero Alcaraz José

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Este, o segundo dos textos que me enviou o poeta de Irun, Conejero José Alcaraz, recordando uma das suas visitas à Figueira da Foz, cidade de que ficou enamorado.

Figueira da Foz

Rua dos
Ferreiros
fechada mais
6 meses


A PARANOVA, empresa de
reabilitação urbana que junta
capital privado com capital
camarário, solicitou à Câmara
a interrupção por mais seis
meses da rua dos Ferreiros. A
rua, que esteve interrompida
por um ano, vai agora ficar mais
seis meses sem trânsito, o que
traz sérios prejuízos às
empresas ali instaladas – uma
gráfica e uma loja de moveis –
bem como aos moradores.
A PARANOVA, que usufrui
isenção de taxas devido ao seu
objecto social, se tivesse que
pagar taxas de ocupação do
espaço público, já teria que ter
pago cerca de 20 mil euros.

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In NEWSLETTER, emitida pelos vereadores do partido socialista da Câmara Municipal da Figueira da Foz

Para a história da Figueira da Foz CLXXIV

Buarcos (Figueira da Foz) teve, contígua, outra povoação que também foi sede de concelho, designada, de início, Emide, e, mais tarde, Redondos.
As duas localidades viriam a fundir-se numa só, que passou a designar-se unicamente Buarcos, por acordo de ambos os municípios datado de 11 de Outubro de 1794.
Buarcos ficou, assim, com dois pelourinhos, (uma situação de algum modo sui generis, o de Cima e o de Baixo, que eram ex-libris das duas vilas.
Na foto, o pelourinho de Redondos (actualmente designado por pelourinho de cima), situado no Largo de Redondos, como recordação da localidade então assim designada.


O pensamento do dia

Um cavalo nunca corre tão rápido quanto corre quando tem outros para acompanhar e superar.
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Ovídio

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Figueira da Foz









De Irun (Espanha)
para Figueira da Foz (Portugal)






Figueira da Foz entro em mi lira
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Yo no te conocía pero ahora, al verte,
Imagino que siempre voy a quererte.
Admiré tus bellezas com embeleso
Y mentalmente a todas… les doy
Um beso.

-
Lentamente se acerca la noche refrescando los ardores diurnos.
Una calma suave y colorista pasa sobre mi alma, cual música inefable, plena de armonia.
Sobre mi frente roza un eco de espíritu inquieto
Vibrando en escala levemente estremecida…
Y una nota aguda de verso naciente estimula mi inspiración em vuelo cadencioso.
En la distancia suprema una voz, como un soplo impetuoso,
Pasa acariciando el verdín de tus prados y flota como la espuma
Sobre el piélago inmenso de tu inmenso Océano.
-
Me siento a meditar a la orilla del mar… - Esse mar
Tan bellamente cantado por Joán de Barros – y escucho apaciblemente
Las canciones del bosque y el genio blanco y alegre
De un crepúsculo primaveral que dejará en mi alma un recuerdo imperecedero…
A los lejos se oye el murmúrio de las olas, mientras
La noche se precipita dejando caer su negro velo
Sobre los maravillosos paisajes de Figueira da Foz, saturados
De sol y de belleza.
-
Yo he de volver a verte…
Te lo prometo!
Com esta decisión… me planteo
Un reto!
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José Conejero Alcaraz
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Esta, uma de três peças pejadas de poesia que, há anos, me foram enviadas por Conejero Alcaraz, residente em Irun (Guipuzcoa - Espanha) e que, por razões que não vêm ao caso, não foram publicadas na altura.
Tenho, agora, o maior prazer em o fazer, mostrando quanto a Figueira da Foz é inspiradora e querida por gentes do país vizinho.



Igreja Evangélica da Figueira da Foz

Este concerto está incluído na programação das comemorações do 108.º aniversário da Igreja Evangélica Presbiteriana da Figueira da Foz.

O pensamento do dia

A espécie de felicidade de que preciso não é tanto fazer o que quero, mas não fazer o que não quero.
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Rousseau

terça-feira, 19 de maio de 2009

David de Sousa


Tripela


Futebol


Futebol e Arbitragem

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O presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, Hermínio Loureiro, ressaltou, ontem à noite, no Casino da Figueira da Foz, o facto de que “em Portugal discute-se muito pouco futebol, pois as discussões são mais clubísticas do que futebolísticas”.

O responsável pelo futebol profissional falava durante uma tertúlia sobre futebol e arbitragem, organizada pelo Núcleo de Árbitros de Futebol da Figueira da Foz, que, deste modo, assinalou o seu 22.º aniversário.

Entre outras alusões à prática desportiva, concordou em que “precisamos todos de tratar melhor o futebol, referindo-se a todos os agentes envolvidos”.

Respondendo a questões colocadas, afirmou que “estamos mais preocupados em ver os erros dos árbitros, discutindo as coisas acessorias e esquecendo o jogo, o espectáculo”.

Teceu algumas considerações sobre a pouca afluência de público aos estádios, especificando algumas razões, entre as quais os horários dos jogos: “Para a próxima época haverá horários concretos e programação atempada”.

Ainda sobre a arbitragem e, particularmente, sobre a sua profissionalização, lá foi dizendo que, embora seja um assunto que está a ser estudado, “com a profissionalização não vão acabar os erros dos árbitros”.

Um dos temas abordados foi o dos salários em atraso, dizendo que “não se pode alterar estas situações dum momento para o outro”, acrescentando que “vamos procurar sistematicamente encontrar mecanismos para acabar com esta situação”.

Hermínio Loureiro não se esqueceu de abordar o futebol de formação, dizendo que “merece uma reflexão profunda”, salientando o papel que, nesse capítulo, em tempos foi desenvolvido por Carlos Queirós.

A tertúlia foi moderada pelo jornalista Carlos Daniel.

Figueira da Foz

FIGUEIRA DA FOZ (PORTUGAL) EM IMAGENS


Em cima, a fachada do Teatro Trindade, em Buarcos (Figueira da Foz), um emblema histórico, e em baixo a placa que assinala o facto de ali se situar a sede do União Foot-Ball de Buarcos, fundado em 1921, com sede própria, pela compra do edifício, desde 1979.




O pensamento do dia

A primeira metade da vida passa-se a desejar a segunda; a segunda, a recordar a primeira.
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A. Karr

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Figueira da Foz

Jorge Traqueia Bracourt nasceu em Buarcos (Figueira da Foz), em 3 de Abril de 1918, falecendo no Lar Silva Soares, na Figueira da Foz, a 22 de Fevereiro de 2004. Contava, pois, 85 anos.
Musicólogo, publicou vários trabalhos (métodos) e dezenas de álbuns para diversos instrumentos, e ainda canções populares, dedicando particular carinho ao Grupo Caras Direitas, onde, praticamente, todas as revistas que subiram à cena, tiveram a sua assinatura musical.
Durante mais de 30 anos acompanhou, como músico, o Rancho das Cantarinhas.
No jardim situado nas traseiras do Caras Direitas, figura (na imagem) uma memória dedicada a Jorge Bracourt, onde se lê:
Do teatro fez a vida
de Buarcos a paixão