terça-feira, 19 de abril de 2011

Fortim dos Palheiros

F I N A L M E N T E ! ! !


Vale mais tarde do que nunca. Apesar do Fortim dos Palheiros (que teve considerável importância na defesa da costa figueirense), estar considerado como interesse turístico, há muito que havia sido votado ao abandono.

Quase me cansei de, durante vários anos, através da imprensa regional, chamar a atenção para o facto desse monumento histórico, em ruínas, sofrer o desprezo das entidades competentes.

A Câmara Municipal da Figueira da Foz acaba, no entanto, de descobrir a "pólvora" e, como se fosse coisa sua, deliberou ali colocar uma lápida identificativa.

De qualquer maneira, honra lhe seja.

Figueira da Foz (Portugal)

Desleixo ou economia de ... esforço?!!!

Esta manhã (19 de abril de 2011), cerca das 11 horas.

Na verdade, também não passou assim tanto tempo... pois o Carnaval foi só a 6 e 8 de março.

Só passou um mês e meio...

A imprensa de hoje




O Diabo anda mesmo à solta em Portugal!!!

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Bonzo: "Indivíduo preguiçoso que gosta de vida regalada" (Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea - Academia das Ciências de Lisboa)



Arte

No CAE (Figueira da Foz)




Dois quadros de Deolinda Moutinho,

expostos no CAE

(Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz)



Figueira da Foz (Portugal)



Quaresma


domingo, 17 de abril de 2011


Domingo de Ramos



Teatro na Figueira da Foz

XXXIV Jornadas de Teatro Amador

No palco do Ateneu Alhadense (Alhadas - Figueira da Foz), subiu à cena, esta noite, perante casa cheia, a comédia de Ildefonso António Berbeijo, "A PORTA FALSA", representada com a boa-vontade da Troupe Recreativa Brenhense (Teatro Taborda), que teve Pedro Romeiro e Ivânia Caeiro nos principais papéis.

A peça integrou-se nas XXIV Jornadas de Teatro Amador, organizadas pelo Lions Clube da Figueira da Foz.

sábado, 16 de abril de 2011

Política

"José Régio e o seu burro", por Hermínio Felizardo


Soneto


Surge Janeiro frio e pardacento,


Descem da serra os lobos ao povoado;


Assentam-se os fantoches em São Bento


E o Decreto da fome é publicado.



Edita-se a novela do Orçamento;


Cresce a miséria ao povo amordaçado;


Mas os biltres do novo parlamento


Usufruem seis contos de ordenado.



E enquanto à fome o povo se estiola,


Certo santo pupilo de Loyola,


Mistura de judeu e de vilão,



Também faz o pequeno "sacrifício"


De trinta contos - só! - por seu ofício Receber,


a bem dele... e da nação.



JOSÉ RÉGIO (Soneto escrito em 1969)


Enviado por e-mail por um Amigo atento...

Humor