quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Há festa na Mouraria

O FADO é candidato a património imaterial da humanidade, e uma das sessões promocionais para essa finalidade, decorreu há tempos no CASINO FIGUEIRA.
Curiosamente, a candidatura assenta, entre outros, no fado HÁ FESTA NA MOURARIA, de cuja letra é autor o figueirense ANTÓNIO AMARGO, pseudónimo de António Correia Pinto de Almeida.

A imagem do dia

Transporte coletivo... em Angola

O pensamento do dia

"Contra a estupidez os próprios deuses lutam em vão."

Friedrich Schiller (1759 - 1805)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Quem quer tramar o Hospital ?


Defender o Hospital Distrital da Figueira da Foz

O Hospital Distrital da Figueira da Foz, E. P. E. é muito mais do que uma conquista de Abril. É uma conquista desta cidade e do seu concelho, assumindo um cariz tanto mais importante quanto a sua própria designação o atesta ao classificá-lo como "distrital".

Sendo o mais importante empregador do concelho, em termos de quadros especializados, o nosso hospital foi sendo, ao longo dos anos, alvo de ataques da mais diversa ordem, tendo o último acabado por privar a unidade da sua maternidade, colocando a gravidez no concelho num índice de risco digno do terceiro mundo, com os casos conhecidos de crianças a nascer na estrada - felizmente, até hoje, sem consequências graves para parturientes e recém-nascidos.

O nosso hospital, com as limitações próprias e conhecidas, ou impostas por diversos interesses, sempre aqui esteve, quase há 40 anos, conduzido por aqueles que o fizeram nascer, com profissionalismo reconhecido, dedicação (e, muito amor à camisola), cumprindo a sua missão, reconhecidamente competente.
A empresarialização do hospital não trouxe quaisquer benefícios nem à prestação de cuidados nem à qualidade dos mesmos, com pessoal médico, de enfermagem e auxiliar a prestar cuidados em condições cada vez mais difíceis, quer em termos técnicos, quer em termos motivacionais.

Agora notícias dispersas, mostram um novo esforço de “racionalização” (e de desumanização economicista), que, a concretizar-se, converterá o nosso hospital numa outra qualquer coisa, se não se estiver mesmo a pensar no seu encerramento, ou eventual privatização.

O que se pretende é, e para já, o encerramento do hospital de dia dos serviços oncológicos, que arrastará, a um mesmo tempo, o aumento dos custos para o utente e uma imensurável perda de qualidade de vida para o doente e seus familiares, com deslocações a Coimbra ou Lisboa e os prejuízos daí resultantes.

Ao mesmo tempo, prevê-se o encerramento do bloco operatório a partir das 02:00h, e a deslocalização da VMER, a viatura de emergência médica, o que, para além da consequente limitação de assistência na urgência, levará à desclassificação do hospital e à perda de qualidade de atendimento.

Não queremos, nem aceitamos, mais esta desvalorização do serviço público de saúde e, muito menos, esta desclassificação do Hospital Distrital da Figueira da Foz. Esta é uma situação intolerável com que não podemos contemporizar, pelo que se apela à indignação e oposição de todos os figueirenses, da população do concelho em geral, bem como dos concelhos limítrofes que se socorrem deste hospital.

Figueira da Foz, 19 de Novembro de 2011

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Acabo de ler este artigo no blogue OUTRA MARGEM, e subscrevo-o integralmente. Depois de terem acabado com o serviço de partos, tudo leva a crer que há intenções muito evidentes de roubar mais valências ao Hospital Distrital da Figueira da Foz, que serve uma população de muitos milhares de utentes, desvalorizando-o de forma inqualificável.
A Figueira da Foz já se habituou, desde há muito, a perseguições de todo o género, tendentes a diminuírem o valor que foi edificando ao longo dos tempos.
É urgente uma mobilização geral dos figueirenses (e não só) para que sejam barrados os intentos.
Quando se falou (e fala) de descentralização, surge um novo rosto no sentido inverso, que pretende concentrar em diversos locais (caso de Coimbra, por exemplo), serviços que funcionavam (funcionam) de forma adequada e de extrema utilidade para quem deles necessita.

Basta, basta, basta!!! O que é demais cheira mal!!!

Em bom... português!!!

Na SIC... O bom português, em rodapé:
DESPORTIVO DAS AVES - RI
VEIRA BRAVA...

Humor... negro

A imagem do dia

"Salpicos"

O pensamento do dia

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Humor... negro

As imagens do dia

O MAR E O SEU ENCANTO




O Cabo Mondego (Figueira da Foz - Portugal), oferece-nos imagens duma beleza impressionante.

Corte com ... foice

Dedicada ao amigo OLÍMPIO FERNANDES ... para que introduza esta técnica no seu estabelecimento !!!
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(Foto: Pornchai KITTIWONGSAKUL/AFP)

Manchetes


A Madeira é um Jardim... e nós cá estamos para pagar as flores!!!

O pensamento do dia

"A devoção à verdade deve ser a única razão de nossa existência. Todas as nossas atividades devem ser verdade. A verdade deve ser o próprio sopro de nossa vida. Quando o peregrino alcança esta etapa, todos os demais princípios para uma vida exemplar serão adquiridos sem esforço, e ele se submeterá a tais princípios instintivamente.”

Mahatma Gandhi (1869 - 1948)

domingo, 20 de novembro de 2011

Enquanto uns choram...

O que eles se riem!!!

Manchetes

A mim, não me perdoam nem um cêntimo!!!

Figueira da Foz - Portugal

"Fim de tarde"

Porque hoje é domingo

Mestre, o mar se revolta

Mestre, o mar se revolta,
As ondas nos dão pavor,
O céu se reveste de trevas,
Não temos um salvador?
Não se Te dá que morramos?
Podes assim dormir,
Se a cada momento nos vemos
Já prestes a submergir?

As ondas atendem ao Meu mandar, sossegai!
Seja o encapelado mar,
A ira dos homens, o génio do mal;
Tais águas não podem a nau tragar,
Que leva o Mestre do céu e mar,
Pois todos ouvem o meu mandar;
Sossegai! Sossegai!
Convosco estou para vos salvar; sossegai!

Mestre, tão grande tristeza
Me quer hoje consumir;
E a dor que perturba minha alma
Te implora: Vem-me acudir!
De ondas do mar que me encobrem,
Quem me fará sair?
Eu pereço, pereço, ó Mestre;
Te rogo, vem-me acudir!

Mestre, chegou a bonança;
Em paz vejo o céu e o mar;
O meu coração goza calma,
Que não poderá findar,
Fica comigo, ó Mestre,
Dono da Terra e Céu,
E assim chegarei bem seguro
Ao porto, destino meu.

Manuel Camargo

sábado, 19 de novembro de 2011