
A Figueira da Foz foi tradicionalmente rica em associativismo, sendo particularmente importante na sua dedicação ao folclore.
Mas, sobretudo na cidade, foram-se perdendo, ao longo dos anos, os agrupamentos folclóricos que possuia - e eram muitos - não existindo, de momento, nenhum do género.
Nos arredores ainda sobrevivem alguns, mas já em número algo reduzido relativamente ao passado.
A Figueira teve no seu seio vários ranchos, designadamente o FLORES DE PORTUGAL, DO VAPOR, CARVOEIRAS e RANCHO DAS ROSAS.
É deste último que reproduzo a capa e a nota de apresentação, assinada por Mário Costa (1891-1965), um dos letristas de muitas das suas canções, opúsculo que contém uma colecção de números do seu repertório, contendo assinaturas de figueirenses como o referido Mário Costa, J. Oliveira Santos, Cardoso Marta, Augusto Pinto, Julieta, Manuel e António Boanova, Ferreira Jerónimo, entre outros.

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