Foi este post que publicou no seu blog. SERÁ NECESSÁRIO ACRESCENTAR MAIS ALGUMA COISA? cOMO VÊ QUEM ESTÁ errado no nº. da pora é o meu caro. e é tudo bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb http://aaladosnamorados.blogs.sapo.pt/ bbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
SER AVÔ É SER VELHINHO É SER VELHOTE É SER VELHO É SER VELHADAS É TER TERNURA . É ser pai duas vezes É amar duas vezes É gostar duas vezes É sofrer duas vezes É sorrir duas vezes É chorar duas vezes . É morrer por dentro e viver por fora É ser incompreendido duas vezes É viver acabrunhado duas vezes É ser solitário duas vezes É estar sozinho duas vezes . É estar entre a multidão pensando que está só É julgar que ganha quando está perdendo É sorrir por fora, quando chora por dentro É tentar sorrir quando está chorando É querer dar e não ter o quê É, muitas vezes não ter esperança É viver de recordações . É nem sempre gostar de recordar É querer esquecer sem conseguir É não ter lembranças para lembrar É não ter memória para recordar É não ter nada do que tem . É TER MUITO É TER POUCO É SER AVÔ É SER AMIGO É SER A MÃO QUE DÁ A MÃO SER AVÔ . Autor desconhecido
Publicada por Aníbal José de Matos em 16:07 2 comentários
Meu Caro Senhor: Acabo de ver o poema a que se refere (por sinal muito interessante) no blogue que foca "Ala dos Namorados". A verdade é que está aqui a haver alguma confusão e eu gostaria que, duma vez por todas, o assunto fosse esclarecido. Não tenho nenhuma de ter publicado o poema a que se reporta, e acabo de dar uma volta por antigas postagens e, na realidade, não o encontro. Já agora gostaria imenso que me prestasse os devidos esclarecimentos, porque não gosto de mal-entendidos. Se possível, agradecia que me enviasse em anexo a reprodução da postagem no meu blogue. Aqui fica o endereço: anibal_j_matos@hotmail.com. Grato pela sua visita, fico a aguardar o favor da sua resposta. Cumprimentos, Aníbal José de Matos
Vejo que o poema é da autoria de Francisco Afonso (pelo que se trata do senhor), e, se o tivesse publicado (continuo na confusão) teria muito prazer em citar o seu nome, porque não é meu costume não o fazer. Cumprimentos, Aníbal
Meu Caro Senhor Francisco Afonso: Afinal, o dito cujo tinha sido publicado por mim em Julho de 2008 !!!! Estranho que só agora tivesse feito o reparo (aliás justo), já que se passaram quase dois anos. Aproveito para dizer que na altura foram publicados os seus comentários e, nesta data, vou repetir a publicação do poema no meu blogue "POESIA", (http://anibaljosematos.blogspot.com), com a sua foto. Sempre ao dispor e, sinceramente, com este passar do tempo, não me lembrava absolutamente nada de o ter publicado. E, já agora, também não seu onde de onde o reproduzi porque, de onde foi, vinha como autor desconhecido. Cumprimenntos, Aníbal José de Matos
4 comentários:
Foi este post que publicou no seu blog.
SERÁ NECESSÁRIO ACRESCENTAR MAIS ALGUMA COISA?
cOMO VÊ QUEM ESTÁ errado no nº. da pora é o meu caro.
e é tudo
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http://aaladosnamorados.blogs.sapo.pt/
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SER AVÔ
É SER VELHINHO
É SER VELHOTE
É SER VELHO
É SER VELHADAS
É TER TERNURA
.
É ser pai duas vezes
É amar duas vezes
É gostar duas vezes
É sofrer duas vezes
É sorrir duas vezes
É chorar duas vezes
.
É morrer por dentro e viver por fora
É ser incompreendido duas vezes
É viver acabrunhado duas vezes
É ser solitário duas vezes
É estar sozinho duas vezes
.
É estar entre a multidão pensando que está só
É julgar que ganha quando está perdendo
É sorrir por fora, quando chora por dentro
É tentar sorrir quando está chorando
É querer dar e não ter o quê
É, muitas vezes não ter esperança
É viver de recordações
.
É nem sempre gostar de recordar
É querer esquecer sem conseguir
É não ter lembranças para lembrar
É não ter memória para recordar
É não ter nada do que tem
.
É TER MUITO É TER POUCO
É SER AVÔ É SER AMIGO
É SER A MÃO QUE DÁ A MÃO
SER AVÔ
.
Autor desconhecido
Publicada por Aníbal José de Matos em 16:07 2 comentários
Meu Caro Senhor:
Acabo de ver o poema a que se refere (por sinal muito interessante) no blogue que foca "Ala dos Namorados".
A verdade é que está aqui a haver alguma confusão e eu gostaria que, duma vez por todas, o assunto fosse esclarecido.
Não tenho nenhuma de ter publicado o poema a que se reporta, e acabo de dar uma volta por antigas postagens e, na realidade, não o encontro.
Já agora gostaria imenso que me prestasse os devidos esclarecimentos, porque não gosto de mal-entendidos. Se possível, agradecia que me enviasse em anexo a reprodução da postagem no meu blogue. Aqui fica o endereço: anibal_j_matos@hotmail.com.
Grato pela sua visita, fico a aguardar o favor da sua resposta.
Cumprimentos,
Aníbal José de Matos
Aditamento:
Vejo que o poema é da autoria de Francisco Afonso (pelo que se trata do senhor), e, se o tivesse publicado (continuo na confusão) teria muito prazer em citar o seu nome, porque não é meu costume não o fazer.
Cumprimentos,
Aníbal
Meu Caro Senhor Francisco Afonso:
Afinal, o dito cujo tinha sido publicado por mim em Julho de 2008 !!!!
Estranho que só agora tivesse feito o reparo (aliás justo), já que se passaram quase dois anos.
Aproveito para dizer que na altura foram publicados os seus comentários e, nesta data, vou repetir a publicação do poema no meu blogue "POESIA", (http://anibaljosematos.blogspot.com), com a sua foto.
Sempre ao dispor e, sinceramente, com este passar do tempo, não me lembrava absolutamente nada de o ter publicado. E, já agora, também não seu onde de onde o reproduzi porque, de onde foi, vinha como autor desconhecido.
Cumprimenntos,
Aníbal José de Matos
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