Acidente de percurso....
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Recentemente foi publicado o n.º 6 da colecção "As Aventuras de Rafa", intitulado "Rafa e a exposição de animais", da autoria do escritor figueirense, Rui Matos (Licenciado e Mestre em Educação Física e Professor na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Leiria), uma série dedicada aos mais jovens.
Fotos colhidas em bailes organizados, em Coimbra, pelo "Fado Académico". A de cima, mostra a homenagem que foi prestada, em 1931, ao oficial-aviador , Humberto da Cruz, figueirense por adopção, já que veio viver para a Figueira da Foz dois dias após o seu nascimento, ocorrido em Coimbra, em 13 de Julho de 1900. Viria a falecer em Sintra, dois dias antes de completar 81 anos (11 de Julho de 1981). Ficou célebre pela viagem aérea que, em 1934, ligou Lisboa a Timor, percorrendo 42 670 quilómetros em 268 horas e 25 minutos.
Completam-se hoje 49 anos (falta apenas um para perfazer meio século) que foi publicado o último jornal desportivo que veio à luz na Figueira da Foz.
Talvez o título mais adequado fosse o de "Para a história do jornalismo figueirense", mas, enfim, a publicação a que hoje me refiro também acaba por fazer parte da história da Figueira da Foz.
Em 27 de Agosto de 1911, disputa-se, pela primeira vez, na Figueira da Foz, a Taça Alzira, um dos troféus mais valiosos, sob todos os aspectos, na história do remo figueirense.
Confesso que desconhecia a obra do escritor moçambicano Mia Couto, apesar de saber dos vários galardões que lhe têm sido atribuídos pela qualidade que empresta à sua escrita, como, por exemplo, o Prémio Vergílio Ferreira, em 1999.
Completam-se hoje, 26 de Agosto, 55 anos sobre a data do nascimento do poeta figueirense, Acácio Antunes, de seu nome completo Acácio Graciano Antunes Brás.
"Vem de longe a tradição tauromáquica na Figueira da Foz. O interesse da população pela festa brava levou a Santa Casa da Misericórdia local a construir, em 1850, uma praça de touros perto do Convento de Santo António [onde hoje se situa o 1.ºJardim-Escola João de Deus]. Mas as condições estavam ainda longe das ideais, e um homem assumiu como sua a missão de alterar esse cenário dotando a cidade com um recinto à altura da aficcíon figueirense. João Antunes Pereira das Neves, médico e aficcionado, uniu esforços com Aníbal Augusto de Melo e, em 23 de Março de 1895, ficou decidida a criação da Companhia do Coliseu Figueirense. A nova praça seria construída num terreno de Pereira das Neves. Tanta era a ansiedade que a obra se fez em tempo recorde. Em apenas cinco meses a praça estava pronta a ser inaugurada. A primeira tourada foi marcada para 25 de Agosto de 1895. Mais de seis mil pessoas fizeram questão de assistir à exibição de Alfredo Tinoco da Silva, um reputado cavaleiro a quem coube a honra de encabeçar o primeiro de muitos cartéis."
Vicente Moura, presidente do Comité Olímpico Português (COP) anunciou que não se vai recandidatar ao lugar que ocupa.
O único atleta olímpico figueirense (natural do Paião e representando a Naval 1.º de Maio), na modalidade de tiro, não foi feliz na sua participação nos Jogos Olímpicos de Pequim (Beijing), classificando-se num modestíssimo 33.º lugar e "arrecadando" a medalha de lata atribuída pelo Record na sua edição de hoje.
É inaugurada, na Figueira da Foz, a Piscina-Praia, propriedade do industrial hoteleiro Comendador Augusto Silva, que era natural de Coelhoso (Tondela), e, ainda criança, se radicou na Figueira da Foz onde contribuiu para o desenvolvimento da cidade.