
domingo, 15 de agosto de 2010
sábado, 14 de agosto de 2010
A frase
Estradas da Serra da Boa Viagem
ao abandono



(Clicar nas fotos para ampliar)Penso que as imagens falam por si!!!
As estradas da Serra da Boa Viagem apresentam este aspeto desolador.
Enquanto se avivam as passadeiras para peões na cidade, em pleno verão, criando problemas ao trânsito, as estradas da Serra estão ao abandono, obrigando os automobilistas que por ali circulam, e são muitos, a manobras de gincana.
A Serra é a joia da coroa da Figueira da Foz, mas parece que alguém se esqueceu desse pormenor.
Até quando esta situação???
As estradas da Serra da Boa Viagem apresentam este aspeto desolador.
Enquanto se avivam as passadeiras para peões na cidade, em pleno verão, criando problemas ao trânsito, as estradas da Serra estão ao abandono, obrigando os automobilistas que por ali circulam, e são muitos, a manobras de gincana.
A Serra é a joia da coroa da Figueira da Foz, mas parece que alguém se esqueceu desse pormenor.
Até quando esta situação???
O pensamento do dia
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Efemérides
Efemérides
13 de agosto de 1939
É inaugurada uma piscina infantil no terraço do Grande Casino Peninsular (hoje Casino Figueira), na Figueira da Foz.
Trânsito
Ameaças !!!
Como dever incluído na respetiva ordem prevista na Constituição, publiquei neste local, a fotografia acima, tendo o cuidado de apagar a respetiva matrícula, sem sequer saber quem era o proprietário da viatura, mas apenas chamando a atenção dum abuso previsto e punível pelo Código da Estrada.
Sei que (e até compreendo) que nesta época do ano, constatam-se inúmeros casos deste tipo, e a compreensão advém do facto da dificuldade de estacionar numa cidade que se enche como um ovo em tempos de veraneio.
Só não aceito (mas é a última vez que o demonstro, pelo que o proprietário do veículo pode dormir descansado) é que numa zona onde existem inúmeros espaços para estacionar, o faça em cima dum passeio destinado a peões.
Cumpri o meu dever, mas essa missão para mim terminou, e as infrações podem continuar porque, pessoalmente, diga-se em abono da verdade, não me afetam.
Lamento, apesar de o fazer com um sorriso nos lábios, que tal situação tenha levado a que, presumivelmente, alguém ligado à propriedade da viatura, tenha colocado no para-brisas do meu automóvel um papel contendo veladas ameaças, mas os atos ficam com quem os pratica.
Eu cumpri o meu dever mas, na verdade, cabe às autoridades competentes, a responsabilidade de velar pelo cumprimento das leis.
E, tal como na altura, volto a esconder a matrícula do veículo, como mandam as regras do jornalismo.
O pensamento do dia
"Para o ignorante, a velhice é o inverno da vida; para o sábio, é a época da colheita."
Talmude
Talmude
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Figueira da Foz (Portugal)
Imagens da minha terra
Neste inferno de incêndios por quase todo o país,
uma imagem refrescante.
O pensamento do dia
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Portugal a arder


Ecoam os gritos de revolta pela situação que neste momento se vive em Portugal, com uma sequência de incêndios que já causaram a morte a alguns bombeiros.


Ecoam os gritos de revolta pela situação que neste momento se vive em Portugal, com uma sequência de incêndios que já causaram a morte a alguns bombeiros.E a revolta nasce precisamente do facto de ser por demais evidente que a esmagadora dos fogos têm origem criminosa.
Duma vez por todas é hora de reflexão sobre esta calamidade que atinge o nosso país um pouco por todo o lado.
E dá que pensar, por exemplo, que um dos presumíveis autores destes crimes (entretanto em prisão preventiva) já anteriormente tenha sido condenado por acto idêntico.
As fotos acima foram colhidas do noticiário da SIC.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Figueira da Foz (Portugal)


- Certa noite feiticeira,
- Uma sereia, a cantar,
- Fez-se - Praia da Figueira –
- A linda noiva do Mar.
“Pintor’s do meu país, vinde pintar”,
Com tintas que vos deu a Natureza,
O verde dos pinhais, a cor do Mar,
Desta formosa terra portuguesa.
É todo doiro o Sol, que vem secar
A fina areia pelo Mar beijada.
E, à noite, pela Praia, tem o Luar
A cor da antiga prata cinzelada.
Tendes barcos e redes, alegria
Dos pescador’s que vêm do Mar cantando,
Ao pôr do Sol, já quando morre o dia,
E há ‘spumas nos rochedos, marulhando.
Que linda cor que têm as camisas
Riscadas, ou tecidas em xadrez,
Par’cendo ser, nas ondas, as balizas
A distinguir o povo português!
Entrai dentro das casas. Aguarelas!
Fateixas, e retratos, corações,
Nossa Senhora à doce luz das velas…
Pintai esse murmúrio de orações!
Pintai a esteira do Luar na água,
Lá quando o Mar, cansado, adormeceu.
Em cada estrela, sentireis a mágoa
Dalgum naufrágio que no Mar se deu.
Tardes na Serra; o tom dos pinheirais,
E a vastidão do horizonte, além.
Quiaios… Tavarede… e tendes mais
As cor’s que ao pôr do Sol, este Céu tem.
Pintai a cor da enseada toda!
Ondas do Mar, quieto, enamorado,
Já quando o Sol numa doirada boda,
Desmaia sobre a areia, ensanguentado.
As bandeiras, no “Forte”, estão falando.
Pintai a linda cor dessa falar…
São os “Lugres” da pesca, que chegando,
Esperam a maré, querem entrar.
Pintai a branca neve das salinas,
Na hora de rezar, muito em sossego,
Ouvindo os rouxinois em concertinas,
Nas margens amorosas do Mondego.
Setembro! Não ‘squeçais! Pintai agora
A renda levezinha de cambraia,
Que todas as manhãs, à mesma hora,
O Mar estende a enxugar na Praia.
…..
A Figueira é tudo isto, e este Mar!
Foi Deus que assim o quis, a Natureza.
“Pintor’s do meu País, vinde a pintar”
A mais formosa PRAIA portuguesa!
Arnaldo Forte - 1943
- Uma sereia, a cantar,
- Fez-se - Praia da Figueira –
- A linda noiva do Mar.
“Pintor’s do meu país, vinde pintar”,
Com tintas que vos deu a Natureza,
O verde dos pinhais, a cor do Mar,
Desta formosa terra portuguesa.
É todo doiro o Sol, que vem secar
A fina areia pelo Mar beijada.
E, à noite, pela Praia, tem o Luar
A cor da antiga prata cinzelada.
Tendes barcos e redes, alegria
Dos pescador’s que vêm do Mar cantando,
Ao pôr do Sol, já quando morre o dia,
E há ‘spumas nos rochedos, marulhando.
Que linda cor que têm as camisas
Riscadas, ou tecidas em xadrez,
Par’cendo ser, nas ondas, as balizas
A distinguir o povo português!
Entrai dentro das casas. Aguarelas!
Fateixas, e retratos, corações,
Nossa Senhora à doce luz das velas…
Pintai esse murmúrio de orações!
Pintai a esteira do Luar na água,
Lá quando o Mar, cansado, adormeceu.
Em cada estrela, sentireis a mágoa
Dalgum naufrágio que no Mar se deu.
Tardes na Serra; o tom dos pinheirais,
E a vastidão do horizonte, além.
Quiaios… Tavarede… e tendes mais
As cor’s que ao pôr do Sol, este Céu tem.
Pintai a cor da enseada toda!
Ondas do Mar, quieto, enamorado,
Já quando o Sol numa doirada boda,
Desmaia sobre a areia, ensanguentado.
As bandeiras, no “Forte”, estão falando.
Pintai a linda cor dessa falar…
São os “Lugres” da pesca, que chegando,
Esperam a maré, querem entrar.
Pintai a branca neve das salinas,
Na hora de rezar, muito em sossego,
Ouvindo os rouxinois em concertinas,
Nas margens amorosas do Mondego.
Setembro! Não ‘squeçais! Pintai agora
A renda levezinha de cambraia,
Que todas as manhãs, à mesma hora,
O Mar estende a enxugar na Praia.
…..
A Figueira é tudo isto, e este Mar!
Foi Deus que assim o quis, a Natureza.
“Pintor’s do meu País, vinde a pintar”
A mais formosa PRAIA portuguesa!
Arnaldo Forte - 1943
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