sexta-feira, 8 de setembro de 2006

Para a história da Figueira - XXXIII

Muitos poetas têm cantado a Figueira da Foz ao longo dos tempos.

Reproduzo algumas quadras, publicadas em 1925, assinadas com pseudónimos:

Aun que no se lo crea,
en mis sueños siempre inquietos,
me gusta mui más Figueira
que las playas de Marruecos...

Banhista espanhol

Figueira, terra encantada,
onde o destino me trouxe:
fizeste de água salgada
um poeta de água doce...

Poeta provinciano

Lo que me gusta en Figueira
no son las olas que danzan,
son los ojos de ternera
que los muchachos me lanzan.

Uma madrileña

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