Jogos sem fronteiras
O símbolo dos Jogos, na Figueira da FozA selecção nacional (só figueirenses) em acção
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Em 1991, a 2.ª edição dos Jogos sem Fronteiras, uma produção da RTP que, na altura, interessou vivamente os telespectadores, teve lugar na Figueira da Foz e foi transmitida a 9 de Setembro.
Foi um êxito. Socorrendo-me da reportagem, que assinei, na revista CENTUR, transcrevo algumas passagens: "A cidade da Foz do Mondego regressou um século no tempo e no espaço e transformou-se em capital europeia por uns dias, numa cenografia concebida por Adolfo Perani e que nos recordou cem anos de vida balnear, com uma íntima participação coimbrã, onde não faltaram a serenata, a Torre da Universidade e a velha cabra, as praxes e os amores de Pedro e Inês."
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Recreação das cerimónias do bota-abaixo, nos estaleiros navais, banhos de areia quente que remontam a 1925, pesca da lagosta e do lagostim, heroínas do mar e os banhistas, pesos e alteres, o duche, a gincana, concurso de bebés, os Robertos, domador de circo, as primeiras competições de natação, os prazeres da praia, o quiosque, o baloiço, carregadores de sal, banho santo, etc., foram alguns dos quadros que deliciaram os milhares de pessoas que assistiram ao vivo ao espectáculo, no Parque das Abadias, e, mais tarde, através dos ecrans da televisão.
Para recordar, aqui ficam os nomes dos componentes da equipa figueirense e representante de Portugal nos Jogos:
Rui Miguel (capitão da equipa), Artur Matos, Matilde Correia, Henrique Pires, António Silva, Isabel Cardoso, Clementina Coutinho, Rui Carvalho, João Falacho, Collete Costa e Maria Abreu.
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A classificação final ficou assim ordenada: 1.º PORTUGAL (Figueira da Foz), 2.º FRANÇA (Épernay); 3.º Grã-Bretanha-País de Gales (Aberystwyth); 4.º ITÁLIA (St.ª Teresa di Gallura-Sardenha); 5.º SAN MARINO (Fiorentino) e 6.º ESPANHA (Alicante).



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