Tendo exercido durante longos anos, a profissão de tipógrafo (que acumulava com a de jornalista), viria, por ironia, a desaparecer do número dos vivos precisamente no dia que durante muito tempo foi apenas o Dia do Tipógrafo, mais tarde conhecido por Dia do Trabalhador.
Na imagem, meu Pai, (ao centro) na cerimónia de descerramento da placa que deu o seu nome a uma rua da Figueira da Foz, por iniciativa do então presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes.
Que descanse em Paz.

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