“Pai, perdoa-lhes,
porque não sabem o que fazem (…).
Lucas: 23: 34
.
José Saramago foi prémio Nobel da Literatura. Este rótulo trouxe-lhe prestígio e responsabilidades.
Sinceramente, não sei se é o melhor escritor português ou se foram traídos valores de mais alto quilate, que escreveram e escrevem páginas de ouro no panorama literário nacional. E não carecem de ser, aqui e agora, lembrados os seus nomes.
Saramago acaba de insultar alguns milhões de portugueses, crentes nas suas religiões e fé no Deus que os guia.
Disse barbaridades das Sagradas Escrituras e, desta forma, apesar de exilado no país vizinho, tomou a arma da liberdade de expressão e terá bendito a hora em que acabou a censura em Portugal com a chegada do 25 de Abril de 1974.
O homem de quem se disse que parte dos seus livros eram da autoria de sua esposa, afirma, pela voz do seu editor, que não necessita de publicidade, mas o que não é menos verdade é que a curiosidade desperta o interesse e o seu livro “Caím” vai vender, não porque nele se contêm (dizem) atentados à palavra do Senhor, mas porque as pessoas vão, duma maneira geral, à procura de ver até que ponto, e por que ângulo, Saramago expressa a sua liberdade.
Saramago, como qualquer um, tem o pleno direito de emitir opinião sobre Deus, seja porque é ateu ou agnóstico.
Mas, não há dúvida, de que atinge a libertinagem quando, para lá dessa mesma opinião, ofende a crença dos outros, criticando-a ferozmente.
Saramago nunca leu nem, muito menos, soube interpretar os pequenos textos de que terá tido conhecimento. Porque é laico, não lhe assiste o direito de querer, na sua pequenez de ser humano, ser assim tão iluminado que encerre no seu espírito uma sabedoria que lhe permita vilipendiar não diria textos intocáveis, mas credores de respeito por acontecimentos que mudaram (criaram) o mundo.
José Saramago, para que se lembrem dele, escreveu e disse o que lhe vai na gana, tendo em vista criar a polémica que … vende.
E termino como comecei, citando as palavras de Jesus: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.
Lucas: 23: 34
.
José Saramago foi prémio Nobel da Literatura. Este rótulo trouxe-lhe prestígio e responsabilidades.
Sinceramente, não sei se é o melhor escritor português ou se foram traídos valores de mais alto quilate, que escreveram e escrevem páginas de ouro no panorama literário nacional. E não carecem de ser, aqui e agora, lembrados os seus nomes.
Saramago acaba de insultar alguns milhões de portugueses, crentes nas suas religiões e fé no Deus que os guia.
Disse barbaridades das Sagradas Escrituras e, desta forma, apesar de exilado no país vizinho, tomou a arma da liberdade de expressão e terá bendito a hora em que acabou a censura em Portugal com a chegada do 25 de Abril de 1974.
O homem de quem se disse que parte dos seus livros eram da autoria de sua esposa, afirma, pela voz do seu editor, que não necessita de publicidade, mas o que não é menos verdade é que a curiosidade desperta o interesse e o seu livro “Caím” vai vender, não porque nele se contêm (dizem) atentados à palavra do Senhor, mas porque as pessoas vão, duma maneira geral, à procura de ver até que ponto, e por que ângulo, Saramago expressa a sua liberdade.
Saramago, como qualquer um, tem o pleno direito de emitir opinião sobre Deus, seja porque é ateu ou agnóstico.
Mas, não há dúvida, de que atinge a libertinagem quando, para lá dessa mesma opinião, ofende a crença dos outros, criticando-a ferozmente.
Saramago nunca leu nem, muito menos, soube interpretar os pequenos textos de que terá tido conhecimento. Porque é laico, não lhe assiste o direito de querer, na sua pequenez de ser humano, ser assim tão iluminado que encerre no seu espírito uma sabedoria que lhe permita vilipendiar não diria textos intocáveis, mas credores de respeito por acontecimentos que mudaram (criaram) o mundo.
José Saramago, para que se lembrem dele, escreveu e disse o que lhe vai na gana, tendo em vista criar a polémica que … vende.
E termino como comecei, citando as palavras de Jesus: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.
Sem comentários:
Enviar um comentário