quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Para a história da Figueira - LI

Outros tempos, mudam-se as gentes e as vontades

Na época de 1989/90, a Naval, então na III Divisão, lutava para conquistar um lugar na II Divisão B. Hoje milita na 1.ª divisão (gosto de lhe chamar assim).
Era seu treinador, Rodrigo Moura, que rendera Francisco Andrade e Carlos Pio.
Na fila de pé, e da esquerda para a direita: Paredes, Santo António, Torres, Gato, Jorge Alves e Pedro Roma. Em baixo, e pela mesma ordem, Alex, Ricardo, Octávio, Escurinho e Nélson.

Entrevistando Rodrigo Moura. O técnico que, como jogador, representara a Académica de Coimbra (foi colega e Artur Jorge, Ernesto, Torres e outros), o Sporting de Luanda, Vitória de Guimarães, Sporting de Braga, Famalicão e Académico de Viseu, teve um trabalho meritório na turma figueirense.
Rodrigo foi internacional júnior nos anos de 1964 e 65. Foi companheiro de Pavão e de Vítor Damas.
Tive o prazer de o entrevistar para um jornal desportivo nacional (as fotos foram daí retiradas).
Curiosamente, porque se adapta a um contexto recente, Rodrigo Moura comentava nessa entrevista, a propósito de mais uma comissão directiva: "Uma comissão directiva tem razão de ser numa fase transitória. Esta foi demasiadamednte longa. As pessoas acomodaram-se quase sempre e não puderam resolver problemas que são sempre prementes".
Histórias que se repetiram.
AJM

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