Sabiam (ai não que não sabiam), que há indivíduos que são reformados por doenças "incapacitantes" e, depois, assumem funções noutras profissões igualmente exigentes?
Afinal, de quem é a culpa? Será que o Estado, que tantas cuidados tem com coisas de somenos, deixa passar estas situações sem actuar? Afinal essas doenças são ou não incapacitantes? E quem fez o julgamento? As cunhas continuam a funcionar, seja num sistema político ou noutro.
Alguém está a falhar. Disso ninguém tenha dúvidas.
AJM
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