Um homem a quem ninguém agrada é bem mais infeliz do que aquele que não agrada a ninguém.
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François La Rochefoucauld
François La Rochefoucauld
A Figueira da Foz sempre foi louvada pelos mais diversos processos, incluindo, com notoriedade, a poesia.


O meu querido Amigo e Compadre (era pardinho de baptismo e de casamento de minha filha), António Simões, foi vítima dum brutal e trágico acidente que lhe roubou a vida.
(Pinóquio, de Enrico Mazzanti - 1883)
Vai decorrer em Cantanhede, mais uma edição da EXPOFACIC, iniciativa louvável que tem alcançado grande êxito ao longo dos anos, e já vão 18 !!!
Difícil querer definir amigo.
FIGUEIRA
Das praias do meu país,
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António Cachola, falecido a 22 de Junho de 1930 (vão transcorridos 78 anos), quando, em representação da Associação Naval 1.º de Maio, disputava o campeonato regional de remo da Figueira da Foz.
Meu Pai, Aníbal Correia de Matos, nasceu há 93 anos, em Santa Comba Dão, tornando-se figueirense pelo coração, tendo vindo para a cidade da Figueira da Foz com 11 anos de idade.Tipógrafo, jornalista, patrono da sala de redacção de "O Figueirense", incluído na toponímia figueirense, foi dirigente da Associação Naval 1.º de Maio, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, Orfeão David de Sousa e Grupo Columbófilo do Mondego, e autor da novela regionalista intitulada “A Felicidade Morava na Ribeira”, tendo recebido vários prémios de poesia popular.
Sinceramente! No Jornal As Beiras (desculpem não lhe chamar diário porque não se publica ao Domingo), pode ler-se que foi "aprovada congratulação pelas obras do Governo na Figueira", podendo ler-se na local:
"A Manhã vem chegando devagar, sonolenta; três quartos de hora de atraso, funcionária relapsa. Demora-se entre as nuvens, preguiçosa, abre a custo os olhos sobre o campo, ai que vontade de dormir sem despertador, dormir até não ter mais sono! Se lhe acontecer arranjar marido rico, a Manhã não mais acordará antes das onze e olhe lá. Cortinas nas janelas para evitar a luz violenta, café servido na cama. Sonhos de donzela casadoira, outra a realidade da vida, de uma funcionária subalterna, de rígidos horários. Obrigada a acordar cedíssimo para apagar as estrelas que a Noite acende com medo do escuro. A Noite é uma apavorada, tem horror às trevas.