quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Eleições no domingo


Desemprego

 
Obrigados a emigrar!!!
 
Desempregados, entre os quais muitos do mundo do futebol como Cristiano Ronaldo, Fábio Coentrão, Ricardo Carvalho Nani, José Mourinho, André Villas-Boas e Leonardo Jardim, alguns mesmo empregados mas com ordenados de miséria, viram-se compelidos a emigrar para fugirem à  crise, distribuindo-se por países como Espanha, Inglaterra, França, Alemanha, Holanda, Suíça e Luxemburgo entre outros.
É a vida...
 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Na Serra, à noite


Caminhadas
na Serra da Boa Viagem
 
O encanto da noite
 
Às quartas-feiras, a noite tem mais encanto na Serra da Boa Viagem, na Figueira da Foz..
Esta quarta-feira, pelas 21 horas, tem lugar mais uma caminhada, sendo o ponto de encontro a Casa do Sapador Florestal, junto ao campo de futebol.
Para mais informações,  consultar https://www.facebook.com/AssociacaoTBV
 

Política...

 
"Os políticos em campanha soltam tantas pérolas que já não abrem a boca para falar; abrem a ostra"
 
José  Simão (Jornalista humorístico brasileiro)

Figueira da Foz (Portugal)

~
Na Foz do Rio Mondego

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Museu Municipal da Figueira da Foz


Sala de arqueologia reabre ao público
 
A exposição permanente de arqueologia  mostra agora novos materiais do sítio fenício de Santa Olaia, freguesia de Ferreira-a-Nova, concelho da Figueira da Foz. Os materiais dizem respeito à área metalúrgica da feitoria fenícia escavada em 1994, durante as obras da Autoestrada 14.
 
O núcleo romano da exposição passa a apresentar também o espólio de um barco naufragado no estuário do rio Mondego, junto a Maiorca.
Este espólio é propriedade do Museu do Campo, na Carapinheira, concelho de Montemor-o-Velho. A LACAM (Liga dos Amigos dos Campos do Mondego) que tutela o Museu do Campo,  e fez um depósito dos materiais arqueológicos no Museu da Figueira.
 
O Museu do Campo tem uma vocação eminentemente etnográfica, enquanto o Museu Santos Rocha representa a arqueologia da região. O depósito deste conjunto vem na sequência de uma já longa e profícua colaboração entre ambos os museus.
 
António dos Santos Rocha (1853-1910), advogado, Presidente da Câmara e arqueólogo fundador do Museu Municipal (1894) e da Sociedade Arqueológica (1898), dedicou a sua vida ao estudo da arqueologia da região da Figueira e de outras partes do país, como, por exemplo o Algarve ou a Beira Alta. A exposição permanente passou também a incluir algumas imagens históricas desses trabalhos pioneiros.
 

Voz que se apaga


Morreu a ROSARINHO
 
 
Morreu a fadista Rosarinho. Contava 61 anos e a doença levou-a quando ainda muito havia a esperar desta artista que animou tantos espetáculos pelo concelho da Figueira da Foz e não só.
O fado ficou mais pobre.
Sentidas condolências à família enlutada.

A piada do dia


Estes políticos...
 
"Perdoa-me, Mãe
 
Outra coisa que me deixou boquiaberto há tempos foi a mãe do ministro António Costa vir desabafar para os jornais que:
- Quem votou PS não votou nestas coisas.
Falando do que o governo do seu filho anda por aí a fazer. Pobre senhora, parecia mesmo desgostosa. Só lhe faltou dizer:
- Andei eu a criar o meu filho para isto."
 
Do livro FORTE E FEIO, da autoria de António Feio e Eduardo Madeira, editado pela Ulisseia, em 2007.

domingo, 27 de setembro de 2015

Eleições em Portugal



 

 Um país triste mas em festa

 

Estamos a dois passos de mais um episódio da democracia à portuguesa.

No próximo domingo, véspera da data que assinala a implantação da república (115 anos), o país vai a votos, ou melhor, uma pequena parte dos cidadãos deste Portugal à beira mar plantado, vai participar numa autêntica farsa, sem ter a mínima noção do percurso que o seu ato vai provocar.

Está mais do que demonstrado – e não venha o mais pintado dizer o contrário – que neste país não há alternativas; existem alternâncias que o passado já demonstrou não servirem minimamente o interesse da maioria dos portugueses, facilitando, sim, o caminho dos que continuam a governar-se ao nível dos que governam.

A campanha tem sido um fracasso, ou melhor (pior) tem demonstrado o ridículo, inclusivamente o  cultural, dos candidatos, em que o insulto, a mentira e o engodo têm sido a pedra de toque para os seus discursos inócuos.

Uns pretendem continuar a política que bem conhecemos, outros (que internamente cometeram verdadeiras traições com objetivos oportunistas), querem o poder a todo o custo e fornecem, a granel, comprimidos para sonhos cor-de-rosa; outros ainda, de apregoadas esquerdas, já, finalmente, se assumem como candidatos a quaisquer lugares nas cadeiras da governação, em coligação seja com quem for.

Temos ainda os que, à falta de melhor, não vão além da pretensão de um assento entre os dorminhocos parlamentares pura e simplesmente para, quando em pausa do ronco, protestarem contra tudo e contra todos e alinharem nas manifestações a propósito de tudo e de nada.

Tudo para que o vencimento no fim do mês tenha um mínimo de justificação.

Para concluir, dir-se-á que as inteligências, as capacidades, as iniciativas e o empreendedorismo estão afastados por léguas dos canais da decisão. Esses não são parvos.

Em suma: a partir de 5 de outubro fica tudo na mesma como a lesma.

E não há ninguém que não saiba que vai ser assim mesmo.

 

AJdeMatos

Nota: Esre artigo também pode ser lido no jornal eletrónico O BEIRÃO ONLINE, superiormente dirigido pelo colega e Amigo Joaquim Duarte Pereira (Zé Beirão) e mereceu o seguinte comentário doutro companheiro e Amigo, Amorim Lopes, um dos mais antigos redatores de A FOLHA DE TONDELA e que, pela oportunidade,  tomo a liberdade de reproduzir: 
"Bravo. Bato palmas e aplaudo, de viva voz.
Infelizmente a cegueira dos portugueses, ou de uma grande parte, é latente há 41 anos.
Além de toda a tristeza, acresce ainda o facto de os milhões que estas fantochadas custam a todos os contribuintes.

Deus nos valha e nos livre de todos os escroques que existem cada vez em maior número neste Portugal à beira mar "encravado".Amorim

O Palhinhas


O Palhinhas nasceu há 100 anos
 
 
Páginas interiores no desdobrável que acompanha a rxposição patente na Bibliotecva Municipal da Figueira da Foz alusiva aos 100 anos da fundação do jornal humorístico figueirense O PALHINHAS
***
Reproduz-se aqui um apontamento publicado em PRESENTE em 13 de novembro de 2007 e a que o desdobrável acima se refere:
***

O Palhinhas .
Conforme refere Cardoso Marta, “O Palhinhas” foi um “jornal de pouca dura, como todos os que se destinam apenas ao estreito período balnear, falecendo, a igual dos queixosos de peito, ao desprender das primeiras folhas outoniças.”
Os fundadores constam do cabeçalho do primeiro número (25 de Julho de 1915), que reza assim:
“O Palhinhas – De Domingo, de 25 de Julho de 1915 – Rol de “roupa suja” cá da Praia – Esta publicação bi-semanal é propriedade de José dos Santos Alves, tendo seu director Augusto Pinto e seu editor Luís Brandão de Mello. É composto e impresso na Casa Havanesa, Praça Nova, sendo também a sua administração na mesma casa. Pertencem ainda ao corpo da redacção: João de Oliveira e José Brandão. Época de 1915 (1.ª) N.º 1 – Figueira da Foz.”
No segundo número, entrou para redactor Raimundo Esteves Pereira Júnior, então tesoureiro da filial do Banco Ultramarino da Figueira da Foz. Indica como local de impressão a Tipografia Lusitana, que era, afinal, a da Casa Havanesa, como no primeiro número.
Do terceiro número em diante é já impresso na Imprensa Lusitana (de Augusto Veiga). O sétimo, distribuído gratuitamente, traz no cabeçalho um novo redactor, António Amargo, pseudónimo do jornalista António Correia Pinto de Almeida, na altura redactor da Gazeta. Indica ser composto na Casa Havanesa e impresso na Lusitana.
Foram colaboradores de O Palhinhas, além dos seus redactores, Ernesto Tomé (pseudónimo E. Tê), Manuel de Sousa (M. de S.), José Cardoso Santiago (Gantoias), Augusto Veiga, J.M. de Santiago Prezado, De Melo, A-la-mi-ré, Esculápio Júnior, Dr. Francisco Xavier Canavarro de Valadares (João da Ega), Simplício Benévolo e Manuel Cardoso Martha.
Dos redactores, José Brandão também usava os pseudónimos de Joe Brand e de D. Lopo de Briteiros; Augusto Pinto (o homem que baptizou a Figueira da Foz de Praia da Claridade, e que faleceu em Berna, na Suíça), de Sap e Raimundo Esteves, de J. d’O e João de Oliveira.
O último número desta série saiu num domingo, 17 de Outubro.
Segundo Cardoso Marta escreveu em 1921, O Palhinhas “foi porventura o mais interessante e bem redigido jornal de verão que tem surgido na Figueira.”
.
Como descrevem J Sousa e António Reis Caldeira em 1986, O Palhinhas, então dirigido por Ernesto e Adriano Santos [O Pinana], sucessivamente, reiniciou a publicação, com o mesmo carácter, em 3 de Agosto de 1930, como 2.ª época e que se prolongou por várias séries até que findou com um número especial de 24 de Maio de 1941.
Voltou a publicar-se com o n.º 1 em 4 de Julho de 1952 e o n.º 13 em 27 de Setembro do mesmo ano. Era director e editor Cardoso Marta e proprietário Adriano Santos
Voltaria a publicar-se noutras épocas, designadamente nas épocas balneares de 1954 a 1971.
De acordo com esta última fonte, O Palhinhas ainda se publicou posteriormente a 1971 mas, “não obstante as numerosas e repetidas diligências feitas, não conseguimos localizar qualquer número.”
.
Elementos coligidos por Aníbal José de Matos – Bibliografia: Jornalismo Figueirense, de M. Cardoso Marta, e Jornais e Revistas do Concelho da Figueira da Foz (1863 – 1985), de J Sousa e António Reis Caldeira

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Política


A frase

"Nós estamos num estado comparável somente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento dos caracteres, mesma decadência de espírito"

Eça de Queiroz - 1872

Equinócio de outono


Chegou o outono
 
 
Eram 9:20...
Entrámos no outono.
 

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Para a história da Figueira da Foz CCLXXXIII


Rainha das Praias de Portugal
 
 
22 de setembro de 1926. Dá entrada na Câmara Municipal da Figueira da Foz uma carta  do jornal "A Tarde", solicitando que seja indicado o local  onde deve ser colocada a lápida que ficaria perpetuando  a Figueira como Rainha das Praias de Portugal.
Passaram-se 89 anos e quanto à  placa... espera aí que eu já venho...

Até para o ano


O verão despede-se
 
 
O verão de 2015 chega ao seu final. Amanhã, em Portugal , pelas 9h20 (nos Açores serão 8h20), dá a sua entrada o outono.
 
 

Pintura


Carlos Carreiro expõe no CAE
 
 
É diferente do que estamos habituados a ver. Esta mostra de pintura do artista açoreano Carlos Carreiro, patente na principal sala de exposições do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, merece uma atenção especial e demorada para que sejam devidamente apreciadas as múltiplas figuras contidas nos quadros aparentemente ingénuos e simultaneamente expressivos, cada um deles com várias histórias para contar.
"Eu reconheço que tenho insistido numa pintura que é facilmente conotada com o narrativo, crítica social, ironia, absurdo, etc.  Como zsempre estive contra manipulações do gosto e do pensar, posso ter escolhido um caminho errado, anacrónico, mas é pura teimosia pintar tanto, tentando reinventar constantemente o quadro num simples exercício de prazer."
A exposição encerra a 4 de outubro.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Leituras na Figueira da Foz


A Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz informa que foi selecionado para leitura no mês de setembro o livro “Um Piano para cavalos altos”, de Sandro William Junqueira.
A próxima reunião realiza-se a 26 deste mês de setembro, pelas 15 horas, na Biblioteca Municipal. Este encontro conta com a participação de elementos da Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal da Maia.
 

Na Figueira pela nossa saúde


Hoje, às 9 horas
 
Mais um passeio a partir do jardim em frente ao Grupo Caras Direitas, em Buarcos. São cerca de seis quilómetros. Estamos todos convidados!!!
O número de participantes tem de aumentar. Pela nossa saúde!!!

domingo, 20 de setembro de 2015

Figueira da Foz


133 anos de cidade
 
 
 
 
A Figueira da Foz (Portugal) ompleta hoje, 20 de setembro de 2015, 133 anos de elevação a Cidade.
 
Decreto de 1882
 
"Atendendo a que a vila de Figueira da Foz, no distrito de Coimbra, é actualmente uma das mais importantes do reino pela sua população e riqueza, e desejando por ocasião da minha recente visita àquela vila,  dar aos habitantes dela um solene testemunho de apreço pelos honrados esforços que têm empregado para o seu progressivo  desenvolvimento, hei por bem fazer mercê à dita vila de FIGUEIRA DA FOZ,  de a elevar à categoria de cidade com a denominação de CIDADE DA FIGUEIRA DA FOZ, e me apraz que nesta qualidade gose de todas as prerrogativas, liberdades e franquias que directamente lhe pertencerem, devendo expedir-se à respectiva Câmara Municipal  a competente carta, em dois exemplares, uma para título daquela  corporação e outra para ser depositada no real Arquivo  da Torre do Tombo.
O ministro e secretário de estado dos negócios do reino assim o tenha entebdido e faça executar.
Paço, em 20 de Setembro  de 1882. REI."

Legislativas 2015


Isto é que é DEMOCRACIA...
 
A frase:
 
"A ministra da Saúde é tresloucada"
 
 
Marinho e Pinto
 
Mais nada...
 
 
 

Mensagem


sábado, 19 de setembro de 2015

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Eleições à porta


Em plena campanha...
 
 
Há 80 anos era assim...

Para a história da Figueira da Foz CCLXXXII


18 de setembro de 1932
 
 
Em 18 de setembro de 1932, era inaugurado na ilha da Morraceira, Figueira da Foz (Portugal), o Campo de Aviação Humberto nda Cruz.
Passaram-se 83 anos e, após o desaparecimento do aeródromo figueirense, a Figueira, apesar de vários projetos, alguns deles megalómanos, nunca mais a região beneficiou da implantação de uma pista que tão importante seria para o turismo local e não só.

Na Figueira da Foz


CRESCER COM ARTE
 
 
"Crescer com arte" é um novo projeto do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, que se destina a crianças entre os seis e os onze anos de idade,  e tem como finalidade promover a educação artística, possibilitando o contacto, durante três meses, com as várias áreas envolvidas: teatro, dança, artes plásticas e música.
A partir do dia 2 de outubro, quatro vezes por semana e por 30 euros mensais,  as crianças terão a oportunidade de  ampliarem o seu repertório visual e gráfico e contribuirem para a construção de um olhar crítico no exercício da cidadania;  contactarem e conhecerem várias áreas artísticas, alargando os seus conhecimentos e possibilidades de escolha; ocuparem os tempos livres de forma divertida e simultaneamente enriquecedora; favorecerem a autoconfiança, a capacidade de enfrentar desafios, o autoconhecimento e a imaginação criadora, a fim de resgatar a criança inventiva; expressarem-se por meio da arte, manifestando os seus desejos, expressando os seus sentimentos, expondo e construindo a sua personalidade e socializarem através do trabalho em grupo. 
Salvaguardando os direitos das crianças mais  carenciadas, o Município da  Figueira da Foz assegura, neste projeto, que até um total de 12 crianças, desde que cumpram os requisitos legais, serão isentas total ou parcialmente do valor da mensalidade.
 
                                                                                                        

Um novo livro



Amanhã, 19 de setembro, decorrerá no Museu Municipal Santos Rocha, na Figueira da Foz,  a apresentação do livro   "Confiança Perdida" de Maria João Grilo, com chancela da Chiado Editora.
Maria João Grilo é o pseudónimo literário de Estrela Silva. Nascida em 1967, licenciou-se em Economia e Gestão Financeira na FEUC (Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra). Com gosto pela leitura e pela escrita, desde os 9 anos que escreve poemas e pequenos textos. Fez teatro e escreveu o seu primeiro romance aos 30 anos. 

Estudar na 3.ª idade


Estão abertas as inscrições para o ano letivo 2015/2016 da Universidade Senior da Figueira da Foz.
As disciplinas, num total de 24, são essencialmente as mesmas do ano anterior,  com conteúdos similares nas disciplinas técnicas e com temas diversificados nas aulas de âmbito das Humanidades.
A sessão inaugural, aberta ao público em geral,  terá lugar no dia 6 de outubro, pelas 15 horas, no auditório de O Sítio das Artes, com uma palestra do Professor Doutor João Avelãs Nunes, versando o tema De Ceuta a Calais: colonialismo e pós-colonialismo à escala nacional, da UE e global. Inicia-se desta forma uma colaboração mais frequente da Universidade de Coimbra com a Senior da Figueira da Foz.
O horário de funcionamento da secretaria é 10h00-12h00 e 14h00-17h00, de segunda a sexta-feira.
 

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Dia Mundial do Turismo


À semelhança de  anos anteriores, o Município da Figueira da Foz participa nas Jornadas Europeias do Património, que irão decorrer a nível nacional de 25 a 27 de setembrosubordinadas ao tema “Património Industrial e Técnico” .
A 27 de setembro assinala-se o Dia Mundial do Turismo. Assim,  conjugando a efeméride com a iniciativa anual do Conselho da Europa e da União Europeia, que envolve cerca de 40 países e tem como objetivo a sensibilização dos cidadãos para a importância da proteção do Património, o  Município preparou um programa especial para dia 27 do corrente mês.
O programa consiste num passeio fluvial com passagem no Moinho das Doze Pedras. Datado do século XVII, trata-se de um dos mais importantes exemplares deste tipo de moinho de marés existentes e de dimensões únicas do nosso país, e mantém a sua integração na magnífica paisagem envolvente. O percurso, com embarque às 14 horas, será efetuado pelo Lodka Boating, que levará depois os participantes ao Núcleo Museológico do Sal
Pelas 17 horas, no Núcleo Museológico do Sal realizar-se-á a apresentação do livro “Gastronomia e Vinhos - do Turismo de Experiência à Experiência pelo Turismo”,  pelos autores Norberto Santos e Fernanda Cravidão.
A terminar a tarde o Município proporcionará aos participantes a degustação de produtos locais selecionados e prova de vinhos.
O regresso dos participantes será assegurado por autocarro municipal.
As atividades são gratuitas, contudo o passeio fluvial encontra-se sujeito a inscrição devido à lotação da embarcação.
As inscrições podem ser efetuadas via  figueiraturismo@cm-figfoz.pt ou pelo telefone 233 402 840.
 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Teatro

Sábado
CAE DA FIGUEIRA DA FOZ
 

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A imagem do dia
 
 
 Vale de Jorge (Serra da Boa Viagem)
14 de setembro de 2015

Leituras na Figueira da Foz

Quintas na ...quarta!!!


No âmbito do projeto 5as. de Leitura,  a Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, promove quarta-feira, pelas 21h30, mais um encontro com um escritor nacional. Desta vez o convidado é o antigo Secretário de Estado da Cultura – também jornalista e escritor – Francisco José Pereira de Almeida Viegas.
Da sua obra destacam-se livros de poesia (“Metade da Vida”, “O Puro e o Impuro”, “Se Me Comovesse o Amor”), os romances “Regresso por um Rio”, “Crime em Ponta Delgada”, “Morte no Estádio”, “As Duas Águas do Mar”, “Um Céu Demasiado Azul”, “Um Crime na Exposição”, “Um Crime Capital”, “Lourenço Marques”, “Longe de Manaus” (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores, 2005), “O Mar em Casablanca “e “O Colecionador de Erva”.
Em 2010 aventurou-se na literatura infantil com 'Se Eu Fosse... Nacionalidades', o primeiro livro
de uma coleção de seis, ilustrada por Rui Penedo.
Os seus livros estão publicados em Itália, Alemanha, Brasil, França e República Checa. 
 
 
 

domingo, 13 de setembro de 2015

Festival de Cinema da Figueira da Foz

CINZENTO E NEGRO
E LUIS FILIPE ROCHA,
OS GRANDES VENCEDORES

 
 
 
Os premiados: 

Longa-Metragem: Cinzento e Negro, de Luís Filipe Rocha
Curta-Metragem de Ficção: A Tua Plateia, de Óscar Faria
Menção Honrosa: Percepção Delicada de um Raio de Luz, de Gustavo dos Santos
Curta-Metragem Documental: Trama, de Luísa Soares
Videoclip: Nerve - Subtítulo, de Chicolaev (Francisco Freitas)
Menção Honrosa: Achievement, de José Castanheira
Curta-Metragem - Escolas: Nómada Existencial, de Nuno Pais
Realizador: Luís Filipe Rocha, Cinzento e Negro e Roly Santos, Manos Unidas
Ator Principal: Adriano Carvalho, Doce Lar
Atriz Principal: Joana Bárcia, Cinzento e Negro
Argumento: Luís Filipe Rocha, Cinzento e Negro
Música Original: Rodrigo Raposo, Trama
Fotografia: André Szankowski, Cinzento e Negro
Menção Honrosa: Pedro Sousa Raposo, Trama
Montagem: Manos Unidas
Menção Honrosa: André Valentim de Almeida, A Campanha do Creoula
Galardão Figueira Film Art 2015: Rui Goulart
Prémio Carreira: Manoel de Oliveira
 
Chegou ao final a segunda edição do Figueira Film Artt, Festival de Cinema da Figueira da Foz, que, lamentavelmente, não teve a merecida adesão do público, e cujo filme vencedor, sem surpresa, foi a longa-metragem de Luís Filipe Rocha, CINZENTO E NEGRO, projetada no Grande Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz que, ao invés do Pequeno Auditório, mais vocacionado para o efeito, não reuniu, desta feita, como aliás o próprio realizador Filipe Rocha salientou,  as essenciais condições técnicas de som e imagem que a exibição da película exigia.
CINZENTO E NEGRO foi contemplado com cinco galardões: melhor filme, melhor realizador, atriz principal, argumento e fotografia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Figueira Film Art


Jorge Pelicano
 no Festival de Cinema
da Figueira da Foz
 
 
"Para-me de repente o pensamento/ Como que de repente refreado/Na doida correria em que levado/Ia em busca da paz, do esquecimento..." Assim começa o poema publicado em 1915 na revista "Orpheu", da autoria de Ângelo de Lima. Em 1894, o poeta e pintor foi internado no Centro Hospitalar Conde de Ferreira (Porto) com o diagnóstico de "delírio de perseguição". Para reencontrar a personagem para a sua peça de teatro, o actor Miguel Borges decide passar três semanas com os actuais pacientes do hospital. Durante esse tempo, partilha com eles as conversas, as refeições, as terapias, o café e os cigarros. O documentarista Jorge Pelicano ("Ainda Há Pastores" e "Pare, Escute, Olhe") pega na câmara e segue os seus passos, filmando 250 horas desse convívio e aprendizagem. A montagem final resultou num tratado de uma hora e meia sobre a loucura e a lucidez. PÚBLICO
 
 

 
O cineasta figueirense, Jorge Pelicano, esteve ontem no Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos, onde decorre o Figueira Film Art ~Festival de Cinema da Figueira da Foz, a apresentar o seu documentário PARA-ME DE REPENTE O PENSAMENTO,  documentário impressionante, onde, paralelamente ao sentido estético da sua obra, decorre a vivência dum grupo de pessoas com perturbações mentais, num hospital psiquiátrico.
No final, Jorge Pelicano respondeu a várias questões levantadas por alguns elementos do público, explicando o conteúdo do seu trabalho e dos seus colaboradores, focando, esssencialmente, a ação do ator Miguel Borges, com um papel preponderante no documentário.
Um filme que merece ser visto.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

RTP e as calinadas...


 
Portugal venceu a Albânia
 
 
 
Um golo de Miguel Veloso, na sequência de um pontapé de canto apontado por Quaresma, já em período de compensação, ditou a vitória tangencial da seleção portuguesa de futebol sobre a sua congénere albanesa.
O triunfo surgiu segundos após o locutor da RTP ter dado um pontapé na gramática, com esta frase: "
"A Albânia é uma DAS POUCAS EQUIPAS QUE NÃO PERDEU ainda nesta fase de qualificação", quando o correto seria dizer  A Albânia é uma DAS POUCAS EQUIPAS QUE NÃO PERDERAM ainda nesta fase de qualificação".
E assim se fala e escreve em mau português!!! Desta feita num serviço público...

Figueira balnear desaparecida


Na Europa Ocidental, durante o século XIX, inicia-se a vulgarização do acesso às estâncias balneares, de forma particular às praias. O mesmo sucedeu na Figueira da Foz a partir da década de 40 do século XIX. “Ir a banhos” torna-se uma “tendência” pelos fins terapêuticos mas também como ato social de recreio.
Para fazer da cidade a praia elegante que se veio a tornar, muito ajudou a edificação do Bairro Novo, onde se instalam os banhistas espanhóis e as famílias distintas de Coimbra, das Beiras, Alentejo e Lisboa. As manhãs são passadas na praia e a tarde e a noite acolhem os banhistas em diversas atividades lúdicas e culturais: casinos, cafés, teatros, touradas, regatas, ténis, passeios e atividades infantis fazem parte do quotidiano balnear.
Por volta de 20 de outubro encerram os casinos e está ditado o fim da época balnear. A “Rainha das Praias” só o voltará a ser no ano seguinte.
 
 
O documentário Figueira Balnear Desaparecida, apresentado no âmbito do Figueira Film Art – Festival de Cinema da Figueira da Foz, é profusamente ilustrado com imagens da coleção do Arquivo Fotográfico Municipal e enriquecido com testemunhos de figueirenses que viveram os dias dourados da Figueira da Foz ou que deles guardam memórias.

domingo, 6 de setembro de 2015