domingo, 30 de dezembro de 2012

Porque hoje é DOMINGO
 


2012 chega ao fim
 
“...as coisas antigas já passaram..."
 
(2 Cor. 5.17)

sábado, 29 de dezembro de 2012

Passagem do ano na Figueira da Foz

 
 
 

Criativa 2012

Criativa 2012 foi um êxito.
O Encontro de Criadores da Figueira da Foz, que decorreu em outubro no Sítio das Artes, Centro de Artes e Espetáculos e Museu Municipal Dr. Santos Rocha, proporcionou trabalhos como o que se reproduz e se encontra patente no CAE.

Conceição Mendes no CAE

Um dos quadros expostos no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE).
"Pintura à flor da pele" é o título da mostra de Conceição Mendes, que se encontra patente ao público até 13 de janeiro.

2013 AO VIRAR DA ESQUINA


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

O Figueirense bateu no fundo

REQUIESCAT IN PACE
 
 
AFUNDADORES
depois de
ofenderem a memória do FUNDADOR
 
Nota: Impõe-se dizer, para que não subsistam dúvidas, que esta imagem é a reprodução da capa ridícula com que o mais antigo jornal da Figueira da Foz anunciou hoje o seu fim. Trata-se de uma capa vergonhosa, como que em jeito de publicitar um acontecimento festivo.
E sobre o assunto deste funeral termino por aqui as minhas considerações  acerca dum jornal que, em tempos, prestigiou a comunicação social da Figueira da Foz.
Insisto apenas neste ponto, aditando que o fundador do jornal, Joaquim Gomes d'Almeida, morreria novamente e agora de vergonha, se visse, não apenas o termo do jornal que criou, mas a forma caricata como esse fim é desenhado no rosto da publicação.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O Figueirense


“Unhappy end”
 
O órgão oficial do Casino da Figueira da Foz, segundo foi oportunamente anunciado pelo senhor Gil, encerra ingloriamente as suas portas, pondo fim ao que, em tempos, foi um prestigiado meio de comunicação social desta cidade da foz do Mondego.

O facto de O Figueirense há muito ter deixado de beneficiar dos laços de afinidade de individualidades que fundaram e mantiveram o jornal, com base na dedicação que, como figueirenses de coração os unia à Figueira da Foz, e, ao invés, ter passado a ser “orientado” por estranhos, teria, forçosamente, de o conduzir para este final.

O atentado que aqui, veementemente, denunciei, perpretado à memória do fundador do jornal, adulterando as raízes da sua fundação, numa atitude inicialmente à revelia do seu administrador, fruto dum conluio apancadado também ele tecido entre elementos estranhos à cidade, constituiu como que a pedra de toque para este funeral anunciado.

Na crónica que, pelo seu conteúdo, terá irritado Domingos Silva, já que este fez questão de se pronunciar no sentido de  que a administração ainda não tinha anunciado publicamente a decisão do encerramento, crónica que viria a  preceder uma série de editoriais que, como se diz na gíria jornalística, se limitaram a encher chouriços, salientava-se que o fecho de O Figueirense se devia a questões de ordem financeira.

A justificação

Aliás, Domingos Silva, já em 5 de outubro de 2011, justificando-se pelo desconhecimento da ação que, nas suas costas, alterara a ficha técnica do jornal, eliminando o nome do seu fundador Joaquim Gomes d’Almeida, salientva que “… o Casino Figueira, já pela terceira década consecutiva, sustenta o jornal tendo-se tornado a dado passo o seu accionista único, razão pelo qual continua a sustentá-lo. Com efeito a assim não ser o Jornal há muito teria desaparecido já que económica e financeiramente, comprovadamente não é viável.”

Personalidades

Aníbal Correia de Matos, jornalista que, ainda em vida, viu a Câmara Municipal da Figueira da Foz incluí-lo na toponímia local, veiculou a entrega de O Figueirense, ao Casino, na pessoa do então administrador da Sociedade Figueira-Praia, Fernando Alves do Vale, um tondelense ligado à Figueira por adoção, personalidade que, neste momento, deve sentir amargamente o infausto desfecho dum título que tanto admirou e que, embora agora de certo modo titubeante, prosseguia a longa caminhada em direção ao século.

Aliás, Aníbal de Matos, na linha do fundador do jornal (não só a história escrita o atesta, mas sobretudo quem viveu de perto a sua luta para a criação do título), seu tio, Joaquim Gomes d’Almeida, ambos santacombadenses visceralmente ligados à Figueira da Foz, foi uma dessas duas individualidades que indelevelmente ficam ligadas a este órgão da comunicação social regional.

Uns foram os impulsionadores, outros os coveiros!

Curiosamente, em 19 de novembro, um amigo bastante ligado à empresa detentora do título, enviava-me um e-mail em que podia ler esta passagem: “…Mais tarde [O Figueirense] haverá de renascer com HOMENS a sério...”

Para inferir-se de todo o historial relatado ao pormenor e documentalmente no blogue que se intitula JORNAL FIGUEIRENSE ADULTERA MEMÓRIA (http://jornal-figueirense-adultera-memoria.blogspot.com) tomo a liberdade de sugerir uma consulta, como, aliás, já o fizeram perto de 900 visitantes.

Aníbal José de Matos, Figueira da Foz, 26 de dezembro de 2012

 

 

 

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

NATAL


Haja NATAL

 

Mulheres atarefadas

Tratam do bacalhau,

Do peru, das rabanadas.

-- Não esqueças o colorau,

O azeite e o bolo-rei!

- Está bem, eu sei!

- E as garrafas de vinho?

- Já vão a caminho!

- Oh mãe, estou pr'a ver

Que prendas vou ter.

Que prendas terei?

- Não sei, não sei...

Num qualquer lado,

Esquecido, abandonado,

O Deus-Menino

Murmura baixinho:

- "Então e Eu,

Toda a gente Me esqueceu?"

Senta-se a família

À volta da mesa.

Não há sinal da cruz,

Nem oração ou reza.

Tilintam copos e talheres.

Crianças, homens e mulheres

Em eufórico ambiente.

Lá fora tão frio,

Cá dentro tão quente!

Algures esquecido,

Ouve-se Jesus dorido:

- "Então e Eu,

Toda a gente Me esqueceu?"

Rasgam-se embrulhos,

Admiram-se as prendas,

Aumentam os barulhos

Com mais oferendas.

Amontoam-se sacos e papeis

Sem regras nem leis.

E Cristo Menino

A fazer beicinho:

- "Então e Eu,

Toda a gente Me esqueceu?"

O sono está a chegar.

Tantos restos por mesa e chão!

Cada um vai transportar

Bem-estar no coração.

A noite vai terminar

E o Menino, quase a chorar:

- "Então e Eu,

Toda a gente Me esqueceu?

Foi a festa do Meu Natal

E, do princípio ao fim,

Quem se lembrou de Mim?

Não tive tecto nem afecto!"

Em tudo, tudo, eu medito

E pergunto no fechar da luz:

- Foi este o Natal de Jesus?!!!
 

(João Coelho dos Santos

in Lágrima do Mar - 1996)

(Recebido de um Amigo, por e-mail)

DIA DE NATAL

N A S C E U          J E S U S

"Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor."
Lucas: 2; 11
.
(Reprodução da medalha comemorativa do Natal de 1981, de Cabral Antunes, que me foi oferecida pelo Autor.)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Tempo de NATAL




Com imaginação e ... amor


 

Num livro que publiquei precisamente há 20 anos (1992), de seu título“Conflitos”, inseri um pequeno poema que, em plena época natalícia,aqui relembro:“A passos largos/Desenha-se o Natal da convenção,/ Reerguem-se pinheiros derrubados,/Regressam figuras dum Presépio/Em ciclo de musgo de esperança (?)/ Virá mais uma noite/Quiçá um novo dia de vénias mais corteses,/Não faltarão amizades duma hora.../Depois, depois um novo e longo ano no olvido/De sentimentos e de atos,/Portas cerradas aos convivas do Natal/De novo esquecidos amanhã.../Natal, Natal,/Festa dum dia/A recordar a tristeza  duma vida./Mas as crianças ainda brincam no musgo da esperança !.

 

Há dias passei por um estabelecimento comercial de artesanato, onde, à guisa de publicidade, se podia ler: “Ofereça com imaginação”. Na altura, tive vontade de entrar e pedir para ser acrescentado ao “slogan” a palavra amor.

Sim, porque convenção não basta e o Natal tem que ser, forçosamente, muito mais do que o simples (por vezes complicado) gesto de oferecer uma prenda. O Natal passou a ser pura e simplesmente uma sucessão de atos comerciais, e, quer queiramos quer não, a ação adultera completamente o espírito.

Natal contém em si o verdadeiro significado da palavra, reproduzido, por exemplo, no Novo Testamento, em Mateus, 1:21 : “E dará à luz um filho, e chamarás o seu nome JESUS; porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Em Lucas, 2:11, podemos deparar com o verdadeiro Presépio: “Pois, na cidade de David, nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor”.

O Natal dos nossos dias transformou-se num circuito de transações em que foi negligenciada a verdadeira essência da época.

Solidariedade deveria ser o mote permanente numa quadra em que o Amor conduzisse, em todo o seu conteúdo, à felicidade pelo reconhecimento dum renascer permanente

O simples gesto de oferecer prendas pelo Natal, numa reposição ainda que diluída das ofertas que os Magos fizeram a Jesus por alturas do seu nascimento, no presépio que significa estábulo, e foi o seu berço, deveria ser eivado de carinho, de fraternidade, de sentimento muito para além do valor comercial do objeto.

A propósito de presentes, a psicóloga Marta Vago diz que “durante as festas de Natal, as pessoas tornam-se contabilistas”, acrescentando: “sentem-se obrigadas a gastar num presente o mesmo que a outra pessoa despenderá naquele que lhes vai dar”. Ronald Hulnick, no seu livro Financial Freedom in Eigth Minutes a Day, escreve “o importante é a mensagem de amor que está por trás do presente, não ele próprio”.

Em 1979 foi criada em Zurique a Sociedade de S. Nicolau, mais conhecida por Clube dos Pais Natal, que tem exercido uma ação filantrópica credora dos mais rasgados encómios. Oferece todos os anos cabazes de Natal a famílias pobres, auxilia deficientes, visita famílias carentes de bens materiais e morais, subsidia mães solteiras, comparticipa no pagamento de rendas de casa, etc.

Neste Natal, sem esquecermos a verdadeira origem do termo, vamos, pois, oferecer algo com imaginação, mas, principalmente, com amor.

 

Aníbal José de Matos
(Do livro a publicar em breve reproduzindo crónicas e editoriais por mim oportunamente publicados na imprensa regional)

Véspera de NATAL

Reprodução da medalha alusiva ao NATAL, executada em 1978, pelo meu prezado Amigo, o artista David Oliveira, de Santa Comba Dão, exemplar que fez o favor de me oferecer.
Para o David, aquele abraço e um Natal muito feliz.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Tempo de NATAL


Natal na Figueira da Foz

Na Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás, na Figueira da Foz,  encontra-se um presépio tradicional, que relembra a infância, onde o musgo, a areia e outros materiais recolhidos na natureza são reis entre Reis, animais, e a Sagrada Família.
 
 
 Montado pelas habilidosas mãos de colaboradoras deste equipamento cultural, é sem dúvida um regalo para os mais pequenos e um resgatar de memórias para os graúdos.

 
Ainda na Biblioteca poderemos contemplar um presépio moderno, onde as figuras ganharam “vida” pela mão dos alunos do 10º ano do Curso Profissional Técnico de Apoio Psicossocial, da Escola Secundária c/ 3º CEB Dr. Bernardino Machado, também da Figueira.. Este presépio foi executado com materiais reciclados, aplicando a técnica do papel maché.
 
No Museu Municipal Santos Rocha, nesta cidade da Figueira da Foz, não há presépios em exposição, mas mesmo assim, não se vai desiludir, pois na Sala de Exposição Permanente de Arte Sacra pode apreciar-se: uma figura de presépio Nossa Senhora (séc. XVIII - 2º metade - barro policromado, uma escultura da Nossa Senhora com o menino, em barro policromado (João Afonso? -1ª metade séc. XV) e também uma pintura em têmpera e madeira, do século XIV, da autoria de Pietro Cavallini, Nossa Senhora com o Menino.

 

Vamos ao Museu


Teatro no TUBO

Feliz Natal, Senhor Ministro...

Inverno

 
"Começou o inverno"
 
 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Tempo de NATAL

Boas Festas
 
"O Presépio" visto por Mário Silva, num quadro que o artista fez o favor de me oferecer.

ALEASCRIPT

Apresentado hoje
em Leiria
 
"Rui Matos, 46 anos, natural da Figueira da Foz.
Licenciado em Educação Física, Mestre em Desenvolvimento Motor da Criança, Doutor em Motricidade Humana.
Atualmente é Subdiretor da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria.
Embora escrevendo para diversos públicos, salienta-se o infanto-juvenil, no qual a Coleção As Aventuras de Rafa, com 10 volumes publicados e grande aceitação junto da pequenada, ocupa lugar de destaque.
Vencedor de diversos prémios literários, destaca-se o 1º prémio de Conto ex-aequo (1º Concurso Literário da Associação Nacional de Poetas e Prosadores), em 2009, e o 1º prémio Conto (8º Concurso Literário da Academia Antero Nobre), igualmente em 2009.
Este é o seu primeiro romance.
O que parecia ser uma inocente e inócua forma de ultrapassar um bloqueio literário, transforma-se num caso muito sério!
Na verdade, Aleascript, programa informático criado com o intuito de fazer surgir, aleatoriamente, conjuntos de 5 palavras desencadeadoras de criatividade literária, revela-se muito mais poderoso. Rodolfo, personagem principal, apercebe-se de que cada conjunto de 5 palavras sorteadas remete para um acontecimento significativo do passado, vivido pelo utilizador do programa.
A possibilidade, mais tarde descoberta, de recuar cada vez mais no tempo, ultrapassando a barreira do nascimento e desaguando em vidas passadas, agita todo o mundo, causando especial incómodo à Igreja Católica, avessa à temática da reencarnação.
Para ficar a saber todas as implicações desta descoberta, há que ler… ALEASCRIPT."
 

POESIA


6 4  0 0 0
 
O meu blogue "POESIA", criado em 18 de novembro de 2008, registou hoje a presença do visitante 64 000, um número que penso ser considerável levando em linha de conta as caraterísticas deste tipo de expressão, que nem todos apreciam, sendo por demais conhecida a noção de que se trata do parente pobre da literatura num país que teve como expoente máximo Luís de Camões.
 
O meu agradecimento muito sincero a quantos continuam a dispensar a sua atenção a este formato cultural.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Tempo de Natal

"Estamos a menos de uma semana da véspera de Natal, pelo que é chegada a hora de desejar a todos vós, em nome da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz, da sua Chefe, Dra Margarida Perrolas e de todos os seus colaboradores, BOAS FESTAS."

O pensamento do dia

"As alegrias do céu compensarão as dificuldades da terra."

In Nosso Pão Diário

Tenpo de NATAL

A imagem do dia
 
 
 
"Avô e neto"
 

sábado, 15 de dezembro de 2012

Natal no Tubo d'Ensaio d'Artes

Até 22 de dezembro
na Figueira da Foz
 
 

Tempo de NATAL

F E L I Z     N A T A L
 
 

Em Maiorca - Figueira da Foz


Nos 130 anos de cidade


A imagem do dia
 
 
"Outono"

Rir é o melhor remédio

AHAHAHAHAHAH

Digo-vos sinceramente:
Já não me lembrava de ter rido tanto com o que tenho lido num órgão local da comunicação social. Vai fechar mas que está a despedir-se com um um folhetim pejado de anedotas incríveis lá isso é verdade.
Passem um bom fim de semana.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Naval 1.º de Maio


Por incumprimento salarial

Roberto, avançado da Naval 1º de Maio, procedeu esta terça-feira, à rescisão unilateral do seu contrato de trabalho desportivo, alegando salários em atraso.

O jogador emitiu um curto comunicado onde esclarece que o incumprimento salarial foi o motivo desta decisão em desvincular-se do clube da Figueira da Foz.

"Foi com orgulho e profissionalismo que vesti a camisola da Naval e é com tristeza que sou obrigado a tomar esta decisão" sublinhou o jogador no documento, agradecendo aos ex-companheiros, funcionários do clube e adeptos o apoio que lhe foi prestado.

O processo corre agora os trâmites legais, pelo que o jogador remete para o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol qualquer informação adicional sobre o assunto.

Refira-se que a rescisão de Roberto é a terceira a ocorrer este mês, seguindo-se às do médio brasileiro Leandrinho e do avançado Tozé Marreco, abandonos que deixam o plantel reduzido a 21 jogadores, sendo três deles da posição guarda-redes.”

 

In RECORD

 

Digo eu: Surpresa??? Só para quem não conhece os que, sem arcaboiço, se metem em cavalarias altas.…

Tradição em tempo de Natal

O Natal do
Jardim-Escola João de Deus
 
No 1.º Jardim-Escola João de Deus, da Figueira da Foz, a tradição ainda é o que era, e os seus alunos tiveram na quarta-feira sua habitual festa de Natal, que decorreu no grande auditório do Centro de Artes e Espetáculos (CAE).
Foi, como sempre, uma festa bonita, em que os seus protagonistas se divertiram imenso assim como o público (na sua maioria familiares e amigos), que quase encheu o auditório.

Natal na Biblioteca da Figueira da Foz

“Os 3 Porquinhos
à descoberta do Natal”
O Natal chegou à Biblioteca pela mão das alunas do Curso Técnico de Apoio à Infância do INTEP da Figueira da Foz, que apresentaram ontem 3 sessões da peça de teatro infantil Os 3 Porquinhos à descoberta do Natal. Esta ação, integrada na parceria cultural que a Escola e o Município têm mantido nos últimos anos, contemplou alunos dos Jardins de Infância da Cova-Gala, Conde Ferreira, Regateiros, Morros, Camarção, Casa de S. Pedro, Santa Luzia de Lavos, Costa de Lavos, Misericórdia, Creche Goltz de Carvalho, Conservatório de Música David de Sousa, ATL Traquinas e Trapalhões, 1º Jardim Escola João de Deusda Figueira daFoz e da Escola do 1º CEB Rui Martins. Cerca de 500 alunos e professores assistiram e divertiram-se com as aventuras dos 3 porquinhos e alguns amigos de outras histórias infantis, que também vieram para a festa. Como sempre, no final, houve ainda ateliers de pintura facial e balões criativos, dinamizados pelas alunas.

ALEASCRIPT

Um novo livro
do figueirense Rui Matos


 
 
 


Por esses caminhos...

Saudades de Angola

Visitando um dos mercados de Luanda (Angola), em 1973.
Foto publicada no Diário de Luanda, na sua edição 13896, de 29 de agosto de 1973.
E a leganda, naquele órgão de comunicação dirigido por Francisco da Silveira Pinto, reza assim: "Alguns dos jornalistas metropolitanos que nos visitam, tomam "contacto", pela primeira vez, com o dendém, no Mercado de S. Paulo. Certamente, não tardará que lhe tomem o sabor, numa boa muamba."