terça-feira, 26 de novembro de 2013

Ciclovias,
montanhas de disparates
In Revista do ACP, integrada num artigo sob o título: "Ciclovias: cada cabeça sua sentença".
Claro que esta foto é apenas uma gota de água no oceano de disparates que quer em Buarcos, quer na cidade da Figueira da Foz foram implantados nos últimos tempos.
Um dos mais caricatos acontece na Avenida 1.º de Maio, junto ao campo de treinos do Estádio Municipal e Pavilhão do Ginásio Clube Figueirense, onde foram suprimidas dezenas de zonas de estacionamento para automóveis (estes passaram a utilizar o passeio para peões...) para, em seu lugar, colocarem uma área "ciclável"...
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"Uma ciclovia é uma via para bicicletas construída de forma independente da rua ou estrada para automóveis." (ACP)

domingo, 24 de novembro de 2013

Figueira da Foz em imagens

Imagens da minha terra
A praia da Figueira da Foz (Portugal) "invadida" pelos "todo-o-terreno" durante a Ronda dos Castelos em abril de 1991.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013


Defender os animais
 

Quem não tem medos?
No passado sábado decorreu no Museu Municipal Santos Rocha da Figueira da Foz a atividade Afinal quem não tem medos?
Dinamizada pela psicóloga Vera Silva Santos, contou com a participação de alunos do Conservatório de Música David de Sousa (CMDS) e do Instituto Tecnológico e Profissional da Figueira da Foz (INTEP - Curso Técnico de Apoio à Infância), orientados pelo professor André Madaleno.
Depois de uma intervenção/dramatização inicial realizada pelos alunos do Conservatório de Música David de Sousa, sobre os seus medos, seguiu-se a realização de atividades práticas com crianças, asseguradas pelas alunas do Instituto Tecnológico e Profissional da Figueira da Foz - Curso Técnico de Apoio à Infância e uma intervenção  teórica para adultos, assegurada por Vera Silva Santos.
Seguiu-se uma curta visita,  às escuras,  ao Museu, na qual foram colocados em prática os ensinamentos da iniciativa, que se resumem a saber enfrentar os nossos medos.

Figueira gastronómica


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Naval 1.º de Maio em crise

Presidente da Câmara
defende eutanásia
mas moribundo resiste
Começa a diluir-se a "sentença" do escritor figueirense Carlos Sombrio (pseudónimo de António Augusto Esteves), quando afirmou que a Naval 1.º de Maio era "obra sonhadora do Povo, erguida pelo Povo, mantida pelo Povo - será eterna como a alma do próprio Povo".
O emblema figueirense transita pela maior crise da sua existência, crise marcada por um início que teve como base o incêndio que destruiu a sua sede e com ela grande parte do património histórico.
Lá diz o ditado que "quem ao mais alto quer subir ao mais baixo vai cair" e a subida e permanência no escalão maior do futebol nacional teve o seu preço e lançou o clube pelo desfiladeiro das desilusões.
Endividado, desacreditado, inclusive pelas altas instâncias do futebol mundial, agoniza num oceano de incertezas qual corpo inerte sem destino.
Espera por um milagre, e, numa situação inédita no seu historial, um presidente da Câmara apresentou uma sugestão cujo significado é dum enorme alcance e faz tremer a memória de quantos, ao longo dos seus 120 anos de existência, tanto fizeram para o seu nascimento e manutenção.
João Ataíde, presidente da edilidade figueirense, sugeriu a extinção do clube e criação dum outro em sua substituição.
Ao que consta, o ainda presidente do clube e da SAD navalista, Aprígio Santos, terá recusado enveredar por esse caminho, preferindo que o emblema vegete à espera duma solução a surgir sabe-se lá de onde.

O pensamento do dia


sábado, 16 de novembro de 2013

O pensamento do dia


Futebol

Portugal, 1 - Suécia, 0
Ronaldo abre porta para o Mundial
Cristiano Ronaldo marcou o golo que deu a vitória à seleção portuguesa de futebol, abrindo o caminho para o Mundial do Brasil.
Desta feita vi o jogo, com som, já que, felizmente para mim, não estava lá o senhor Freitas Lobo...
O prazer foi a dobrar!!!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Inovação e Criatividade


A convite do Comité Nacional Português do ICOM ( Internacional Council of Museums), o Museu Municipal Santos Rocha da Figueira da Foz, irá participar na Festa dos Museus, uma iniciativa inédita, que integra o programa do Festival IN – Festival Internacional da Inovação & Criatividade, que se realiza entre 14 e 17 de novembro na FIL, em Lisboa e cujos objetivos principais são a promoção e divulgação do melhor que se faz, em Portugal, no campo das Indústrias Criativas.

O Festival IN, com organização da Fundação AIP, apresenta-se, assim, como um evento inovador, ancorando experiências sensoriais (interações físicas e virtuais) nos mais diversos setores, que têm a sua origem na criatividade individual, habilidade e talento – Cultura, Artes, Multimédia, Telecoms e Tecnologias da Informação e Comunicação. O Festival IN é o primeiro Festival do género à escala mundial, e pauta-se por ser a maior concentração em Portugal, de atividades, ideias, protótipos e produtos inovadores e criativos.

A primeira edição do Festival IN contará, no seu programa, com conferências, speed conferences, workshops, espaços de lazer e interativos, showcases e áreas para os empreendedores exporem as suas criatividades.


 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Música no Tubo


Na Biblioteca da Figueira da Foz

Dia da Língua Gestual Portuguesa
 
 
A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz vai comemorar, sexta-feira, 15 de novembro decorrente, pelas 10H30, em colaboração com a Escola Superior de Educação de Coimbra, o Dia da Língua Gestual Portuguesa, com uma ação de divulgação orientada por professores e alunos de Licenciatura naquela área e dirigida à comunidade escolar da Figueira da Foz.
 Esta ação tem por objetivo chamar a atenção para esta realidade, reconhecida em 1997 pela Constituição da República Portuguesa como a segunda língua oficial do país e utilizada por milhares de portugueses da comunidade surda, seus familiares, amigos, professores, etc.
A Língua Gestual Portuguesa,  (LGP), é utilizada pelos surdos portugueses, possui um vocabulário e gramática próprios e baseia-se nos movimentos, configuração e orientação das mãos e na expressão facial das pessoas que comunicam desta forma.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Para a história do desporto figueirense

Taça Salazar
Bodas de Diamante
do filme de Manuel Santos
Em 12 de novembro de 1938 (há 75 anos que hoje se completam), no Teatro Parque-Cine, na Figueira da Foz (Portugal), é estreado o documentário "Primeira Disputa da Taça Salazar", realizado pelo figueirense Manuel José dos Santos.
Aquela competição internacional, em remo, que tinha como principal troféu a monumental Taça Salazar, o mais importante e valioso trofeu alguma vez disputado na modalidade em Portugal, realizou-se, pela primeira vez, no verão de 1936 no estuário do Rio Mondego, na Figueira da Foz.
 
 

O pensamento do dia


sábado, 9 de novembro de 2013

Uma frase inteligente...
... "Normalmente, quem marca mais golos é que ganha os jogos"
 
Jorge Jesus, treinador do Benfica, após a vitória por 4-3 (no prolongamento), sobre o Sporting, para a Taça de Portugal, em futebol.
Nem o filósofo Sócrates assinaria uma frase tão lapidar e inteligente!!!
 
 

Mais um ano

Após umas semanas muito atribuladas,
este jovem assinala hoje,
graças a Deus, mais um aniversário.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Divertimento

A Divisão de Cultura do Município da Figueira da Foz informa que na sequência do evento Trench- Play With Art, que se realizou nos dia 25 de outubro no Museu Municipal Santos Rocha e no Centro de Artes e Espectáculos e no dia 26 de outubro no Centro Comercial Foz Plaza, o qual teve como principal objetivo a apresentação ao público figueirense, do mais recente jogo de tabuleiro, 100% português, o TRENCH,  Rui Alípio Monteiro, o criador, ofereceu um exemplar do mesmo à Biblioteca Municipal Pedro Fernandes, ao Museu Municipal Santos Rocha e a cada um dos Agrupamentos de Escolas do Concelho, com o intuito de despertar a curiosidade e incentivar a prática deste jogo “de pura elegância que se inspira nas trincheiras da primeira guerra mundial!”, e que é “um desafio de profunda inteligência”. (Valter Hugo Mãe),
O jogo foi muito apreciado pelos cerca de 50 alunos da Escola EB2/3 Pintor Mário Augusto, do Agrupamento de Escolas Figueira Norte, que participaram na apresentação realizada por Rui Alípio, na manhã do dia 25 de outubro, no Museu Municipal.
 
O TRENCH encontra-se disponível ao público (+10anos), na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, pelo que todos ficam desde já convidados a virem experimentá-lo, podendo depois vir a adquiri-lo na Papelaria Trevo, no Centro Comercial Foz Plaza, onde o Trench também esteve em destaque na tarde do dia 26 de outubro.
O TRENCH é um jogo de estratégia e tática de design moderno e atraente, divertido e interessante. “O seu tabuleiro é em formato de losango, 100% a preto e branco e foi inspirado numa formação romana em diamante e as linhas na horizontal simbolizam as Trincheiras e a Terra de Ninguém.
A escolha do binómio preto e branco é uma referência à técnica da camuflagem e dissimulação desenvolvida na Guerra das Trincheiras, bem como uma singela homenagem à Calçada Portuguesa.
As peças são figuras geométricas, no mais puro estilo do cubismo, de uma beleza artística e estética ímpar, que representam dois exércitos, de 16 elementos cada. Toda esta composição visa simbolizar um clássico confronto de militares no campo de batalha, desde o soldado raso até ao general no topo da pirâmide do poder e o conjunto de regras básicas, práticas e distintas, tornam este jogo de abstração num momento único e inolvidável.”

 

 

O pensamento do dia


terça-feira, 5 de novembro de 2013

Noite dos esqueletos
A Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz organizou, na noite da passada sexta-feira, 1 de novembro, a terceira edição da Noite dos Esqueletos.
Foram mais de 500 os visitantes, entre adultos e crianças, que, numa só noite, foram atraídos ao Museu Municipal. Os funcionários, fantasiados das mais diversas criaturas existentes no imaginário das trevas e do terror, deram largas à imaginação e criaram um ambiente medonho, contudo divertido e didático, do qual se destaca a exposição inédita “ A Galeria dos Horrores”, 
A noite contou com a participação especial do “Guarda Chaves”  (o ator e encenador figueirense, Ricardo Kalash) que,  muito entusiasmado e sempre alerta,  conduziu os participantes através de um percurso pedagógico. Viveram-se momentos de muita diversão mas também de uma singular aprendizagem relativa ao museu e às suas coleções.
Importa salientar que a iniciativa contou com o apoio / colaboração de alunos do Curso Técnico de Apoio à Infância, do INTEP, do GIS – Grupo Instrução e Sport, da SIT – Sociedade Instrução Tavaredense, dos Agrupamentos de Escolas Figueira Norte e Figueira Mar, do 1º Jardim Escola João de Deus, da Ondarte, da Escola de Samba Unidos do Mato Grosso e da empresa Águas da Figueira.

O pensamento do dia


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O que você quer no Natal?
 
Ao longo das próximas semanas, uma única pergunta dominará a consciência de milhões de pessoas: "O que você quer no Natal?". Chamo-a de "pergunta do Pai Natal". Como se fosse uma fórmula sagrada secular, repetimos essa pergunta constantemente, em especial às nossas crianças. Com ela, damos uns aos outros a permissão de desejar coisas e de manifestar o que queremos. A única coisa errada nessa pergunta é a sua superficialidade. Como a cultura comercial dos nossos dias, ela alimenta a ilusão superficial de que "ganhar brinquedos" nos fará felizes.
Mas o período do Advento/Natal chama-nos para além das preocupações superficiais, para a promessa mais profunda de Jesus, que também nos questiona sobre o que queremos. Jesus não afasta os desejos do nosso coração enquanto crescemos na fé e no amor; ao contrário, Ele nutre-os e expande dentro da amplitude do Seu desejo ilimitado por nós. "Pedi e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis" diz Jesus, encorajando-nos a finalmente pedir por nada menos do que o "Espírito Santo" (Lucas 11.9, 13), a própria vida de Deus em nós! Este é um presente de Natal que podemos guardar.
A pergunta de Jesus a Bartimeu, em Marcos 10.51, é ao mesmo tempo semelhante e diferente da pergunta de Natal. Ao perguntar "Que queres que te faça?", Jesus convida Bartimeu para esclarecer o seu vago pedido de misericórdia (v. 46-48).
Ouça essa pergunta como se Jesus se estivesse a dirigir-lhe. Avalie as suas respostas superficiais aos anseios do seu coração. O que você realmente quer? Do que você precisa para ser pleno, plena? Do que precisa para ver Jesus mais claramente, para amá-Lo com mais intensidade e para segui-Lo mais de perto "no caminho"? O que quer que seja, é esse o presente de Natal que Deus lhe quer dar.
 
Stephen D. Bryant
Editor Mundial do No Cenáculo
(Novembro de 2004)