" P R E S E N T E
ANÍBAL JOSÉ DE MATOS

A equipa figueirense, sob o comando de Mariano Barreto, não foi além de um empate a um golo, frente ao Sporting de Pombal, da 2.ª divisão B, no jogo-treino realizado esta manhã no relvado do Estádio Municipal José Bento Pessoa, perante uma assistência de meia centena de pessoas.
AJM (texto e foto)
Prof. Rui Matos, Licenciado e Mestre em Educação Física, numa das suas palestras
Temos a perfeita noção de que os governos mundiais sempre viram a Educação Física e o desporto como úteis ferramentas para demonstrações de poder, como, por exemplo, os jogos disputados entre a ex-URSS e os EUA durante os chamados anos da "Guerra Fria"; mas se a superioridade no desporto era vista (ainda é?) como superioridade dos respectivos países, a Educação Física tinha a utilidade de preparar os cidadãos, futuros soldados, para a guerra; assim, não é de estranhar que os Currículos de formação de professores de Educação Física tenham tido (e em alguns países provavelmente ainda terão) uma forte componente militar.
Não teremos de recuar até ao Mundo Antigo e às Educações grega e romana para ver esta influência; em Portugal, por exemplo, foi durante a 2.ª Guerra Mundial, mais exactamente em 1940, que foi criado o INEF (Instituto Nacional de Educação Física), em Lisboa, ao mesmo tempo que era extinta a Escola de Educação Física do Exército...; sem surpresa, uma vez mais, a influência exercida por diversos ofiiciais do exército foi muito alta. Veja-se apenas o nome desta Disciplina, uma das que compuseram o 1.º Ciurrículo do INEF: "Organização Corporativa e Educação Especial Pré-Militar"...
Pugilismo, esgrima e saltar de uma plataforma de 10 metros de altura para um tanque com água eram algumas das Disciplinas e actividades que também faziam parte do Currículo inicial do INEF.
Em 1989 foi publicada uma lei (nº 286/89) instituindo os Programas Nacionais de Educação Física, isto é, o Currículo Nacional de Educação Física, do 1º ao 12º ano de Escolaridade, o qual afecta, por razões óbvias, o Currículo dos Programas de formação de professores de Educação Física.
Independentemente dos muitos aspectos positivos que têm, os Programas de Educação Física, apesar da propalada flexibilidade, têm limitado acentuadamente a criatividade dos professores e afunilado o leque de experiências pelas quais julgo ser útil os alunos passarem.
Atendendo ao facto de que um dos principais objectivos da Educação Física Escolar deveria ser (ou não?) motivar os alunos para, quando os estudos obrigatórios terminem, continuarem a sua prática de actividade física, por uma melhor saúde e qualidade de vida, estou muito precupado com este "paradigma dos desportos competitivos" que está a fazer com que muitos rapazes e ainda mais raparigas estejam a deixar de gostar daquela que costumava ser a sua Disciplina preferida. É que, como todos saberemos, Educação Física não é só desporto, assim como desporto não é só futebol! Para quando a ingtrodução, por exempllo, da aprendizagem de habilidades circenses (por exemplo, malabarismos) no Currículo de Educação Física, como o fazem a Bélgica e a Noruega?
Excerto e arranjo da Comunicação feita pelo autor, em Bruxelas, no decorrer de um Programa Intensivo de Formação de Professores de Educação Física na Europa).


Como já tive oportunidade de o afirmar, a Figueira da Foz tem uma longa história para contar nos mais diversificados vectores.
Na despedida de Mira como técnico principal, este mereceu o aplauso de Aprígio
Taborda numa intervenção apertada
Ena tantos!!! Deve ter sido um grande acidente...
Finalmente, e após um jejum de sete jogos, a Naval voltou, esta tarde, às vitórias, na despedida de Fernando Mira como técnico principal. Ao intervalo os figueirenses perdiam por 0-1 (golo de Paulo César aos três minutos), após uma primeira parte apagada.
No segundo tempo, os navalistas inverteram o figurino, jogando muito mais próximos do que sabem, e Lito (74 m.) e Orestes (78 m.), selaram uma vitória preciosa que coloca a equipa da casa a coberto de surpresas, no que respeita à pretendida manutenção.
De salientar que todos os golos tiveram assinatura estrangeira: pela União Leiria, marcou um brasileiro e pela Naval, os tentos foram subscritos por um cabo-verdiano e um brasileiro.
ANÍBAL JOSÉ DE MATOS (texto e fotos)
A vida não está a correr muito bem para Manuel Cajuda, o treinador que iniciou, na Naval, a época em que o emblema figueirense se estreou na primeira Liga (a foto mostra o sorriso com que abraçou o projecto navalista), sendo então despedido para dar lugar a Álvaro Magalhães.
Quadro de Mário Silva, pintor conimbricense com laços muito fortes à Figueira da Foz. Da minha colecção. Uma oferta do artista.
Este foi o primeiro corpo activo da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz
Esta foto, que retrata construções na areia da autoria do artista algarvio Costa Júnior, foi publicada na revista "MUNDO GRÁFICO", no seu n.º 18, de 30 de Junho de 1941.
Esta manhã, Mariano Barreto, acompanhado do adjunto Fernando Mira, entra, pela primeira vez, no relvado do Bento Pessoa
Mariano Barreto afirma ter ambições
Mariano Barreto já é treinador da Naval.
O ex-técnico do Marítimo e do Dínamo de Moscovo, que traz consigo o adjunto Luís Guilherme, assinou, esta manhã, um contrato que o vincula ao emblema figueirense até ao fim da próxima época, e já pisou o relvado do Bento Pessoa, observando os seus novos pupilos.
“Há três semanas tinha sido contactado para saber da minha disponibilidade em vir para a Naval, apesar de ainda estar ligado ao Dínamo, e há três dias voltaram a falar comigo, perguntando-me quando é que vinha porque a Naval estava à minha espera”.
O novo treinador afirma que “a ambição é a minha meta, o que partilho desde os meus primeiros tempos de futebol. Quem não tem vontade de vencer não encontra muito espaço”, prosseguindo: “Queremos construir uma equipa que mantenha essa ambição de cada dia ultrapassar as dificuldades e tentar ser melhor, e, obviamente, tentar projectar a Naval num patamar que seja diferente de apenas todos os anos jogar para não descer de divisão”.
Para o presidente, Aprígio Santos, “nunca houve outro treinador na minha mente que não fosse o Mariano Barreto”.
ANÍBAL JOSÉ DE MATOS


Naval impõe empate ao Benfica
Fernando Mira está de parabéns! Montando uma estrutura e uma estratégia inteligentes, com a equipa a demonstrar coesão e uma entrega a todos os títulos louvável, conseguiu, esta noite, no "Bento Pessoa", anular todas as investidas dos pupilos de Fernando Santos e o "onze" navalista teve, também, soberanas oportunidades de chegar ao golo.
O empate foi o corolário justo duma partida que tão tendo sido famosa do ponto de vista técnico (sobretudo na primeira parte), foi bastante disputada num relvado impraticável.
Deste modo, saldam-se por três empates todos os jogos oficiais disputados entre os figueirenses e os homens da Luz.
Texto de "Público", foto de VG,on-line (Noruega)
E eu pergunto: Vocês sabem como os bancos funcionam em Portugal? Até para abrir uma simples conta é uma complicação dos diabos. Vejam bem a documentação que lhes é exigida!!! Uma coisa é certa: ainda há gente boa neste mundo!


Naval - Benfica, esta noite na Figueira da Foz
Para as 19h15 de hoje está marcado um jogo da principal Liga do futebol nacional, defrontando-se a Naval e o Sport Lisboa e Benfica. Partida aguardada com alguma expectativa, em que os navalistas pretendem interromper uma série de resultados menos positivos, e o Benfica quer prosseguir na luta pelo título.
Recorde-se que nos dois jogos já realizados entre ambos, os figueirenses nunca perderam (nem ganharam), tendo-se registado, pois, duas igualdades, uma delas na Luz.
A coincidir com este desafio, deverá ser inaugurado o marcador electrónico no Estádio Municipal José Bento Pessoa.

José Costa deu um excelente contributo para que o Ginásio levasse de vencida o terceiro classificado
Esta é uma das equipas que, ao longo dos tempos, representaram a Naval 1.º de Maio. Na verdade, possuo esta foto, mas não posso, de momento, precisar a data em que foi colhida. Também não consigo reconhecer todos os atletas na imagem, mas alguns deles são, por demais, conhecidos.
Respeitei religiosamente a ortografia e ocultei, propositadamente, o nome do agente da PSP da Figueira da Foz que dirigiu este ofício ao Administrador do Concelho, título que precedeu o de presidente da Câmara Municipal.