terça-feira, 31 de março de 2009

Figueira da Foz

Sabia que ?.....
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A Rua Cândido dos Reis, na Figueira da Foz, teve, inicialmente, a designação de Rua da Boa Recordação?
O nome actual nasceu em Outubro de 1910.
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À Rua da Liberdade, chamou-se Rua da Inauguração, numa alusão ao princípio da construção do Bairro Novo de Santa Catarina?
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A antiga Rua da Concórdia, é hoje designada por Rua Bernardo Lopes?
Bernardo Lopes foi comandante da marinha mercante, vereador municipal, director do Teatro Príncipe D. Carlos, director do Teatro-Circo Saraiva de Carvalho (hoje Casino da Figueira), provedor da Santa Casa da Misericórdia, entre outros cargos exercidos.
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A Rua Miguel Bombarda teve a designação de Rua do Melhoramento? O actual nome foi aplicado àquela artéria em 26 de Outubro de 1910.
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A antiga Azinhaga ou Rua da Pólvora, mais tarde Rua do Bonfim, é a actual Rua Francisco A. Diniz, nome dado atribuído em 1902 em homenagem ao principal impulsionador da Companhia Edificadora Figueirense?
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A actual Rua Dr. Calado teve, inicialmente, a designação de Rua da Boa União?
O nome actual foi atribuído em 1911, em homenagem a Cristiano Mendes Calado, delegado de Saúde na Figueira da Foz.

O pensamento do dia


Se um dia você tiver que escolher entre o mundo e o amor… lembre-se:
Se escolher o mundo, ficará sem o amor mas, se escolher o amor, com ele conquistará o mundo.
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Albert Einstein

segunda-feira, 30 de março de 2009

Viagens

No Museu dos Dinossauros, em Aathal (Suíça), está exposta uma fotografia (aqui reproduzida) de pegadas daqueles animais pré-históricos em Fátima.
Curiosamente não vi nenhuma fotografia das pegadas dos dinossauros na Serra da Boa Viagem (Figueira da Foz)...

O pensamento do dia

A preocupação é como a cadeira de baloiço: mantém-nos ocupados, porém não nos leva a lado nenhum.
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Hedy Silvado

domingo, 29 de março de 2009

A frase

Mais uma do Alberto João...
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"Com esta gente, com este bando que tomou conta do Governo de Portugal nem se pensou no interesse do Estado, não se pensou na unidade nacional, não se pensou na coesão nacional, pegou-se no Estado e fez-se dele um instrumento para afogar o povo madeirense".
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Digo eu: Lá que ele não tem papas na língua, é uma verdade... e como dizia o saudoso Max: "Deixem passar esta linda brincadeira, que a gente vamos bailar p'ra gentinha da Madeira..."

Figueira da Foz

Editado em 1991, pela Editorial PRESENÇA, José Pedro de Alboim Borges publicou, sob o tema "Cidades e Vilas de Portugal", um livro sobre a Figueira da Foz que contém alguns elementos interessantes para a história da cidade.
Não traz novidades, resume pormenores já conhecidos, mas não deixa de ser mais uma obra em que se exaltam as belezas e conteúdo histórico-cultural e turístico da Figueira, mais um elemento de consulta para quem se interessa pelas coisas da nossa terra.
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Como INTRODUÇÃO, regista-se: "Figueira da Foz é um gigantesco areal de toldos coloridos evocadores das tendas árabes dum deserto hollyodesco, "de barracas e altas umbrelas sob que se alarta meia turba de veraneantes, enquanto a outra meia barafusta nas ondas, que dão à praia o seu típico bulício estival".
Chegar de manhã ao paredão e iniciar o percurso quase iniciático da travessia daquele "deserto" de areias escaldantes, ao fundo do qual se vislumbra o que parecem ser as calmas águas do Oceano, rapidamente transformadas em alterosas vagas, mas ao quanto aliciantes para a "malta das carreirinhas", hoje comummente apelidados de surfers, era e é prática diária do banhista figueirense."
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O autor, José Pedro de Aboim Borges é licenciado em História e Mestre em História de Arte. É bolseiro desde 1988 da JNICT do Museu do Azulejo. Colaborador de temática diversa relacionada com a História de Arte com especial incidência na área da História da Fotografia.

Porque hoje é domingo

Há dois tipos de pessoas: as que têm medo de perder Deus e as que têm medo de O encontrar.
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Pascal

Efemérides

António dos Santos Rocha

Completam-se, hoje, 99 anos sobre a data da morte do arqueólogo figueirense António dos Santos Rocha.
Nascido em 30 de Abril de 1853, faleceu a 28 de Março de 1910.
Foi provedor da Santa Casa da Misericórdia da Figueira da Foz, presidente da Associação Comercial e Industrial, presidente e vereador da Câmara Municipal do mesmo concelho, promotor da Sociedade Arqueológica da Figueira, autor de "Materiais para a História do Concelho da Figueira da Foz nos Séculos XVII e XVII", "Memória sobre a Antiguidade", "Estações Pré-romanas da Idade do Ferro nas vizinhanças da Figueira" e "Materiais para o Estudo da Idade do Cobre em Portugal".
Fundador e Patrono do Museu Municipal da Figueira da Foz.
Fez escavações desde a Beira Litoral ao Algarve, e no Museu, que tem o seu nome, abundam peças arqueológicas que encontrou na zona da Figueira, grande parte das quais na área de Santa Eulália.

sábado, 28 de março de 2009

O pensamento do dia

O amigo que se transforma em inimigo é, regra geral, muito mais perigoso do que aquele outro que foi sempre inimigo.
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Mário Gonçalves Viana em “Psicologia da Amizade”

sexta-feira, 27 de março de 2009

ANTOLOGIA DOS POETAS LUSÓFONOS

Mais um elo para a Lusofonia
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Escrever é algo mais do que espalhar letras, entornar palavras ou construir frases. Escrever é transmitir ideias, é concretizar desejos, é realizar sonhos, é prolongar a firme voz de comunicar. Escrever é cunhar identidade pela diversidade cultural que une países, regiões, cidades e aldeias.
A Lusofonia não é apenas um conjunto de países onde se fala a Língua Portuguesa. A Lusofonia está espalhada por todos os países do Mundo. Em todos eles existe alguém que fala ou escreve esta tão amada Língua.
Neste Planeta, em que parte da sociedade o considera global, não existem fronteiras para a Lusofonia nem para a Poesia, como defendia António Gedeão: “Minha aldeia é todo o mundo”.
A II Antologia de Poetas Lusófonos surge com os objectivos nobres de promover a Língua Portuguesa, de promover a Lusofonia e de promover os Poetas que espalham as suas veias inspiradoras por todo o Mundo, tal como o fizeram os grandes vultos da Lusofonia, com especial destaque para o Padre António Vieira, que além da Língua conseguiu unir Continentes.
Este é um livro que tenta unir regiões de vários Continentes. Unir poetas que nesta aldeia global, conseguem unir esforços e vontades para levar a efeito este livro.
O Padre António Vieira deixou escrito que um “Livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive”. Este livro é apenas mais uma semente lançada ao vento e que, de certo, irá ajudar a promover a Lusofonia no meio de um acordo que já se discute desde o século XIX.
A II Antologia de Poetas Lusófonos apresenta, nestas quase 500 páginas, 134 poetas de 11 países: Angola, Brasil, Canadá, Estados Unidos da América, França, Índia, Inglaterra, Moçambique, Portugal, Suíça e Timor.
As poesias que tatuam as páginas deste livro não são todas de índole académica. Queremos, também, dar voz à poesia mais popular. Mas, uma coisa é certa: neste livro todas as poesias têm mensagem. Todas elas transmitem sentimentos. Todas elas cantam a mesma Língua. E mais, todas elas nasceram tão distantes umas das outras e conseguiram um elo de verdadeira união através da II Antologia de Poetas Lusófonos.
Este livro nasce de uma grande força de vontade, bem espelhada por todos aqueles que nela participam. E, essa força, nasce em cada um dos 134 poetas destes 11 países, que desejaram e conseguiram saltar este obstáculo, que é a fronteira invisível das nações. Alexandre Herculano defendia que “o erro vulgar consiste em confundir o desejar com o querer. O desejo mede obstáculos; a vontade vence-os”.
Esta é uma Antologia que atravessa Oceanos, une Continentes e espalha Mensagens pelo punho de cada um dos 134 Poetas.
A todos eles e a todos aqueles que permitem que a II Antologia de Poetas Lusófonos seja uma realidade, tenho que deixar em nome das equipas editorial e técnica, os mais cordiais e sinceros agradecimentos.
Um especial agradecimento para as Associações, Academias e Instituições que ajudaram a divulgar o regulamento da II Antologia e, um grande abraço a todos os Poetas.
Como escreveu o poeta açoriano, Armando Côrtes-Rodrigues, “O mar da minha vida não tem longes”.
Até à III Antologia de Poetas Lusófonos.
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Adélio Amaro
Coordenador Editorial

O pensamento do dia

Deve-se persistir em ter um momento espiritual para cada dia, estando você vendo ou não os resultados imediatos. Uma parte do crescimento pode ter lugar no profundo interior do seu ser, sem que disso esteja consciente. Leva tempo para se formarem as raízes, para suas ramas abrirem caminho através da crosta do solo e para se fazer a colheita.
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Jack Hartman, em “Profunda Paz Interior”

quinta-feira, 26 de março de 2009

A notícia do dia

Mais de 62 mil pessoas foram detidas no ano passado pelas forças de segurança, que apreenderam 4.600 armas, metade das quais de fogo, segundo o Relatório de Segurança Interna de 2008.
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Digo eu: Lá vamos, cantando e rindo...

Ex-libris

Ex-libris da Biblioteca Alves Mateus, de Santa Comba Dão, criada em 22 de Fevereiro de 1929.
Desenho do figueirense António Piedade, datado de 1931

Euro 2008

Berna, capital da Suíça, um dos países organizadores do Campeonato da Europa de Futebol de 2008 (EURO 2008), recebeu as selecções da Holanda, Itália, França e Roménia (Grupo C) na primeira fase da competição.
Curiosamente, encontrei, ainda agora, naquela cidade helvética, num restaurante onde almocei, uma toalha (que reproduzo), em que Berna dá as boas-vindas aos adeptos de futebol que ali foram assistir aos diversós jogos.

O pensamento do dia

Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.
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Fernando Pessoa (“Mar Português”)

PRESENTE

1 2 5 0
foi o número de visitas nos últimos quatro dias.
Vocês continuam a ser-bemvindos !!!
Obrigado pelos comentários que me têm enviado através de correio electrónico.
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AJM

quarta-feira, 25 de março de 2009

ANTOLOGIA DOS POETAS LUSÓFONOS

Depois do sucesso da I Antologia de Poetas Lusófonos, que contou com mensagens de parabéns dos Presidentes da República de Portugal e do Brasil, assim como do Primeiro-ministro de Portugal, a editora Folheto, em parceria com várias Associações e Academias, de diversos países, entendeu levar a efeito a II Antologia de Poetas Lusófonos.
A II Antologia, com cerca de 500 páginas, conta com a participação de 134 poetas (seleccionados dos cerca de 400 participantes) de 11 países: Portugal; Brasil; França; Suíça; Inglaterra; Angola; Timor; Canadá; EUA; Moçambique e Índia.
A cerimónia terá lugar no Mosteiro da Batalha, no dia 5 de Abril de 2009, com início às 15:30 horas, nas Capelas Imperfeitas, com a actuação da Orquestra Filarmonia das Beiras. Às 16:30 horas, no Auditório do Mosteiro, terá lugar a apresentação da II Antologia de Poetas Lusófonos.
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O autor do blogue "Presente", Aníbal José de Matos, tem o prazer de estar inserido naquela obra, com cinco poemas seleccionados.

O pensamento do dia

A simplicidade é o que nos parece inimitável na Natureza, que é um conjunto de elementos, uma sequência de fenómenos sem lógica. Porém, quanto mais o homem se aproxima dessa profunda e ilógica naturalidade, mais o achamos estranho.
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In “Contos Impopulares”, de Agustina Bessa Luís

3 0 0 0

" P R E S E N T E " atinge as 3 mil postagens

terça-feira, 24 de março de 2009

Carlos Sombrio

António Augusto Esteves (Carlos Sombrio)


Lápida na casa onde viveu, na Rua José da Silva Fonseca (antiga Rua da Lomba) na Figueira da Foz

Ex-libris de Carlos Sombrio (desenhado por Santos Figueira, de Pombal)

Ex-libris de Carlos Sombrio (desenhado por José Santa-Maria, então professor de desenho na Escola Industrial e Comercial da Figueira da Foz)
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Lápida na casa onde residiu Carlos Sombrio, na Rua José da Silva Fonseca (antiga Rua da Lomba, na Figueira da Foz)
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"Confiemos no nosso esforço e no nosso entusiasmo. Só vencem os fortes, e só perduram na vida as ideias que se assemelham a chamas puríssimas de redenção. A A. Naval lembrará eternamente uma pátria pequenina dentro duma pátria grande - Portugal. Na sua bandeira verde-branca palpita o mar, e sorri a espuma nevada das vagas. No seu hino, há frémitos de emoção. Entreguemos-lhe a nossa dedicação, tornando-a cada vez mais gloriosa, mais útil, mais benemérita.
Sejamos superiores às paixões clubísticas exageradas, aos egoismos pessoais, unamo-nos num forte abraço de solidariedade familiar e desportiva, ante esta grande e eterna verdade: os homens passam - as obras ficam!" - Carlos Sombrio em "A Associação Naval no passado, no presente e no futuro", conferência proferida em 1939.
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António Augusto Esteves, que usava o pseudónimo de Carlos Sombrio, foi uma das personalidades mais marcantes da vida cultural da Figueira da Foz. Nascido a 29 de Julho de 1894, aqui faleceu em 25 de Março de 1949.
Era proprietário dum estabelecimento de ourivesaria e relojoaria no edifício onde hoje se encontra um estabelecimento de pronto-a-vestir (Tó Valadas), na Praça 8 de Maio, na Figueira.
Conferencista, jornalista, escritor e poeta, Carlos Sombrio é autor de vasta obra literária, entre as quais "Sombras", "Aguarelas da Beira", "Cartas Perdidas", "Diálogos", "O Meu Romance", "Rumo ao Mar", etc.
Iniciou a sua vida literária no jornal figueirense "A Voz da Justiça", colaborando ainda em muitos outros jornais e revistas.
Era patrono da Biblioteca da Associação Naval 1.º de Maio (por iniciativa de meu Pai, Aníbal Correia de Matos), clube onde praticou desporto, sendo nomeado sócio honorário em 1920.





Ex-libris

Um dos dois ex-libris de José Salinas Calado, que foi médico, publicista e Conservador do Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz.
Também este foi desenhado pelo artista figueirense António Piedade, em 1922.
José Salinas Calado era natural da Golegã, onde nasceu em 1884, tendo falecido na Figueira da Foz em 14 de Agosto de 1938.
Conforme se lê em "Figueirenses de Ontem e de Hoje", de Fausto Caniceiro da Costa, "foi professor liceal, director do Dispensário Anti-rábico, do Laboratório de Análises de Leite e do Museu Arqueológico, tendo feito parte da Câmara por diversas vezes".

O pensamento do dia

O maior prazer de um homem inteligente é fazer de idiota diante de um
idiota que faz de inteligente.
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Autor desconhecido

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ex-libris

Ainda outro dos ex-libris da autoria do artista figueirense, António Piedade.
Este pertencia ao médico da Figueira da Foz, Alberto Bastos, e data de 1932.

O pensamento do dia

"Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come."
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Greenpeace

domingo, 22 de março de 2009

Poesia

Recordando ISAURA MATIAS DE ANDRADE (em blogue POESIA em VER MEU PERFIL COMPLETO)

Arte

João Ricardo e José Luís Ribeiro expõem no CAE (Figueira da Foz)

Lisboa Alfama (de João Ricardo)
Porto Douro (de João Ricardo)

Escultura africanas de José Luís Ribeiro
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Foi ontem (21 de Março de 2009) inaugurada na Sala Zé Penicheiro, no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE) uma exposição conjunta de João Ricardo e José Luís Ribeiro.
João Ricardo, natural de Maputo (Moçambique) e José Luís Ribeiro (nascido em Angola), têm ali expostos trabalhos dignos de uma visita, parte deles versando temas africanos, a atestarem a sua origem.
Curiosamente, a primeira exposição de João Ricardo foi precisamente na cidade que o viu nascer (Maputo/ex-Lourenço Marques), e conquistou o 1.º Prémio do Concurso de Pintura ao Ar Livre da Câmara Municipal de Vouzela.
José Luís Ribeiro, que foi professor do ensino secundário, tem a preocupação latente de construir peças que mostram realidades africanas.
A exposição está patente até 5 de Abril.

Porque hoje é domingo

Existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é pensar que tudo é um milagre.
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Albert Einstein

sábado, 21 de março de 2009

Dia Mundial da Poesia

O Dia Mundial da Poesia foi instituído na 30ª Conferência Geral da Unesco, em 2000.
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Nesta data, relembro o poeta Eugénio de Andrade.
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(Ver no blogue POESIA-Procurar em VER MEU PERFIL COMPLETO)

Viagens

Londres: O Parlamento, o Big Ben e o Tamisa (1995)

Londres: Os célebres Armazéns Harrods (ao fundo, à esquerda) - 1995 -


O pensamento do dia

Não deite fora o balde velho até que saiba se o novo segura água.
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Provérbio sueco

sexta-feira, 20 de março de 2009

Primavera

Saudemos a Primavera

Hoje, às 11h44, chegou a Primavera.
Aqui na Figueira da Foz o tempo é quase de verão.
Foi-se o Inverno.
Depois, como diria Ramada Curto na peça O Sapo e a Doninha,"Sabe-se lá para quem virá de novo a Primavera..."

A HORA DO PLANETA


A HORA DO PLANETA TERRA

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Todo o pequeno passo... é um começo!

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O MUNDO VAI APAGAR AS LUZES PELA HORA DO PLANETA 2009

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500 cidades, incluindo Lisboa, já aderiram e o número de países participantes duplicou relativamente a 2008.

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O mundo vai ficar às escuras pela iniciativa
da WWF - Hora do Planeta, e esta campanha que pretende alertar a
opinião pública para as questões relacionadas com as alterações
climáticas, já apresenta fortes sinais de ser a maior plataforma
voluntária de cidadãos alguma vez testemunhada a nível mundial.

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Cerca de 500 cidades em 74 países, onde se inclui Lisboa,
aderiram já a este apagão de uma hora marcado para o dia 28 de Março,
às 20H30.

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Em Portugal, estima-se que 500 000 pessoas (em média 100 000 lares)
possam aderir à Hora do Planeta, desligando as suas luzes.

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Divulguem... e participem.

Ex-libris


Em cima, foto do artista figueirense, António Piedade, autor dos desenhos que têm ilustrado este blogue em ex-libris de personalidades da Figueira da Foz e não só.
Em baixo, mais um ex-libris desenhado por aquele artista, este do jornalista das Caldas da Rainha, Branco Lisboa, datado de 1932.

Dia Mundial do Sono

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Sono.
Segundo notícias divulgadas, "a insónia afecta 30 por cento da população adulta".
Na minha opinião, face a esta situação, hoje devia ser feriado para que se pusesse o sono em dia e, já agora, aproveite e faça uma soneca...
Mais oum menos como o "leão"...

O pensamento do dia

Às vezes é melhor ficar quieto e deixares que pensem que és um idiota, do que abrires a boca e não deixares qualquer dúvida.
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J.A.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Figueira da Foz

Na antiga lota da sardinha, junto à Estação de Caminho de Ferro da Figueira da Foz (Portugal)

Ex-libris

Mais um ex-libris desenhado por António Piedade.
Trata-se dum exemplar de Ilídio d'Oliveira Correia, na altura (1932), delegado do Procurador da República nas Caldas da Rainha.

Porque hoje é o Dia do Pai

O que faz um pai
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Deus tomou a força de uma montanha, a majestade de uma árvore,
O calor do verão um sol,
A calma de um mar calmo,
A alma generosa da natureza, o conforto dos braços da noite,
A sabedoria da idade, o poder do voo da águia,
A alegria de uma manhã de primavera,
A fé de uma semente de mostarda,
A paciência da eternidade, a profundidade de uma família necessitada.
Então Deus combinou estas qualidades, quando não havia nada mais a acrescentar.
Ele sabia que a obra foi concluída,
E assim, Ele chamou-lhe ... Querido Papá
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Autor Desconhecido

quarta-feira, 18 de março de 2009

Para descontrair


Uma tradição portuguesa: "Os lenços dos Namorados" em Vila Verde (Braga), ou será Bila Verde?

Tripela

Decorreu hoje em Leiria o 1.º Torneio da TRIPELA, tendo participado oito equipas (sete de estudantes e uma de professores).
O acontecimento foi filmado pela RTP.
Em Maio, o figueirense Rui Matos, criador da modalidade, desloca-se à Corunha (Espanha) e a Istambul (Turquia), para apresentação desta nova variante desportiva.

A ALMA E A GENTE

Na RTP 2, José Hermano Saraiva, no seu programa A ALMA E A GENTE, dedicou uma das últimas edições, à Figueira da Foz, falando da sua história e da sua actualidade em diversos sectores.
Não esqueceu Manuel Fernandes Tomaz, falou das salinas, da seca do bacalhau, das invasões francesas, do Forte de Santa Catarina, do Museu Municipal e, consequentemente, do seu patrono, António Santos Rocha, da Casa do Paço e dos seus azulejos de Delft, da praia, etc. etc.
O prograna pode ser revisto em
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=23320&idpod=23153&formato=
flv&pag=recentes&escolha=

Fotografia

"Salto mortal", por cima da bicicleta, junto a uma favela, no Rio de Janeiro - 2006 -

O pensamento do dia

Quando reagimos com irritação desproporcional ao comportamento de outra pessoa, isso normalmente acontece porque tal atitude espelha algo que não queremos perceber em nós mesmos.
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David Simon, no livro "Comprometa-se".

segunda-feira, 16 de março de 2009

Viagens

Londres - Vista aérea
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(Clicar para ampliar)

Ex-libris

Ex-libris de Maria da Glória Fernando de Gouveia Mousinho da Silveira Sousa Canavarro (Baroneza da Ribeira de Pena).
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Desenhado em 1933, pelo artista António Piedade, nascido em 19 de Julho de 1885 e falecido a 2 de Fevereiro de 1944.
O autor, entre outros galardões, conquistou uma menção honrosa na Exposição Internacional do Rio de Janeiro e medalha de ouro na Exposição do IV Congresso Beirão, em 1929. Expôs no I Salão de Estética da Figueira da Foz (1940) e o Museu Municipal Dr. Santos Rocha, nesta mesma cidade, possui trabalhos por si executados.
Foi autor do brasão da cidade da Figueira da Foz, desenhado em 1922, posteriormente substituído pelo actual.

O pensamento do dia

Nada faz um homem ter tantas suspeitas como o facto de saber pouco.
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Francis Bacon

domingo, 15 de março de 2009

Porque hoje é domingo

Como se aproximava a festa da Páscoa dos Judeus, Jesus foi a Jerusalém.
No templo encontrou homens a vender bois, ovelhas, pombas, e os cambistas sentados às suas bancas. Ao ver isto, Jesus fez com umas cordas um chicote e expulsou do templo toda aquela gente com as ovelhas e os bois. Deitou por terra o dinheiro dos cambistas e virou-lhes as mesas.
(...) "Não façam da casa de meu Pai uma casa de negócio".
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João: 13

sábado, 14 de março de 2009

NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

Uma achega importante
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Falar sobre o novo acordo ortográfico implica saber que em termos históricos já se fizeram várias tentativas de unificação da ortografia da língua portuguesa, sendo que a primeira data de 1911, que culminou em Portugal na primeira grande reforma. Depois existiram várias tentativas, sendo a mais importante a de 1990 que é a que está por trás de todo o celeuma levantado actualmente sobre esta questão.
Quando vai entrar em vigor este acordo?
Seguindo o disposto numa reunião da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada em Julho de 2004 em São Tomé e Príncipe, ficou decidido que para o novo acordo entrar em vigor, bastaria que três países o ratificassem. O Brasil em Outubro de 2004, Cabo Verde em Abril de 2005 e São Tomé em Novembro de 2006 ratificaram o acordo, estando assim cumprido o disposto nessa reunião da CPLP. Em Portugal, este acordo foi ratificado pelo Governo a 6 de Março de 2008, faltando a aprovação no Parlamento ou pelo Presidente da República. Caso seja aprovado, entrará imediatamente em vigor, no entanto está permitida uma fase de adaptação de 6 anos onde são permitidas as duas grafias.
O que muda, afinal?
O alfabeto português passará de 23 para 26 letras, com a inclusão em definitivo do k (capa ou cá), do w (dáblio, dâblio ou duplo vê), y (ípsilon ou i grego).
O uso de maiúsculas e minúsculas obedece a novas regras:
os meses do ano e os pontos cardeais deverão ser escritos em minúsculas (janeiro, fevereiro e norte, sul, etc.).
poder-se-á usar maiúsculas ou minúsculas em títulos de livros, no entanto a primeira palavra será sempre maiúscula (Insustentável Leveza do Ser ou Insustentável leveza do ser)
também é permitida dupla grafia em expressões de tratamento (Exmo. Sr. ou exmo. sr.) em sítios públicos e edifícios (Praça da República ou praça da república) e em nomes de disciplinas ou campos do saber (História ou história, Português ou português)
A supressão de consoantes mudas tal como o nome indica, vai levar ao desaparecimento de consoantes, em que o critério para tal é a sua pronúncia.
cc - ex.: transacionado, lecionar. Mantém-se em friccionar, perfeccionismo, por se articular a consoante.
cç - ação, ereção, reação. Mantém-se em fricção, sucção.
ct - ato, atual, teto, projeto. Mantém-se em facto, bactéria, octogonal.
pc - percecionar, anticoncecional. Mantém-se em núpcias, opcional.
pç - adoção, conceção. Mantém-se em corrupção, opção.
pt - Egito, batismo. Mantém-se em inapto, eucalipto.
Passam a ser suprimidos alguns acentos gráfico em palavras graves: crêem, vêem, lêem passam a creem, veem e leem; pára, pêra, pêlo, pólo passam a para, pera, pelo e polo. As palavras acentuadas no ditongo oi e ei passam a ser escritas sem acento: estoico, paleozoico, asteroide e boleia, plateia, ideia. Existe também a supressão completa do trema(¨): aguentar (e não agüentar), frequente (e não freqüente), linguiça (e não lingüiça). Supressão do acento circunflexo em abençoo, voo, enjoo.
O uso do hífen vai ser suprimido em:
palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o sufixo começa em r ou s, dobrando essa consoante: cosseno, ultrassons, ultrarrápido.
o prefixo termina em vogal diferente da incial do sufixo: extraescolar, autoestrada, intraósseo.
formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver: hei de, hás de.
O hífen emprega-se em:
palavras compostas onde a última vogal do prefixo coincide com a inicial do sufixo, excepto o prefixo co- que se algutina ao sufixo iniciado por o: contra-almirante, micro-organismo, coobrigação.
palavras que designam espécies da Biologia ou Zoologia: águia-real, couve-flor, cobra-capelo.
Pode existir dupla grafia em algumas palavras?
Sim. Isso está previsto no novo acordo por existirem diferenças na pronúncia de país para país assim temos:
característica
caraterística
intersecção
interseção
infeccioso
infecioso
facto
fato
olfacto
olfato
conceção
concepção
súbdito
súdito
amnistia
anistia
amígdala
amídala
súbtil
sútil
académico
acadêmico
ingénuo
ingênuo
sénior
sênior
cómico
cômico
vómito
vômito
fémur
fêmur
abdómen
abdômen
bónus
bônus
bebé
bebê
puré
purê
judo
judô
metro
metrô
andámos
andamos
Argumentos a favor
- aproximação da oralidade à escrita
- actualmente a Língua Portuguesa é a única que tem duas grafias oficiais
- simplicidade de ensino e aprendizagem
- unificação de todos os países de língua oficial portuguesa
- fortalecimento da cooperação educacional dos países da CPLP
- evolução da língua portuguesa
- pequena quantidade de vocábulos alterados (1,6% em Portugal e 0,45% no Brasil)
- o português é o 5º idioma mais falado no mundo e o 3º no mundo Ocidental. A unificação das grafias permite aumentar, ou pelo menos manter a força da Língua Portuguesa no panorama mundial
Argumentos contra
- evolução não natural da língua
- tentar resolver um “não-problema”, uma vez que as variantes escritas da língua são perfeitamente compreensíveis por todos os leitores de todos os países da CPLP
- desrespeito pela etimologia das palavras
- a não correspondência da escrita à oralidade. Por exemplo, existem consoantes cuja função é abrir vogais, mas que o novo acordo considera mudas nomeadamente em tecto, passando a escrever-se teto, dever-se-ia ler como teto (de seio)?
- processo dispendioso (revisão e nova publicação de todas as obras escritas, os materiais didáticos e dicionários tornar-se-ão obsoletos, reaprendizagem por parte de um grande número de pessoas, inclusivé crianças que estão agora a dar os primeiros passos na escrita)
- o facto de não haver acordo, facilita o dinamismo da língua, permitindo cada país divergir e evoluir naturalmente, pelas próprias pressões evolutivas dos diferentes contextos geo-sócio-culturais como no caso do Inglês ou do Castelhano
- afecto com a grafia actual
- falta de consulta de linguistas e estudo do impacto das alterações
Em termos legais e jurídicos também parece haver falta de consenso:
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Vasco Graça Moura, escritor e tradutor premiado e deputado no Parlamento Europeu (e ex-advogado), o mais conhecido dos detractores portugueses do Acordo, defende que o Segundo Protocolo Modificativo, como qualquer outra convenção internacional, só obriga à sua aplicação em cada país se for ratificado por todos os países signatários, o que ainda não aconteceu. Ou seja, só depois de todos os países ratificarem este Protocolo é que estes ficam obrigados a implementar o Acordo internamente caso este seja ratificado por três países. A racionalidade jurídica dum tratado que obriga um país a aprovar outro tratado caso este seja aprovado por países terceiros é disputada.

O pensamento do dia

O amor, no seu conjunto, não se reduz à emoção nem ao sentimento, que não são senão alguns dos seus componentes. Um elemento mais profundo, e de longe o mais essencial de todos, é a vontade, que tem o papel de modelar o amor no homem. Na amizade - ao contrário do que sucede na simpatia - a participação da vontade é decisiva.
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Karol Wojtyla

sexta-feira, 13 de março de 2009

Para a história da Figueira da Foz CLXIV

Aqui vai um naco de prosa do jornalista figueirense Augusto Pinto, director do jornal que se publicou nesta praça, "O Palhinhas",ao anunciar o termo duma secção intitulada "Rosna-se por "hi".
O artigo foi publicado na 3.ª página da edição n.º 6 (1.º ano), de 12 de Agosto de 1915, e reza assim:
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DECLARAÇÃO
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A propósito do "Rosna-se por "hi"
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Eu, abaixo assinado, director do periódico "O Palhinhas" venho declarar o seguinte:
1.º - Que fui, e sou absolutamente contrário, à intervenção neste jornal do nome próprio, às escancaras, ou mesmo sob o capote de iniciais.
2.º - Que só compreendo a citação de nome próprio, quando esse nome é dum símbolo, ou de criatura que se apresenta em público, teatrando, toureando, etc, e, assim, fatalmente há-de sujeitar-se à crítica normal dos jornais.
3.º - Que não meti prego nem estopa no Rosna-se por "hi", cedendo ``a sua publicação para não contrariar desejos de colaboradores certos e valiosos.
4.º - Que não atinjo, apesar de tudo, melindres que essa secção causasse, senão a quem é por natureza, parvo, ou cheio de arrebiques e vaidades que se lhe beliscam.
-- Que por tal motivo (sosseguem as famílias) o Rosna-se por "hi" não torna a sair.
-- E que se o autor dessa secção, não quer tomar a responsabilidade da dita, eu, e os restantes redactores, que nda para aí fizemos, tomamos toda a responsabilidade do que já saiu.
-- Augusto Pinto
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Digo eu: Aqui está uma prova de que o jornalista figueirense Augusto Pinto era um homem sério, consciente das suas responsabilidades, e que não permitia, apesar de se tratar dum jornal humorístico, nomear ninguém sem que o autor se responsabilizasse com a sua assinatura.
Um bom exemplo que se pode transportar para os dias de hoje.
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"O Palhinhas" tinha, nos primeiros números, como proprietário e editor, José dos Santos Alves, Director Augusto Pinto, e redactores António Amargo, João d'Oliveira e José Brandão.
A administração e composição eram na Casa Havaneza e a impressão na Imprfensa Lusitana.



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Viagens

Foto tirada do comboio, entre Zurique e Lugano (Suíça-2009)

Ex-libris

Mais um ex-libris desenhado por António Piedade.
Trata-se da Sociedade Propaganda de Portugal - Touring Club de Portugal, de Lisboa.
Foi desenhado em 1932

O pensamento do dia

A mais grave das faltas é não ter consciência de falta alguma.
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Einstein

quinta-feira, 12 de março de 2009

MÃE

Completam-se, hoje, 96 anos sobre a data de nascimento de minha Mãe, Leopoldina de Jesus Matos (12 de Março de 1913), falecida a 1 de Dezembro de 1987.
Que a sua alma descanse em Paz.

O pensamento do dia

O autêntico conservador é alguém que sabe que o mundo não é uma herança de seus pais, mas um empréstimo dos seus filhos.
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J.J. Audubon

quarta-feira, 11 de março de 2009

Viagens


Alguns aspectos de Havana (Capital de Cuba). (Na primeira vê-se o Capitólio, na Praça da Revolução)
Uma viagem efectuada em 2000.

Ex-libris

Ex-libris da ASSOCIAÇÃO NAVAL 1.º DE MAIO (Figueira da Foz), fundada em 1 de Maio de 1893.
Ex-libris desenhado, em 1931, por António Piedade

O pensamento do dia

Nenhum indício melhor se pode ter a respeito de um homem do que a companhia que frequenta: o que tem companheiros decentes e honestos adquire, merecidamente, bom nome, porque é impossível que não tenha alguma semelhança com eles.
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Adam Parfrey

terça-feira, 10 de março de 2009

Ex-libris

Ex-libris de António Argel de Melo, na altura oficial do Exército e professor, sendo um dos fundadores do Colégio Academia Figueirense.
Foi administrador do Concelho da Figueira da Voz e Vice-Presidente da Câmara.
Foi colaborador de diversas publicações, entre as quais o Anuário Figueirense.
Era natural da Figueira da Foz, onde nasceu a 4 de Abril de 1896, falecendo em 29 de Setenbro de 1950.
Mais um ex-libris desenhado, em 1933, por António Piedade, nascido em 29 de Julho de 1885 e falecido a 2 de Fevereiro de 1944.

O pensamento do dia

Quando estiver contigo no fim do dia, poderás ver as minhas cicatrizes, e então saberás que eu me feri e também me curei.
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Tagore

segunda-feira, 9 de março de 2009

Viagens


Três fotos da cidade de Basileia, na Suíça. A do meio mostra-nos o edifício da Câmara Municipal.
AJM, Suíça, Fevereiro de 2009

Ex-libris

Ex-libris do extinto Colégio Academia Figueirense, estabelecimento de ensino primário e secundário que se situava na Rua de Santo António (hoje Rua Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz), fundado em 1922.
Mais um exemplar desenhado por António Piedade.

Figueira da Foz

O lago que desapareceu do Jardim Municipal da Figueira da Foz. Não há dúvida de aquele espaço tem levado muita bordoada ao longo dos tempos. Agora está uma coisa linda...

O pensamento do dia

É mais fácil construir um menino do que consertar um homem.
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Charles Chick Govin

domingo, 8 de março de 2009

Alves Barbosa

Capa do livro "A MAGIA DO TOUR"


Os autores: José Magalhães Castela e Alves Barbosa

Na mesa, a representante da Editorial Minerva/Coimbra, José Magalhães Castela, Alves Barbosa e Joaquim Gomes
Foto de Alves Barbosa, no Tour (Exposição no antigo Mercado de Montemor-o-Velho)

Caricatura de Alves Barbosa, patente na Exposição
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No salão nobre dos Paços do Concelho de Montemor-o-Velho foi apresentado, esta tarde, o livro “A Magia do Tour – Participação dos corredores portugueses”, da autoria do publicista José Magalhães Castela e do antigo ciclista figueirense, radicado naquela localidade, António da Silva Barbosa, mais conhecido por Alves Barbosa, nome que herdou de seu pai, que também foi corredor.
Presentes na apresentação da obra, antigos ciclistas como Joaquim Gomes, José Martins, Herculano Oliveira, Alcino Rodrigo, Joaquim Andrade e Paulo Ferreira.
Conforme se pode ler no intróito da obra, “O presente trabalho pretende dar a conhecer, com algum pormenor, a participação dos vinte e cinco corredores portugueses que tiveram o privilégio de alinhar nas diversas edições da Volta a França em bicicleta, indiscutivelmente um dos maiores acontecimentos desportivos a nível mundial.”
José Magalhães Castela falou da obra, Alves Barbosa contou algumas peripécias do Tour e Joaquim Gomes apresentou o livro, salientando o ciclista figueirense José Bento Pessoa, recordista mundial e campeão de Espanha, Joaquim Agostinho, que considerou “a grande figura do ciclismo português” e Alves Barbosa, “o corredor mais completo”.
Seguiu-se a abertura duma exposição referente à Volta à França, com fotos, recortes de jornais e revistas, bicicletas e camisolas.