domingo, 29 de março de 2015

Páscoa 2015


Domingo de Ramos
 
 
No dia seguinte, ouvindo que Jesus ia chegar a Jerusalém, a grande multidão tomou ramos de palmeiras e saiu ao seu encontro clamando:

Hosana! Bendito seja Aquele que vem em nome do Senhor, o rei de Israel!”
 

sábado, 28 de março de 2015

Hora de verão


 
Esta noite muda a hora
 
 
Esta noite dorme-se menos...
Entra-se na hora de verão e quando os relógios marcarem 1 hora... já são duas!!!

A frase (ridícula) do ano

E o primeiro prémio vai para...

"Temos os cofres cheios"

Maria Luís Albuquerque, ministra das Finanças de Portugal.

Um farol...

Um Farol chamado Manel
 

 
O Núcleo Museológico do Mar, uma extensão do Museu Municipal Santos Rocha, da Figueira da Foz,  tem vindo a realizar, todas as quintas-feiras deste mês de março, sessões de leitura do livro infantil "Um Farol chamado Manel", da autoria de Maria Vassilieva, nas quais participaram quase centena e meia crianças de  jardins de infância e escolas do 1º CEB do concelho figueirense.
Num ano dedicado pela Unesco à luz,  "Um Farol Chamado Manel" despertou a curiosidade de professores e alunos, que têm,  de forma muito entusiasta,  assistido às sessões de leitura e  conversado com a autora acerca do processo criativo, quer da história e dos personagens, quer das ilustrações.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Tango no CAE

Sexta-feira no CAE
 
 

Na Figueira, um jogo didático



Cátia Vaz, mestre em Educação Social e criadora do jogo "A Brincar e a Rir o bullying vamos prevenir", primeiro jogo existente em Portugal direcionado para a prevenção primária do Bullying Escolar, realizou promoveu no Museu Municipal Santos Rocha, na Figueira da Foz, um workshop de apresentação do jogo, no qual participaram cerca de 30 profissionais da área da psicologia e educação. 
 
O jogo destina-se a crianças entre os 7 e os 13 anos, mas também a pais, professores, educadores sociais, psicólogos, entre outros técnicos, preocupados em trabalhar junto dos mais novos a problemática do bullying.
 
A autarquia figueirense adquiriu um exemplar do jogo "A Brincar e a Rir o bullying vamos prevenir",  para futuramente utilizar em ações a levar a efeito em meio escolar, pelo serviço educativo da Divisão de Cultura. 

Poesia


Poemas da Horta
e Outras Verduras
 
 
Alunos da EB1 Cova Gala e da EB1 Alqueidão, assistiram,  na Horta Pedagógica, em Tavarede (Figueira da Foz), à apresentação do livro “Poemas da Horta e Outras Verduras”, seguida de uma visita orientada à Horta. 
Manuela Leitão,  é nutricionista e inspirou-se na sua experiência profissional para escrever "Poemas da Horta e Outras Verduras", um livro que através da  poesia e do humor brinca e ensina. Uma horta comum é transformada num espaço de descoberta através da rima.
Verduras e legumes são neste livro os protagonistas de histórias divertidas,  como a do espinafre que fica stressado depois de descobrir que tem ferro, pois tem medo de enferrujar com a água da chuva.
Num tempo em que tanto se fala de alimentação saudável e obesidade infantil , “Poemas da Horta e Outras Verduras” permitiu às crianças contactar,  de uma forma divertida e didática,  com alimentos que, muitas vezes, nem conhecem pelo nome ou pela forma, pelo sabor ou pelo cheiro.
As ilustrações  são da autoria de Marta Monteiro, artista já distinguida pelo prémio de excelência da revista Communication Arts, publicação que se dedica às artes visuais e distingue, anualmente, os melhores autores nas vertentes da ilustração, topografia, design e fotografia.

Ler na Figueira da Foz


Concurso Concelhio de Leitura
 
Pelo terceiro ano consecutivo, a Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás,  e o Grupo de Trabalho Concelhio da Figueira da Foz para a Rede de Bibliotecas Escolares, promovram a realização do Concurso Concelhio de Leitura, que desde o ano 2014 passou a incluir a participação, para além de alunos do 2º CEB, de alunos do 1ºCEB da rede pública e também particular.
A final do 2º CEB decorreu, na tarde de 17 deste mês, no Centro de Artes e Espectáculos,  e contou com a participação de 24 alunos das escolas EB2/3 Dr. João de Barros, EB2/3 Dr. Pedrosa Veríssimo, EB2/3 Infante D. Pedro, EB2/3 Pintor Mário Augusto e do Colégio de Quiaios, que leram "A Porta” de José Fanha e a "História de um caracol que descobriu a importância da lentidão” de Luís Sepúlveda.

 
Tomás Rodrigues, da Escola Infante Dom Pedro, foi o vencedor. Miguel Carrasqueiro, da escola Dr. João de Barros ficou em segundo lugar e Leonor Leite, da escola Infante D. Pedro, em terceiro.    
O momento de animação "Palavras Mágicas" esteve a cargo de André Madaleno. 
A final do 1º CEB decorreu no dia 19 de março, também no Centro de Artes e Espectáculos,  e contou com a participação de 55 alunos (EB1 Castelo, EB1 Serrado, EB1 Maiorca, EB1 Carvalhais, EB1 Costa de Lavos, EB1 Marinha das Ondas, EB1 Paião, EB1 Regalheiras, EB1 Santa Luzia, Centro Escolar S. Julião - Tavarede, EB1 Abadias, EB1 Rui Martins e EB1 Viso), os quais leram os livros "O segredo do rio” de Miguel Sousa Tavares e “A Menina que sorria a dormir” de Isabel Zambujal.
Esta foi uma final muito competitiva e demonstrativa das capacidades dos alunos participantes. Dos 55 alunos finalistas  17 passaram à prova oral. 
Venceu esta final João Martins, da EB1 das Abadias. Os primos Duarte  e João Gil, da EB1 de Maiorca, classificaram-se em 2.º e 3.º lugares, respetivamente.
 
A atividade criativa de animação “Jogar ao teatro” ficou a cargo do ator e encenador Emanuel Rodrigues, mas antes ainda houve tempo para as crianças assistirem a alguns filmes de animação,  participantes em edições de anos anteriores do Cinanima -  Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho.

Poesia na Figueira da Foz


Celebrar a Poesia
 
A Comunidade de Leitores da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz reune-se habitualmente no último sábado de cada mês, pelas 15 horas, na Sala Figueirense. Os participantes juntam-se para partilhar impressões sobre o  livro escolhido  na sessão anterior. 
Este mês o encontro, que se realizará no próximo sábado, 28,  vai ser dedicado à poesia e aos poetas.
Cada participante deverá selecionar um poema do seu poeta de eleição e partilhá-lo com os outros participantes.
 
Um poema
cresce inseguramente
na confusão da carne.

Sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.

Fora existe o mundo. Fora, a esplendida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
rios, a grande paz exterior das coisas,
folhas dormindo o silencio
a hora teatral da posse.

E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.
E já nenhum poder destrói o poema.
insustentável, único,
invade as casas deitadas nas noites
e as luzes e as trevas em volta da mesa
e a força sustida das cisas
e a redonda e livre harmonia do mundo.
Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério

- E o poema faz-se contra a carne e o tempo.

 
Herberto Helder de Oliveira, que faleceu na segunda-feira, com 85 anos, foi, segundo uma opinião generalizada,  o maior poeta português da segunda metade do século XX.
 
 
 
 
 
 

97 anos depois


No dia da Batalha de La Lys
 
 

segunda-feira, 23 de março de 2015

sábado, 21 de março de 2015

Poesia no Jardim


Dia Mundial da Poesia
 
 
À semelhança de anos anteriores e no âmbito do Dia Mundial da Poesia, a Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz continua a levar  poesia aos espaços públicos da cidade.
Este ano a escolha recaiu no Jardim Municipal. Aos "bancos poéticos"  já existentes naquele espaço, juntar-se-ão mais quatro, onde poderão ser "descobertos" excertos de poemas da autoria de António de Sousa Freitas, Graça Pires, Manuela de Azevedo e Miguel de Carvalho.

Gastronomia


Em Montemor-o-Velho
Festival da Lampreia
encerra amanhã
 
 
O Festival da Lampreia, ou melhor, o Festival dos,,, apreciadores de lampreia, em Montemor-o-Velho, encerra este domingo, tendo registado uma afluência de milhares de apreciadores deste tipo de ciclóstomos.

Para a história do desporto figueirense


Foi há 35 anos
 
 
 
 
Reproduz-se aqui parte do desdobrável emitido pela Comissão Municipal de Turismo da Figueira da Foz, alusivo à inauguração do relvado do Estádio Municipal José Bento Pessoa, nesta cidade.
Aconteceu há 35 anos, cerca de 20 anos depois de ali ter rolado a bola pela primeira vez no retângulo em terra batida. 
Em 2014,  também o campo de treinos beneficiaria de idêntico piso, desta feita em material sintético.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Nós por cá todos bem...



40 anos de democracia
à portuguesa!!!

Dando uma vista de olhos, muito superficial, por estas quatro décadas da chamada democracia no nosso país, não há dúvidas de que os portugueses podem limpar as mãos à parede, porque, nesse aspeto, Portugal é um exemplo por demais evidente.

Desde um primeiro-ministro, ainda no ativo, acusado de incumprimento em relação ao fisco, apesar de minuciosa perseguição e exigências ao povo contribuinte, a um ex-titular da mesma pasta que se encontra entre as grades a cumprir prisão preventiva por suspeitas de crimes de fraude fiscal, branqueamento de capitais e corrupção, passando pela condenação de um ex-autarca por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais, não esquecendo um ex-deputado condenado a dez anos de prisão por burla no BPN, vai todo um mundo de situações num país que se dizia ser de brandos costumes.

Um diretor do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) preso no âmbito do processo dos vistos dourados e polícias detidos, julgados e condenados por corrupção, roubos violentos e sequestro, e, no tempo mais recente, as demissões por iniciativa própria dos diretor-geral e subdiretor-geral da Autoridade Tributária na sequência duma lista de privilegiados, são outros dos muitos casos num oceano de acontecimentos distribuídos pela democracia à portuguesa.

Aí temos alguns exemplos da liberdade tão aguardada pelos portugueses, enquanto manifestações e greves são o pão nosso de cada dia, fruto do descontentamento quase geral nas mais diversas áreas.

E ainda a procissão vai no adro.

 

 

 

 

 

 

 

quarta-feira, 18 de março de 2015

Portugal e o futuro


Um horizonte cor-de-rosa...

"Se nós mantivermos o serviço de dívida tal como está no Orçamento de Estado, se mantivermos os contratos de parceria público-privada a serem pagos como estão a ser pagos, apesar de Passos Coelho ter dito que ia alterá-los mas não alterou coisíssima nenhuma (nesse aspeto Passos Coelho seguiu a política de Sócrates) nós vamos ter as finanças públicas depauperadas até 2035; o que quer dizer que os jovens que agora acabam as suas formações ficam a saber que se não houver uma alteração brutal, significartiva, no regime do Orçamento de Estado, até 2035 nós vamos andar a pagar estas maldades que fizeram ao povo português."
 

 

Paulo Morais, (Paulo Alexandre Batista Teixeira de Morais), professor universitário e político português, no programa AGORA NÓS, na RTP, respondendo à pergunta: "Quando é que os portugueses podem ter esperança numa vida um bocadinho melhor"     

terça-feira, 17 de março de 2015

Artesanato na Figueira


Para a história da imprensa figueirense


E vigorava a censura prévia...
 
 

Em 1926... O Figueirense, edição n.º 711, de 9 de dezembro de 1926.

O pensamento do dia


A propósito...

"O nosso Povo tem sempre correspondido nas alturas de crise. As elites, as chamadas elites, é que quase sempre o traíram, e nós estamos a ver mais uma vez que o Povo Português foi defraudado da sua boa-fé. "

Francisco Sá Carneiro (1934 - 1980), em 1978. Advogado e político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social Democrata, e ainda Primeiro-Ministro de Portugal, durante cerca de onze meses.

sábado, 14 de março de 2015

Pelos caminhos de Portugal

Montemor-o-Velho
 
 
Um dos mais belos castelos de Portugal.
Em Montemor-o-Velho, onde decorre um festival de lampreia, a sério, porque ali não se brinca em serviço, havendo, sim, um louvável propósito.

Mensagem


sexta-feira, 13 de março de 2015

Museu e Biblioteca da Figueira da Foz


Ontem e... hoje
 
 
 
Imagens do início da construção do edifício do Museu e Biblioteca Municipais da Figueira da Foz, em finais do ano 1966, sendo presidente do município José Coelho Jordão.
A obra teve comparticipação de 50 por cento da Fundação Calouste Gulbenkian e 20 por cento do Ministério das Obras Públicas.
 
 
Hoje, o edifício do Museu Municipal Santos Rocha e da Biblioteca Pedro Fernandes Tomás constituem um dos mais belos elementos arquitetónicos e culturais do nosso país.

Leituras na Figueira da Foz

Para os mais pequenos
 
 
Pelo terceiro ano consecutivo, a Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás e o Grupo de Trabalho Concelhio da Figueira da Foz para a Rede de Bibliotecas Escolares,  promovem a realização do Concurso Concelhio de Leitura, que desde o ano 2014 inclui a participação, para além de alunos do 2º CEB, de alunos do  1º CEB da rede pública e também particular.
 
A final do 2º CEB,  realiza-se dia 17 de março, no Centro de Artes e Espetáculos.
 
Nesta final participam 28 alunos (Colégio de Quiaios,  EB2/3 Dr. João de Barros,  EB2/3 Dr. Pedrosa Veríssimo,  EB2/3 Infante  D. Pedro e EB2/3 Pintor Mário Augusto).
 
As obras selecionadas para esta final foram "A Porta” de José Fanha  e "A História de um caracol que descobriu a importância da lentidão” de Luís Sepúlveda.
 
Já a final do 1º CEB realiza-se dia 19 de março, também no Centro de Artes e Espectáculos.
 
Nesta final participam  55 alunos  (EB1 Castelo,  EB1 Serrado,  EB1 Maiorca,  EB1 Carvalhais,  EB1 Costa de Lavos,  EB1 Marinha das Ondas,  EB1 Paião,  EB1 Regalheiras,  EB1 Santa Luzia, Centro Escolar S. Julião -  Tavarede,  EB1 Abadias,  EB1 Rui Martins e EB1 Viso), os quais tiveram que ler os livros "O segredo do rio” de Miguel Sousa Tavares  e “A Menina que sorria a dormir” de Isabel Zambujal.
 
 

A frase

 
"A maioria dos atores políticos não são mais do que empregados dos grandes grupos económicos e que, a nível da administração central ou da administração local, têm apenas duas preocupações: arranjar empregos para os seus apaniguados para obterem votos para manterem o seu estatuto político e, ao mesmo tempo, garantirem negócios aos grupos que lhes financiam as campanhas eleitorais e a vida, etc. etc."


Paulo Morais, docente universitário e político português. É professor nas áreas de Estatística e Matemática e diretor do Instituto de Estudos da Universidade Lusófona do Porto.

Cinema de qualidade

 Em exibição na Figueira da Foz
 
Still Alice
 
 
Um filme que recomendo. Assisti à projeção. Valeu a pena. Trata-se de um drama de grande intensidade. Excelente realização, destacando-se a atuação de 
 
Julianne Moore no papel de Alice. (AJdeM)  

Humor... negro


quarta-feira, 11 de março de 2015

Em Tavarede (Figueira da Foz)


Alberto Corrêa de Lacerda

O Museu Municipal Santos Rocha (Figueira da Foz), encontra-se, em parceria com a Junta de Freguesia de Tavarede,  a promover a realização de visitas guiadas de tavaredenses,  à exposição "Alberto Corrêa de Lacerda - obras selecionadas MMSR", que integra obras doadas pelo Instituto Correia de Lacerda de Estudos Orientais e  trabalhos da coleção particular, nomeadamente da família de José da Silva Ribeiro, de Tavarede.
A primeira  visita, gratuita,  está agendada para 11 de abril, pelas 15h00. Os tavaredenses interessados deverão inscrever-se na sede da Junta de freguesia. A autarquia disponibilizará transporte.
O objetivo destas  visitas é divulgar e valorizar, junto da população de Tavarede, o trabalho de um artista discreto e reservado,  que  em 1917 se apaixonou pela Figueira da Foz, em particular por Tavarede, lugar  onde viveu em permanência  desde a década de 1960  e onde o seu corpo se encontra sepultado.
Alberto Corrêa de Lacerda colaborou proficuamente com a Sociedade de Instrução Tavaredense (SIT) e com o amigo José da Silva Ribeiro. Escreveu peças de teatro, nomeadamente “A Cigarra e a Formiga”, a opereta “Grão-Ducado de Tavarede” , e o “Sonho do Cavador” , levadas à cena na SIT.

Cegonhas na Figueira da Foz


Antecipando a primavera...
 
 
Namorico em ...alta tensão!!!
 
(Esta manhã em Lares-Vila Verde-Figueira da Foz-Portugal)
 

Dia Internacional da Mulher

 
Marina, uma mulher bombeira
 

No âmbito do Dia Internacional da Mulher  e das comemorações dos 150 anos dos Bombeiros Municipais da Figueira da Foz, a Biblioteca Municipal promoveu, na sala infanto-juvenil,  um encontro entre alunos do 1º CEB e a Bombeira Municipal Marina Caetano, a única mulher,  em 150 anos de existência dos Bombeiros Municipais, a integrar a corporação.
 
Cerca de 25 alunos do 1º ano da EB1 de Abadias participaram de forma muito entusiasta na iniciativa, que lhes permitiu contactar com uma realidade geralmente  masculina, mas da qual, esta mulher de 31 anos, natural de Miranda do Corvo, já faz parte há quase uma década.  
 
Marina mostrou-se muito feliz com a profissão que escolheu. Embora seja uma mulher entre homens  referiu que  há boa camaradagem e que por vezes até é  «mimada» pelos colegas, embora não deixe de fazer  tudo o que eles fazem. 

Histórias no Jardim-Escola



Histórias em Movimento - a Hora do Conto visita o Jardim de Infância  - foi  ao  2º Jardim Escola João de Deus da Figueira da Foz.
Técnicas da Biblioteca Municipal da Figueira estiveram com os meninos da sala dos 2 anos,   aos quais deram a conhecer a  história  "Vem aí a prima Vera”, de Lurdes Custódio.
Histórias em Movimento - a Hora do Conto visita o jardim de infância - é uma iniciativa que promove o livro e a leitura, e leva a Biblioteca em visita aos Jardins de Infância do concelho, uma vez por mês.
A par das  sessões de leitura de contos, esta iniciativa leva também um conjunto de livros infantis que ficam na escola durante o período de um mês, para serem lidos e explorados por alunos e educadores. Este projeto realiza-se desde janeiro de 2012 .

Dia Mundial da Poesia na Figueira


terça-feira, 10 de março de 2015

Para a história da Figueira da Foz CCLXXXII


 
28 anos se passaram!
 
A 19 de março de 1987, volvidos quase 28 anos que se completam este mês, colocava-se ponto final num pormenor cultural e histórico da Figueira da Foz: era demolido, no Bairro Novo, o edifício do Teatro Parque-Cine, palco de grandes realizações na área do espetáculo,
Aberto ao público 80 anos antes, o Parque-Cine, com uma lotação superior a mil lugares, exibira peças teatrais com atuação dos mais consagrados artistas, filmes de todos os géneros e outras manifestações culturais de grande impacto.
No local, acabaria por ser construído um autêntico mamarracho, adulterando as espectativas; um mono que envergonha a cidade.
Na foto acima, da autoria de Gabriel Grácio, um aspeto adiantado da demolição do Parque-Cine.
Em baixo, uma relíquia, com muito que contar; a máquina de projeção, que se encontra exposta no átrio do CAE (Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz), à entrada do Pequeno Auditório.
 
 
 
 
 
 

 

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cova e Gala (Figueira da Foz)


 
Poesia de Jorge Santiago Pinto, publicada no "CORREIO DA FIGUEIRA", de que era diretor e proprietário, na sua edição n.º 10, de junho de 1987, em que o autor destaca o papel das varinas de Cova e Gala, S. Pedro, no concelho da Figueira da Foz (Portugal).

Mensagem do dia


sexta-feira, 6 de março de 2015

"QUE LUZ ESTARIAS A LER"



Na passada segunda-feira, João Pedro Mésseder e Ana Biscaia, realizaram, no auditório municipal  da Figueira da Foz, duas sessões de apresentação do livro “Que luz estarias a Ler”, nas quais participaram cerca de duas centenas e meia de crianças dos estabelecimentos de ensino 1º Jardim Escola João de Deus, 1ºCEB do Viso, Rui Martins, Abadias e  Serrado e também da EB2/3 Pintor Mário Augusto ( Alhadas), do concelho da Figueira da Foz.
 
“Que luz estarias a Ler” é um livro fruto de vários fatores convergentes. Em julho e agosto de 2014, quase cinco centenas de crianças palestinas foram mortas na faixa de Gaza pelas bombas do exército israelita. Entre as fotografias trazidas a público pelas agências noticiosas, algumas chamaram a particular atenção de Ana Biscaia. No meio dos escombros, crianças recolhiam livros, com “esse espanto de que só os olhos das crianças são capazes”.
 
Convidada para participar no Festival de Banda Desenhada e Ilustração de Treviso (Itália), Ana Biscaia fez um conjunto de desenhos inspirados por essas fotografias e convidou João Pedro Mésseder para escrever uma história a partir deles. O trabalho foi publicado no catálogo da exposição, em italiano, sob o título “Books and War”. Para a edição portuguesa, feita pelos próprios autores numa nova editora por eles criada – a Xerefé –, foi introduzida a cor nos desenhos originais e feita uma nova paginação.
“Que luz estarias a ler” é uma história contada na primeira pessoa por Aysha, uma sobrevivente do ataque à sua escola, que procura entre os livros que resistiram aquele que Kalil, seu amigo, estaria a ler. Ele gostava de livros, relembra Aysha: “quando lia histórias, dizia, era como se deixasse de ouvir os estrondos, os tiros, os gritos ao longe, as sirenes. Era como se uma luz se acendesse no coração do escuro”. É essa luz que Aysha procura agora nos “buracos entre as pedras” causados pelas bombas. Sabe que vai encontrá-la e promete: “quando a guerra terminar, levarei estes livros para a nova escola”.

Arquivar



Cerca de meia centena de pessoas participaram na conferência “O que fazer com estes papéis?!”, promovida pelo Arquivo Histórico Municipal da Figueira da Foz e realizada no auditório municipal desta cidade.
 
Proferida por Maria de Lurdes Rosa, docente no Departamento de História da Faculdade de Ciências Socais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e investigadora principal do projeto «Inventários de arquivos de família, sécs. XV-XIX: de gestão e prova a memórias perdidas», a conferência teve como objetivo principal mostrar que arquivar pode não ser um fardo, mas sim uma atividade interessante e gratificante ,  que permite a construção de uma memória social mais rica, asssim como  leituras históricas mais plurais. 
 

Arte dramática e Dança



Com o apoio da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, realizaram-se no passado sábado, 28 de fevereiro,  no auditório municipal desta cidade, duas ações de formação em “Expressão Dramática” e “Teatro e Dança”, orientadas por Emanuel Rodrigues, formador e responsável pela Círculo de Giz - Companhia de Teatro.
 
Desde a sua participação no Criativa- Encontro de Criadores da Figueira da Foz, realizado em outubro de  2014,  que Emanuel Rodrigues, recém regressado de Praga (República Checa),  onde foi, nomeadamente,  colaborador do Instituto Camões, professor do The Bear Educational Theatre e do Colégio Internacional de Praga , tem vindo a desenvolver, com o apoio da Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz, diversas iniciativas na área da expressão dramática e teatro, dirigidas a diferentes tipos de público. 
 
Este jovem figueirense e a Círculo de Giz - Companhia de Teatro, irão, ainda este ano, levar à cena, no âmbito do programa de atividades evocativas do centenário da  I Guerra Mundial, recentemente apresentado pela Divisão de Cultura, uma peça de teatro que terá por base  o  livro “O amor na base do Corpo Expedicionário Português", da autoria do Coronel Alexandre Malheiro, o qual foi "descoberto" por técnicas da autarquia no acervo do Arquivo Histórico Municipal da Figueira da Foz.

Dia da Mulher Figueira da Foz

 
 
No âmbito da colaboração de há largos anos, a Assembleia Figueirense e a Associação Viver em Alegria promovem uma sessão comemorativa do Dia da Mulher, que terá lugar no dia 8 de março, pelas 13 horas, no salão nobre da Assembleia Figueirense.
Do evento faz parte um almoço de convívio, confecionado e servido pelos homens, seguido de um momento de poesia e de projeção de filmes alusivos à data, com a colaboração de atores amadores.
Esta confraternização, contrariando o hábito instalado neste tipo de eventos, é aberto a senhoras e cavalheiros, embora, atendendo ao significado do dia, seja o sexo feminino o grande protagonista e daí a discriminação positiva que lhe será feita pelo sexo oposto.

Para as crianças

Palavras Mágicas
 

A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz tem desde o mês passado, e em colaboração com o professor de teatro André Madaleno, realizado sessões para diversas escolas da região da atividade de promoção e incentivo à leitura " Palavras Mágicas".
O projeto tem sido muito bem acolhido pelos professores, mas sobretudo pelos alunos que se deliciam ao ouvir as histórias contadas sempre com muita energia e animação.
Neste primeiro mês de "vida",  foram cerca de cento e vinte as crianças que participaram nas sessões de contos dramatizados " Palavras Mágicas" e a agenda dos próximos meses já se encontra bem preenchida.  
"Palavras Mágicas é um projeto de destinado a crianças dos Jardins de Infância e Escolas do 1º CEB. As sessões realizam-se, por norma, na Biblioteca Municipal, mas sempre que solicitado e possível, também poderão vir a realizar-se nas escolas. 
A Autarquia assegura o transporte, em autocarro, dos alunos, cujos estabelecimentos de ensino se encontram geograficamente mais afastados da Biblioteca, permitindo assim que todos possam participar. 


 

Cinema de qualidade


Figueira da Foz


A Figueira noutros tempos!!!
 
 
Um grupo de banhistas (estudantes universitários), na praia da Figueira da Foz (Portugal) no verão de 1896.

Figueira da Foz em imagens


Imagens da minha terra

quinta-feira, 5 de março de 2015

Leituras na Figueira da Foz



Hoje, quinta-feira, pelas 21h30,  a  Biblioteca Municipal da Figueira da Foz acolhe mais uma sessão das «5as de Leitura», a qual contará com a presença da jornalista , cronista do "Público"  e escritora ,  Alexandra Lucas Coelho , que   vem dar a  conhecer ao público  figueirense o seu  trabalho literário, nomeadamente   « O Meu Amante de Domingo »  (2014 ), um "romance surpreendente, que oscila entre a ironia e a fúria, a vingança e o sexo",  «Ž”»,   um conto  apresentado em  dezembro passado em  Belgrado (Sérvia), na Residência de Escrita da Krokodil.

 Alexandra Lucas Coelho é uma das vozes que criticam o atual poder político. O seu discurso de  aceitação do prémio APE (Associação Portuguesa de Escritores)  pelo romance E a Noite Roda,  foi considerado muito  polémico, pela críticas que Alexandra fez ao governo e ao Presidente da República " este país não é seu, nem do Governo do seu partido. É do arquiteto Álvaro Siza, do cientista Sobrinho Simões, do ensaísta Eugénio Lisboa, de todas as vozes que me foram chegando, ao longo destes anos no Brasil, dando conta do pesadelo que o Governo de Portugal se tornou (...) Este país é dos bolseiros da FCT que viram tudo interrompido; dos milhões de desempregados ou trabalhadores precários; dos novos emigrantes que vi chegarem ao Brasil, a mais bem formada geração de sempre, para darem tudo a outro país; dos muitos leitores que me foram escrevendo nestes três anos e meio de Brasil a perguntar que conselhos podia eu dar ao filho, à filha, ao amigo, que pensavam emigrar."