segunda-feira, 28 de abril de 2014

Censura na Figueira da Foz

Um documento histórico
 
Com o 25 de Abril de 1974, cujo 40.º aniversário foi assinalado na sexta-feira, terminou um dos maiores atropelos à comunicação social: a censura prévia à imprensa portuguesa.
Como curiosidade, reproduz-se um documento que demonstra que esses serviços chegaram a funcionar na Figueira da Foz, na guarnição militar, podendo ler-se que "Tendo, pelo Snr. Ministro do Interior, sido dissolvida esta Delegação de Censura, venho informar V.Ex.ª que, por ordem do Snr. Director Geral dos Serviços de Censura à Imprensa, o Jornal de que V.Ex.ª é mui digno Director, passa, de futuro, a ser censurado pela Delegação de Coimbra (...)."
Para a história...

domingo, 27 de abril de 2014

O pensamento do dia

"(...) Só tenho pensado no celibato à luz do sentimento e sob a influência da impressão singular que desde verdes anos fez em mim a ideia da irremediável solidão da alma a que a Igreja condenou os seus ministros, espécie de amputação espiritual, em que para o sacerdote morre a esperança de completar a sua missão na Terra."
 
 
Alexandre Herculano (Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo) 1810 – 1877. Escritor, historiador, jornalista e poeta português.

Pascoela

Hoje é Domingo de Pascoela
 
 
Para todos, um Santo DOMINGO

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Pateo das Galinhas

Em estreia esta sexta-feira

Produção inserida no Projeto PANOS da Culturgest: Palcos Novos Palavras Novas Festival  

O 25 de Abril na Figueira da Foz


A Divisão de Cultura do Município da Figueira da Foz encontra-se a promover, no âmbito do 40º aniversário do 25 de abril de 1974, um conjunto diversificado de iniciativas culturais.
Hoje, 24 de abril, pelas 11h00, o Centro de Formação da Figueira da Foz da Guarda Nacional Republicana foi palco da atividade “Como foi o 25 de abril de 1974 na Figueira da Foz”, dirigida a crianças do 1º CEB e dinamizada pelo fotógrafo Jorge Dias, Furriel Miliciano a cumprir serviço no Regimento de Artilharia Pesada 3 (RAP-3) da Figueira da Foz à data dos acontecimentos do 25 de abril de 1974
Cerca de 60 alunos da EB1 Rui Martins foram recebidos pelo Tenente Coronel Tavares Belo e pela Chefe de Divisão da Cultura, Margarida Perrolas.
Durante cerca de uma hora Jorge Dias explicou, com recurso a fotografias captadas por si na noite de 24 e madrugada de 25 de abril de 1974 no interior do RAP-3, como  foi iniciado e levado a cabo o levantamento militar na Figueira da Foz.
Este teve início cerca das 21h00,  com o encerramento da Porta de Armas; seguiu-se a detenção dos oficiais de serviço e a prisão do Coronel Aires de Figueiredo, pelo Capitão de Artilharia Eduardo Diniz Leitão dos Santos Almeida e Capitão de Artilharia Fausto Almeida Pereira e o arrombamento dos paióis para acesso às munições para carregamento das armas.  
A coluna militar composta por homens da RAP-3, dos quartéis de Aveiro e Viseu, num total de cerca de 700, acabaria por sair do quartel, rumo a Lisboa, devidamente municiada com armas G3 e obuses 10, 5 e 14, já o dia clareava.
Após a conversa com as crianças seguiu-se uma visita guiada às instalações do Centro de Formação, onde todos puderam ter contacto com alguns dos espaços onde muitos dos acontecimentos que precederam a partida da coluna militar para a capital ocorreram.
No final foram presenteados com uma fotografia de Cristina Torres (ilustre figueirense, corajosa opositora ao salazarismo e ao Estado Novo) e uma agenda trimestral de eventos da autarquia, na qual consta um texto alusivo ao 40º aniversário do 25 de abril, da autoria de Jorge Dias.

terça-feira, 22 de abril de 2014

1.º de maio na Figueira da Foz


Programa:
 
Esplanada Silva Guimarães

11H00 – Rancho Folclórico de Alhadas

11H30 – Rancho Folclórico "Morenitas da Gândara"

 

Picadeiro

11H30 – Rancho Folclórico de Alhadas

12H00 – Rancho Folclórico "Morenitas da Gândara"

 

Casal do Rato

14H30 – Rancho Os Pauliteiros da Serra da Boa Viagem

 

Jardim Municipal

15H30 – Rancho Folclórico de Maiorca

16H15 – Grupo Etnográfico da Borda do Campo

 

Esplanada Silva Guimarães

16H00 – Rancho Folclórico de Maiorca

16H45 – Grupo Etnográfico da Borda do Campo

 

Folclore nas Ruas contará com a participação graciosa dos seguintes grupos: Rancho Folclórico de Alhadas, do Ateneu Alhadense;  Rancho Folclórico "Morenitas da Gândara", da Ass. Cult. Rec. Desportiva da Gândara; Rancho Os Pauliteiros da Serra da Boa Viagem, da União Instrução e Recreio; Rancho Folclórico de Maiorca, da Associação União Filarmónica Maiorquense e Grupo Etnográfico da Borda do Campo, do Conselho de Moradores da Borda do Campo.

 

 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Ana Biscaia no Museu


 
Ana Biscaia nasceu na Figueira da Foz em 1978, estudou Design de Comunicação na Universidade de Aveiro e trabalhou como designer gráfica, mas foi a ilustração do primeiro livro (Negrume, 2006) que lhe abriu as portas para um mundo novo e para a formação mais marcante, na Suécia. Em Estocolmo, na Konstfack University College of Arts, Crafts and Design, construiu grande parte da sua linguagem estilística, moldada pela importância do desenho e pela preferência pelo uso da grafite. Mais tarde, viria a ilustrar a edição sueca de Flor de Mel, um dos romances juvenis de Alice Vieira, ganhando o Peter Pan Prize Silver Star, atribuído pela secção sueca do IBBY. Continuou a publicar, ao mesmo tempo que expôs e participou em projetos coletivos, dedicando-se ainda à atividade de professora assistente na Escola Superior de Educação de Coimbra. Mais do que outro género literário, prefere ilustrar poesia. Em 2006 ilustrou o seu primeiro livro, "Negrume", com texto de Amadeu Baptista, autor com quem viria a repetir parceria literária em 2010 com "Zoo Animal" (calendário de Letras). Colaborou com inúmeras editoras como ETC, Edições Culturais do Subterrâneo, Edições Eterogémeas, Editora Canto Escuro e também com a revista Umbigo e o Teatro Efémero em Aveiro. Em 2012 venceu o Prémio Nacional de Ilustração pela ilustração do livro “A Cadeira que queria ser Sofá”, que reúne três contos do autor e professor brasileiro Clovis Levi, editado pela Lápis de Memórias.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Passatempo fotográfico


O Núcleo Museológico do Mar promove, em parceria com o Arquivo Fotográfico Municipal da Figueira da Foz, até dia 27 de junho, o Passatempo Fotográfico “O Mar da Figueira”
Inteiramente realizado via email e facebook, está aberto à participação de fotógrafos amadores e profissionais e tem como objetivo a seleção de 20 fotografias inéditas, que posteriormente integrarão a exposição denominada “10 + 10 olhares sobre o mar (da Figueira)”, a realizar no Núcleo Museológico do Mar, nos meses de agosto a dezembro de 2014.
As fotografias, inéditas, podem ser remetidas para o endereço eletrónico da Divisão de Cultura: divulgacao.cultura@cm-figfoz.pt, até às 17H00 do dia 27 de junho de 2014.
As fotografias recebidas serão postadas no facebook do Museu Municipal e colocadas a votação entre o dia 07 e 27 de junho. As 20 mais votadas serão anunciadas via facebook, dia 31 de julho.
As normas de participação encontram-se disponíveis para consulta no site do município: www.figueiradigital.com  e na página de facebook do Museu Municipal Santos Rocha: www.figueiradigital.com.

Biblioteca OFERECE

Na Figueira da Foz
 

Arte

Mais um dos quadros do artista plástico Mário Silva expostos no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz

Páscoa 2014


terça-feira, 15 de abril de 2014

Gafes jornalísticas

 
 
Acontece...
De acordo com as regras judiciais e jornalísticas, um indivíduo só é considerado autor de qualquer tipo de crime depois de condenado em tribunal, com a sentença transitada em julgado.
Ora bem: Num jornal regional foi publicado o subtítulo acima que sofre de alguma incoerência.
Assim, o jornal classifica (e bem) de suspeito, determinado cidadão, mas, logo a seguir (mal) diz que o mesmo assaltou (...).
Ora, por um lado o indivíduo é considerado suspeito e depois já se afirma que o mesmo cometeu o crime...
Pergunta-se: É suspeito ou assaltou?
Gralhas inofensivas mas que o não deixam de ser. E nestas, distraidamente, qualquer um cai...
O sublinhado, no recorte reproduzido, é da nossa responsabilidade.

Poesia de figueirenses e... não só


POESIA:
VIRTUALMENTE,
DA FIGUEIRA PARA O MUNDO

O livro eletrónico “Antologia de Poetas Figueirenses (1875-2013)”, editado pela Câmara Municipal da Figueira da Foz através da sua Divisão de Cultura e apresentado publicamente no passado dia 20 de março, reúne mais de seis dezenas de textos de 32 autores nascidos ou radicados neste concelho, desde o último quartel do século XIX até este há pouco iniciado. Primeira publicação municipal em formato e-book, a antologia pode ser lida através de diversos meios digitais, do computador pessoal a qualquer iPad ou tablet e está neste momento acessível em 71 países.

 
Recordamos que este livro virtual se encontra também no site municipal Figueira Digital, podendo ser diretamente acedido pelo link http://www.figueiradigital.com/municipe/?mid=209 .

A Divisão de Cultura informa ainda que, de acordo com o departamento latino-americano das lojas Apple on-line, foi já realizado um número significativo de downloads da “Antologia(…)” naquela região, nomeadamente no Brasil, Argentina, Equador e México.

África


A imagem do dia
 
 
Mercado de S.Paulo - Luanda - Angola

Arte no CAE

ADN Mário Silva
Um dos quadros de Mário Silva, expostos no CAE, integrados na mostra "ADN Mário Silva - Paisagismo Geourbano & Portuário"
Patente até 23 de abril

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Voando

A imagem do dia
 
"Nos céus da Figueira da Foz"
Foto de José Manuel

5as de Leitura

Valter Hugo Mãe
nas 5as de Leitura

 


 
O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz (CAE) recebeu, na passada terça-feira, o escritor Valter Hugo Mãe, numa sessão inserida no projeto «5as. de Leitura».
Apresentado pelo professor catedrático da Universidade de Coimbra Boaventura de Sousa Santos, o livro «A Desumanização» levou o público a uma viagem até terras, paisagens e gentes islandesas.
"É um trabalho poético e filosófico muito profundo”, disse o apresentador, realçando que a leitura deste livro “é um verdadeiro desafio”. Para ler este livro é preciso estar suficientemente em paz consigo. Se por algum motivo estivermos desesperados não aguentamos até ao fim”, sublinhou Boaventura de Sousa Santos.
Caraterizando Valter Hugo Mãe como “um arquiteto da literatura portuguesa”, o também sociólogo defende que este romance “ajuda o leitor a compreender a atual sociedade”, uma vez que “estamos num modo vida de desumanização”.
Valter Hugo Mãe destacou que atualmente o livro está a ser traduzido para islandês (tradução realizada pela esposa de um figueirense a residir na Islândia).
As 5as de Leitura regressam em maio, dia 15, com João de Melo e «Gente Feliz com Lágrimas».
 
 

Para a história da Figueira da Foz CCLXXXI

Teatro Príncipe D. Carlos
 


 
Em 26 de fevereiro de 2000, no 86.º aniversário do incêndio que destruiu completamente o Teatro Príncipe D. Carlos, onde o Ginásio Clube Figueirense tinha a sua sede, este assinalou a triste efeméride com a colocação de um memorial, como se vê na terceira imagem.
Completaram-se, em fevereiro, 100 anos sobre a data do sinistro, que ocorreu na madrugada do dia de Carnaval.
Na primeira foto, o exterior do Teatro e na segunda o interior dessa casa de espetáculos que marcou uma época.
O Ginásio colocou um memorial a recordar o Teatro Príncipe e a rua que ostentava essa designação passou a chamar-se rua da... República.
As tais obras da noite para o dia.

O pensamento do dia


Humor negro


terça-feira, 8 de abril de 2014

Fotografia


O Arquivo Fotográfico Municipal (A.F.M.)da Figueira da Foz vai participar, no dia 7 do próximo mês de maio, no Workshop-Fotografia-Investigação-Arquivo, com uma apresentação intitulada «A Figueira na “boca de cena”: O teatro na coleção do Arquivo Fotográfico Municipal», a realizar por Guida Cândido, coordenadora deste departamento.
Organizada pelo Museu Nacional do Teatro em colaboração com o Centro de História da Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora, esta iniciativa realizar-se-á dias 7 e 8 de maio, no Auditório do Museu Nacional do Teatro, e contará com a participação de colaboradores de arquivos fotográficos de várias autarquias locais e organismos da Administração Central.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Leituras na Figueira da Foz

Valter Hugo Mãe
em Quintas à...terça
 

Antecipando as comemorações do Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a iniciativa 5as de Leitura promove um encontro, AMANHÃ,  8 de abril, pelas 21h30, no Pequeno Auditório do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz, com o escritor Valter Hugo Mãe, que vem apresentar o seu mais recente romance: “A Desumanização”, uma feliz fusão entre a palavra e a capacidade de fazer ver e sentir.
Passado nos recônditos fiordes islandeses, este é um livro profundamente delicado em que a disciplina da tristeza não impede uma possível redenção e o permanente assombro da beleza.
Uma utopia que purifica a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.
Esta obra será apresentada pelo Professor Boaventura de Sousa Santos, diretor do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.  

O pensamento do dia


sábado, 5 de abril de 2014

Pateo das Galinhas


OFICINA ABERTA
DE ESCULTURA DE CENA
EM MADEIRA
Hoje, sábado, das 15 às 20 horas, na Rua dos Bombeiros Voluntários, n.º 33, na Figueira da Foz, decorre a Oficina Aberta de Escultura de Cena em Madeira, com a participação dos escultores Júlio Ribeiro, Rui Rodrigues e Vítor Matos, tendo comno objetivo a construção de cenografia para a peça O Hotel de Gonçalo M Tavares, a nova produção do Pateo das Galinhas, integrada no Festival PANOS da Culturgest.
 
Informações e inscrições: 966868076 , 910043266 ou teatrodebico@gmail.com

Figueira antiga

Figueira da Foz, noutros tempos
A doca da Figueira da Foz (onde hoje se situa a marina de recreio), numa foto impressa num calendário de bolso de 1990, editado pela Impressora Económica.

Livro Infantil na Figueira da Foz

Dia Internacional
do Livro Infantil
A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz assinalou o Dia Internacional do Livro Infantil, com uma semana recheada de atividades de promoção do livro e da leitura

De 01 a 04 de abril, terça a sexta, técnicas do serviço educativo levaram a atividade “Histórias em Movimento” ao Jardim de Infância Conde de Ferreira, tendo realizado, diariamente, sessões de leitura de contos para grupos de crianças.
Na quarta-feira o jovem casal de pais, Simone Andrade e Álvaro Rosso dinamizou, na sala infanto-juvenil da biblioteca, uma sessão de leitura animada de contos infantis. No mesmo dia, pelas 14h00, técnicas do serviço educativo da biblioteca apresentaram a peça de teatro de fantoches “Um Lobo Culto”, uma adaptação do livro infantil com o mesmo nome.
Na quinta-feira, a biblioteca recebeu o escritor Fernando Marques Pereira que realizou dois encontros com grupos de alunos de escolas dos 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico do concelho, nos quais apresentou o seu livro “Angelina …Uma luz ao fundo do espelho”.
Ontem teve lugar mais uma apresentação da peça de teatro de fantoches “Um Livro Culto”, para crianças de jardins-de-infância do concelho.

Tubo em atividade


O pensamento do dia


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Figueira antiga

Figueira da Foz, noutros tempos
 
A doca (atual marina de recreio) e a Casa do Paço, na Figueira da Foz, vendo-se ainda o Hotel Reis, num desenho de Orsini de Miranda (1959) sobre uma fotografia de 1886.

O pensamento do dia


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Exposição

Destinos a descobrir
A Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueirta da Foz informa que na próxima sexta-feira, 4 de abril, pelas 16h30, no piso 1 do Centro Comercial Foz Plaza (frente ao hipermercado Jumbo), irá proceder à abertura do espaço expositivo “Plazad’Art” e inaugurar a exposição “Figueira da Foz - 2010-2014 : Retrospetiva dos Concursos de Fotografia”.
A ocasião será aproveitada para apresentar publicamente o catálogo do V concurso de fotografia “ Destinos a Descobrir” e lançar o novo concurso, a realizar este ano, de junho a setembro.

Para a história da Figueira da Foz CCLXXX

Estaleiros Navais do Mondego
 
Estes ("Comandante Tenreiro" e "Bissaia Barreto") foram os primeiros navios (bacalhoeiros) construidos (1944) nos Estaleiros Navais do Mondego, na Figueira da Foz, empresa que entrou em decadência, perdendo-se um dos maiores emblemas industriais figueirenses.
A empresa (agora insolvente) havia sido constituida por escritura lavrada em 29 de setembro de 1944.
 
Carlos Lino Gaspar, um dos fundadores dos Estaleiros Navais do Mondego, que contribuiu, na época para a prosperidade daquela unidade industrial da Figueira da Foz.
 

O pensamento do dia


terça-feira, 1 de abril de 2014

Figueirense por adoção

Morreu Barroso dos Santos
 

 
Natural de Castelo Branco mas há muitos anos residente na Figueira da Foz, realizou-se hoje o funeral de Manuel Barroso dos Santos, de 82 anos, que foi um dos mais credenciados técnicos da Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, na Figueira.
Homem de caráter, amigo, por quem sempre nutri a admiração e respeito merecidos.
A sua personalidade, inteligência e capacidade criativa, nunca foram devidamente reconhecidas, o que se lamenta. Barroso dos Santos desenvolveu um trabalho altamente meritório naquele departamento de cultura figueirense, ficando para a história o seu trabalho documental, dividido por cerca de três dezenas de volumes, intitulado "Elementos subsidiários para o estudo do concelho da Figueira da Foz", uma obra de consulta indispensável para quem quiser conhecer as realidades da cidade da Foz do Mondego.
Sentidos pêsamers à família enlutada.
 

1 de abril

Dia das mentiras
Em Portugal foi institucionalizado o ANO DA MENTIRA, substituindo-se, deste modo, o tradicional 1 de abril como DIA DAS MENTIRAS.
Assim, não vale a pena continuar a dedicar-se este dia 1 de abril a tal diversão aldrabona, porque, neste país, o dia alargou-se a todo o ano e os portugueses são, diariamente, fustigados com a falta de verdade e de... vergonha.
Tenham todos um bom dia.