sexta-feira, 17 de maio de 2013

O meu nome é Rocha,
Santos Rocha

Promovido pela Divisão de Cultura, o Museu Municipal Santos Rocha da Figueira da Foz, recebeu, na passada terça-feira, a visita de 140 alunos e respetivos professores da Escola do 1º CEB do Serrado (Buarcos – Figueira da Foz).
As crianças assistiram a uma sessão do Teatro de Sombras “O meu nome é Rocha, Santos Rocha”, concebido e protagonizado por colaboradoras do Serviço Educativo do Museu, e o qual se centra na história da vida de Santos Rocha, dando especial enfoque à sua paixão pela arqueologia.
Depois da sessão de teatro os alunos puderam ir até aos bastidores e aprender um pouco acerca das técnicas utilizadas na conceção do cenário, assim como dos efeitos para a “criação” das sombras.
Para finalizar a visita os alunos partiram à descoberta do Museu, de algumas peças e das histórias a elas associadas.
Na quarta feira, foi a vez de uma turma de crianças da sala dos três anos da Casa da Criança de São Julião (Figueira da Foz) se deslocar ao Museu, para participar na atividade “Era uma vez uma história”.
Esta atividade consistiu na leitura da história A vendedora de sonhos e o poeta mudo”, de César Madureira, e posterior exploração dos elementos componentes do rosto humano, tendo sido igualmente efetuada uma aproximação à exposição de fotografia de Maria João Arcanjo, mostra a que Presente já fez referência. No final houve ainda tempo para uma breve visita à exposição de pintura “Memórias do Olhar” de Clotilde Fava.
O Museu Santos Rocha
foi à escola
 
 
Ontem, 16 de maio, no âmbito da ação de serviço educativo de continuidade " O Museu Vai à Escola", colaboradores do Museu Municipal Santos Rocha deslocaram-se à Escola EB 2/3 Dr. João de Barros, na Figueira da Foz.
A atividade, orientada pelo funcionário José Santos Silva, procurou explicar, a cerca de 40 alunos do 8º ano, com recurso a powerpoint e a exemplares da coleção de Armaria do Museu, a evolução da arma, desde a pré-história aos nossos dias, com referências às descobertas e invenções mais marcantes ao longo desse período, nomedamente as primeiras pontas de seta, a invenção da pólvora, os diferentes tipos de fecho: mecha, roda e pederneira e a invenção do revólver até ao drone.
Os alunos tiveram ainda o privilégio de poder manusear algumas das peças e perceber o seu funcionamento

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Um tondelense

Samuel Úria
na Casa da Música
 
 
Hoje, pelas 21h30, Samuel Úria atua na Casa da Música do Porto.
O Sami, como carinhosamente é tratado este meu primo, natural de Tondela, está a desenvolver uma carreira que já criou raizes.
Na apresentação do aertista, pode ler-se:
Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Samuel Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. O "trovador de patilhas", como é frequentemente intitulado, conquistou notoriedade a partir de 2008, altura em que se deu a conhecer acompanhado apenas pela guitarra acústica. Depois dos promissores Em Bruto (EP, 2008), Nem Lhe Tocava (2009) e A Descondecoração de Samuel Úria (2010), publicou recentemente O Grande Medo do Pequeno Mundo, que conta com as participações de nomes como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Miguel Araújo. É este álbum que o traz à Casa da Música, agora no formato de banda, num concerto em que não faltarão também temas incontornáveis como "Teimoso", "Não Arrastes O Meu Caixão" ou "Barbarella e Barba Rala".

Fotografia

Maria João Arcanjo
no Museu Santos Rocha
 
 

 
Encontra-se patente, até 29 de junho, no Museu Municipal Santos Rocha, na Figueira da Foz,  uma exposição que conta com mais de uma centena de fotografias,  sob o tema DE OLHOS NOS OLHOS, da autoria de Maria João Arcanjo.
Trata-se de uma mostra fotográfica que merece uma visita, destacando-se pelas expressões profundas como pode ver-se pelá imagem  em que se reproduz um dos trabalhos expostos.

sábado, 11 de maio de 2013

Golpe de teatro

A imagem do dia
 
 
A frase: "Uma derrota que nos amachucou" - Jorge Jesus, treinador do Benfica, após a derrota com o FCPorto (1-2) 

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Um figueirense em destaque
 
 
O novo diretor da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria, de 47 anos,  é natural da Figueira da Foz.
A imagem e legenda são reproduzidas da edição online do jornal REGIÃO DE LEIRIA.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

LEYA 2012

Nuno Camarneiro distinguido
 
 
O Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva,  entregou, ontem, em Lisboa, ao figueirense Nuno Camarneiro, o Prémio LeYa 2012, no valor de 100 mil euros, distinção pelo seu romance “Debaixo de algum céu”.
Trata-se de uma honra cultural para a Figueira da Foz.
PRESENTE endereça ao escritor sinceras felicitações.

Figueira antiga


terça-feira, 7 de maio de 2013

Visita à GNR


No âmbito da programação do "Maio é Museu", celebração que se desdobrará ao longo de todo o mês de maio e que tem por objetivo tornar mais visíveis instituições culturais como o Museu Municipal da Figueira da Foz, mas também da comemoração dos 102 anos de existência da Guarda Nacional Republicana, o Museu promoveu uma visita, na passada sexta-feira, ao Centro de Formação da GNR, nesta cidade,
26 alunos do 3º ano da escola do 1º CEB Rui Martins foram recebidos pela Alferes Rocha e pelo 2º sargento Mendes, os quais, ao longo de cerca de uma hora, deram a conhecer às crianças, através de um pequeno mas animado vídeo, onde um dragão, um dos elementos do Brasão de armas da GNR, que simboliza a defesa da lei e da grei, deu a conhecer a história da Guarda Nacional Republicana e as atividades que desenvolve.
Após a visualização foi a vez de "passear" pelas instalações do Centro.
Numa visita bastante animada, os alunos, para além de ficarem a conhecer melhor um espaço habitualmente reservado ao militares da Guarda, puderam também, no âmbito das celebração "Um dia com os media", ser jornalistas por um dia.
Dois elementos do Gabinete de Comunicação da Divisão de Cultura efetuaram uma breve explicação do conceito de notícia e das principais questões a que deve dar resposta.

Sinais de África
 
 
Integrado nas comemorações do “MAIO É MUSEU 2013”, a Divisão de Cultura apresentou no passado sábado, no Museu Municipal Dr. Santos Rocha, na Figueira da Foz, um conjunto de iniciativas genericamente designadas “Sinais de África”.
A tarde iniciou-se no átrio do edifício Museu / Biblioteca com um momento musical, a cargo da artista moçambicana Selma Uamusse, uma voz que recebe e personaliza influências do jazz, da soul e do gospel, e que agradou visivelmente ao muito público que optou por um “mergulho” na cultura, num dia que convidava à inércia, à praia e a banhos de mar.
Seguiu-se a inauguração da exposição de fotografia“De Olhos nos Olhos”, de Maria João Arcanjo, que citamos: (...) as minhas imagens são basicamente fotografias de rua. O meu principal projeto é a vida das mulheres e crianças dos Palop’s, que aqui compartilho convosco...
Inaugurada também a mostra de pintura “Memórias do Olhar”, de Clotilde Fava, cujo trabalho traduz na tela histórias do eterno quotidiano de África,onde a figura feminina incorpora, a par das representações animais, o espírito telúrico e onírico que é indissociável da mulher africana.
A terminar, antes de um descontraído beberete, tempo ainda para uma demonstração de Capoeira pelo Grupo brasileiro Muzenza, no Jardim dos Aromas, um dos espaços verdes do edifício do Museu.
Uma tarde de maio diferente, instrutiva e divertida. Cultura viva.

Arte no CAE


Maio é Museu

Um dia com os media
 
 
No âmbito das comemorações do 119º Aniversário do Museu Municipal Dr. Santos Rocha, da Figueira da Foz, e da iniciativa de caráter nacional “Sete dias com os media – 3 a 9 de maio”, realizou-se uma conversa informal sobre o papel da televisão na cidadania, com o jornalista da TVI Vítor Pinto e o repórter de imagem e realizador figueirense Jorge Pelicano, moderada pelo Vereador da cultura António Tavares.
Durante duas horas foi possível a uma assistência bastante participativa colocar questões que permitiram aos convidados, através das suas experiências e também pela partilha das suas opiniões e convicções, explicarem o modo como se faz televisão em Portugal.
Foram abordados temas da atualidade, nomeadamente a função formativa e de informação da televisão, a “moda” dos comentadores, o monopólio dos meios de comunicação e a adaptação da televisão às novas tecnologias da informação, entre outros.
“O país real é bem melhor do que o que aparece na televisão. Portugal não é só a crise, tem coisas muito boas, e cada vez mais”, afirmou Jorge Pelicano para explicar que normalmente as noticias que ficam na memória são as consideradas más.
Já Vítor Pinto defende que “as televisões são pressionadas a estar em cima do acontecimento, com prejuízo, muitas vezes, para a qualidade do produto informativo oferecido ao telespetador”.
O figueirense Jorge Pelicano, cineasta premiado – atualmente envolvido em quatro documentários, dois dos quais dedicados a José Afonso e a Álvaro Cunhal – concluiu: “trabalhar na área da comunicação social é apaixonante. É possível conhecer pessoas, estar em locais e testemunhar acontecimentos que, de outra forma, seria impossível”.
 

domingo, 5 de maio de 2013

Crise à portuguesa...

Governo à deriva
 
Se algumas dúvidas havia, o ministro Paulo Portas, no seu discurso desta tarde, mostrou claramente que o governo de Portugal está em completo desnorte.
Quem ouviu Passos Coelho e hoje escutou a intervenção de Portas, entendeu perfeitamente o desentendimento que se vive no seio do elenco governativo deste país.
Em linguagem popular dir-se-á que o ministro do CDS desancou o primeiro ministro, desautorizando-o e evidenciando uma separação de facto a que só falta a sentença a decretar o divórcio, só adiada porque Portas não quer perder privilégios.
Esperamos pelos próximos episódios duma novela que só não dá para rir porque a situação transporta em si consequências que já têm provocado muitas lágrimas de desespero na esmagadora maioria dos portugueses.
Este Portugal perdeu o rumo.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

MAIS AUSTERIDADE!!!

Passos Coelho assusta portugueses
 
O senhor primeiro ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, acaba de, num discurso de cerca de meia hora, alarmar tremendamente os portugueses, lançando mais uma acha na fogueira de austeridade a que o povo se viu compelido para pagar as dívidas contraídsas por gestões ruinosas.
O país encontra-se sem rumo e os portugueseses sentem que não têm fuga possível.
A tragédia económico-financeira tomou conta de Portugal.

O sal na Figueira da Foz

Crianças foram ver o sal
 
 

 
 
No passado dia 30 de abril, um grupo de alunos do 1º Jardim- Escola João de Deus, da Figueira da Foz, visitou o Núcleo Museológico do Sal, um armazém de sal  e a Salina do Corredor da Cobra, nos Armazéns de Lavos (Figueira da Foz).
A visita teve como objetivo abordar a temática da biodiversidade, da preservação da fauna e da flora, existentes no território do salgado, junto àquele Núcleo Museológico.