domingo, 31 de agosto de 2008

A notícia do dia

Um jovem de 22 anos foi assassinado na noite de ontem por dois indivíduos, no bairro da Almoínha, em Sesimbra. A GNR desencadeou uma operação e chegou a fechar temporariamente as entradas de Sesimbra.
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Dois indivíduos assassinaram esta noite um jovem de 22 anos. O crime aconteceu no bairro da Almoínha, em Sesimbra, cerca das 23 horas de ontem, tendo a GNR desencadeado de imediato uma caça ao homem que levou ao fecho temporário de todos os acessos a Sesimbra.
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In RTP on line
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Digo eu: Tomem lá nota de mais este crime. A saga continua...

Porque hoje é domingo

Salmo 23
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Por que temer?
Minhas necessidades serão supridas.
Tenho promessas eternas
Não representa mal algum a mesa do inimigo.
Posso andar de cabeça erguida,
a mão do bom pastor guia-me sempre
Tenho acesso aos melhores pastos;
pastos verdejantes
Água tranquila está à minha disposição
Refrigério necessário acontecerá.
Tenho a habitação do Pai,
A chave da Sua casa também é minha,
posso entrar e descansar
Estou com meu Pastor dia e noite.
Que conforto andar ao Seu lado,
Livre de temores, total segurança
Não sou sábio, preciso de correcção, preciso de correcção
Não é ironia....
A vara e o cajado representam consolo
Quando doente, esmorecido e triste
Sinto seu amparo
Se a morte aproxima, Ele está comigo
Passeio alegremente por vales e montes.
Ungido com óleo fresco,
Seu óleo esparge sobre minha cabeça
Desce pelo meu rosto
Seu cálice abundante transborda,
Gozo imensas alegrias.
Sou da Sua casa
Vou habitar nela para sempre.

sábado, 30 de agosto de 2008

O pensamento do dia

Metade dos nossos erros na vida nasce do facto de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir.
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J. Collins

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A notícia do dia-III

Fenprof estima que 35 a 40 mil professores ficarão sem colocação
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A Federação Nacional de Professores (Fenprof) estima que possam ser entre 35 mil e 40 mil os docentes sem colocação este ano, tendo agendado acções de protesto para segunda-feira, dia em que mais professores «entram para o desemprego».
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In DIÁRIO DIGITAL
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Digo eu: São só boas notícias... O que vale são os 150 mil empregos criados pelo primeiro ministro...

A notícia do dia-II

Dois homens armados assaltaram banco Caixa Geral de Depósitos de Rio de Mouro.
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In SOL on line
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Digo eu: Afinal, nem a morte do assaltante do BES os demove!!!

A notícia do dia

A criminalidade violenta aumentou 15 por cento no primeiro semestre deste ano em comparação com igual período de 2007, divulgou o Gabinete Coordenador de Segurança (GCS), após uma reunião com os ministros da Administração Interna e da Justiça.
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In RTP on line
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Digo eu: Isto está mesmo bonito!!! Será que o desemprego é uma das causas desta onda de violência???

O pensamento do dia

O homem, em geral, é surdo quando lhe pedem alguma coisa: é eloquente, quando ele próprio a pede; é mudo quando deve agradecer.
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Paolo Mantegazza

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Para a história da Figueira da Foz CXXVII

Talvez o título mais adequado fosse o de "Para a história do jornalismo figueirense", mas, enfim, a publicação a que hoje me refiro também acaba por fazer parte da história da Figueira da Foz.
Foi uma revista de curta duração, como tantas outras, mas que teve o saudável princípio de enaltecer as realizações figueirenses, e nasceu no ano em que a Figueira completou o seu primeiro século como cidade.
Foi seu director, Marcos Viana, tendo como colaboradores no primeiro número, cuja capa reproduzo, António Augusto Menano, António Azevedo, António Esteves Ferreira, Álvaro Bica, Cação Biscaia, Joaquim Azevedo, Julius Corella, Rosa Barros e Rui Miguel. A capa foi um arranjo de Joaquim Cachulo, e a primeira edição teve uma tiragem de 3 mil exemplares.

Desporto

Emílio Macedo, presidente do V. Guimarães, revelou que o árbitro Piete Vink pediu desculpa a Cajuda pelo golo mal invalidado ontem frente ao Basileia, na sala do aeroporto de Mulhouse, onde a comitiva vimaranense aguardava o voo para Portugal."O árbitro teve a dignidade de vir falar com Cajuda, pedindo-lhe desculpa do que se passou ontem (...) O próprio disse que foi uma vergonha mas que já não podia fazer nada", referiu Emílio Macedo à Renascença.
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In RECORD on line.
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Digo eu: Alguém acredita nisto?"!!!

A notícia do dia-II

Segurança:
Detido em Alenquer homem que assaltou 10 bancos
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A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção, em Alenquer, de um homem que desde o início do ano assaltou pelo menos 10 bancos com recurso a arma de fogo.
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In Diário Digital
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Digo eu: Deviam era dar-lhe um prémio...

A notícia do dia

O ministro da Presidência reconheceu hoje que os dados do primeiro semestre apontam para «algum aumento da criminalidade violenta» que são «situações que não devem ser minimizadas», mas assegurou que o Governo está a «adoptar as medidas necessárias».
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In SOL on line
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Digo eu: Deixem-me rir para não chorar...

O pensamento do dia

Existem duas espécies de idiotas: aqueles que não duvidam de nada e aqueles que duvidam de tudo.
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Charles Ligne

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A notícia do dia

Assaltos aumentam em Portugal
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O Gabinete Coordenador de Segurança admite que houve um aumento dos crimes violentos em Portugal no último ano.
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In RTP on line
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Digo eu: Este é o tal país de brandos costumes...

Para a história do desporto figueirense

27 de Agosto de 1911

Em 27 de Agosto de 1911, disputa-se, pela primeira vez, na Figueira da Foz, a Taça Alzira, um dos troféus mais valiosos, sob todos os aspectos, na história do remo figueirense.
A vitória coube à tripulação da Naval 1.º de Maio, constituída por Augusto Nogueira, David Viana, Henrique Varanga, Patrício Dias e José Ferreira.
Como curiosidade o facto da tripulação navalista envergar o equipamento azul e branco, símbolo da monarquia que caíra meses antes.
Na imagem, a reprodução dum cartaz alusivo à disputa da Taça Alzira, entre outras, em 1923.
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Curiosamente, o escritor figueirense Raymundo Esteves, foi premiado nos Jogos Florais da Figueira da Foz, levados a efeito em 1941, com um conto subordinado precisamente ao tema "Taça Alzira".
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Para a história do desporto figueirense, nomeadamente no que respeita ao remo, transcrevo o que foi escrito no sítio da ARDP:
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A cidade da Figueira da Foz, desempenhou também um papel importante no desenvolvimento do Remo em Portugal. Nos dias de hoje, é de conhecimento corrente dos portugueses a existência da Associação Naval 1º de Maio, estando esta associada à cidade.
Através do nosso estudo, verificamos que precedeu a esta Associação uma outra, pioneira na prática de desportos náuticos naquela localidade, a Associação Naval Figueirense. Esta era constituída pelos mais altos dirigentes e capitalistas da cidade e constituía o seu compromisso, a construção e navegação de barcos de recreio e a promoção de regatas de remo. Desta associação salienta-se, a organização de uma ou outra regata esporádica, nomeadamente a de 1883. No entanto, já em crise, os esforços de reorganização nos anos posteriores, não a salvaram da extinção em poucos anos.
Assim, Figueira da Foz, viu surgir uma agremiação inédita. Se até então, os membros das associações de desportos náuticos eram aristocratas e de alta burguesia, aparece a Associação Naval 1º de Maio, formada exclusivamente pela “classe operária”, em 1 de Maio de 1893, à qual passou a pertencer a responsabilidade pela dinamização do desporto náutico da zona.
O seu desenvolvimento deu origem à existência de alguns sócios mais abastados, gerando rivalidades na tomada de decisões, o que implicou a saída destes, que fundaram o Ginásio Club Figueirense, de designação inicial, Club Ginástico Velocipédico, em 1895
Inicia-se a rivalidade entre os dois clubes da Figueira da Foz, que fica eternizada pela disputa da Taça Alzira, competição que deu verdadeiramente alma ao remo naquela cidade, entre os anos de 1911 e 1922.
Das principais taças disputadas desta cidade, destacamos a Taça Mondego, a Taça Alzira, Taça Salazar e a Taça Vitória. Mas mais à frente iremos analisar as principais regatas, assim como, os principais trofeus que eram disputados em Portugal.
Os principais clubes que foram criados e que sobreviveram, tentaram por diversas vezes estruturar o Remo nacional. Estes clubes que analisamos agora e responsáveis pelos primeiros anos do Remo em Portugal, foram os fundadores da Federação Nacional de Remo em 1920, que actualmente designa-se por Federação Portuguesa de Remo.

O pensamento do dia

Podemos viajar por todo o mundo em busca do que é belo, mas se já não o trouxermos connosco, nunca o encontraremos.
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Ralph Emerson

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Leituras

Confesso que desconhecia a obra do escritor moçambicano Mia Couto, apesar de saber dos vários galardões que lhe têm sido atribuídos pela qualidade que empresta à sua escrita, como, por exemplo, o Prémio Vergílio Ferreira, em 1999.
A Feira do Livro, que recentemente decorreu na Figueira da Foz, proporcionou-me a aquisição de dois dos seus livros: "O Fio das Missangas" e "O Outro Pé da Sereia", ambos editados pela CAMINHO.
Em boa hora tomei contacto com a obra deste escritor, de seu nome de baptismo António Emílio Leite Couto, de 55 anos, nascido na cidade da Beira.
Duma beleza sui generis, todas as palavras têm sentido e soam como poemas.
Não resisto a reproduzir aqui uma das páginas de "O Outro Pé da Sereia". Apenas um exemplo:
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"Há anos que o casal se refugiara nesse além mundo. Mwadia perdera, a conta ao tempo naquele exílio de tudo, naquela desistência de todos. No início, Mwadia acreditou que eles buscassem refúgio para escapar da guerra. Mas não era isso que Zero procurava. O que ele pretendia, nessa tresloucada fuga, era um lugar agreste em que mais ninguém fizesse morada. Quando se instalaram naquele nada, nesse remoto dia, o burriqueiro olhou a paisagem inóspita e declarou:
- Este lugar vai ser baptizado de Antigamente!
- Antigamente? Gosto, é bonito, anuiu a esposa.
Não era, contudo, nome de terra. Era um nome para uma saudade. O apelido nascera dos suspiros, desses lamentos em que Zero Madzero se tinha tornado useiro e vezeiro.
- Antigamente, ai, antigamente!
Antigamente tudo era mais ordenado: o chão chamava e as sombras obedeciam. As rezas subiam, a chuva descia. Foi para reinstalar essa antiga ordem que ele nomeara aquela aridez. O casal estava tão longe de tudo e de todos, que Madzero repetidamente pedia à esposa:
- Não me chame sempre de "marido".
- E como lhe hei-de chamar?
-De vez em quando, me chame por Zero Madzero. Que é para eu não esquecer o meu próprio nome.
Tudo isso acontecia quando Zero ainda suspirava. Depois, ele deixou de se lamentar, poupando fôlego para descansar. Até porque fora por culpa dele que ambos se internaram naquela desolação. A mulher apenas o seguira, em silenciosa fidelidade. Para afastar a solidão, Mwadia, pendurava os lençóis e ficando olhando-os a agitarem-se ao sabor do vento, enfunados como se fossem criaturas de alma. Refazia a lembrança da roupa no estendal da sua casa de infância. Os lençóis brancos eram, às vezes, garças cegas, outras vezes, tontas labaredas de luz."



As notícias do dia

Lisboa: Assalto a dependência do Banif eleva para três os bancos assaltados hoje.
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Crimes/Alijó: Homem gravemente baleado pelo cunhado.
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In RTP on line
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Digo eu: Este é o tal país de paz à beira-mar plantado !!!

Efemérides

16 de Agosto de 1853

Completam-se hoje, 26 de Agosto, 55 anos sobre a data do nascimento do poeta figueirense, Acácio Antunes, de seu nome completo Acácio Graciano Antunes Brás.
Foi jornalista e escritor, sendo também um apaixonado pela arte de Talma.
Faleceu, em Lisboa, a 2 de Abril de 1927, contando 74 anos.
Ficou, para a posteridade, o poema que escreveu aquando da inauguração do Teatro-Circo Saraiva de Carvalho (hoje Casino da Figueira) - 3 de Setembro de 1984 -, lido pelo actor Augusto de Melo.
Reproduzo parte das 11 quadras que compõem o poema, intitulado "A Figueira na noite da inauguração do Teatro-Circo Saraiva de Carvalho":
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Um dia, à beira-mar, numa isolada costa,
onde se ouvia só das vagas o fragor,
de rochas eriçada, aos temporais exposta,
erguera uma choupana um velho pescador.
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À pobre habitação nos ermos areais,
veio juntar-se em breve uma outra companheira;
ao pé dessa ergueu-se outra e outra, e mais e mais:
fez-se uma povoação às ondas sobranceira.
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Foi crescendo, crescendo a pequenina aldeia,
a remirar-se na água em curvas ondulantes,
e, qual fada do mar, ou lânguida sereia,
ia atraindo a si, de longe, os navegantes.
(.................)
Por isso é que da costa a mísera choupana,
que o velho pescador um dia levantou,
se fez uma cidade alegre, linda, ufana,
e para transformá-la um século bastou!
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Por isso, no cristal da linfa calma e cérula,
hoje, mais jubilosa, a face vem mirar,
e saudamos aqui uma fina pérola
que vem da bela Ondina a fronte engrinaldar.

O pensamento do dia

O homem superior vive em paz com todos, sem agir como todos. O inferior age exactamente como todos e não consegue convencer ninguém.
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Confúcio

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Efemérides

25 de Agosto de 1895 - 25 de Agosto de 2008 - 113 anos

"Vem de longe a tradição tauromáquica na Figueira da Foz. O interesse da população pela festa brava levou a Santa Casa da Misericórdia local a construir, em 1850, uma praça de touros perto do Convento de Santo António [onde hoje se situa o 1.ºJardim-Escola João de Deus]. Mas as condições estavam ainda longe das ideais, e um homem assumiu como sua a missão de alterar esse cenário dotando a cidade com um recinto à altura da aficcíon figueirense. João Antunes Pereira das Neves, médico e aficcionado, uniu esforços com Aníbal Augusto de Melo e, em 23 de Março de 1895, ficou decidida a criação da Companhia do Coliseu Figueirense. A nova praça seria construída num terreno de Pereira das Neves. Tanta era a ansiedade que a obra se fez em tempo recorde. Em apenas cinco meses a praça estava pronta a ser inaugurada. A primeira tourada foi marcada para 25 de Agosto de 1895. Mais de seis mil pessoas fizeram questão de assistir à exibição de Alfredo Tinoco da Silva, um reputado cavaleiro a quem coube a honra de encabeçar o primeiro de muitos cartéis."
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De "O Figueirense"
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O Coliseu Figueirense, edifício emblemático da Figueira da Foz, completa hoje 113 anos de existência.