quarta-feira, 18 de abril de 2012

O pensamento do dia

A leitura torna o homem completo; a conversação torna-o ágil; e o escrever dá-lhe precisão.”
Francis Bacon (1561 – 1626)

terça-feira, 17 de abril de 2012

Figueira vista pelo Zé




ZÉ PENICHEIRO


Tradição na Figueira da Foz

Figueira assinala Dia dos Monumenrtos e Sítios

Pedro Mota Curto no Museu

O CATITINHA

Deparámos, agora, com um artigo assinado por Fernando Pinto, publicado no jornal “Diário do Sul”, em 24 de novembro de 2004, dedicado a uma figura de que guardo especiais memórias de infância e que, certamente, muitos figueirenses recordam.
Refiro-me a António Joaquim Ferreira, conhecido entre nós e por esse país fora, por CATITINHA, uma personalidade que percorria as praias de Portugal, com um apito, apertando as mãos às crianças e dando-lhes conselhos no que respeitava à sua segurança.
Os miúdos adoravam-no e sempre que o viam, dele se aproximavam, e o Catitinha, carinhosamente, acolhia-os e, junto deles, deixava-se fotografar.
O Catitinha escondia uma individualidade. Chamava-se, pois, António Joaquim Ferreira, era licenciado em Direito, exercera o notariado e era natural de Torres Vedras, onde nascera a 23 de novembro de 1880.
Recordamo-lo aqui, hoje, reproduzindo parte do citado artigo publicado no Diário do Sul.

O Catitinha e o Dia Mundial da Memória

Quando eu era miúdo, habituei-me a ver e ouvir, sempre que ia à praia, um velho que dava pelo nome de Catitinha. O Catitinha percorria as praias do país de norte a sul. Com um apito, convocava todas as crianças que estavam na praia e, quando à sua volta elas se juntavam, começava a contar histórias que só ele sabia e que todos gostávamos de ouvir. Para vos ser franco, já não consigo lembrar-me de nenhuma das histórias do Catitinha, mas sei que ficava, tal como os outros, maravilhado a ouvi-las. Quando aquele velho de longas barbas e capote conseguia finalmente ficar com a criançada suspensa da sua voz, começava a contar histórias sobre os perigos do mar. Recordava-nos que o mar era perigoso e podia ser traiçoeiro e, na sua bonomia, prevenia-nos contra a demasiada afoiteza e a exagerada confiança com que muitos “tratavam” o mar. Rezava a lenda que ele tinha perdido uma filha ainda criança nas dobras das ondas e que, desde então, se dedicava a prevenir que a mesma desgraça acontecesse aos mais pequenos. Nunca o vi pedir mas também nunca o vi com fome. Pode ser que tudo isso tenha acontecido mas, creio bem que todos lhe tapavam a fome e o frio, porque todos (mesmo mais velhos) já antes o tinham ouvido. O Catitinha era uma instituição, um vulto de avô de todos nós, percorrendo incessantemente as praias do Minho ao Algarve (isso mesmo, ao longo de toda a costa portuguesa há quem se lembre dele) para prevenir desgraças só com ternura e bondade. Ninguém lhe pagava nem ninguém lhe agradecia. Hoje, todos nós temos para com ele uma profunda dívida de gratidão, e eu tenho para mim que o melhor agradecimento era, para ele, o sorriso dos nossos olhos de crianças. E que melhor agradecimento que esse, ele que no mar tinha perdido a sua filha da nossa idade? O Catitinha ensinou-nos muitas coisas, nessa altura sem nome definido, mas a que hoje chamo amor ao próximo, solidariedade, prevenção, segurança, respeito e altruísmo.
Estou em crer que, se hoje existisse, o Catitinha se dedicaria também a contar histórias nos parques infantis e em todos os locais onde há crianças, para as despertar para os imensos perigos que cada vez mais espreitam em cada esquina e em cada bocado de alcatrão. Porque ele foi o primeiro português que conseguiu dar à prevenção de acidentes, um método e um rosto.
Tenho o sonho de promover a figura do Catitinha e acho que, nos tempos que vão correndo, nada se lhe ajustaria melhor que uma fundação que levasse o seu nome e se dedicasse à divulgação entre crianças, de questões de prevenção e segurança nas praias e nas estradas. Acho que ele não se importaria que se incluíssem as estradas porque, no tempo dele, eram as praias que matavam mais gente. As estradas de hoje são as praias de ontem e isso ele iria entender.
Ao antigo e aos novos Catitinhas, a minha mais profunda, sincera e sentida homenagem e agradecimento.”


A imagem do dia


"No meio da neblina"
Serra da Boa Viagem (Figueira da Foz - Portugal),
esta manhã.
 Como diriam os brasileiros, "bonita de qualquer jeito"...

Manchetes


Todos bom rapazes


A solução é simples: Ponham todos os presos na rua para se juntarem a outros tantos criminosos que já andam à solta... Eles sabem governar-se...

O pensamento do dia


"O país não precisa de quem diga o que está errado; precisa de quem saiba o que está certo."

Agustina Bessa-Luís

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Sem papas na língua...

"O português olha para o político com o maior desprezo" e
"A confusão impera na sociedade portuguesa."

Henrique Medina Carreira, esta noite, na TVI 24, entrevistado por Judite de Sousa.



Digo eu: QUEM FALA ASSIM NÃO É GAGO.

Dia Mundial da Voz


Hoje assinala-se o DIA MUNDIAL DA VOZ.
Para Portugal, a tradução é "DIA MUNDIAL DA "GARGANTA"...

Música e teatro no Casino


A Figueira vista pelo Zé



Zé Penicheiro e o olhar sobre a sua terra por adoção.


Manchetes


Reflexos da descolonização exemplar. Não há dúvida de que o resultado foi esta paz... podre!!!


Ora digam lá se isto não é gozar com o Zé!!!

 

Mas que grande novidade...

É tudo à balda!!!

O pensamento do dia

"O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas."


 Willian George Ward (1812 - 1882)

domingo, 15 de abril de 2012

Humor... negro

In SóRisoMail

Heitor Chichorro expõe no CAE


Continua aberta ao público, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE), a exposição de Heitor Chichorro, que assinala os seus 50 anos de pintura.
Alguns dos quadros expostos retratam figuras do concelho da Figueira da Foz, como é o caso da que hoje aqui se reproduz, sob o título PESCADOR DE BUARCOS, e,acrescentamos, lendo A VOZ DA FIGUEIRA.

Jorge Dias e a Figueira da Foz


 

Continua patente ao público na galeria de arte do Foz Plaza, na Figueira da Foz, a exposição de fotografia intitulada O FOTÓGRAFO E A CIDADE, da autoria de Jorge Dias.

Manuel Maria Carrilho na Biblioteca

Porque hoje é domingo

«Felizes os que acreditam sem terem visto». Para a generalidade dos fiéis, a fé (dom de Deus) não tem mais apoio humano verificável do que o testemunho grandemente crível da pregação apostólica e da Igreja através dos séculos (cf. Jo 17, 20). Para crer não precisamos de milagres, basta a graça, que Deus nunca nega a quem busca a verdade com humildade e sinceridade de coração. O facto de as coisas da fé não serem evidentes, nem uma mera descoberta da razão, só confere mérito à atitude do crente, que crê porque Deus, que revela, não se engana nem pode enganar-nos. Por isso, Jesus proclama-nos «felizes», ao submetermos o nosso pensamento e a nossa vontade a Deus na entrega que o acto de fé implica. Tanto Tomé, naquela ocasião, como nós, agora, temos garantias de credibilidade suficientes para aceitar a Boa Nova de Jesus: as nossas escusas para não crer são escusas culpáveis, escusas de mau pagador. Também as estrelas não deixam de existir pelo facto de os cegos não as verem.

sábado, 14 de abril de 2012

A Figueira vista por Heitor Chichorro


Quadro intitulado "BANHO SANTO", uma das pinturas expostas no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE), da autoria de Heitor Chichorro, e que fazem parte da mostra que ali continua patente ao público sob o tema "HEITOR CHICHORRO - 50 ANOS DE PINTURA".

Cabrito vai ao Casino

CABRITO PARA TODOS, HOJE
NO CASINO FIGUEIRA


16h : “As origens da Páscoa e das suas iguarias desde o séc. XX A.C.: O culto à Lua” pelo Prof. Moisés Espírito Santo;
17h : “O Cabrito, a iguaria Pascal” por António Dias e Milton Fernandes (Confraria Gastronómica do Cabrito e da Serra do Caramulo), com degustação.

Tubo d'Ensaio está vivo

No Tubo d'Ensaio

Francisco Caleia lança O MALANDRO DO TEMPO

Hoje,às 17 horas,
no Tubo d'Ensaio

Apresentação do livbro "O MALANDRO DO TEMPO" de Francisco Caleia, com os convidados Lígia Bugalho e Miguel Gouveia.

Novas Artes no Tubo d'Ensaio


Cinema e Dança no CAE da Figueira da Foz



Maria Bethânia na Figueira


O pensamento do dia

"Gratidão é uma linguagem que o mudo pode falar e o surdo pode escutar e entender."

Christian Bovee (1820 - 1904)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A Figueira da Foz e a pesca

Figueira da Foz, noutros tempos


Frota pesqueira da Figueira da Foz

na década de 70

SIMONE, DO BRASIL PARA A FIGUEIRA DA FOZ


Simone, uma referência da música brasileira, atua, amanhã, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz (CAE),apresentando um vasto repertório, salientando-se as canções do disco que assinala os seus 40 anos de carreira.
Um espetáculo a não perder.

Casas e Casos na Figueira

Amanhã, sábado, pelas 18 horas, no Casino da Figueira da Foz, tem lugar o lançamento do livro CASAS e CASOS, da autoria de Ana Machado, obra editada por A TAL-Editora.

Toleradas

"Chamam-lhe a “mais velha profissão do mundo” … Talvez seja, mas ao longo dos tempos, como as demais, também esta se foi alterando..., evoluindo… O Arquivo Histórico Municipal da Figueira da Foz traz a público, através de mostra documental, um curto período dessa dura realidade, procurando dar resposta a algumas questões: quem eram?... de onde vinham?... porque se prostituíam?... como se organizavam?..."

No átrio da Biblioteca Municipal da Figueira da Foz 9 abril a 7 maio 2012

Manchetes

Escândalo (mais um) no futebol português. O que não deixa de ser curioso é o facto desta situação só vir a lume após o jogo Sporting - Benfica...
Coincidências!!!

Inédito no Ginásio Figueirense

DERROTAS A MAIS!!!

É verdade que a história não se faz só de vitórias, pese o ditado de que "de fracos não reza a história".

A equipa de basquetebol do Casino/Ginásio (Figueira da Foz - Portugal), no campeonato da Liga de 2011/2012, somou a bonita (feia) soma de 22 derrotas em outros tantos 22 jogos.

É um facto inédito num clube que em 1976/77 venceu o campeonato nacional e a Taça de Portugal.

Figueira vista por Jorge Dias

Imagens da minha terra

Esta imagem da Figueira da Foz (Portugal), que nos mostra um aspeto da marina de recreio, faz parte duma coleção de postais que o autor, o meu Amigo Jorge Dias, acaba de me oferecer, coleção que, com a sua autorização, PRESENTE irá reproduzir.

Recorde-se que Jorge Dias tem patente uma exposição na galeria de arte do Foz Plaza.


Manchetes

Neste país a segurança já era...

O pensamento do dia

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia."

Benjamim Franklin (1706 - 1790)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Cliché no Tubo d'Ensaio

Filmado na Figueira da Foz

Argumento e Realização: João Duarte
Elenco: José Pinto, Beatriz Mendes, Leonardo Ramalho, João Duarte
Sinopse: Gustavo (José Pinto) corresponde ao estereótipo do adolescente bem sucedido. Tem uma namorada fiel (Beatriz Mendes), bons amigos e é bem parecido. Não lhe falta nada, ou pelo menos assim seria de esperar. Gustavo não se sente completo. “Cliché” é assim uma comédia romântica que nos leva a conhecer a adolescência e tudo o que nela existe de bom e mau. Gustavo vê-se envolvido numa viagem de auto-descoberta sendo que as respostas que encontra nem sempre são as mais esperadas.
“Cliché” é um filme amador, foi filmado com apenas uma câmera, sem apoios financeiros de qualquer tipo, por um grupo de amigos que partilhavam um interesse pelas artes, pelo cinema e pela representação. Foi filmado no Verão de 2011 na Figueira da Foz.
A entrada é gratuita.

Ana Martins Reis na Biblioteca


Encontra-se patente na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, durante este mês de abril, uma exposição da artista plástica Ana Martins Reis, membro da Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa.

Autodidata, Ana Martins Reis nasceu em 1954 no distrito de Viseu. Os seus trabalhos exploram as Artes Decorativas, nomeadamentea pintura, encáustica (cera quente), vitrofusão e cerâmica.

Mafalda Arnauth na Figueira