quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Álvaro Magalhães


Sem vergonha

Álvaro Magalhães, que escreveu uma página histórica na vida da Naval da Figueira da Foz, ao eliminar o Sporting, em jogo da Taça de Portugal, no velhinho Estádio de Alvalade (2002/2003), está, pela terceira vez, no comando da equipa de futebol figueirense, esta, de momento, na 2.ª Liga e em posição de descida.

Ele, que dirigiu a formação navalista na primeira época dos verde e brancos na 1.ª Liga (conjuntamente com Manuel Cajuda, Fernando Mira e Rogério Gonçalves), saiu, então, do clube, no meio de divergências que envolveram dirigentes (um deles protagonizou uma situação de quase confronto físico).

É o mundo do futebol em que a falta de vergonha campeia, dela não escapando (ainda a propósito do regresso de Álvaro ao emblema navalista), um simples colaborador da comunicação social que, a propósito de Magalhães, lhe teceu continuadamente (nas costas...) duras e verrinosas críticas, afirmando mesmo que deixaria de colaborar na imprensa caso o treinador voltasse à Naval) mas que se vê obrigado a "engolir" tudo o que então proferiu… como, aliás, é hábito neste mundo do pontapé na bola.

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