terça-feira, 29 de julho de 2014

Carlos Sombrio

António Augusto Esteves
nasceu há 120 anos
 Ama e crê – porque o Amor é, e será sempre, o caminho que conduzirá a Humanidade ao templo luminoso onde Deus colocou o altar da Perfeição!”.
 Carlos Sombrio, pseudónimo literário de António Augusto Esteves.
 

António Augusto Esteves nasceu nesta cidade da Figueira da Foz em 29 de julho de 1894, completando-se hoje 120 anos sobre essa data.
Na sua variante como jornalista e escritor, usava o pseudónimo Carlos Sombrio, que diz muito da sua forma de estar na vida, um sonhador que se vislumbra facilmente no burilar da sua escrita e da sua palavra.
Como ocupação de base, António Esteves era ourives, com estabelecimento nesta cidade, na Praça Nova, hoje Praça Oito de Maio, voltado para o cais da Alfândega.
Mas, na realidade, foram inúmeras as suas facetas, quer como colaborador da imprensa local e nacional, com páginas literárias que preencheram diversos periódicos, incluindo uma das joias da coroa da imprensa local, o Album Figueirense, criado em junho de 1934 por João de Oliveira Coelho, um dos fundadores da Igreja Evangélica Presbiteriana Figueirense.
 
Casa onde viveu e morreu António Augusto Esteves, na Rua José da Silva Fopnseca, na Figueira da Foz
Carlos Sombrio deixou a vida terrena quando ainda não tinha completado 55 anos e muito havia ainda a esperar do seu indiscutível talento de homem de letras. Os seus restos mortais foram depositados no talhão da Ordem Terceira, no Cemitério Setentrional da Figueira da Foz.
António Augusto Esteves era conterrâneo, contemporâneo e integrado na mesma linha de jornalistas e escritores como Maurício Pinto, Mário Azenha, Raimundo Esteves, Albano Duque, Mário Reis, Cardoso Marta e Augusto Pinto, entre outros, este último a quem a Figueira da Foz deve o cognome de Praia da Claridade.
 
(Excerto duma palestra que o responsável pelo PRESENTE proferiu na Igreja Evangélica Figueirense)

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