sábado, 30 de abril de 2016

Ser árbitro


1.ª Liga da Arbitragem
de futebol
 
Pierluigi Collina, um senhor!!!
 
Sinceramente, não conseguimos compreender profundamente a razão que leva um indivíduo, muitas vezes até em excelente posição de estatuto e económica na vida, a enveredar pela carreira de árbitro de futebol.
Bastaria analisar as crítica provenientes de dirigentes, treinadores, jogadores, adeptos, etc, desde o limiar das competições, para se chegar, facilmente, à conclusão de que, na sua perspetiva, os resultados são manipulados pelo homem do apito e seus assistentes.
Daí que se conclua, até no caso do campeonato português da 1.ª Liga, que a competição não é entre clubes mas sim entre árbitros.
Ou seja, o campeonato português, ao invés do que se julga, será a prova máxima dos árbitros e não dos clubes intervenientes.
Quando se perde a culpa é do árbitro. Há quem sugira, embora pouco seguro  na sua convicção, de que as novas tecnologias poderão substituir os humanos que dirigem os jogos. Mas se tal vier a axcontecer (duvidamos bastante), lá se vai o emprego dos comentadores que ocupam todos os canais televisivos nacionais e passam a surgir problemas pontuais que vão complicar a dinâmica do futebol.
Bom, isto para dizer que ninguém perde por culpa própria,  mas sim por resonsabilidade exclusiva do  homem que dantes vestia de negro mas agora também já virou arco-íris.
Ninguém sabe perder e muito poucos sabem ganhar.
Mas isto de ser árbitro só por loucura e por uma questão de dimensão do costado.
O jogo desste fim de tarde princípio de noite, em que o Sporting foi ao Dragão vencer, sem margem para dúvidas, o FCPorto, sugeriu este tema em que um técnico, para salvar o posto, atribuiu, acolitado pelo seu presidente, as culpas do insucesso ao juiz da partida...
Mas não se vai ficar por aqui, nesta corrida em que está acesa a luta pelos diferentes objetivos na competição.

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