domingo, 6 de outubro de 2013

Amália


Completam-se hoje, 6 de outubro, 14 anos sobre a data da morte de Amália Rodrigues (6 de outubro de 1999), considerada a maior intérprete de sempre da chamada canção nacional, o fado.
Amália nasceu em 23 de julho de 1999.
Guardo religiosamente a gravação de uma entrevista que a fadista me concedeu, em exclusivo, aquando da festa de homenagem que o Casino da Figueira lhe prestou em 28 de fevereiro de 1990, e que, nessa mesma noite, foi transmitida pela estação emissora local do Rádio Clube Foz do Mondego..
Os restos mortais de Amália repousam no panteão nacional. Todos nós, ou a sua esmagadora maioria, tiveram pela embaixadora do fado (património imaterial da humanidade) a maior admiração e respeito. Todos nós, ou muitos de nós, chorámos a perda duma mulher que tinha uma voz admirável e levou o nome de Portugal a todos os cantos do mundo.
Amália é a primeira mulher a ter honras de permanecer no emblema das maiores figuras portuguesas. Ao lado de Almeida Garret, Guerra Junqueiro, João de Deus, Teófilo Braga, Sidónio Pais e marechal Carmona, entre outros cujos corpos foram transladados do Mosteiro dos Jerónimos onde permaneceram os túmulos de D. Manuel I, D. João III, Luís de Camões, Vaco da Gama, etc.

1 comentário:

dilita disse...

O tempo passa a correr e é propício ao esquecimento.

Mas nem sempre. Há excepções...

A Amália é eterna! Só adormeceu.

Abraço.
Dilita.