quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Ler na Figueira da Foz


5.ªs de Leitura
 

A Divisão de Cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz continua a desenvolver um interessante trabalho no campo da leitura, presenteando os figueirenses com a presença de autores de nomeada.
Março é sem dúvida o mês da festa do livro e da leitura. Dia 21 de março comemora-se o Dia Mundial da Poesia, dia 26 de março o Dia do Livro Português e na semana de 14 a 18 de março as escolas são convidadas a promoverem uma Semana de Leitura.
O projeto de promoção e incentivo à leitura  «5as de Leitura» não poderia ficar alheio a tão importantes efemérides e comemorações centradas no livro, pelo que promoverá, não um mas dois encontros com escritores portugueses.
Dia 3 de março a sessão das «5as de Leitura» terá como convidada a jornalista e escritora, Isabel Stilwell, "que tem  a necessidade constante de contar histórias e  fazer retratos" e para quem o lema de vida é "rir de mim própria".
Isabel Stilwell é autora de inúmeros romances históricos,  histórias para  pais "Histórias para contar em minuto e meio" e livros de ficção como "Um Romance de Amor", onde dá continuidade à sua abordagem à relação entre homens e mulheres, "mas duma forma mais densa, em duas histórias que se cruzam, a história da personagem e a história que aos poucos se vai formando na cabeça dessa personagem".
Dia 30 de março, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz,  será a vez do escritor e crítico literário Pedro Mexia ”um intelectual que renega a sua condição”, se encontrar com o público figueirense.
 
Pedro Mexia nasceu em 1972 na cidade de Lisboa. Após ter concluído os seus estudos secundários, ingressou no curso de Direito da Universidade Católica Portuguesa, que completou com sucesso. Prosseguiu para a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, de onde arrebatou um mestrado em Estudos Americanos.
Passou depois a colaborar com publicações como o Diário de Notícias , na qualidade de crítico literário, e a escrever artigos para a revista Grande Reportagem, vendida em conjunto com jornais como o Diário de Notícias e o Jornal de Notícias.
Entretanto debruçou-se para a poesia, estreando-se em 1998 na revista Colóquio. No ano seguinte publicou o seu primeiro livro, uma colectânea de poemas intitulada Duplo Império (1999). Seguiram-se Em Memória (2000) um livro que “concentra os poemas sobre a família e sobre a memória, enquanto mecanismo, identidade “,   Avalanche (2001), Textos da Blogosfera (2004), Eliot e Outras Observações (2003), Prova de Vida 2004-2006 ( 2007), O senhor Fantasma(2007), Nada de Melancolia (2008), Nada de dois. Tragicomédia (2009), Estado Civil- Diário de uma crise (2009),  As Vidas dos Outros (2010), Menos por Menos- poemas escolhidos (2011), O Mundo dos Vivos (2012).

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